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O prefeito de Ilhéus, Newton Lima, tem todo o direito de apoiar a deputada estadual Ângela Sousa, assim como de orientar os ocupantes de cargos de confiança em seu governo a igualmente votar na “irmã”. Agora, o que está acontecendo em Ilhéus é uma estupidez.
Todos os comissionados receberam a ordem de comparecer a um evento da deputada, que acontece nesta sexta-feira, 24, às 19 horas, no Instituto Nossa Senhora da Piedade. Quem não for, será tachado de infiel e daí para a tábua de graxa é um passo.
Entre os servidores, há até alguns que votam na escolhida de Newton, mas eles já pensam seriamente em mudar de opção por conta de imposições desse tipo. Poderão ir, obrigados e indignados, a um evento em plena noite de sexta-feira, mas na hora H, aquela do voto secreto…

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cavalcanti e pinto
Cavalcanti, de Itabuna, e Pinto, da APPM-Salvador.

Cerca de 500 PMs filiados à regional Itabuna da Associação dos Praças da Polícia Militar (APPM) devem ir às urnas neste domingo, 12, para escolher os dirigentes da entidade. O pleito ocorre das 8h às 18h na sede da entidade, na rua São Paulo, 102, no São Caetano, em Itabuna.
O associado deve apresentar documento de identidade militar e contracheque na hora de votar, segundo o presidente da entidade e candidato à reeleição, Sargento Cavalcanti.
Cavalcanti concorre pela chapa Ação, Progresso e Cidadania e defende, para um novo mandato, ainda mais ações na área de assistência social aos policiais. Dentre elas, cita o amparo a militares dependentes químicos ou com problemas psicológicos, ampliação do Infocentro e a construção de sede social da APPM-Itabuna. As eleições também ocorrem em nível estadual.
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Marco Wense
As eleições de 2010 e 2012, esta última para prefeitos e vereadores, são como indispensáveis vitaminas para os que sonham com uma candidatura ao Senado e, principalmente, ao governo da Bahia no pleito de 2014.
Um insucesso eleitoral agora, em 2010, e outro, em 2012, deixa o pretendente sem força, sem poder de barganha, politicamente desnutrido, sem cartas para bancar o traiçoeiro e perverso jogo político.

Para alcançar um patamar político maior, subindo um degrau a mais na escada do poder, os futuros pré-candidatos têm que passar nos testes eleitorais de 2010 e 2012.

O bom desempenho nas urnas, no entanto, não credencia o pré-candidato para a disputa do cargo pretendido. Não significa que sua candidatura seja irreversível.
A eleição do petista Walter Pinheiro para o Senado, por exemplo, não quer dizer que o bom deputado, com a reeleição do governador Jaques Wagner, vai ser o candidato natural do PT na sucessão estadual de 2014.
É evidente que Pinheiro como senador da República, ocupando uma das duas vagas para a Casa Legislativa, se fortalece. Mas o candidato ao Palácio de Ondina, em 2014, será o da vontade de Wagner e não do PT.
Aliás, muitos petistas apostavam que o nome de Dilma Rousseff como candidata à presidência da República não passava de uma brincadeirinha do presidente Lula para agradar a ministra-chefe da Casa Civil.
Deu no que deu: Luiz Inácio Lula da Silva, respaldado pelo carisma e pela invejável popularidade, impôs o nome de Dilma. O PT não teve outra saída que não fosse a de “engolir” a principal figura do PAC.
Outro exemplo, bem tupiniquim, diz respeito ao deputado Geraldo Simões, que sonha com uma candidatura a senador na eleição de 2014. O ex-prefeito de Itabuna, para se tornar uma opção do petismo, tem que passar pelos testes eleitorais de 2010 e 2012.
Além da reeleição para o Parlamento federal, com uma boa votação, Geraldo Simões tem que se candidatar a prefeito de Itabuna e derrotar o Capitão Azevedo (DEM), fortíssimo candidato a um segundo mandato.
Pois é. O ano de 2014, quando o assunto é pretensão política, está umbilicalmente ligado aos resultados eleitorais de 2010 e 2012.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Allah Góes | allah.goes@hotmail.com

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“Extra! Extra! O prefeito foi afastado por decisão da Justiça Eleitoral”. Esta foi a manchete repetida por todos os jornais da cidade, dando repercussão à decisão judicial que afastou o prefeito que tomou posse no dia 1º de janeiro e que fora condenado, por “pratica de abuso de poder econômico”, a perder o cargo, isto muito tempo após o pleito de 2008 e há mais de dois anos da posse.

O presidente da Câmara é intimado da decisão e de que deverá, no menor tempo possível, convocar o segundo colocado para que este tome posse como novo prefeito. Isto, quando a própria Justiça Eleitoral não determinar que este mesmo presidente fique como novo prefeito até que se realize uma nova eleição.

Mas nem é preciso esperar muito tempo, pois quem vem logo atrás do oficial de Justiça, querendo de imediato tomar posse (quando não é o próprio presidente), já de terno e tudo é o futuro novo prefeito.

Como primeiro ato, o novo prefeito exonera todo o secretariado; demite todos aqueles contratados temporariamente e contrata os seus “aliados e cabos eleitorais”; suspende todos, eu disse todos, os pagamentos a serem feitos aos antigos fornecedores da prefeitura, afinal temos que “recompensar os aliados e punir os adversários”.

Então ele, novo prefeito, começa a traçar planos, organizar metas, enfim, trabalhar. Mas aí tudo muda de novo. Em menos de um mês o prefeito afastado consegue uma “liminar” em Salvador e volta ao cargo, reempossa os secretários, readmite os servidores demitidos, suspende o pagamento das compras feitas pelo antecessor e recomeça a trabalhar. Será?

Culpa dos juízes eleitorais? Não, pois estes apenas cumprem as normas feitas por nosso Congresso. Culpa de nosso sistema político-eleitoral

A dúvida persiste em função de que o Antigo/Novo/Prefeito (ou até mesmo aquele que ficou em terceiro lugar na disputa), em contato com o seu “deputado”, já se encontra em Brasília tentando “caçar” a todo custo a “liminar” e voltar a ser prefeito.

Assim, em virtude da dúvida sobre quem será o legitimo e verdadeiro mandatário, paralisa-se toda a “máquina”, nenhum servidor trabalha, pois tem receio de desagradar a algum dos dois (ou três) prefeitos; ninguém tem coragem de vender ao Município, pois sabe-se lá se haverá como receber. Enfim, toda a população é prejudicada por conta de uma decisão judicial tardia.

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Da Agência Câmara

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta quinta-feira (6) proposta que determina a inclusão de foto e impressão digital nos títulos eleitorais e o recadastramento de todo o eleitorado brasileiro no prazo de dois anos após a vigência da lei. Durante o recadastramento, todos os títulos deverão ser trocados pelo novo modelo. O projeto ainda será analisado pelo Plenário e pelo Senado.

De acordo com a proposta, o título de eleitor também deverá conter, além de outros dados de identificação do eleitor: data de nascimento, filiação, o número do CPF e o número da carteira de identidade expedida pela Secretaria de Segurança Pública, além de impressão digital. Atualmente, o título contém data de nascimento e espaço para impressão digital, que só é utilizado pelo eleitor analfabeto.

O texto aprovado foi um substitutivo do deputado Chico Lopes (PCdoB-CE) ao Projeto de Lei 3780/97, do Senado, e a diversos apensados. A proposta altera a Lei 7.444/85, que trata da implantação do processamento eletrônico de dados no alistamento eleitoral e a revisão do eleitorado.

Para o relator, ainda há vícios no processo eleitoral, fraudes, eleitores fantasmas e outros graves problemas. “A colocação de fotografia do eleitor no título contribuirá para evitar grande número de fraudes, em prol da busca da verdade eleitoral”, afirma.

Se esta lei estivesse valendo desde algumas décadas atrás, muita gente não seria nada na política.

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Contra as vozes que se opõem ao lançamento de sua candidatura ao Senado, o deputado federal petista Walter Pinheiro (PT) gosta de lembrar que foi eleito com 200 mil votos em 2008. Desse quantitativo, 50 mil saíram da capital e 150 mil do interior do Estado.

Pinheiro disputa a indicação com o ex-governador Waldir Pires, também do PT. A outra vaga está reservada a Lídice da Mata (PSB), que pode desistir da chapa majoritária, a depender de quem estiver ao seu lado.

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O deputado federal e pré-candidato a governador da Bahia, Geddel Vieira Lima (PMDB), é mais uma vez alvo de ação em virtude de propaganda eleitoral antecipada.

De acordo com representação protocolada no TRE pela Procuradoria Regional Eleitoral na Bahia, o ex-ministro aproveitou-se da inauguração de uma praça em Salvador, para espalhar faixas exaltando o seu próprio nome.

A PRE pede que as faixas sejam retiradas  no prazo máximo de 48 horas, sob pena de multa.

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Em reunião promovida nesta terça-feira, 27, em Ilhéus, com o presidente do PMDB baiano, Lúcio Vieira Lima, as lideranças do PTdoB, PMN, PTdoB e  PRP decidiram incorporar-se ao projeto peemedebista na sucessão estadual, informou o blog Agravo.

Além do apoio a Geddel, ficou decidido que as quatro legendas vão se coligar na eleição proporcional. Nessa composição, elas esperam eleger de dois a três deputados federais e cinco a seis estaduais.

Um dos atuais representantes do PRP na Assembleia Legislativa é o itabunense Fábio Santana, que  fica numa saia justa, pois integra a base aliada do governador Jaques Wagner (PT). E agora?

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Chegou aos ouvidos deste blogueiro que a recente reunião de pastores da Assembleia de Deus, que escolheu seus candidatos a deputado estadual e federal na Bahia, por pouco não terminou na mais religiosa distribuição de tapas. Quem relatou o episódio estava no encontro, ocorrido há quase uma semana, na cidade de Feira de Santana.

Os “condutores de rebanhos” divergiram com relação a alguns nomes e a discussão se acirrou. Começou uma troca de empurrões, repelida de pronto por um assembleiano fervoroso, que gritava para satanás sair daquela casa.

No final, como se sabe, foram indicados pelos cerca de 200 pastores presentes os nomes de Ângela Sousa, Carlos Ubaldino e Sargento Isidoro para o legislativo estadual, e Eliel Santana para deputado federal.

Amém!

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Uma reunião que acontece na manhã desta quinta-feira, em Salvador, pode estar selando a composição da chapa majoritária encabeçada pelo governador Jaques Wagner para as próximas eleições. Um grupo se articula para que o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), seja o candidato a vice.

Nessa costura, Otto Alencar (PP) seria candidato a senador, juntamente com Lídice da Mata. Esta, por sua vez, deseja Otto como companheiro na chapa, rejeitando a ideia de que  o petista Walter Pinheiro ocupe a vaga.

Há quem não apoie a indicação de Nilo para a vice, por considerar que ele tem pouca expressão no Estado. De qualquer forma, a costura pró-Nilo é mantida a sete chaves.

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A oferta do PMDB que convenceu o senador César Borges foi construir um chapão, formado por PTB, PR e PSC. Sem dúvida uma boa para republicanos que irão disputar eleições para a Câmara e a Assembleia Legislativa. Neste último caso, entre outros, Elmar Nascimento e Sandro Régis.

Calcula-se que o PR acrescente pouco na formação do quociente eleitoral (seria mais receptor do que doador). E isso significa que os outros partidos do chapão podem ir para o sacrifício.

No PSC, por exemplo, a deputada estadual Ângela Sousa será uma das grandes prejudicadas.

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César Borges | cesarborges@senador.gov.br

A história e a literatura são repletas de exemplos de que sempre foi mais fácil alimentar o antagonismo e a desconfiança que abrir o diálogo e a cooperação.

Diante disto, muitos se perguntam, de que vale dialogar e reduzir as distâncias? Alguém responderá: o inimigo nos mantém unido.

Defenderão identidade, cultura, pureza ideológica. Dirão que água e óleo não se misturam! Eles não se importam se a intolerância vai dividir e enfraquecer a sociedade, drenando energia que poderia ser canalizada para a luta pelo desenvolvimento comum.

“Dirão que água e óleo não se misturam! Eles não se importam se a intolerância vai dividir e enfraquecer a sociedade”

Diante dessas dificuldades, por que então um governador e um senador que estão em margens opostas do rio deveriam arriscar suas posições políticas confortáveis para dialogar entre si? Não posso falar pelo governador Jaques Wagner, mas, de minha parte, acredito, francamente, que todo diálogo leva à maturidade e sabedoria. A cooperação entre as forças políticas pode ajudar a Bahia a ser mais forte no plano nacional, enquanto instiga debate franco e transparente, sem que ninguém seja subjugado ou tenha que abdicar da história pessoal. Esta é a nova política que defendo para a Bahia.

Os frutos desse diálogo, que se faz à luz do sol, ajudaram muito nosso Estado. Conjuntamente, atuamos no Senado e no governo federal para garantir o trecho baiano da Ferrovia Oeste-Leste, que esteve ameaçado por uma emenda parlamentar de Minas Gerais.

Também foi trabalho comum trazer para a Bahia recursos de recuperação de estradas, através de um ministério comandado pelo meu partido, o PR. Outro exemplo é a renovação dos benefícios da Ford, um esforço do governador junto ao presidente Lula que relatei no Senado, aprovada agora.

Foi uma cooperação responsável e republicana.

Isto não quer dizer que vá ocorrer uma aliança política para as eleições de 2010.

Estamos analisando o convite do governador, mas há outros fatores que precisam ser levados em conta e é isto que estou fazendo: dialogando com todas as forças, para que o PR não seja caudatário de nenhum partido, mas seja um parceiro, porque tem sua própria contribuição a dar aos projetos que estão em debate, fruto da experiência de seus membros.

Por isto, converso também com o PMDB do ministro Geddel Vieira Lima, sem esquecer meus antigos companheiros, porque política não se faz com exclusão ou isolamento.

Entretanto, agora que se aproxima a eleição, querem interditar o diálogo e nos fazer reféns do passado. Aprendi com o senador Antonio Carlos Magalhães que a Bahia vem em primeiro lugar e que os baianos exigem isto; com Luís Eduardo, que o diálogo pode reduzir as diferenças políticas. O próprio Luís Eduardo buscou uma ampla coalizão para governar a Bahia, projeto que Deus não quis que ele concluísse e que me coube tentar implementar. Os três candidatos a governador também querem ampliar suas alianças, porque sabem que a tarefa de governar a Bahia exige parcerias.

Esta semana, assisti ao filme Invictus, que conta um episódio inspirador na vida de Nelson Mandela. Eleito para presidir a África do Sul, ele arriscou o prestígio para unir o país em torno da seleção de rúgbi, identificada com o antigo regime. Mandela poderia ter recuado, mas superou a desconfiança dos brancos e negros, e hoje temos uma democracia multirracial na África. Foi uma união simbólica que deu suporte à conciliação do país. Mandela explicou aos companheiros: “Se eu não posso mudar diante de uma nova circunstância, como posso querer que os outros mudem?” Modestamente, me associo ao líder sul-africano.

Quando deixei meu antigo partido e me filiei ao PR, em 2007, disse que não queria ser prisioneiro do ressentimento. “Meu partido é a Bahia”, afirmei. Compreendi que fui eleito para uma realidade que mudou, e que não era correto tentar refazer a decisão do eleitor, salvo no momento próprio, que é agora, na eleição. Desse modo, ouvindo Geddel, Paulo Souto, Wagner, com respeito e atenção, vamos encontrar afinidade com a melhor agenda para os baianos. Um novo modo de fazer política toma forma na Bahia, mesmo sob combate dos radicais; independente de quem o PR vir a apoiar, a política baiana já não é mais a mesma.

César Borges é senador da Bahia e presidente do PR-BA.

Artigo extraído da edição de hoje do jornal A Tarde.

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Prevalece grande dúvida entre os ocupantes de cargos de confiança na Prefeitura de Itabuna. É que até hoje secretários e o pessoal dos escalões inferiores não sabem direito quem Azevedo irá apoiar para deputado federal e estadual. Nem mesmo para governador!

Para a Assembleia, por exemplo, há gente na Prefeitura apoiando pré-candidatos de todos os quadrantes – do Coronel Santana (PTN) a Wenceslau Júnior (PCdoB) – sem restrições.

O prefeito, por sua vez, jamais negou seu apoio a ninguém e na última sexta-feira (19) só faltou trocar alianças com o tucano Solon Pinheiro, que vai tentar uma vaga de deputado estadual.

Resta saber o que significam de fato esses apoios do capitão, se nenhum membro da sua equipe recebeu o menor sinal do caminho a seguir. Claro que tem gente gostando da liberdade, mas é duvidoso se ela irá durar muito.

Quem vai ficar com Azevedo? Solon é a bola da vez…
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Waldir pode estar garantido na chapa. Wagner quer

EXCLUSIVO

Fonte ligadíssima às confabulações do poder estadual assegura que o governador Jaques Wagner (PT) tem preferência pelos nomes de César Borges (PR) e Waldir Pires (PT) como candidatos ao Senado. Na construção desejada pelo governador, Otto Alencar ocuparia o posto de vice na chapa majoritária.

Essa é a hora da pergunta inevitável: e o que será de Lídice da Mata?

Pois é, os petistas concluíram que a deputada do PSB não agrega muita coisa à chapa, uma vez que sua popularidade é concentradíssima na capital baiana. Por isso, a opção deverá ser mesmo alçar Otto para vice, ficando Borges na briga por uma das cadeiras no Senado.

Com relação ao senador do PR, a avaliação é de que sua confirmação na chapa irá provocar uma revoada de prefeitos do antigo carlismo no interior. Resta apenas costurar com o PSB a situação de Lídice, que certamente sairá arreliada desse processo.

Para todos os efeitos, o governador já disse que jamais ofereceu a vaga no Senado à deputada, em troca de sua desistência em favor de Walter Pinheiro nas eleições muncipais de 2008.

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Como o governo Wagner está cada vez mais amorfo e carlista, prenunciando um segundo mandato meio “Frankstein”, não há mais nada capaz de espantar quem observa o cenário político baiano.

Uma das últimas novidades é a de que o ex-prefeito de Floresta Azul, o contestadíssimo Garrafão, estaria abandonando o PMDB e o ministro Geddel Vieira Lima. Decidiu mudar de partido para apoiar a reeleição do governador petista.

O ex-prefeito,  que ficou conhecido pelos retumbantes desvios de recursos públicos, está convencido de que Wagner é a melhor opção. Tanto que, entre os partidos nos quais estuda se filiar, encontra-se… o PT!