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Do site Última Instância:

O ministro auxiliar do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Joelson Dias, julgou improcedente a representação ajuizada pelo DEM contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a pré-candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, e o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, por prática de propaganda eleitoral antecipada.

Em sua decisão, o ministro considerou que não há provas nos autos do processo de que os acusados tenham feito propaganda eleitoral extemporânea em favor da candidatura de Dilma à Presidência, em evento organizado pela Força Sindical no dia 1º de maio, em comemoração ao Dia do Trabalho.

Relator da representação, o ministro Joelson Dias afirmou que não verificou nos trechos do discurso de Lula, mencionados pelo DEM, qualquer manifestação que tenha realçado a pré-candidatura de Dilma, nenhum pedido de votos ou exposições de motivos que levassem o eleitor a crer que determinado candidato é o mais apto a ocupar cargo público.

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O presidente Lula entrou – de cabeça – na campanha da petista Dilma Rousseff, o que não é novidade. Também não espantam mais as sucessivas condenações do nosso mandatário-mor. Ontem, o presidente da República sofreu a sua quinta condenação por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Até aqui, Lula soma R$ 37,5 mil em multas. Não demora e o torneiro mecânico alcançará a sua sexta multa por ferir a legislação eleitoral em favor da sua candidata. Ou seja, facinho, facinho, conquistará o “hexa” mais rápido que a seleção brasileira. Como os valores são baixos se levada em conta uma possível vitória nas urnas, tá valendo o “belo exemplo”.

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Dilma Rousseff pode ter dois palanques na Bahia, mas o presidente Lula virá ao estado na próxima semana para cumprir uma agenda eminentemente petista. Lula desembarca na capital baiana às 16 horas de quinta-feira, 10, sendo recepcionado pelo governador Jaques Wagner. Ao lado deste anfitrião, o presidente terá como uma das principais missões a assinatura de cooperação técnica com o Estado para a revitalização do Centro Histórico. O presidente irá também reinaugurar o Palácio do Rio Branco e autorizar obras de saneamento básico e construção de casas populares.

Ainda na Bahia, Lula vai inaugurar obras de infraestrutura e conjuntos habitacionais em Lauro de Freitas, cidade governada pela petista Moema Gramacho.

Os compromissos do presidente estão restritos a projetos tocados em parceria com “companheiros” do PT, o que levanta a dúvida se  estará presente às solenidades o deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB), pré-candidato a governador. Como se sabe, o partido de Geddel é aliado do PT em Brasília e inimigo ferrenho do mesmo partido na Bahia.

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Marco Wense

Aquele céu de brigadeiro, com José Serra pilotando o avião do tucanato sem se preocupar com uma possível mudança no tempo, não existe mais.

Como não bastasse a recente pesquisa do Datafolha, com Dilma Rousseff e José Serra empatadíssimos na disputa pelo Palácio do Planalto, os tucanos vão ter que conviver com o noticiário de que o presidente Lula pode presidir o Banco Mundial ou ser o secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas).

Lula já conta com o apoio explícito de José Luis Zapatero (presidente de governo da Espanha), Nicolas Sarkozy (presidente da França) e José Sócrates (premiê de Portugal).

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que é intelectual, sociólogo e etc e tal, vai ter que, como diria Zagalo, engolir o “cara” e, pelo andar da carruagem, a “coroa” também.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Marco Wense

É evidente que o apoio do ex-prefeito Fernando Gomes ao médico Renato Costa, presidente do PMDB de Itabuna e pré-candidato a deputado estadual, vai criar uma enxurrada de constrangimentos.

Fernando, com toda sua “delicadeza”, dizia horrores de Renato. A língua de Fernando ficou mais afiada quando Renato se aproximou do petista Geraldo Simões, se tornando o seu principal aliado.

Renato Costa, no entanto, não teve outra saída que não fosse a de aceitar o apoio do ainda vivo fernandismo, sob pena de contrariar o ex-ministro Geddel, o responsável direto pela inesperada e inusitada reaproximação.

GEDDEL E SOUTO

O presidente Luis Inácio Lula da Silva só espera o apoio formal do PMDB a Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência da República, para tomar um posicionamento em relação ao imbróglio envolvendo os dois partidos em alguns estados da federação.

Lula, com sua popularidade lá no céu, já admite a presença de Dilma em dois palanques, como vai acontecer na Bahia com as candidaturas do governador Jaques Wagner (reeleição) e do ex-ministro Geddel.

Lula não vai aceitar é que em um segundo turno entre o PT e o DEM, o PMDB, que passou todo o governo usufruindo das benesses do poder, com mais de cinco ministérios, fique com o candidato do DEM, ex-Partido da Frente Liberal (PFL).

Para o presidente Lula, não tem cabimento Dilma subir no palanque de Geddel e, depois, lá na frente, em uma segunda etapa eleitoral, o ex-ministro passe a apoiar o ex-governador Paulo Souto.

Em conversas reservadas, Lula diz que um possível apoio de Geddel a Paulo Souto seria uma inominável e imperdoável traição.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Ailson Oliveira

A tática da oposição de tentar evitar na Justiça a participação do presidente Lula na pré-campanha da ex-ministra Dilma Rousseff, do PT, não vem produzindo o resultado satisfatório.

Dilma vem assumindo a dianteira no Nordeste e vem crescendo na região Sudeste, base do PSDB/DEM nos últimos anos, e tende a crescer ainda mais quando começar a campanha plebiscitária que visa comparar os governos de Lula/Dilma X FHC/Serra, nos seus respectivos mandatos.

Recorrer sempre à Justiça para evitar o crescimento de Dilma tem sido uma prática comum por parte da oposição. Mas tal estratégia parece ter chegado ao seu limite.

A recente pesquisa realizada pelo Instituto Vox Populi antes do último programa do PT, que foi ao ar no rádio e na TV dia 13/05, apresenta pela primeira vez a ex-minista à frente do pré-candidato José Serra.

Na última eleição a oposição recorreu ao artifício do denuncismo e foi derrotada. Nesta pré-campanha recorre à judicialização e não tem surtido efeito.

Em decorrência disso, surge uma pergunta: o que a oposição deverá fazer pra impedir a eleição de Dilma Rousseff à Presidência da República? O próprio PT tem a resposta: apresentando um programa alternativo para contrapor ao do governo Lula.

Mas, será que a oposição tem algo diferente para apresentar à nação?

O medo do debate plebiscitário e da participação do presidente Lula na campanha de Dilma mostra que a oposição não tem coisa alguma de diferente do que está aí para oferecer ao povo brasileiro. Se a entrada do presidente na campanha assusta os opositores, é indicativo de que o governo está no caminho certo.

Conclusão: o tapetão não é a solução.

Ailson Oliveira é professor de Filosofia (Uneb) e da rede municipal de Itabuna.

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O PT decidiu usar o “Fermento Lula” no seu programa partidário desta noite de quinta-feira, 13, em socorro da sua candidata a presidente da República, Dilma Rousseff, que estacionou nas últimas pesquisas eleitorais na casa dos 27%, 28%.

O programa de dez minutos vendeu a história da mulher combativa e que enfrentou a ditadura, a mulher competente como secretário das Minas e Energia no Rio Grande do Sul e a mulher tocadora de obras e de programas de forte apelo social no Governo Lula. Dentre estes programas, o “Minha Casa, Minha Vida e o “Luz para Todos”.

E o presidente Lula, bem à vontade (esse sabe vender o peixe!), falou da mulher corajosa, competente e das origens da ex-ministra das Minas e Energia e da Casa Civil. E o fato de ser mulher, também foi explorado. Pelo espírito combativo, a candidata petista também foi apresentada pelo “barbudinho” como uma espécie de “Mandela” de saias.

Na definição de um dos blogueiros da casa, o programa-desespero foi bem concebido, mas Dilma ainda não se mostra à vontade diante das câmeras e no mano-a-mano com o eleitor. Lula vai aumentar os seus problemas de coluna.

Agora, confira o programa:

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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi o entrevistado do programa É Notícia, da rede TV. O tucano falou sobre a sua gestão (1995-2002), redemocratização, comparou governos e avaliou o cenário da sucessão presidencial. Perguntado sobre qual nota daria ao Governo Lula, FHC cravou: “sete”. E afirmou não ter inveja do presidente petista.

O programa é exibido sempre ao final das noites de domingo e tem apresentação do jornalista Kennedy Alencar. FHC disse que José Serra, ao contrário da petista Dilma Rousseff, tem capacidade de liderar.

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Do Política Etc:

A mulher que Lula apresenta como candidata a presidente não é Dilma Rousseff, mas um simulacro, um arremedo, uma personagem fictícia. Como não aprendeu a arte da interpretação, Dilma – antes conhecida como gestora eficiente e resoluta – transformou-se em uma péssima atriz.

Duda Mendonça, o mago das campanhas, o homem que criou o “Lulinha Paz e Amor”, já avisou que Dilma é uma mulher de personalidade formada, portanto é inviável querer transformá-la no que não é. Na pele de outra pessoa, a candidata fica pouco à vontade, dá escorregadelas perigosas, foge ao script, comete gafes imperdoáveis.

Lula já detectou a embrulhada em que se meteu. Foi só o barbudo descolar-se de sua ex-ministra para ela mostrar que sozinha não decola. Talvez seja tarde para recriar a personagem, mas o presidente aposta em seu próprio cacife. Em breve, ficará grudado em sua escolhida para ver se a performance melhora num voo a dois.

Enquanto isso, Dilma precisa apurar o discurso e evitar deslizes. Na festa do 1º de maio, em São Paulo, a matéria editada pelo Jornal Nacional mostrou a candidata declarando que os trabalhadores tinham que agradecer pelo salário mínimo. Um salário que obteve expressivo ganho  real na era Lula, mas está bem longe de garantir uma vida digna para o trabalhador.

Dilma precisa ter cuidado, sobretudo com os próprios gestos e a própria língua.

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Alexandre Oltramari | Revista Veja

A agência Matisse é um dos mais intrigantes casos de sucesso da propaganda brasileira. Em 2003, com a chegada de Lula ao governo, a empresa deixou de ser uma nanica regional para tornar-se uma potência. Comandada pelo publicitário Paulo de Tarso Santos, marqueteiro de Lula em 1989 e 1994, ela entrou para o time das grandes ao vencer a licitação para administrar a milionária verba publicitária da Presidência da República. Seu sucesso, a partir daí, foi estrondoso.

Nos últimos sete anos, a Matisse conseguiu a proeza de se manter como a única agência a prestar serviços ininterruptos à Secretaria de Comunicação do governo. Há dois meses, porém, essa escalada de sucesso sofreu um revés. Sem explicação, Paulo de Tarso Santos anunciou que estava abandonando a empresa para se dedicar a outros negócios. O que se descobre agora é que o publicitário, na verdade, deixou a Matisse por suspeita de desviar recursos públicos.

Sua agência recebia as verbas do governo para pagar anúncios de campanhas oficiais, mas o dinheiro não chegava ao destino – pequenas emissoras de rádio e jornais do interior. O que aconteceu? Por enquanto o máximo que se pode dizer é que alguém embolsou os valores, e o publicitário, como sócio da empresa, foi responsabilizado por isso.

A saída de Paulo de Tarso da Matisse tem relação direta com as irregularidades. No início do ano, a Secretaria de Comunicação (Secom), chefiada pelo ministro Franklin Martins, tomou conhecimento de que um grupo de pequenas empresas de comunicação reclamava ter sido vítima de um calote de 5 milhões de reais por parte do governo federal. Os casos não se encaixavam nos tradicionais atrasos provocados pela burocracia e, curiosamente, envolviam sempre a mesma agência, a Matisse.

Dívidas que se arrastavam havia mais de cinco anos e que começaram a criar dificuldades para o próprio governo. Além do constrangimento, algumas emissoras passaram a recusar publicidade oficial. A Secom tentou contornar o problema, notificando formalmente a Matisse para que quitasse as dívidas. Em outra frente, também mudou seu sistema de pagamento. Antes, o órgão repassava dinheiro às agências depois que elas comprovavam a exibição da propaganda. Agora, além de comprovar a exibição, as agências precisam atestar o pagamento aos veículos.

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Lula: o mais influente do mundo, segundo a Time.

Uma das mais importantes revistas do mundo, a “Time” elegeu o petista Luiz Inácio Lula da Silva o líder mais influente do mundo. O presidente do Brasil lidera o ranking em que aparecem 25 nomes (confira). Está à frente do norte-americano Barack Obama, por exemplo, que aparece em 4º, informa o site UOL. O perfil do presidente na revista é escrito pelo cineasta Michael Moore que define o brasileiro como “verdadeiro filho da classe trabalhadora da América Latina”. Não à toa, Lula é tido como o principal, mais forte cabo eleitoral das eleições brasileiras de 2010.

Às 23h40min – A revista Time negou que houvesse um ranking de influentes. A ordem de aparição dos líderes mundiais não significaria ordem de importância, ranking.

Somente à noite, a Time negou que aquela numeração fosse "ranking". Interessante é que a lista não está nem em ordem alfabética (reprodução Uol).
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O blogueiro Emílio Gusmão está da vida com o Democratas da Bahia. O partido usou parte das inserções gratuitas para divulgar uma “obra de arte”: um vídeo em que, aparentemente, o presidente Lula dá uma bronca geral no governador Jaques Wagner, na viagem que o mandatário do país fez a Ilhéus, no dia 26 de março. O vídeo foi veiculado em emissoras regionais e é uma febre na internet.

Emílio, editor do Blog do Gusmão, diz que o DEM usou as imagens sem pedir a sua autorização (direito autoral) e ainda fez “truncagem”. Ao assistir à fita sem a edição, percebe-se um Jaques Wagner afirmando que uma nova ponte ligando o centro de Ilhéus ao Pontal possuía um projeto, que precisava ser atualizado. E prometeu esforço dos governos federal e estadual para a realização da obra.

Lula veio logo em seguida e reforçou o argumento do governador, afirmando que tem de ter projeto para garantir recursos para a obra pedida pelos ilheenses e o prefeito Newton Lima. Mas o DEM baiano, pelo que se percebe, fez “truncagem”, editando a fita de forma a parecer que o presidente estava dando uma bronca no prefeito e no governador.

Quem traz a polêmica é o blog O Trombone. Confira lá as duas edições (a truncagem do DEM e a gravação de Emílio). Basta clicar aqui.

Atualizada às 18h21min