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O importante era saudar o líder!

Nas mudanças no secretariado do prefeito Newton Lima, de Ilhéus, ele acertou em alguns nomes e errou feio em outros. Alguns setores avançaram. Mas outros retrocederam. A limpeza pública de Ilhéus está cada dia pior. O serviço cheira mal e as ruas estão imundas. A coleta é irregular e já se tornou um dos calos da administração de Ilhéus.

Nesta foto enviada por um atento leitor, uma grande ironia. Presidido pelo secretário de Serviços Públicos de Ilhéus, Carlos Freitas, o PTB afixou esta faixa eu uma das áreas mais movimentadas da cidade – a avenida Itabuna -, para agradar o ex-ministro Geddel Vieira Lima, que passou o final de semana na região. Melhor seria agradar a população, que já não agüenta mais tanta sujeira. Ou será que o presidente do PTB não viu o que estava abaixo da faixa?

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A oposição de ambientalistas sul-baianos à construção da Ferrovia Oeste-Leste é tema de matéria da revista semanal Istoé Dinheiro (confira aqui). O professor Rui Rocha, da ONG Floresta Viva, acredita que a obra e todo o investimento de R$ 6 bilhões no Complexo Intermodal Porto Sul colocam em risco a biodiversidade da Mata Atlântica no trecho ilheense.

O secretário de Governo, Alcides Kruschewsky, vai em sentido oposto: “Será a redenção de Ilhéus”. O secretário especial de Portos da Bahia, Roberto Benjamin, acredita que os investimentos são oportunidade para uma guinada “desenvolvimentista da região”.

O vice-presidente da Bahia Mineração, Clóvis Torres, também é ouvido pela reportagem, que destaca, ainda, a ação do Ministério Público Federal, que solicitou ao Ibama que não conceda a licença para que a Bamin construa na zona norte de Ilhéus o terminal privativo portuário de Ponta da Tulha. A Bamin investirá na região, na fase inicial, R$ 500 milhões.

Não à toa, o titulo da matéria é “Ferrovia da discórdia”. A revista utiliza gráficos que evidenciam o impacto econômico da obra e uma montagem de trilhos sobre uma foto panorâmica da região central de Ilhéus. A foto, apesar de não darem o devido crédito, é de José Nazal.

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Merece destaque o excelente trabalho realizado pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Ilhéus durante a audiência pública que debateu o projeto do Terminal Marítimo da Ponta da Tulha. Com uma equipe inteira mobilizada, a Ascom fornecia informações e fotografias a todo momento para sites de toda a Bahia.

Aliás, com o jornalista Maurício Maron a comunicação do governo Newton Lima ganhou outra dinâmica. O que não chega a ser novidade, pois a competência do “gordinho” é notória.

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A comunidade rural da região do Serrado, Ribeirão Seco, Vila do Sol e Alto Bonito, nos municípios de Ilhéus e Itabuna, está desde a quarta-feira da semana passada (dia 7) sem energia elétrica. Os prejuízos são grandes para pequenos e médios produtores, que reclamam do atendimento 0800 da Coelba.

O produtor João Edvaldo diz que há dez dias entra em contato com o atendimento da companhia de eletricidade e ouve sempre a promessa de que o serviço será restabelecido e uma equipe será enviada imediatamente. “Só se for montada numa preguiça”, ironiza o produtor. “São trabalhadores perdendo todo alimento perecível”, lembrou. Os trabalhadores haviam acabado de fazer a feira do mês.

São 450 famílias atingidas pela falta de energia elétrica. O Pimenta entrou em contato com a gestora regional da Coelba, Sheyla Silva. Ela garantiu que o departamento de comunicação institucional da empresa retornaria até o final da manhã. Ainda aguardamos a resposta da Coelba.

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Hage é contra licença (Foto José Nazal).

Os dois representantes do MPF presentes à audiência pública no Centro de Convenções de Ilhéus, procuradores Eduardo Hage e Flávia Arruti, entregaram um documento ao superintendente regional do Ibama.

Trata-se de recomendação para que o órgão responsável pela proteção do meio ambiente negue a licença para a construção do Terminal Marítimo da Ponta da Tulha.

O Ministério Público Federal aponta falhas no Relatório de Impacto Ambiental (Rima) e afirma que o projeto da Bamin trará prejuízos ao meio ambiente.

No momento da entrega do documento, o público presente à audiência se dividiu entre vaias e aplausos. Começa agora a fase dos debates, que promete ser quente.

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Auditório cheio participa do debate sobre o porto (foto Video Life)

Na audiência pública que discute o Terminal Portuário da Ponta da Tulha, um dos primeiros a fazer uso da palavra foi o secretário extraordinário da Indústria Naval e Portuária da Bahia, Roberto Benjamin.

Numa referência velada à ação do MPF que tentou suspender a audiência, Benjamin afirmou que sua realização significa “a vitória do debate democrático”.

 O secretário ressaltou que a pasta da qual é titular é uma novidade na estrutura do Governo da Bahia e representa um recado à sociedade baiana de que o estado elegeu as suas prioridades.

“O Governo está fazendo a sua parte para que a região tenha uma alternativa de desenvolvimento que possa trazer esperança para a sua economia e o seu povo”, afirmou.

Informações Ascom Prefeitura de Ilhéus

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A audiência pública que debate o terminal portuário privado da Bahia Mineração, na zona norte de Ilhéus, começou há pouco. Uma ausência é sentida no centro de convenções de Ilhéus. O professor Ruy Rocha, o principal opositor ao projeto, viajou para São Paulo, hoje cedo.

Socorro Mendonça, da ONG Ação Ilhéus, está por lá, mas atraiu poucos militantes contrários ao Porto Sul. Plenário lotado e favoráveis ao projeto ocupam 90% dos assentos no centro de convenções.

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As fortes chuvas desta tarde levaram o caos a Ilhéus, no sul da Bahia. Desde o final da tarde, parte do município está sem energia elétrica. A escuridão é completa no trecho compreendido entre o Banco da Vitória, na BR-415, e o acesso ao Malhado. Na rodovia que liga Ilhéus a Itabuna, já são notados vários pontos de alagamento. A forte ventania derrubou duas árvores na pista, justamente em horário de pico.

O prefeito em exercício de Ilhéus, Mário Alexandre (PSDB), decretou situação de emergência no município. A prefeitura demoliu quatorze barracos no Alto do Seringal, considerada de altíssimo risco e que registrou a morte de duas crianças, em outubro do ano passado (reveja aqui).

Na vizinha Itabuna, embora ainda não haja notícia de desabrigados, as fortes chuvas provocaram alagamentos em várias partes da cidade.

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Daniel Thame | www.danielthame.blogspot.com

Em alguns momentos da primeira metade do século passado as imensas riquezas geradas pela produção de cacau criaram todas as condições para que uma parte desses recursos fosse aplicada em projetos de diversificação, permitindo um duradouro processo de desenvolvimento e bem estar social, algo impossível de ocorrer quando se vive da monocultura, por mais lucrativo que o produto seja.

Ou aparente ser.

O fato é que, por falta de visão ou pela ilusão de que aquelas riquezas seriam eternas, aliadas a uma notória ausência de espírito coletivo, as raras iniciativas no sentido de se evitar a extrema dependência do cacau se mostraram ineficientes.

O resultado é que quando a crise provocada pela vassoura-de-bruxa se revelou mais devastadora do que todas as outras crises, o Sul da Bahia mergulhou num abismo e viu sua economia reduzida a frangalhos.

As conseqüências foram e ainda são visíveis: produtores descapitalizados, centenas de propriedades rurais relegadas ao abandono, desemprego em larga escala, empobrecimento das pequenas e médias cidades e criação de bolsões de miséria nas periferias, cada vez mais carentes e violentas, de Ilhéus e Itabuna.

Mesmo com um processo de recuperação a partir dos primeiros anos deste século, com a expansão do turismo e de um incipiente pólo de informática em Ilhéus e da consolidação dos pólos de comércio, prestação de serviços, saúde e ensino superior em Itabuna, ainda existe uma imensa demanda por empregos, que resultariam numa vida mais digna para milhares de pessoas.

E eis que o Sul da Bahia se vê diante de uma segunda chance de encontrar o caminho do desenvolvimento, com a implantação de projetos importantes como o Porto Sul e a Ferrovia Oeste Leste, cujos benefícios não se limitarão apenas a Ilhéus, mas se estenderão aos demais municípios do Sul da Bahia.

O porto e a ferrovia vão fazer da região um pólo industrial, além de aquecer outros setores da economia, criando as bases para um novo ciclo de desenvolvimento. São obras capazes de ter, para o Sul da Bahia, o mesmo impacto que o Pólo Petroquímico teve para a Região Metropolitana de Salvador.

Mas eis que, em vez de gerar uma ampla mobilização de todos os segmentos regionais, em função das múltiplas oportunidades que oferecem, a Ferrovia Oeste-Leste e o Porto Sul enfrentam a resistência de alguns setores, a exemplo dos ambientalistas e alguns hoteleiros, que num misto de má fé, desinformação e interesses inconfessáveis, tentam transformar o porto e a ferrovia numa versão grapiuna do apocalipse, como se em vez de progresso e desenvolvimento, eles fossem trazer destruição.

Em nome de uma causa justa, a conservação ambiental, esses setores estão usando todos os artifícios para barrar os projetos, como se fosse possível, em função das rígidas leis ambientais de hoje, realizar obras de tamanha envergadura sem os necessários estudos e as compensações por eventuais danos, mínimos se comparados aos benefícios que o Porto Sul e a Ferrovia Oeste Leste proporcionarão.

O debate é necessário, salutar e contribui para que sejam dadas todas as garantias para que os impactos ambientais sejam mínimos e compensáveis.

Já a radicalização em nome de uma causa (será que é apenas isso?) é condenável, numa região que não pode se dar um luxo de desperdiçar essa segunda e talvez derradeira chance, em nome de uns poucos caranguejos, uma penca de guaiamuns, meia dúzia de siris e um pedaço de mata.

Ou será que eles são mais importantes do que os milhares de pais de família que estão aí, a espera de um emprego que lhes permita viver com dignidade e quem sabe, num domingo de sol, desfrutar com os amigos as decantadas praias e as maravilhas naturais de Ilhéus?

Daniel Thame é jornalista, blogueiro e prepara lançamento do livro “Vassoura”.

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Proprietários de imóveis do loteamento Bom Jesus, situado no quilômetro 22 da rodovia Ilhéus – Itacaré, estão no time dos que vivem tendo prejuízos por conta do serviço deficiente da Coelba.

No loteamento existem cerca de mil residências e apenas dois transformadores dão conta de toda a carga de energia. Em razão disso, as quedas no fornecimento são frequentes, causando danos em equipamentos e perda de produtos que dependem de refrigeração.

Segundo dados da Aneel, ao longo do ano passado Ilhéus acumulou uma média de 34 horas  sem energia. É a pior marca em todo o Estado.

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Ilhéus gera mais empregos do que Itabuna em 2010

Bahia criou 10.226 novas vagas em março

Comércio de Itabuna volta a cortar vagas.

Itabuna registrou boa recuperação do nível de empregos e criou 302 novos postos de trabalho com carteira assinada em março, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão do Ministério do Trabalho. É um dos melhores resultados desde o período pré-crise mundial, em outubro de 2008.

Os números são reflexo do aumento do ritmo de contratação na construção civil, que criou 185 novas vagas no mês passado. O aumento coincide com denúncia do Pimenta de que construtoras de obras habitacionais federais em Itabuna não estavam registrando trabalhadores (relembre clicando aqui e aqui).

A indústria foi o segundo setor que mais contratou, gerando 104 novos empregos (308 admissões contra 204 desligamentos). A área de serviços criou 30 novos empregos. O setor do comércio cortou seis vagas. Quem mais cortou empregos no período foi a agricultura (- 17 vagas).

Itabuna abriu 1.307 vagas e demitiu 1.005 trabalhadores, gerando o saldo positivo de 302 novos empregos em março. No acumulado de janeiro e fevereiro, o saldo era positivo: 9 vagas. Subiu agora para 311.

RITMO DE CONTRATAÇÕES CAI

Ao contrário dos dois primeiros meses do ano, Ilhéus reduziu o ritmo de contratações e cortou 68 empregos na área de comércio e 55 na área de serviços. A construção civil abriu 51 vagas e foi o setor que registrou melhor resultado.

A indústria abriu apenas 37 vagas. No entanto, o saldo de empregos em 2010 de Ilhéus é superior ao de Itabuna: 330 empregos contra 311 de Itabuna. Tradicionalmente, a economia itabunense abre mais vagas do que a do município vizinho.

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Embora o Ministério Público Federal tenha ingressado com ação civil pública, com pedido de liminar, para suspender a audiência pública sobre o Terminal Portuário da Ponta da Tulha, o evento continua programado para a noite desta quinta-feira, no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães. A expectativa é de que o Poder Judiciário se pronuncie nas próximas horas sobre o assunto.

A postura do MPF causou reação em diversos setores da sociedade ilheense, já que a maioria apoia a realização da audiência e o debate livre sobre o projeto. O Ministério Público também foi criticado por não ter comparecido a nenhuma das reuniões em que a construção do terminal portuário foi discutida, apesar do órgão fazer parte da Comissão Estadual de Acompanhamento e Avaliação Ambiental.

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O juiz da Vara do Júri e Execuções Penais de Ilhéus, Gustavo Henrique Almeida Lyra, determinou a interdição da cadeia pública da cidade. A medida atendeu requerimento da promotora Flávia Cerqueira Sampaio, que considerou a falta de condições mínimas para o funcionamento daquela carceragem.

Todos os presos deverão ser transferidos para o Presídio Ariston Cardoso, até o próximo dia 19. O que preocupa é o fato de que o presídio já está superlotado.

Em fevereiro deste ano, a cadeia pública de Itabuna também foi interditada, por conta das péssimas condições de sua estrutura. A medida,determinada pela juíza Cláudia Panetta, gerou uma crise institucional que envolveu até o então secretário estadual de Justiça e Direitos Humanos, Nelson Pellegrino.

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Do Política Etc

A ação do Ministério Público Federal, que pediu a suspensão da audiência pública sobre o Terminal Marítimo da Ponta da Tulha, peca em pelo menos um sentido: impedir um debate livre, participativo e democrático em torno do projeto, sem decisões “no tapetão”.

Sabe-se que há muitos interesses envolvidos e que eles vão muito além da louvável preocupação com o meio ambiente. São conhecidas as milionárias empresas do setor turístico que financiam grupos supostamente engajados na causa ambiental, mas que não passam de defensores ardorosos do capital da hotelaria.

O projeto da Bahia Mineração é exportar 18 milhões de toneladas de minério de ferro por ano pelo Terminal da Ponta da Tulha, que integrará o Complexo Intermodal de Transportes Porto Sul. Trata-se de um investimento em logística como nunca se viu nesse Estado tão carente e cheio de dificuldades para destravar seu crescimento – inclusive a falta de infraestrutura.

O Porto Sul tem um enorme potencial para incrementar o parque industrial na região sul-baiana, atraindo indústrias e gerando empregos. Não custa lembrar que a crise da lavoura cacaueira desempregou mais de 250 mil pais de família, repercutindo no inchaço das periferias urbanas, aumento da violência e outros problemas sociais.

O MPF aponta omissões no Relatório de Impacto Ambiental apresentado pela Bamin, mas a pergunta é: essas omissões justificam a suspensão da audiência pública?

Por que as falhas não podem ser apontadas na mesma audiência, às claras, para que todos os segmentos ali representados possam opinar? A discussão aberta sobre o projeto certamente produzirá conclusão segura, uma síntese das variadas opiniões, que são o fruto de uma sociedade plural, onde felizmente ainda se assegura liberdade às convicções.

Realmente, causa estranheza que estejam buscando suprimir a participação popular em uma audiência pública por meio da decisão da toga.

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O pedido do Ministério Publico Federal à Justiça para suspender a audiência publica sobre o Porto Sul prevista para o próximo dia 15, em Ilhéus, se atendido, constituirá em cerceamento ao livre debate e ao direito que os ilheenses têm em conhecer e debater sobre esta obra e os destinos que desejamos para nossa cidade.

A Audiência Publica convocada legalmente pelo IBAMA, anunciada há mais de dois meses, é parte do processo de liberação ambiental do Projeto Porto Sul, momento fundamental da participação popular e de afirmação de nossa cidadania, garantida na Constituição. Sua suspensão significariam falta de respeito à opinião dos ilheenses e às leis democráticas do nosso país.

O Movimento pró-Ilhéus, articulação comunitária que reúne centenas de entidades e milhares de cidadãos ilheenses, vem a público manifestar nossa estranheza e nosso protesto contra esta tentativa desrespeitosa e antidemocrática do Ministério Publico Federal, ao tempo que manifestamos nossa confiança na Justiça, na esperança de que sejam garantidos nossos direitos e o respeito ao estado de direito democrático.

MOVIMENTO pró-ILHÉUS