Avanço da vacina reduz número de mortes por Covid
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Cerca de 2 milhões de baianos deixaram de ir aos postos de saúde completar o esquema vacinal contra o novo coronavírus. São pessoas que já poderiam ter tomado a segunda dose, mas não buscaram os serviços de saúde. Do total do público em atraso, 332.091 tomaram a vacina Coronavac; 539.830 Oxford/AstraZeneca; e 1.127.959 Pfizer/BioNTech.

Além de não garantir a efetividade completa das vacinas, os atrasos podem acarretar a perda de doses, como alerta a coordenadora de imunização do Estado, Vânia Rebouças. Ela destaca que as doses enviadas da Pfizer precisam ser aplicadas no prazo de até 31 dias, por conta das especificidades no armazenamento. Antes da distribuição, os imunizantes são armazenados em ultracongeladores que chegam a temperaturas de até -86°C.

“Uma vez enviadas aos municípios, as doses só mantêm a validade em temperatura positiva nesse prazo de até 31 dias. Por isso, é tão importante que a população esteja atenta a esse retorno e compareça aos postos de vacinação para concluir o esquema vacinal contra a Covid-19”, pontua.

50% DA POPULAÇÃO VACINADA

A Bahia comemorou nesta, segunda-feira (18), o marco de 50% da população com 12 anos ou mais completamente imunizada contra a Covid-19. Porém, o avanço da vacinação não deve ser motivo para abandonar o uso de máscara, que representa uma forma efetiva e comprovada de prevenção à transmissão da Covid-19.

Para a secretária Estadual da Saúde, Tereza Paim, abolir o uso de máscara nessa etapa representa um grande retrocesso na luta contra o vírus da Covid. “Estar vacinado não quer dizer que a gente pode estar desprotegido. Apenas depois que a maior parte da população estiver imunizada com as duas doses, mais de 80% da população, é que a gente vai poder começar a pensar de que maneira e em quais locais poderemos estar sem máscara, preferencialmente em locais abertos”, explicou.

PGE entra no STF por mais vacina para a Bahia || Foto Sesab/Divulgação
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A Bahia receberá mais 613.060 doses de vacinas contra o novo coronavírus. Os imunizantes estão previstos para chegar em três remessas. A primeira, com 255.300 doses da Coronavac e 63.600 da Oxford/AstraZeneca, chegará ao aeroporto de Salvador em um voo com pouso marcado para às 9h35min desta terça-feira (27).

A segunda carga, com 150.250 imunizantes da Oxford/AstraZeneca, chegará em um voo com aterrissagem programada para 19h15min, também de terça-feira. A terceira remessa, com 143.910 doses da Pfizer/BioNTech será trazida em um voo previsto para às 15h de quarta-feira (28). São doses para primeira e segunda aplicação.

De acordo com a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), as vacinas devem começar a ser distribuídas ainda na terça-feira por via terrestre e também em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado.

Os imunizantes serão remetidas, exclusivamente, aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses anteriores. Esta foi uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa da saúde e reúne representantes dos 417 municípios e o Estado.

Com estas novas remessas, a Bahia chegará ao total de 10.835.440 doses de vacinas recebidas, sendo 3.809.700 da Coronavac, 5.586.900 da Oxford/AstraZeneca, 1.184.040 da Pfizer e 254.800 da Janssen.

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A vacinação contra a covid-19 será retomada nesta segunda (7), nas unidades básicas e de Saúde da Família. Nesta semana, a imunização será para pessoas com comorbidades, a partir dos 18 anos, e para acima de 50 e até 57 anos, das 13h às 16h. Será ministrada a primeira dose do imunizante Oxford/Astrazeneca.

Nesta segunda-feira (7), a vacinação será para as pessoas de 50 a 57 anos de idade, desde que nascidas em janeiro, fevereiro ou março. Pessoas com comordidade, que tenha a partir de 18 anos, também serão vacinadas, desde que apresente laudo ou receita com a Classificação Internacional de Doenças (CID).

Já na terça-feira (8), serão vacinados aqueles de 50 a 57 anos, mas nascidos em abril, maio ou junho. Assim como nos demais dias da semana, haverá vacinação de pessoas com comorbidade.

A vacinação na quarta-feira (9) será para nascidos em julho, agosto ou setembro, que tenha de 50 a 57 anos.

Pelo cronograma, na quinta-feira (10) serão imunizadas com a primeira dose as pessoas com idade de 50 a 57 anos, nascidas em outubro, novembro ou dezembro. Quem tem comorbidade e seja maior de 18 anos e ainda não recebeu a primeira dose, também poderá ser imunizado.

A sexta-feira (11) será reservada para quem não compareceu à rede no dia programado e tem entre 50 e 57 anos. A vacinação, no entanto, ocorrerá somente na Rede de Frio, no antigo Sesp, ao lado da UniFTC.

A documentação necessária é a carteira de identidade, CPF ou cartão do SUS e comprovante de residência. Para quem tem comorbidade, também é necessário apresentar o relatório médico atualizado (6 meses) com CID.

LACTANTES

Também no horário das 13h às 16h, são vacinadas lactantes, a partir de 60 dias após o parto e até 12 meses da criança. É necessário levar o RG, CPF, Cartão do SUS, comprovante de residência e certidão de nascimento da criança.

SEGUNDA DOSE (ASTRAZENECA)

Na sexta-feira (11), haverá aplicação da segunda dose Oxford-Astrazeneca contra covid-19 e a aplicação da vacina contra o vírus Influenza para os trabalhadores da saúde dos hospitais de Base Luís Eduardo Magalhães (HBLEM), Manoel Novaes (HMN) e Calixto Midlej Filho (HCMF). A aplicação será das 8h30min às 14h30min na UniFTC (Centro).Leia Mais

Vacina nacional da Fiocruz só no segundo semestre
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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deve começar a fabricar a vacina da Oxford/AstraZeneca contra a covid-19 com o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) produzido no Brasil no dia 15 de maio. A previsão foi feita pelo vice-presidente da instituição, Mario Moreira.

De acordo com o dirigente, a fundação está em condições de produzir e obteve a certificação de boas práticas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas ainda há procedimentos de avaliação a serem realizados, além do processo do registro definitivo do imunizante.

“Vamos ter que produzir lotes de validação acertados com procedimentos internacionais e a partir daí a gente já começa a produzir em escala industrial. Os testes deverão aguardar o registro definitivo da Anvisa. A expectativa é que em outubro tenhamos a liberação para entregar estes lotes produzidos de maio em diante”, disse Moreira.

A produção com o IFA nacional é resultado de um acordo de transferência de tecnologia entre a Fiocruz e o consórcio formado pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. Até o momento as doses produzidas dependem de IFA importado da China.

FALTA DE MATÉRIA-PRIMA

A lentidão no envio dessas substâncias tem dificultado o andamento da imunização no Brasil. Na entrevista coletiva, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, foi perguntado sobre as ações para acelerar a liberação dos IFAs pela China diante do quadro da previsão do Instituto Butantan de cessar a produção da Coronavac na semana que vem pela falta da matéria-prima, anunciada pelo diretor da instituição, Dimas Covas.

Contudo, Cruz acrescentou que o Ministério da Saúde não tem ainda informações do governo chinês quanto ao envio de IFAs.

BALANÇO

O secretário executivo apresentou um balanço das vacinas contra a covid-19 adquiridas. Até o momento, haveriam 532,5 milhões de doses contratadas. Perguntado por jornalistas se todo este montante já teria garantia em contrato, Cruz respondeu que esse quantitativo estaria “pactuado”.

“Não dá para falar que vacina não está contratada. Ela está formalizada. Não há chance de não receber essas doses conforme previsão contratual. Existem doses que são contratadas diretamente pelo governo e outras que são entregues pela Fiocruz”, colocou.

De acordo com a previsão do governo federal, ainda há 20 milhões de doses da indiana Covaxin e mais 10 milhões da russa Sputnik V, mas os dois imunizantes tiveram as importações negadas pela Anvisa. No caso do imunizante russo, a direção da Anvisa afirmou que da forma como ele foi desenvolvido seria impossível a aprovação. Da Agência Brasil.

Brasil recebe vacina contra a Covid-19 da OMS
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Um lote com 220 mil doses da vacina Oxford/AstraZeneca chegaram ao Brasil neste sábado (1º).  Esse é o primeiro de três lotes que chegarão até o final do domingo (2) no país. Para amanhã são esperadas mais 3,8 milhões de doses do imunizantes contra a covid-19.

As vacinas foram importadas por intermédio do consórcio Covax Facility, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Com a chegada das doses deste domingo, completam-se os quatro milhões de doses previstos para maio, anunciados pelo Ministério da Saúde.

Além da OMS, fazem parte do grupo a Coalizão para Promoção de Inovações em prol da Preparação para Epidemias (CEPI), a Aliança Mundial para Vacinas e Imunização (Gavi), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

10 MILHÕES DE DOSES DA OMS

O Brasil tem direito a receber 10,5 milhões de doses do consórcio. Em março, já foram enviadas ao país um total de 1 milhão de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, cujos lotes foram fabricados na Coreia do Sul pelo laboratório BK Bioscience.

De acordo com a Opas, as vacinas AstraZeneca recebidas são do mesmo tipo que as produzidas em solo brasileiro pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). “É um produto seguro e de qualidade, tendo aprovação para uso emergencial tanto da OMS quanto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)”, destacou a organização, em nota.

Após o desembarque, os imunizantes foram levados à Coordenação de Armazenagem e Distribuição Logística de Insumos Estratégicos para a Saúde (Coadi) do Ministério da Saúde, em Guarulhos. As vacinas, agora, serão distribuídas conforme o Plano Nacional de Vacinação (PNI). Da Agência Brasil.

Bahia registra total de 14 mil óbitos causados pela covid-19 || Foto Prefeitura de Juazeiro
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Neste sábado (20), a Bahia registrou total de 14 mil mortes provocadas pelo novo coronavírus (Covid-19) desde o início da pandemia, segundo a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Somente nas últimas 24 horas, o estado confirmou 115 mortes por covid-19.

Ainda nas últimas 24 horas, foram registrados 4.518 casos novos de Covid-19, com 4.604 recuperados, que são pacientes já livres dos sintomas da doença.

Dos 767.134 casos confirmados desde o início da pandemia, 735.181 já são considerados recuperados, 17.953 encontram-se ativos e 14.000 tiveram óbito confirmado.

VAGA EM UTI

A Sesab informou, nesta noite, que 341 pacientes aguardavam vaga em UTI Covid-19 por volta as 15h deste sábado. Eram mais de 480 há três dias. A expectativa é de que a haja redução na fila com a abertura de novos leitos de terapia intensiva no Hospital Metropolitano, em Lauro de Freitas. Serão 40 neste domingo (21). Outros 204 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema.

MAIS DE 922 MIL VACINADOS

Hoje, a Bahia recebeu nova remessa de vacinas e superou os 2 milhões de doses de imunizantes Coronavac e AstraZeneca (Oxford). Até aqui, são 922.153 vacinados contra o coronavírus, dos quais 289.643 receberam também a segunda dose até as 15 horas deste sábado. Os dados da vacinação podem ser conferidos no painel https://bi.saude.ba.gov.br/vacinacao/.

Foto Tomaz Silva
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O primeiro lote de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção da vacina Oxford/AstraZeneca no Brasil deve chegar ao Rio de Janeiro no próximo sábado (6). A informação é da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que fará a formulação e o envase das doses.

O voo com o IFA está previsto para decolar de Xangai às 7h35min de amanhã (5) no horário local, o que equivale às 20h35min desta quinta-feira (4) no horário de Brasília. O avião deve pousar no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro às 17h50min de sábado.

O ingrediente farmacêutico ativo foi produzido na China pelo laboratório Wuxi Biologics, contratado pela farmacêutica AstraZeneca, que desenvolveu a vacina em parceria com a Universidade de Oxford.

O primeiro lote do IFA já estava pronto desde o mês passado e aguardava licença de exportação e a conclusão de procedimentos alfandegários para que o envio pudesse ocorrer.

TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA

Inicialmente, o Brasil vai produzir a vacina com IFA importado da China, porém, o acordo também prevê transferência de tecnologia para nacionalizar a produção do insumo, o que deve ocorrer no segundo semestre.

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Câmara dos Deputados aprova quase R$ 2 bilhões para vacina
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A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (2), a Medida Provisória 994/20, que abre crédito extraordinário de R$ 1,995 bilhão para viabilizar a compra de tecnologia e a produção da vacina de Oxford contra o novo coronavírus. Agora, a MP será enviada ao Senado.

O dinheiro vai custear contrato entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, e o laboratório AstraZeneca. A empresa desenvolve uma vacina contra Covid-19, em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Os recursos virão da emissão de títulos públicos (operações de crédito). Do total, R$ 1,3 bilhão corresponderá à encomenda tecnológica. Bio-Manguinhos – a unidade da Fiocruz produtora de vacinas – receberá investimentos de R$ 522 milhões.

A MP foi aprovada sem emendas com parecer favorável da relatora, deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO). “O Brasil sempre desenvolveu essas campanhas de vacinação e temos institutos muito competentes no País. Esperamos ter ajuda do governo federal e do Ministério da Saúde para a aplicação de outras vacinas”, afirmou a relatora.

100 MILHÕES DE DOSES

A vacina de Oxford está em fase de testes com voluntários no Brasil e em outros países. Caso a eficácia seja comprovada, o Brasil pretende produzir 100 milhões de doses, com previsão de distribuição da vacina por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) até o final do primeiro semestre de 2021.

O ministério divulgou os grupos prioritários para a vacinação em quatro fases. A primeira terá trabalhadores da saúde, pessoas com mais de 75 anos e população indígena. A segunda, pessoas com mais de 60 anos. A terceira, pessoas com comorbidades. E a quarta, professores, segurança pública e salvamento, além do sistema prisional.

Testes com vacina do Reino Unidos serão ampliados no Brasil.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta terça-feira (15), a ampliação dos estudos da vacina Oxford-Astrazeneca contra a Covid-19. Com isso, o número de voluntários dobrará, passando de cinco para 10 mil participantes no Brasil.

Também foi autorizada a ampliação da faixa etária dos participantes, com a inclusão de maiores de 69 anos de idade. Além disso, os testes serão realizados em outros dois estados: Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, que se somam a São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

A solicitação foi feita pelo laboratório Astrazeneca, responsável pelo desenvolvimento da vacina, juntamente com a Universidade de Oxford. Uma vez registrada, a a vacina poderá ser produzida no Brasil.  A instituição responsável por conduzir as análises com voluntários brasileiros é a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

TESTES CLÍNICOS

Solicitações para a ampliação do número de voluntários, entre outras alterações, são comuns em testes clínicos. A Anvisa autorizou na semana passada, por exemplo, mudança nos estudos conduzidos pela Pfizer-Wyeth. Nesse caso, foi solicitada a inclusão de novo local de fabricação para as vacinas que estão sendo utilizadas nos testes.

As mudanças estão relacionadas ao objetivo da pesquisa, ou seja, elas visam garantir a produção de dados robustos sobre o desempenho de cada vacina, bem como conhecer os efeitos em diferentes grupos populacionais.