Tempo de leitura: < 1 minuto

“Imaginário de alguns escribas da região”. É assim que o deputado federal Geraldo Simões (PT) descreve a notícia de que ele estaria adquirindo, por intermédio de terceiros, o controle da Rádio Difusora de Itabuna. A informação foi publicada na coluna “De Rodapés e de Achados”, que o advogado Adylson Machado mantém no blog “O Trombone”.
De acordo com a nota de Machado, a Difusora estaria “sendo adquirida por Geraldo Simões ou por interposta pessoa a ele vinculada”. Diz ainda que as tratativas seriam “consolidadas” nesta segunda-feira. Ou seja, hoje.
Ao PIMENTA, Simões afirmou não ter capital para adquirir a Difusora, que segundo o colunista seria vendida por R$ 3 milhões. Acrescenta o deputado que a única conversa que mantém com Fernando Gomes é sobre as inconclusas obras do Centro de Convenções de Itabuna, que ficam em loteamento pertencente a FG.
Então tá…

Tempo de leitura: < 1 minuto

Malvado esse Alisson Mendonça. Em novembro do ano passado, ele deixou a Secretaria de Governo e retornou para seu mandato na Câmara de Vereadores, de onde desalojou o suplente Rafael Benevides, seu sobrinho, mas desafeto. Era vingança em razão de ataques promovidos por Benevides contra a administração Newton Lima e contra o próprio tio secretário.
Alisson esperou somente a Câmara entrar em recesso para voltar ao governo. Benevides, dessa vez, não pôde assumir o mandato porque o regimento não permite a assunção do suplente no período em que não há atividades legislativas na casa.
O recesso termina em fevereiro e é bem provável que antes disso Alisson volte ao seu mandato, e de lá não saia tão cedo.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Alisson Mendonça foi visto coladinho no prefeito durante a Lavagem das escadarias da Catedral de São Sebastião, no sábado, 14. Teria aproveitado para lavar roupa suja com água de cheiro? (Foto Andrei Sansil)

Informações do Blog do Gusmão dão conta de que Alisson Mendonça deverá em breve deixar a Secretaria de Governo da Prefeitura de Ilhéus. Mendonça teria perdido a queda de braço travada com o secretário de Finanças, Jorge Bahia.
A informação é de que o titular da Secretaria de Governo sofre boicote de Bahia, tido como eminência parda da administração Newton Lima.
Além de Mendonça, os secretários Alexandre Simões Saúde), Murilo Brito (Ações Regionais) e Fernando Hughes (Administração) também enfrentariam a má-vontade de até mesmo gestos de sabotagem do homem que gerencia o cofre da Prefeitura.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Conexões de Guy Valério com o além:
“Ontem, primeira sexta feira 13 do ano, meia noite em ponto, o telefone toca.
Assustado, pois quase estava pegando no sono, era ela, Madame Beatriz.
Dizia que tinha acabado de tirar o véu negro que encobria a sua bola de cristal, e que reluziu de imediato um luz azul, intensa e forte, que aos poucos foi esmaecendo, e mostrou para ela um homem e uma mulher disputando a Prefeitura de Ilhéus.
Eu que estava sonolento, fiquei esperto e assustado, pois nada indica esta solução.
Matutei até as 2 horas da madruga, e não consegui estabelecer um raciocinio lógico.
Como ainda falta bastante tempo, para uns, vamos ver se a nossa vidente consegue enxergar algo atrás das portas”.

Tempo de leitura: 2 minutos

"Pai, livrai-nos desses políticos estúpidos! Amém!"

O Pai Nosso obrigatório do vereador Gurita, chancelado pelo prefeito Newton Lima, foi o assunto mais comentado na semana por estas plagas e alhures, pois ultrapassou as fronteiras ilheenses e mais uma vez divulgou a inesgotável capacidade dos conterrâneos de produzir besteiras.
Sucede ao ato legislativo, sancionado pelo Executivo, um festival de argumentos tolos, emitidos por gente do governo, inclusive a ilustre secretária da Educação, que deveria – pelo cargo que ocupa – preocupar-se um pouco mais ao abrir a boca. Sim, porque uma estupidez proferida por um educador é sempre mais grave.
Como a questão se transformou também num debate entre religiosos e agnósticos, cristãos e ateus, é preciso ressaltar que o menos importante nessa discussão é exatamente o aspecto religioso. Não se trata de ser contra o Pai Nosso ou contra Deus, pois a celeuma se resolve na base da lei. Aliás, da Constituição Federal, a chamada lei maior.
Pela Constituição, na qual se assenta o Estado brasileiro e que é o eixo de todo o ordenamento jurídico, este é um país laico onde vigora a liberdade religiosa. Todos são livres para professar sua fé, mas ninguém pode ser obrigado a adotar ritos de qualquer religião.
Não importa que o vereador Gurita ou este blogueiro admire a ideia de que as crianças rezem o Pai Nosso em sala de aula. Essa é uma questão de preferência, de afinidade, mas não pode ser convertida em lei, pois esta será inconstitucional, pelo menos até que mudem o ordenamento jurídico.
As escolas precisam de muitas coisas, entre elas novos recursos pedagógicos para estimular os alunos e prepará-los de fato para a vida; mais incentivo aos educadores, em termos financeiros e de formação; melhor estrutura; mais interação com a comunidade… Podem precisar também de muita oração, mas isso pode ser no máximo uma opinião e nunca uma norma.
A tal lei do Pai Nosso obrigatório, além de inócua, pode até criar repulsa nas crianças, que em geral não se dão muito bem com imposições. Lei inconstitucional e burra, portanto. Não deveria ter sido proposta, muito menos aprovada pela Câmara de Vereadores e menos ainda sancionada pelo prefeito, que ficou de saia justa no genuflexório depois de referendar a “guritada”.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Do blog de Paixão Barbosa
Graças à ansiedade do chefe da Casa Civil da Prefeitura, o deputado federal licenciado João Leão (PP), de ganhar espaços na mídia como o “xerife” de Salvador e assim tentar viabilizar sua candidatura a prefeito, o prefeito João Henrique (PP) ganhou um bom abacaxi para descascar. Refiro-me à irritação com que o governador Jaques Wagner (PT) tem reagido às declarações de Leão, que inventou a necessidade de o governo estadual dar uma “contrapartida” à Prefeitura para que a administração municipal assine o termo de anuência para a implantação do metrô da Avenida Paralela.
Leia mais

Tempo de leitura: < 1 minuto

Sem ter ainda “dito a que veio”, o secretário de Saúde de Itabuna, Geraldo Magela – aquele que ao assumir prometeu colocar a saúde em ordem no prazo de 90 dias – mantém a estratégia de embate com a Secretaria da Saúde do Estado. A última história é a de que as unidades de PSF estão há seis meses sem receber os repasses da Sesab, que também seria responsável pelo atraso de salários no Creadh, Hospital de Base, Caps e outros setores da saúde municipal.
A estratégia escolhida deixa claro o problema da saúde em Itabuna: uma absoluta falta de gestão e a busca de subterfúgios na tentativa de justificar o injustificável. A própria casa está suja, mas a culpa é de quem está fora.
Tem sido assim o trabalho de Geraldo Magela, cuja aspiração máxima é conseguir a gestão plena da saúde e vitaminar os cofres de sua pasta. A ideia não anda exatamente pelo perfil do governo local e pelo temor de que os recursos da saúde venham a servir a outros objetivos.
O governo não desperta confiança e o secretário Magela dá expressiva contribuição para isso. À frente da Secretaria, nada realizou, além de criar factoides e exercitar uma política burra e infrutífera de bate-boca com a Sesab, seja o assunto a plena, a dengue, o Hospital de Base ou os repasses para o município.
Magela, apresentado como o hábil articulador, amigo de Jorge Solla, de livre trânsito no Governo do Estado, vai se confirmando como um ilusionista de marca maior  ou, como se diz por aí, um belíssimo garganteiro. Para ser secretário de Saúde de Itabuna, falta-lhe muita coisa, principalmente competência.

Tempo de leitura: 2 minutos

Valéria Ettinger | lelaettinger@hotmail.com

O povo de Brogodó do Sul esqueceu sua responsabilidade para com a coisa pública e está assistindo “apaticamente” aos desmandos provenientes da gestão municipal.

Aprendi que o destino é uma fatalidade determinada. Que todos os seres e todas as coisas se sujeitarão a ele e que não se pode modificar. Por outro prisma aprendi, também, que nós somos senhores do nosso destino. Que somos nós que construímos nossa história e somos responsáveis pelos resultados das nossas atitudes e escolhas.
Quando saímos da esfera individual e passamos para uma esfera coletiva essa perspectiva da responsabilidade torna-se mais agravante, porque a ordem coletiva é uma construção humana, então, o homem social é totalmente responsável por suas escolhas e permissibilidades.
Possuímos um instinto natural para o coletivismo, mas, por um ato de vontade escolhemos a coletividade que queremos viver. Portanto, se estamos falando de uma sociedade política os membros dessa organização são todos responsáveis pelas mazelas que ocorrem a sua volta, visto que eles são os senhores do destino coletivo.
No entanto, o povo de Brogodó do Sul esqueceu sua responsabilidade para com a coisa pública e está assistindo “apaticamente” aos desmandos provenientes da gestão municipal.
Nossa cidade sempre esteve na mídia, desde a era dos marajás, passando pelo crime da vassoura-de-bruxa e agora pelos piores índices na saúde e na segurança pública, desvio de dinheiro e de bens públicos, sem falar nos nossos amigos buracos que estão integralizados à paisagem bucólica de Brogodó do Sul.
Ocorre que, o nosso gestor está mais preocupado em fazer uma micareta em comemoração ao dia da cidade, a poucos meses da eleição municipal, na qual é candidato a reeleição. Ah, lembrei! É a política do pão e circo. Todavia, a prefeitura não tem dinheiro para terminar a obra do canal e pavimentar a cidade.  Desculpem! Errei, essa obra depende de verba federal.
Leia Mais

Tempo de leitura: < 1 minuto

Membro do primeiro escalão do governo Newton Lima diz que é natural e correto o secretário estadual do Turismo, Domingos Leonelli, exigir situação de adimplência da Prefeitura de Ilhéus para liberar recursos para o Carnaval. Mas afirma que o governo municipal esteve inadimplente nos últimos três anos sem que isso tenha sido obstáculo para a liberação de verba destinada à folia.
Em nota enviada ontem ao PIMENTA, Leonelli lembrou que a Prefeitura protocolou pedido de apoio financeiro no dia 9, véspera do encerramento do prazo.
O titular da Setur advertiu que a ajuda somente sairá se o governo de Ilhéus estiver adimplente.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Leonelli afirma que recurso para o Carnaval de Ilhéus está condicionado à adimplência do governo municipal

Em nota enviada ao PIMENTA, o secretário de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, nega que o governo ilheense esteja sendo vítima de retaliação.
Apesar de não ter recebido pessoalmente o prefeito Newton Lima nos últimos meses, o secretário afirma que o gestor do município teve audiência no dia 20 de dezembro passado com o chefe de gabinete da Setur, João Carlos Oliveira. A nota observa que o prefeito foi recebido “mesmo sem ter agendado horário”.
Sobre o Carnaval de 2012, a Setur informa que o pedido de apoio foi protocolado no dia 9, “um dia antes do final do prazo”. Segundo a nota, a proposta está sendo analisada e a resposta “dependerá também de que a  Prefeitura esteja adimplente para firma convênio com o Governo do Estado”.
 

Tempo de leitura: < 1 minuto

Newton Lima, o discriminado.

Algo mudou drasticamente na relação entre a Secretaria de Turismo do Estado, comandada por Domingos Leonelli (PSB), e a Prefeitura de Ilhéus, desde que o prefeito Newton Lima trocou o PSB pelo PT.
Nesta terça-feira, 10, o secretário municipal de Turismo, Paulo Moreira, tentou desesperadamente falar com Leonelli na capital do Estado. Queria apoio para o Carnaval de Ilhéus, mas não conseguiu encontrar meio de ser recebido.
Em Ilhéus, a desfeita foi vista como represália. O governo neopetista se sente retaliado e lembra que a Secretaria do Turismo do Estado também negou apoio à festa de Réveillon em Ilhéus, que fora concedido na virada de 2010 para 2011.
Detalhe: naquela época Newton Lima e Domingos Leonelli eram correligionários.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Da Coluna Política, Gente, Poder (Diário Bahia)
Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, Itabuna, Hblem. Eis o questionamento, indignação, decepção, pergunta: por que os funcionários concursados do Hblem foram proibidos de candidatar-se para a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes? E o funcionário que protestar, reclamar, pode ser demitido, punido. É a democracia do Hblem. A democracia da censura, a democracia da mordaça. Que infelicidade imperdoável, incurável.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Vereador Gurita emplacou o Pai Nosso obrigatório

O prefeito de Ilhéus, Newton Lima, sancionou lei que obriga a reza do Pai Nosso em todas as escolas ilheenses. A nova lei é a de número 3.589/11.
Já em vigor, mas ainda não praticada em função do período de férias, a norma causa polêmica. Em seu blog, o jornalista Daniel Thame questiona a constitucionalidade de tornar a reza obrigatória. “Nada contra o Pai Nosso, mas onde fica a liberdade religiosa, garantida pela Constituição, que assegura inclusive o direito de não se ter religião alguma?”, indaga o jornalista.
Outra pergunta intrigante de Thame: “qual seria a reação se um vereador, muçulmano convicto, propusesse que fosse obrigatória a leitura da Sura de Abertura, texto sagrado que os seguidores de Alá rezam cinco vezes ao dia, sempre voltados para Meca?”.
O autor da lei ilheense é o vereador Alzimário Belmonte Vieira (PP), conhecido como “Gurita”.

Tempo de leitura: < 1 minuto

"Rey-Beiro" ganha blog para "elogios".

Jabes Ribeiro, secretário-geral do PP baiano, ganhou um blog exclusivamente para falar do tempo em que governou a prefeitura ilheense. É o site jabesribeironuncamais.blogspot.com
Criado e alimentado anonimamente, o blog traz notícias do tempo em que o pepista era prefeito de Ilhéus e das novas andanças (e alianças) políticas do político que já foi do grupo do ex-governador Waldir Pires ou do “painho” ACM Neto e Paulo Souto e hoje é aliado do governador Jaques Wagner.
O blog diz que Jabes é do tempo das capitanias hereditárias. Não à toa, o político nascido em Itabuna e “criado” em Ilhéus é chamado de Rey-Beiro.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Quem se lembra do Ricardo Bacelar todo zangado, do tempo em que o hoje vereador itabunense apresentava programa de TV no qual fazia denúncias reiteradas contra desmandos administrativos, certamente estranha o Bacelar que passou a ser todo gentileza com relação ao governo municipal.
Quando se vê obrigado a fazer uma crítica ao governo em seu programa na rádio Difusora, Bacelar tem todo cuidado do mundo para evitar que a bronca macule a imagem do prefeito José Nilton Azevedo. Há pouco, o vereador falava sobre a desorganização no trânsito na cidade, destacando os problemas da rua São João, no bairro de Fátima, onde os moradores têm reclamado a construção de um quebra-molas.
Segundo Bacelar, o problema existe, mas não é culpa de Azevedo nem do secretário municipal de Trânsito, Wesley Melo. A responsabilidade, de acordo com o vereador/radialista, é de um funcionário da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, que não dá conta de construir a tal lombada.
Ah bom!