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Greve na maternidade começará nesta terça, às 6h (Foto Divulgação).
Greve na maternidade começará nesta terça, às 6h (Foto Divulgação).

A partir das 6h desta terça (9), os funcionários da Maternidade da Mãe Pobre entram em greve pela segunda vez em menos de 30 dias. A reivindicação é a mesma. Os 80 funcionários cobram o salário de abril, porém somente devem retornar ao trabalho quando também quitado o salário de maio.

A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi) emitiu comunicado informando da greve desta terça. A maternidade enfrenta problema de gestão desde o ano passado, após mudança na direção.

Os funcionários estão com salário atrasado, embora os repasses da Prefeitura de Itabuna tenham sido antecipados. A direção da maternidade alega que as despesas são maiores que as receitas.

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Os professores da rede municipal de Itabuna radicalizaram os protestos contra a gestão municipal. Hoje, os acessos ao Centro Administrativo Municipal foram fechados por um grupo de professores que acampa na prefeitura desde ontem, após a reunião com o prefeito Claudevane Leite.

Há um impasse. Os educadores pedem reajuste de 13,01% para os níveis II e III, enquanto o município acena com 8% para estes níveis. O prefeito alega não ter condições para conceder reajuste maior, sob pena de atrasar pagamentos.

Ontem, Vane apelou aos professores para que retornem à sala de aula. Hoje, ele sinalizou que retomaria as negociações, mas desde que os educadores desocupem a sala de reuniões do seu gabinete e liberem os acessos ao centro administrativo.

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Professores fazem "Velório da Educação" (Foto Jeremias Barreto).
Professores fazem “Velório da Educação” (Foto Jeremias Barreto).
Os professores da rede municipal iniciaram, nesta quinta (21), a greve por tempo indeterminado. A categoria cobra reajuste salarial linear de 13,01%, percentual concedido aos profissionais do nível básico. A paralisação afeta cerca de 20 mil alunos matriculados na rede.

O prefeito Claudevane Leite ofereceu, como último proposta, reajuste de 8% em duas parcelas, a primeira delas retroativa a abril, data base da categoria. Durante entrevista nesta semana, Vane do Renascer disse que ainda não sabe nem como pagar o percentual oferecido.

A presidente do Sindicato do Magistério Municipal Público de Itabuna (Simpi), Maria do Carmo Oliveira (Carminha), convocou protesto na Avenida do Cinquentenário, nesta quinta (20). Os educadores desfilaram vestidos de preto com cruzes e caixão, simbolizando enterro do sistema educacional e dos serviços públicos.

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Os professores da rede municipal de ensino de Itabuna deflagraram greve por tempo indeterminado, após rejeitar proposta de reajuste salarial de 8% apresentada pelo governo. A greve começa na próxima quinta (21). A rede conta com cerca de 1,2 mil professores.

A presidente do Sindicato do Magistério Municipal Público de Itabuna (Simpi), Maria do Carmo Oliveira (“Carminha”), disse que a entidade esgotou as negociações com o governo. “Como não houve uma negociação satisfatória, tivemos que adentrar no movimento paredista”, disse.

A rede possui mais de 100 escolas e cerca de 20 mil alunos. O governo apresentou proposta de reajuste de 6,41% dividido em três vezes, depois elevou o percentual para 7% e, na sequência, 8%. Os educadores cobram reajuste de 13,01% para todos os níveis.

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Greve na maternidade começou nesta manhã de segunda-feira (Foto Divulgação).
Greve na maternidade começou nesta manhã de segunda-feira (Foto Divulgação).

Os mais de setenta funcionários da Maternidade da Mãe Pobre, em Itabuna, entraram em greve nesta segunda-feira, por tempo indeterminado. Eles reclamam o pagamento do salário de abril e 30% restante do décimo terceiro salário de 2014.

A direção da maternidade suspendeu a realização de partos devido à greve e reclama de atraso no repasse de verbas por parte da Secretaria de Saúde de Itabuna. O estabelecimento faz média de 400 partos por mês.

As gestantes que se dirigem a unidade médica para trabalho de parto estão sendo orientadas a procurar o Hospital Manoel Novaes, de acordo com João Evangelista, do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi). Apenas a maternidade e o Manoel Novaes realizam parto no município.

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Professores da Uesc entram em greve na quarta (13).
Professores da Uesc entram em greve na quarta (13).

Professores das quatro universidades estaduais baianas entrarão em greve na próxima quarta-feira (13) para forçar o governo a dialogar quanto a temas como autonomia universitária e maior orçamento para o ensino superior. A paralisação por tempo indeterminado foi aprovada em assembleias realizadas ontem (7).

Os docentes exigem, do estado, orçamento que equivalente a 7% das Receitas Líquidas de Impostos (RLI), hoje em 5,1%. Os professores afirmam que os cortes orçamentários nas universidades estaduais baianas (Uesc, Uesb, Uneb e Uefs) atingem R$ 19 milhões. O governo nega que tenha havido corte.

Outro ponto é a autonomia universitária, retirada em 1997, ainda no período carlista. A perda foi mantida nos governos Wagner e, agora, os docentes pressionam para que o estado derrube a lei. De acordo com as associações docentes, cortes em verbas de custeio atingem tanto a pesquisa como a extensão e, consequentemente, o ensino.

GOVERNO DIZ QUE ORÇAMENTO AUMENTOU 10%

O Governo do Estado emitiu nota em que fala em aumento de 10,3% no orçamento para as universidades estaduais neste ano, que, conforme as secretarias de Educação e Administração, saltou de R$ 1.021.537.000,00 para R$ 1.126.500.000,00. No período de 2007 a 2015, conforme o governo, o orçamento das instituições superiores estaduais saltou de R$ 460.726.000,00 para R$ 1.126.500.000,00.

“O Governo informa que não há possibilidade para o atual exercício de atender a reivindicação das Associações dos Docentes em destinar 7% da receita líquida do Estado para as universidades. No entanto, atende as outras reivindicações do movimento, como as promoções e progressões dos docentes e a contratação de professores substitutos”.

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Professores da Uesc aprovam estado de greve.
Professores da Uesc aprovam estado de greve.

Os professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) aprovaram ontem (25) estado de greve em assembleia encerrada à tarde. Os docentes seguem decisão semelhante tomada pelos colegas das demais universidades estaduais de Feira de Santana (Uefs) e do Sudoeste da Bahia (Uesb). Haverá, também, paralisação das atividades, por 24 horas, em 8 de abril em todas as universidades, incluindo a Uneb.

A direção da Associação dos Docentes da Uesc (Adusc) informou que, dia 8, será lançado o Comitê Estadual em Defesa da Educação Pública e protesto na Secretaria Estadual de Educação e na Assembleia Legislativa, em Salvador.

Os docentes tanto da Uesc como das outras três universidades estaduais baianas reivindicam a revogação da Lei 7.176/97, que retira a autonomia das instituições de ensino superior, destinação de 7% das receitas líquidas de impostos para a educação superior, contratação de professores e respeito a direitos trabalhistas, além de suspensão do corte de R$ 20 milhões do orçamento das universidades baianas. Outro ponto importante que consta da pauta é a reposição salarial em parcela única.

Os professores reclamam que, até o momento, o governo estadual não abriu diálogo para negociações destes pontos. Com a aprovação do estado de greve, uma paralisação por tempo indeterminado pode ocorrer já em abril. A decisão dependerá de como o governo reagirá à pauta.

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Trabalhadores dos Correios deflagram greve.
Trabalhadores dos Correios deflagram greve.

Os mais de seis mil funcionários dos Correios na Bahia deflagraram greve por tempo indeterminado, nesta terça (17), em assembleia realizada na Praça da Inglaterra, em Salvador. A decisão foi tomada por unanimidade. De acordo com o sindicato da categoria, a assembleia reuniu representantes de todo o estado.

Os funcionários da empresa têm como pauta principal a não privatização dos Correios, além de suposta retirada de direitos trabalhistas. Tanto a privatização como a retirada de direitos são negadas pela direção da estatal.

Nesta quarta (18), haverá mobilização dos trabalhadores no Campo Grande, também na capital baiana.

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Greve mobiliza funcionários em frente na entrada do Calixto Midlej.
Greve mobiliza funcionários em frente na entrada do Calixto Midlej.

A greve por tempo indeterminado dos 1,8 mil funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna entra hoje no segundo dia e compromete atendimento nos hospitais Calixto Midlej Filho, Manoel Novaes e São Lucas. A condição para retornar ao trabalho é o pagamento do 13º salário, mas a provedoria da instituição informou que somente poderá pagá-lo depois de receber repasse do SUS.
O pagamento à Santa Casa pode ocorrer até amanhã, caso o Ministério da Saúde faça o repasse ao Fundo Municipal de Saúde. A Secretaria de Saúde de Itabuna informou ontem que a previsão era que o dinheiro relativo a novembro fosse creditado hoje pelo ministério. Somente após o repasse, a prefeitura poderá pagar a rede prestadora de serviços ao SUS.
O Fundo Nacional de Saúde já havia informado, no entanto que repassará somente 70% do valor devido. Os 30% restantes serão repassados apenas em 5 de janeiro. A provedoria da Santa Casa se comprometeu a quitar o 13º salário assim que forem creditados os 70% do mês passado, valor que hoje corresponde a pouco mais de R$ 3 milhões.

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Funcionários aprovam greve a partir do dia 22 de dezembro.
Funcionários aprovam greve a partir do dia 22 de dezembro.

Os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna decidiram entrar em greve por tempo indeterminado, caso o décimo terceiro salário não seja depositado até o próximo dia 20. A decisão foi tomada em assembleia realizada ontem à noite (11), na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi).
A greve foi deflagrada, por unanimidade, pelos funcionários que compareceram à assembleia. A paralisação está prevista para começar no dia 22, segundo o presidente do Sintesi, Raimundo Santana.
CRISE FINANCEIRA E HOSPITAL FECHADO
Há uma semana, a direção da Santa Casa já havia informado que terá dificuldades para pagar o 13º salário diante da crise financeira. Na última sexta, foi comunicado o fechamento de um dos hospitais administrados pela Santa Casa, o São Lucas.
O provedor Almir Alexandrino acusa o município por uma dívida de R$ 11,5 milhões, acumulada desde novembro do ano passado. Naquele período, Itabuna retomou o Comando Único do SUS (Gestão Plena), passando a administrar, além da atenção básica, os serviços de alta e média complexidade.

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cargill ilhéusRepresentantes dos funcionários e diretores da Cargill em Ilhéus terão audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho, em Salvador, na próxima quinta (13), às 15 horas.
Os funcionários da Cargill iniciaram greve na noite de sexta-feira (7). A paralisação foi interrompida por força de mandado da Justiça do Trabalho.
Os trabalhadores querem 8% de reajuste e R$ 1.060,00 de piso salarial, além de R$ 650,00 de tíquete-alimentação. A empresa oferece piso de R$ 990,00 e R$ 630,00 de tíquete, mas não respondeu aos outros itens da pauta.

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Os cerca de 300 trabalhadores da multinacional Cargil em Ilhéus iniciaram greve por tempo indeterminado nesta sexta-feira (24). A unidade no sul da Bahia processa amêndoas de cacau.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Alimentação de Ilhéus, Itabuna e Região (Sindicacau), a greve se deve ao não acatamento por parte da empresa das pautas da campanha salarial da categoria.
Entre as reivindicações, estão aumento de 8%, elevando o piso salarial a R$ 1060, a folga aniversariante, aumento para R$ 650,00 do tíquete-alimentação, além do adicional noturno, hora extra e criação do plano de cargos e salários.
A Cargil, no entanto, oferece piso salarial de R$ 990,00 e tíquete de R$ 630,00 e não respondeu aos outros itens da pauta.
O Sindicato aguarda o posicionamento da empresa para discutir o rumo do movimento.

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Greve dos bancários começou no dia 30 (Foto Pimenta/Arquivo).
Greve dos bancários começou no dia 30 (Foto Pimenta/Arquivo).

Após receber nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), o Comando Nacional dos Bancários divulgou orientação à categoria para que encerre a greve. A paralisação começou no último dia 30. Ao todo, 10.355 agências e centros administrativos nos 26 estados e no Distrito Federal aderiram ao movimento.
Por meio de nota, o comando informou que, na nona rodada de negociação da Campanha 2014, a Fenaban aumentou o índice de reajuste de 7,35% para 8,5% (aumento real de 2,02%) nos salários e demais verbas salariais; de 8% para 9% (2,49% acima da inflação) nos pisos; e de 12,2% no vale-refeição.
Ainda segundo o comunicado, os bancos também vão incluir na convenção coletiva o compromisso de que o monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, respeito e de forma positiva para prevenir conflitos nas relações de trabalho. “Trata-se de mais um passo no combate às metas abusivas, que tem provocado adoecimento e afastamento de bancários”, avaliou o comando.
Outra mudança citada pela categoria é que a cobrança de metas passará a ser proibida não somente por mensagem de celular, mas também por qualquer outro tipo de aparelho ou plataforma digital.
De acordo com o comando, a Fenaban propõe a compensação dos dias parados durante a greve na forma de uma hora por dia no período de 15 de outubro a 31 de outubro – para quem trabalha seis horas, e uma hora por dia no período entre 15 de outubro e 7 de novembro para servidores com jornada de oito horas.
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Greve nos bancos pode chegar ao fim na segunda-feira (Foto Pimenta/Arquivo).
Greve nos bancos pode chegar ao fim na segunda-feira (Foto Pimenta/Arquivo).

Na nona rodada de negociação da Campanha 2014, realizada ontem à noite em São Paulo, no quarto dia da greve nacional da categoria, a Federação Nacional de Bancos (Fenaban) apresentou nova proposta ao Comando Nacional dos Bancários, que eleva o índice de reajuste de 7,35% para 8,5% (aumento real de 2,02%) nos salários e demais verbas salariais, de 8% para 9% (2,49% acima da inflação) nos pisos e 12,2% no vale-refeição.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que coordena o movimento, ficou de analisar as propostas durante o fim de semana e vai convocar assembleias na segunda-feira junto aos 134 sindicatos em todo o país para decidir se aceitam as novas ofertas e suspendem a paralisação. D´O Globo.

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Greve afetará bancos públicos e privados (Foto Pimenta/Arquivo).
Greve afetará bancos públicos e privados (Foto Pimenta/Arquivo).

Bancários baianos aderiram à greve nacional que atinge outros 20 estados. A paralisação por tempo indeterminado começa nesta terça (30).
A greve na Bahia foi confirmada no início da noite de ontem (29), em Salvador. Após sete rodadas de negociações, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), ofereceu 7% de reajuste, enquanto os bancários pedem 12,5%, correspondendo a 5,4% de aumento real.
As negociações pouco avançaram do último sábado até ontem. Nova assembleia está prevista para as 18h30min desta quarta (1º) em Salvador.
Durante a greve, opções serão a internet ou casas lotéricas. Operações em caixas eletrônicos estão liberadas.