Tempo de leitura: < 1minutoAssembleia em que funcionários decidiram pela greve (Foto Divulgação).
Os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna decidiram entrar em greve, pr tempo indeterminado, a partir do dia 28. A decisão foi tomada em assembleia realizada no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), ontem à noite, e se deve ao atraso no pagamento do décimo terceiro salário.
De acordo com Raimundo Santana, do Sintesi, a Santa Casa prometeu quitar o décimo assim que ocorrer novo repasse do SUS. A expectativa é de que o pagamento seja feito antes do Natal. Se não ocorrer, haverá greve se o décimo terceiro não for creditado até a data estipulada pelos trabalhadores.
Tempo de leitura: < 1minutoGreve afeta mais de 12 mil agências bancárias em todo o país.
Os bancários rejeitaram hoje (20) a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de 7,5% de reajuste e retirada do abono, após reunião realizada para negociar o fim da greve, no Hotel Maksoud Plaza, capital paulista.
A negociação continua amanhã (21), a partir das 11h.
Os bancários estão em greve há 15 dias. Ontem (19), segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), 12.496 agências e 40 centros administrativos paralisaram suas atividades nos 26 estados e no Distrito Federal.
Eles reivindicam reajuste salarial de 16%, incluindo reposição da inflação, mais 5,7% de aumento real, participação nos lucros e resultado (PLR), equivalente a três salários mínimos, mais R$ 7.246,82, melhores condições de trabalho e fim das demissões, entre outros.
Tempo de leitura: < 1minutoProfessores ocuparam gabinete do prefeito durante greve (Foto Divulgação).
As aulas nas mais de 100 escolas municipais de Itabuna foram retomadas nesta segunda (21), após nova decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST). A justiça trabalhista determinou aos professores o imediato retorno à sala de aula e impôs multa diária de R$ 50 mil, caso a decisão não fosse respeitada.
Na última sexta (18), os professores se reuniram em assembleia e foram informados da reforma da decisão que não enxergava abusividade ou ilegalidade na greve. A ministra do TST e relatora, Maria de Assis Calsing, reconhecia a legalidade do movimento, mas condenou que o fato fosse usado pela categoria para retomada de paralisação, após 73 dias de greve.
O impasse entre sindicato da categoria e governo começou ainda no primeiro semestre. Os professores reivindicam reajuste linear de 13,01%, enquanto a Prefeitura de Itabuna sinalizava somente ter como conceder 8% de reajuste, parcelado em 2 vezes.
A questão foi parar no Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT), em Salvador, que, ao final de julho, julgou a paralisação como “abusiva” e “ilegal”, após a prefeitura informar que havia concedido reajuste todos os anos e o percentual de 13,01% afetaria a capacidade de pagamento aos profissionais.
Uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) derrubou liminar que permitiu o retorno da greve dos professores da rede municipal de ensino de Itabuna, na última segunda-feira (14). Nesta quinta (17), a ministra Maria de Assis Calsing reformou a sua decisão anterior, que não enxergava abuso ou ilegalidade na greve.
Para a ministra, o equívoco na redação da liminar cautelar da semana passada “não justifica a retomada da greve”. Por isso, determinou o imediato retorno dos professores à sala de aula, sob pena de multa de R$ 50 mil ao Sindicato do Magistério Municipal Público de Itabuna (Simpi).
O movimento paredista já havia durado 73 dias, quando foi encerrado por força de uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em julho. Assim, os docentes retornaram ao trabalho, mas em estado de greve. A celeuma deve chegar ao fim com esse novo posicionamento do TST. Atualizado às 20h49min
Tempo de leitura: 2minutosDinalva considera temerária retomada de greve (Foto Pedro Augusto).
A secretária de Educação de Itabuna, Dinalva Melo, apelou a professores para que repensem a ideia de retomar a greve, suspensa no final de julho, após 72 dias de paralisação. Para ela, a retomada é “temerária e prejudicial às crianças e jovens da rede de ensino de Itabuna”. A análise foi divulgada em nota da Prefeitura de Itabuna. A paralisação será retomada na segunda (14).
– A greve de 72 dias deflagrada no primeiro semestre já resultou em um enorme prejuízo para todos: alunos, professores e governo. Para poder ser cumprido, o atual ano letivo será estendido até março do ano que vem. O que peço, agora, é que pensem nestes jovens – conclamou Dinalva.
Ainda por meio de nota, Dinalva ressaltou tentativa de restabelecer o diálogo, com reunião convocada para a próxima quarta (16). Segundo a secretária, o governo tentará mostrar à categoria o quanto é “temerária e prejudicial às crianças e jovens da rede de ensino de Itabuna” a nova paralisação.
Dinalva Melo assegura que as condições de reajuste oferecidas pelo governo municipal são “as possíveis diante de um cenário de crise, no qual muitos municípios enfrentam dificuldades até mesmo para manter em dia sua folha de pagamento”.
A greve foi decidida pelos professores na última quarta (9), em assembleia realizada na sede da Usemi. Os profissionais pedem reajuste de 13,01%. A prefeitura concedeu reajuste de 8%. A questão foi parar na Justiça do Trabalho.
No final de julho, o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT5), em Salvador, considerou a greve ilegal e abusiva. Mas, na semana passada, o Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília, suspendeu o acórdão do TRT até uma nova decisão. Com isso, os profissionais decidiram retomar a greve, a partir da próxima segunda (14).
ILHÉUS SEM REAJUSTE DESDE 2012
Dos grandes municípios sul-baianos, apenas Itabuna concedeu reajuste a professores. A Prefeitura de Ilhéus não concede reajuste aos profissionais da educação desde 2012, alegando, assim como Itabuna, estouro do limite da folha de pagamento. De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, o poder executivo deve gastar, no máximo, até 54% das suas receitas com folha de pessoal.
Os professores da rede municipal de Itabuna entrarão em greve, novamente, a partir da próxima segunda-feira (14). A decisão foi tomada em assembleia realizada na tarde desta quarta (9), no União dos Servidores Municipais de Itabuna (Usemi).
Os docentes retornaram à sala de aula no início de agosto, após o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT5) considerar a greve abusiva e ilegal. Na semana passada, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspendeu, temporariamente, a decisão do tribunal regional.
Com isso, os educadores decidiram entrar em greve até que o governo negocie ou até que o TST se pronuncie. Os professores paralisaram as atividades por 72 dias. Eles pedem reajuste de 13,01% para os níveis II e III.
O governo ofereceu 8% e informou que não há como conceder reajuste maior, sob pena de não ter como quitar salários futuros. O percentual de 13,01% equivale ao concedido, nacionalmente, para os educadores sem graduação (Piso nacional do magistério).
Tempo de leitura: < 1minutoNa primeira paralisação, foram 73 dias de greve com ocupação do gabinete do prefeito.
Do Jornal das Sete | Morena FM
A queda de braço entre a Prefeitura de Itabuna e o sindicato dos professores da rede municipal está longe do fim e o ano letivo dos quase 20 mil estudantes está seriamente ameaçado.
Na terça (1º), o Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, concedeu liminar suspendendo a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT5), que julgou a greve dos professores abusiva.
Os ministros consideraram legal a paralisação dos profissionais da educação em Itabuna legal. Com a nova decisão, a diretoria do sindicato ameaça entrar em greve para reivindicar reajuste salarial de 13,01%.
O sindicato não informou quando será realizada assembleia para votação da proposta de uma nova greve. Na primeira, os professores paralisaram as atividades por 73 dias.
Após o fim da greve, foi elaborado um novo calendário para o ano letivo de 2015, previsto para terminar somente em 26 de fevereiro do ano que vem. Uma nova greve pode anular o ano letivo.
Tempo de leitura: < 1minutoFachada da Câmara de Ilhéus.
Os vereadores Dero, Alisson Mendonça, Roland Lavigne, Lukas Paiva e Fábio Magal, que formam o bloco de oposição na Câmara de Ilhéus, emitiram nota informando que não participaram da sessão desta quarta-feira (26) por causa da falta de segurança no plenário do legislativo.
A “greve” da oposição se deve, segundo o comunicado, pelos recentes fatos envolvendo agressões físicas e verbais entre vereadores e assessores, no plenário e numa sala reservada (relembre aqui).
Os parlamentares cobraram do presidente da casa, Tarcísio Paixão, medidas efetivas para dar segurança aos vereadores e ao público que costuma ir ao plenário.
Tempo de leitura: < 1minutoUesc enfrenta nova paralisação, agora dos técnicos (Foto Robson Duarte).
Após a greve dos professores, os alunos da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) foram surpreendidos com a decisão dos servidores técnicos-administrativos de paralisar as atividades por uma semana. A manifestação começou hoje (10) e somente será encerrada na sexta (14). A paralisação atinge também outras universidades estaduais.
A decisão havia sido tomada na semana passada. Os servidores querem o retorno do adicional de insalubridade mais concurso público para contratação de funcionários e promoção funcional. A pauta é única para as quatro universidades estaduais.
A greve dos professores da rede municipal em Itabuna completou 70 dias, hoje (31). De acordo com a Secretaria de Educação, as aulas estão sendo retomadas em 27 das 75 escolas da rede na zona urbana. Os dados são relativos à quinta (30).
Hoje, a presidente do Simpi, Maria do Carmo Oliveira, disse à TV Santa Cruz que 30% dos professores retornaram à sala de aula, após a decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). A maioria ainda permanece em greve.
A decisão de retorno – ou não – ao trabalho será tomada em assembleia na próxima segunda (3), na Usemi. A greve começou em 21 de maio. O Simpi anunciou que recorrerá da decisão do TRT.
Nos últimos dias, prefeitura e sindicato dos professores promovem guerra de carro de som em Itabuna.
A prefeitura anunciava o fim da greve na educação, enquanto os carros contratados pelo sindicato comunicavam a continuidade da paralisação, apesar da decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT5).
A mensagem dirigida pelos Simpi aos associados chamou a atenção pelo “arremate”:
– Professor, verás que um filho teu não foge à luta.
Tempo de leitura: 2minutosAcordo foi selado três dias após ocupação da Secretaria de Educação.
Governo e docentes das universidades estaduais baianas chegaram a acordo que pode encerrar greve que já dura 66 dias. Os dois lados assinaram minuta de acordo ontem (18). Os representantes das universidades se comprometeram a defender a proposta nas assembleias nas instituições na próxima semana.
De acordo com a minuta, o governo terá 60 dias para enviar à Assembleia Legislativa um anteprojeto que revoga a Lei 7.176/97, que retirou a autonomia universitária. “Será criada uma nova lei que garante mais autonomia às universidades”, informa nota do governo baiano. O número de promoções, progressões e mudanças de regime de trabalho também foi discutido.
Saiu de 80 para 252 a quantidade de promoções de docentes autorizadas pelo governo. “Para atender as promoções, progressões e alterações de regime, o Governo assegurará recursos orçamentários para implementação dos processos, sem comprometer o orçamento de custeio e investimento das universidades”, assinala a nota.
Ainda em nota, o governo informa que “encaminhará à Assembleia Legislativa Projeto de Lei para efetivar o remanejamento do quadro de vagas por universidade para, assim, viabilizar a implementação dos processos de promoções em 2015”.
O Fórum das universidades estaduais considerou como avanço a negociação com o governo, que “se comprometeu em não realizar cortes e contingenciamento de recursos as Ueba até o final do ano. Além disso, já iniciou a devolução das cotas mensais orçamentárias, que haviam sido retiradas no primeiro trimestre de 2015”.
Ainda não houve evolução quanto à discussão do repasse orçamentário de 5,1% para 7% das Receitas Líquidas de Impostos (RLI). “A reivindicação continuará sendo pauta do Movimento Docente das Ueba”, assinala o fórum que reúne os docentes.
Os funcionários da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) entrarão em greve por tempo indeterminado, a partir de amanhã (13). De acordo com representantes dos funcionários, a empresa ofereceu 8,34% de reajuste, mas parcelado.
O Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente (Sindae) informou que a proposta já havia sido rejeitada no último dia 6. Os trabalhadores querem reposição sem parcelamento e ganho real de salário.
A Embasa deve apresentar proposta nesta segunda, numa tentativa de encerrar a greve ainda no primeiro dia. Enquanto durar a greve, de acordo com o sindicato da categoria, serão suspensos serviços externos e também administrativos, como ligação de água e esgoto, religação, corte de água e obras.
Tempo de leitura: < 1minutoServidores entraram em greve nesta manhã de terça (Foto Divulgação).
Servidores da Justiça do Trabalho entraram em greve por tempo indeterminado. O movimento em Ilhéus começou com grande adesão e somente serão aceitos pagamentos, no período das 10h às 12h, de acordo com a coordenação da greve no município.
Os servidores não têm reposição salarial há 9 anos e aguardam a votação de um Projeto de Lei Complementar (28/2015) no Senado Federal. A discussão está agendada para 30 de junho.
Tempo de leitura: < 1minutoFuncionários da maternidade em segundo dia de greve (Foto Divulgação).
Os funcionários da Maternidade da Mãe Pobre entraram hoje (10) no segundo dia de greve ainda sem perspectiva de retorno. Há pouco, a direção da maternidade acenou com a possibilidade de pagar o salário de abril na próxima sexta (12), mas ainda não informou prazo para quitar o salário de maio.
João Evangelista, diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), afirma que a categoria só retorna ao trabalho após o pagamento dos dois meses em atraso. Ao PIMENTA, ele afirmou que aguarda proposta da direção da maternidade quanto à data para quitar maio. “Se houver proposta, submeteremos à assembleia”, disse.
Mantida pela Fundação Fernando Gomes, a Maternidade da Mãe Pobre atrasou salários mesmo com recebimento antecipado de repasses por parte da prefeitura. Os problemas de gestão da maternidade se agravaram desde a saída do ex-diretor Leopoldo dos Anjos. A alegação é de que as receitas oriundas de atendimento do SUS não cobrem as despesas.
SÓ EMERGÊNCIA
Enquanto durar a greve, a maternidade só atenderá emergências. Respeitando a legislação, 30% dos funcionários trabalham atendendo a pacientes já internados na unidade materno-infantil. “Os casos de partos sem complicações estão sendo redirecionados pelos médicos para o Hospital Manoel Novaes”, disse João Evangelista ao PIMENTA.