Rosemberg quer Pancadinha na base do governador Jerônimo || Fotos PIMENTA
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Do PIMENTA

O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder do Governo Jerônimo Rodrigues na Assembleia Legislativa da Bahia, pretende dialogar com o também deputado estadual Fabrício Pancadinha, com o objetivo de levar o colega para a base governista. O Solidariedade, partido de Pancadinha, já faz parte da coalizão e alinha com o Governo a definição de seu espaço na reforma administrativa em gestação.

Candidato a prefeito de Itabuna com apoio do vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, Pancadinha obteve 29.620 votos na eleição de 6 de outubro, só atrás do prefeito reeleito Augusto Castro (PSD). Para Rosemberg, que apoiou Augusto, agora a conversa entre os partidos já mira 2026.

“Todos sabem que apoiei Augusto. Não apoiei Pancadinha e fiquei contra a quem assumiu, no meu partido, o apoio a Pancadinha. Mas, agora, é eleição de Governo, e eu vou trabalhar no sentido de atrair Pancadinha para a base do Governo”, disse o deputado ao PIMENTA.

Na avaliação do parlamentar, a história de vida de Pancadinha o aproxima da bancada governista. “Acho que ele, talvez pelo seu perfil, pelas suas características, se encontre mais na base do Governo do que na oposição”.

REPRESENTATIVIDADE

Questionado sobre os rumores de possíveis candidaturas à Alba, como as do prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio (PT), e da advogada e primeira-dama de Itabuna, Andrea Castro, Rosemberg Pinto afirmou que as bases dos governos Jerônimo e Lula precisam de mais representantes eleitos no sul da Bahia. Por isso, ele não vê problema nas disputas, no mesmo campo político, pelas cadeiras da Assembleia.

O deputado citou o exemplo de 2022, quando o prefeito Augusto Castro lançou ao Legislativo baiano o então secretário municipal e atual vereador eleito Zé Alberto (PSB). “Não vejo nenhum problema”.

Braga Neto e Bolsonaro seriam artífices de golpe, segundo PF || Foto Valter Campanato/AB
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Apuração rigorosa, resguardado o direito de defesa, e punição adequada e sólida para os culpados. É o único caminho que restou ante o absurdo e a loucura do golpe.

 

Julio Cezar de Oliveira Gomes

 

 

 

Imaginemos que o golpe deu certo e que Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes foram mortos. Imediatamente depois, um gabinete de gestão de crise foi instalado com funções de junta de governo e, obviamente, sob o pretexto de que o país precisa “voltar à normalidade”, instala-se o estado de exceção com a suspensão de todas as garantias constitucionais individuais e coletivas.

De fato, teria sido algo absolutamente sem precedentes na história do Brasil, pois em nenhum dos diversos golpes contra a ordem legal que já vivemos antes houve o assassinato dos dirigentes do país. Vejamos.

Em 1889, com o golpe que pôs fim à Monarquia e instalou o regime republicano, Dom Pedro II e a família Real foram depostos e exilados, mas sem violência física alguma.

Já ao fim da República Velha, quando o presidente Washington Luís foi deposto em 1930, houve a breve prisão no Forte de Copacabana seguida do exílio, mas sem violências; e quando Getúlio Vargas foi deposto em 1945 não houve nem mesmo prisão ou exílio, ele apenas retornou para sua cidade natal, São Borja, no Rio Grande do Sul.

Até mesmo no golpe de 1964, que depois viria a originar uma ditadura sangrenta, não houve violência física contra o então presidente João Goulart, que foi retirado do poder e se exilou no Uruguai, porém ao que se saiba nunca se pensou em assassinar Goulart ou qualquer um dos demais governantes anteriormente citados.

De forma radicalmente oposta, o golpe delineado que agora vem à tona começaria com o assassinato do presidente Lula, do vice-presidente Alckmin e do ministro mais emblemático do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.

Uma das reflexões mais necessárias neste contexto é: o que viria depois disto? Se as três pessoas da mais alta importância institucional foram eliminadas, o que restaria em termos de direito e de segurança para pessoas comuns como eu e você?

Na verdade, o assassinato das três pessoas citadas poderia ser a senha para uma “limpeza” bem mais ampla que incluísse a eliminação de jornalistas, blogueiros, sindicalistas, professores, religiosos de oposição e, por fim, qualquer pessoa que incomodasse aos golpistas, ainda que fosse pelo motivo mais banal.

Afinal, se mataram um presidente, então não haveria mais limite algum para outras violências e assassinatos que viessem a ser cometidos, extinguindo não só a Democracia, mas o Estado de Direito, as leis, a segurança e vida de quem quer que fosse.

Por isso que não se pode deixar de apurar e punir, pois quem ousa matar um presidente mata qualquer outra pessoa, e por qualquer motivo, incluindo a você que lê este texto.

Gostaríamos, sinceramente, que pudesse ser diferente. Mas, diante da gravidade do que foi planejado e iniciado, e que não se concretizou por motivos alheios à vontade de muitos dos golpistas, não há alternativa para o Brasil senão apurar e punir aqueles que planejaram a eliminação dos opositores como forma de assalto violento ao Poder.

Apuração rigorosa, resguardado o direito de defesa, e punição adequada e sólida para os culpados. É o único caminho que restou ante o absurdo e a loucura do golpe.

Julio Cezar de Oliveira Gomes é graduado em História e em Direito pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz

Segundo Rosemberg Pinto, prioridade é reeleger Lula e Jerônimo || Foto PIMENTA
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O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder do Governo Jerônimo na Assembleia Legislativa, promoveu encontro com lideranças do sul e extremo-sul da Bahia, nesta sexta-feira (22), em uma churrascaria de Itabuna. Mais de 150 convidados compareceram, entre prefeitos, parlamentares, políticos eleitos e ex-candidatos, a exemplo do prefeito reeleito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), e da ex-candidata a prefeita de Ilhéus Adélia Pinheiro (PT).

No pronunciamento, o anfitrião fez um balanço das eleições municipais, apontou o fortalecimento dos partidos da base governista e descartou a possibilidade de o ministro da Casa Civil, Rui Costa, ser candidato ao Governo do Estado substituindo o governador Jerônimo Rodrigues. “Não tem chance essa história de Rui ser candidato no lugar de Jerônimo. Não existe essa possibilidade. Jerônimo é o nosso candidato à reeleição. Toda hora sai uma notinha. Não existe isso”, declarou Rosemberg.

Ele também opinou sobre a equação da majoritária de 2026. “Isso deve ser construído de maneira que não traga nenhum tipo de aresta”, observou. Para o líder do Governo, uma chapa ao Senado com dois ex-governadores, Rui e Wagner, teria muita força eleitoral. Esse critério, acrescentou, é mais relevante do que o fato de serem nomes do mesmo partido, o PT:

– O preponderante é que todos partidos entendam que uma chapa com essa formação é capaz de empolgar a sociedade. Não tenham dúvida, quando a gente faz pesquisa de opinião, esses nomes aparecem de uma forma mais robusta.

O parlamentar assegura que a formação da chapa majoritária não é objeto de divergência ou disputa, mas de discussão, envolvendo Jerônimo, Rui, Wagner e os senadores Otto Alencar e Ângelo Coronel, estes últimos do PSD. “Nós vamos chegar a um ponto em comum”.

LULA E JERÔNIMO

Ouvido pelo PIMENTA durante o encontro desta sexta, Rosemberg fez avaliação positiva da atividade. “Trago o abraço do governador Jerônimo Rodrigues, que me pediu que fizesse isso”.  Segundo ele, reeleger Jerônimo e o presidente Lula é a prioridade do grupo. “E, obviamente, trazer para a Assembleia Legislativa e o Congresso Nacional representações alinhadas com esses projetos”, emendou o deputado, que vai tentar a renovação do mandato em 2026.

Na avaliação de Rosemberg Pinto, também é hora dos vencedores das eleições municipais darem as mãos a quem não teve a mesma sorte. “Esse grupo é uma família, está junto comigo há muitos anos. Alguns tiveram sucesso nas eleições deste ano, outros não, mas a palavra de ordem é ganhamos juntos e perdemos juntos. Então, quem ganhou tem que cuidar de quem perdeu, e é assim que a gente vai construir unidade, mas o preponderante é a reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo”, reafirmou.

Adélia Pinheiro e Augusto Castro em reunião política do deputado Rosemberg Pinto || Foto PIMENTA
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O prefeito reeleito Augusto Castro (PSD) confirmou a intenção de passar a Fundação de Atenção à Saúde de Itabuna ao comando do médico João Omar Galvão Góes, de 33 anos, que já coordena o Pronto-Socorro do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, equipamento municipal administrado pela Fasi.

“Nós estamos conversando para bater o martelo”, disse Augusto ao PIMENTA nesta sexta-feira (22), em uma churrascaria de Itabuna, durante reunião do mandado do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder do Governo Jerônimo na Assembleia Legislativa da Bahia.

O ex-prefeito de Itajuípe e atual presidente da Fasi, Marcone Amaral (PSD), está de malas prontas para assumir uma vaga na Alba. Como antecipado com exclusividade pelo PIMENTA, João Omar era o nome preferido de Augusto Castro por causa do perfil técnico e por já fazer parte da equipe do Hospital (relembre).

ANDREA CASTRO

Na saudação ao prefeito de Itabuna, Rosemberg cravou que a advogada e primeira-dama do município, Andrea Castro, será candidata a deputada estadual em 2026. Questionado sobre a declaração do parlamentar, Augusto respondeu que não há nada definido para a disputa de cadeira na Alba:

– Primeiro, está muito cedo para 2026. A região tem vários representantes. É natural que Itabuna tenha um nome no futuro, hoje ainda indefinido. Estamos avaliando todas as possibilidades. A minha prioridade, agora, é entregar as obras que a cidade tanto deseja.

O que está definido, segundo o prefeito, é o apoio ao deputado federal Paulo Magalhães e ao senador Otto Alencar, ambos do PSD, e ao trio petista, governador Jerônimo Rodrigues, senador Jaques Wagner e ministro Rui Costa, da Casa Civil. “No momento oportuno, iremos discutir candidatura estadual”, concluiu.

TCM aprova contas do prefeito Augusto Castro || Foto PIMENTA
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O Tribunal de Contas do Estado da Bahia aprovou, nesta quinta-feira (21), as contas do exercício financeiro de 2022 da Prefeitura de Itabuna, sob responsabilidade do prefeito reeleito Augusto Castro (PSD). Os conselheiros seguiram o parecer favorável do colega Mário Negromonte, relator da prestação de contas no TCM.

A Prefeitura de Itabuna divulgou nota sobre a decisão do Tribunal. A gestão lembrou que, em 2022, o município ainda lidava com os impactos da pandemia de Covid-19 e com as consequências das enchentes de dezembro de 2021. Na época, o governo criou o Auxílio Emergencial, que destinou R$ 3 mil para mais de 3.500 famílias atingidas pela maior cheia do Rio Cachoeira neste século. Até hoje, conforme a Prefeitura, parte daquelas famílias recebe R$ 500 por mês do Aluguel Social.

A nota ressalta, também, o cumprimento dos pisos constitucionais da educação e saúde, o saneamento das contas municipais e a elevação da capacidade de pagamento do município para o nível B, segundo os parâmetros da Secretaria do Tesouro Nacional.

Também menciona a aprovação unânime das contas de 2021, o primeiro ano do mandato atual, com parecer favorável da procuradora-chefe do Ministério Público de Contas, Aline Paim Monteiro Rio Branco.

Ailton Krenak: saída para roubada climática não virá de conferências || Foto Daniel Ribeiro/PIMENTA
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Do PIMENTA

Na roda de conversa A Natureza do Tempo Presente, durante a 7ª Festa Literária de Ilhéus, o filósofo e ativista Ailton Krenak ironizou a escolha da Amazônia para sediar a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP30), marcada para novembro de 2025, em Belém (PA).

Segundo o primeiro indígena eleito para a Academia Brasileira de Letras, há muita discussão e enganação a respeito das mudanças climáticas, mas faltam ações efetivas, orientadas por uma virada de perspectiva sobre a natureza. “Não parece que o caminho para sair dessa roubada virá de conferências”, disse.

“Legal. Eles podem fazer muitas conferências. Vão fazer uma chamada COP30 na Amazônia. Me pergunto: por que na Amazônia? A Amazônia que é um lugar tão predado, tão abusado, pela economia global, pela extração de tudo. Extrai floresta, extrai água, extrai minério. Desorganizam a vida das comunidades humanas que vivem ali”, acrescentou.

Ailton Krenak fala ao público da 7ª FLI || Foto Daniel Ribeiro/PIMENTA

Para Ailton Krenak, não faz sentido debater mudança climática com lideranças que patrocinam massacres como o perpetrado por Israel contra o povo palestino. “O Brasil vai receber a conferência do clima naquele paraíso tropical, com um bando de malucos que estão fazendo guerra, destruindo a Palestina, arrasando com o Líbano, predando o planeta. E a gente vai fazer conferência do clima com essa gente? Quer dizer, como é mesmo? Gentalha!”.

Abaixo, assista ao trecho mencionado da roda de conversa.

DEMARCAÇÃO 

Um dos pontos altos da 7ª FLI, que ocorreu de 13 a 15 de novembro, a roda de conversa também contou com a participação do professor de História Casé Angatu (Alma Boa), da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), e da filósofa e escritora Elisa Oliveira.

Casé aproveitou a presença do grande público e convocou a população do sul da Bahia a apoiar a luta pela demarcação do Território Indígena do Povo Tupinambá de Olivença, que se estende pelos limites dos municípios de Ilhéus, Buerarema e Una. Ailton Krenak endossou a convocatória e pediu engajamento em defesa da demarcação.

Confira a reprodução completa do encontro do último dia 14, no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, iniciado com uma cantoria de Casé Angatu e do também professor Katu Tupinambá.

O Monumento a Zumbi dos Palmares, em Itabuna || Foto Redes Sociais
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Nesta quarta-feira, dia 20 de novembro, o País vai celebrar, pela primeira vez, o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. O novo feriado nacional foi estabelecido em dezembro do ano passado, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que sancionou projeto de lei sobre a matéria.

A data remete à luta de Zumbi dos Palmares, no século 17. O último líder do Quilombo dos Palmares tornou-se o maior símbolo da resistência história das pessoas escravizadas contra o regime escravocrata, que atravessou o Brasil colônia e só foi abolido, formalmente, em 1888.

Além de relembrar a data da morte de Zumbi, o 20 de novembro fomenta o debate contemporâneo contra as diferentes formas de racismo ainda presentes na sociedade brasileira. O dia também é dedicado à celebração das contribuições da cultura afro-brasileira à formação social do Brasil.

ITABUNA

Cidades como Itabuna, no sul da Bahia, têm programação especial na Semana da Consciência Negra. Nesta terça-feira (19), às 19h, movimentos sociais do município farão a Vigília a Zumbi, no Monumento em Homenagem a Zumbi dos Palmares, no São Caetano. Segundo os organizadores, será um momento de reflexão e resistência, reunindo música, poesia, plantio de árvores e homenagens a figuras importantes da luta negra.

Os artistas convidados são o Grupo Cultural do Ylê Axé Odara, de Pai Gildo, o Movimento Cultural Alvorecer, Aldo Bastos, Lucia Helena, Non Moreira, Adilson Nascimento, Carlos Santal e Naldo Poeta.

BELEZA NEGRA

No próximo sábado (23), às 18h30min, o Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, receberá o Concurso Beleza Negra 2024, uma das atrações mais aguardadas da semana. O certame busca celebrar a estética e a identidade afro-brasileiras, além de descobrir novos talentos que representam o orgulho da cultura negra.

Fundado em 1987, o Movimento Beleza Negra Itabuna se consolidou como um espaço de valorização e preservação das expressões culturais afro-brasileiras, tornando-se um símbolo de resistência e representatividade na região.

Segundo Adélia, Marão prejudicou base de Jerônimo || Foto Daniel Ribeiro
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A professora Adélia Pinheiro atribuiu ao prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, Marão, parte da responsabilidade pela derrota da base do governador Jerônimo Rodrigues na eleição à Prefeitura, vencida pelo empresário Valderico Junior, do União Brasil, partido do ex-prefeito de Salvador ACM Neto.

Na avaliação de Adélia, Marão não deu abertura para o diálogo, pecou na liderança do processo e apostou em um nome sem competitividade, o do agora secretário da Casa Civil de Ilhéus, Bento Lima, do PSD, mesma legenda do prefeito.

“Ele enfraqueceu sua posição ao insistir em uma candidatura isolada, mesmo com pesquisas internas mostrando a inviabilidade de uma disputa real. Ao não apoiar a candidatura mais competitiva do grupo, ele facilitou a vitória de Valderico. Isso ficou muito evidente!”, disparou Adélia em entrevista ao Central de Política, da Interativa FM 93.7, de Itabuna, no último sábado (16).

Ex-candidata a prefeita de Ilhéus pelo PT, Adélia Pinheiro também falou da possibilidade de voltar a ser candidata nas eleições de 2026, mas a um cargo no Legislativo. Apesar da derrota deste ano, com os 38.928 votos no pleito de 6 de outubro, a ex-secretária de Estado se tornou a mulher com a maior votação da história do município.

Phellipe e Augusto, ambos do PSD, ambicionam a presidência da UPB || Montagem PIMENTA
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O PSD apresenta dois nomes para a sucessão na União dos Municípios da Bahia (UPB). Ambos do PSD e reeleitos em 6 de outubro, os prefeitos Phellipe Brito, de Ituaçu, e Augusto Castro, de Itabuna, ambicionam presidir a entidade de defesa dos 417 municípios baianos.

Ontem, Phellipe Brito disse que está conversando com Augusto mirando o consenso. “Falei com ele hoje (quarta-feira, 13) e acredito que logo chegaremos a um consenso. Quando chegarmos nesse ponto, o senador Otto Alencar, presidente do partido na Bahia, vai se posicionar a favor do nome da nossa legenda, que é a mesma de Quinho, inclusive. Acredito que logo vamos resolver a situação”, afirmou, também mencionando o presidente da UPB e prefeito de Belo Campo, também filiado ao PSD.

Procurado pelo PIMENTA no final da tarde da quarta-feira, o prefeito de Itabuna ainda não se manifestou sobre o assunto.

Nos bastidores, a tendência é o senador Otto Alencar apoiar Augusto para a presidência da UPB. O prefeito de Itabuna conseguiu superar desconfianças naturais de início de relacionamento, em 2020, e consolidar  sua posição depois do jogo eleitoral de 2022 e a articulação demonstrada pelo político sul-baiano em 2024, quando Augusto mostrou habilidade não só para sair reeleito em Itabuna, mas levar seu apoio a nomes de outros municípios na peleja de 6 de outubro. Fez, como se diz, trabalho de grupo para além do PSD. E projetou-se para além do sul da Bahia.

Outro nome na disputa, Wilson Cardoso (PSB), de Andaraí, teria o apoio de Zé Cocá, ex-presidente da entidade municipalista. Cocá saiu das urnas com mais de 90% dos votos para mais quatro anos como prefeito de Jequié e não teria o desejo de novamente disputar a UPB.

Valderico Junior e Wanessa Gedeon se reúnem com representante do MP nesta terça (12)
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Um dos principais desafios do prefeito eleito de Ilhéus, Valderico Junior (UB), é a implementação de políticas públicas para a infância e juventude no município. A matéria será tema de reunião, nesta terça-feira (12), na unidade do Ministério Público da Bahia (MP-BA) na cidade, com a presença do próximo gestor e da vice-prefeita eleita Wanessa Gedeon (Partido Novo).

A 4ª Promotoria de Justiça de Ilhéus promove a reunião, que será conduzida pela promotora de Justiça Maria Amélia Sampaio Góes. Serão abordados temas como acolhimento institucional, rede de proteção e o Projeto Jovem Social.

EDUCAÇÃO

Outro desafio do prefeito eleito de Ilhéus é assegurar os 200 dias letivos para os alunos da rede municipal de ensino, além da ampliação do número de vagas em creches. Durante a campanha, Valderico Junior prometeu construir três creches no Teotônio Vilela, bairro mais populoso da cidade.

A inclusão de alunos com necessidades especiais é outra demanda social em Ilhéus. As escolas municipais ainda não contam com recursos humanos para assegurar o direito à educação a crianças e pré-adolescentes do espectro autista ou com outras condições excepcionais.

Trabalho começou pela roçagem da encosta || Foto Pedro Augusto
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A Daud Empreendimentos e Construções deu início à obra de contenção de encosta na Avenida Juracy Magalhães, no Alto Maron, em Itabuna. Licitada pelo Governo do Estado e com investimento de R$ 807.742,35, a intervenção é resultado de convênio da Prefeitura com a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Conder).

De acordo com a Defesa Civil de Itabuna, na primeira fase, será feita a supressão da vegetação para, em seguida, ser executada a concretagem, trabalho que deverá ser concluído em até seis meses.

A encosta sempre foi motivo de preocupação, principalmente em períodos chuvosos, pois fica numa área de grande fluxo de veículos e pedestres, na região central da cidade. “É um local onde há o desprendimento de rochas e da vegetação, mas sem o registro de incidentes”, disse o coordenador da Defesa Civil, Kaique Brito. “Há anos que os moradores do Alto Maron e comerciantes da Avenida Juracy Magalhães esperavam pelo revestimento em concreto da encosta”, acrescentou.

A secretária municipal de Infraestrutura e Urbanismo, Sônia Fontes, afirmou que a obra da encosta é fundamental para eliminar o risco dos moradores acima do talude e dos transeuntes na parte baixa do morro. “O Governo do Estado cumpre o que prometeu”, cravou.

PARCERIA COM O ESTADO

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) autorizou o processo licitatório no dia 5 de julho passado, durante visita a Itabuna, acompanhado pelo prefeito Augusto Castro (PSD), quando também anunciou investimentos de mais de R$ 103 milhões no município, incluindo a reforma da Feira do Califórnia

Também foi autorizada a ampliação e reforma do Centro Integrado Oscar Marinho Falcão (Ciomf), no Santo Antônio. O colégio , um dos mais tradicionais, passará a contar com 24 salas, restaurante estudantil, laboratórios e biblioteca, em novo Complexo Integrado de Educação.

Equipe começa a trabalhar transição para o novo governo em Ubaitaba || Foto Divulgação
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A prefeita eleita de Ubaitaba, Gracinha Viana (Avante) intensificou os trabalhos de transição de governo. De acordo com a gestora, que já governou Maraú por dois mandatos e também foi vereadora de Ubaitaba por duas legislaturas, a equipe “tem trabalhado incansavelmente para garantir uma transferência eficiente e transparente”.

Os trabalhos foram iniciados com as equipes das áreas de Saúde, Desenvolvimento Social, Educação, Administração e Infraestrutura. Na área da Saúde, o trabalho é liderado por José Nilton e na Assistência Social por Lucivânia Feitosa. A Educação têm a liderança de Dione Santos e Sara Alves da Luz Lemos.

Segundo a gestora eleita, Dione e Sara possuem “ampla experiência na área educacional e trazem compromisso com a qualidade e continuidade dos projetos”. Gracinha afirma que o trabalho de transição busca refletir “o compromisso com uma Ubaitaba bem administrada e funcional”.

Gracinha e o seu vice-prefeito, Beto da Padaria, participaram de reuniões com lideranças políticas, a exemplo do deputado federal Neto Carletto, e do presidente do Avante na Bahia, Ronaldo Carletto, fortalecendo alianças estratégicas para o futuro do município.

A prefeita eleita também celebrou a vitória e a nova fase de Ubaitaba com uma missa em ação de graças. A prefeita sinaliza que não vai esperar a chegada do 1º de janeiro, dia da posse, para começar a trabalhar. “Com a colaboração de uma equipe qualificada e empenhada, os projetos seguem de forma harmoniosa, com o compromisso de construir uma Ubaitaba cada vez melhor”.

O presidente Adolfo Menezes durante a sessão da Alba, nesta terça (5) || Foto Divulgação
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A Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) aprovou, nesta terça-feira (5), o pedido de autorização do Governo da Bahia para obter até R$ 1,165 bilhão de empréstimo da Caixa Econômica Federal. Segundo o projeto de lei autorizativa, os recursos serão destinados às ações do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O pedido teve votos contrários da oposição.

Para o presidente da Alba, deputado estadual Adolfo Menezes (PSD), a oposição está correta em criticar a velocidade da tramitação do projeto, mas erra no questionamento do valor autorizado.  “A Bahia tem as contas ajustadas e capacidade de endividamento. Além do que, os recursos são aplicados em prol da melhoria de vida dos 15 milhões de baianos”, declarou.

EMENDAS IMPOSITIVAS

Deputados de oposição – e alguns da base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) – reclamam do descumprimento do pagamento das emendas impositivas pelo Governo da Bahia. O líder da minoria, deputado Alan Sanches (União), afirmou que não haverá acordo com a maioria enquanto o problema não for resolvido.

Já o líder do Governo, deputado Rosemberg Pinto (PT), propôs reunião para discutir o assunto. O presidente da Alba se colocou à disposição para fazer a intermediação com o governador Jerônimo Rodrigues.

URGÊNCIA

O parlamentares aprovaram, na mesma sessão, quatro requerimentos de urgência, encaminhados pelo Poder Executivo: um pedido de autorização para contratação de crédito no valor de US$ 500 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); um projeto criando cerca de 2.400 de cargos efetivos para a Polícia Civil; e outro instituindo o Programa Minha Casa Minha Vida Bahia.

A lista inclui, ainda, um projeto pedindo autorização para concessão de subsídios às empresas aéreas que iniciaram operações de linhas internacionais em aeroportos da Bahia em 18 de junho deste ano.

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Sempre que o pêndulo se desloca até um extremo, o movimento de resposta é para o lado oposto. O pêndulo da política no Brasil se movimentou. Já está fazendo o caminho de volta.

 

José Cássio Varjão

Alguns personagens do ambiente jornalístico no Brasil, a chamada grande mídia, militantes partidários dentro da imprensa, tanto digital quanto impressa, fazem análises manipulatórias, principalmente em época de eleição. Os principais portais e seus renomados personagens destacaram que o PSD (Partido Social Democrático), presidido por Gilberto Kassab, é o grande vencedor das eleições, com 887 prefeituras, salientando efusivamente que a centro direita sobrou nessas eleições. Seguindo, vem o MDB (Movimento Democrático Brasileiro) com 856 prefeituras. O PP (Progressistas) ficou em terceiro lugar, com 747 prefeituras. Uma análise rasa, sem a profundidade real da posição desses partidos dentro do ambiente político atual.

Em 2022, a união de 10 partidos venceu as eleições, com a coligação Brasil da Esperança, que foi formada pelo PT, PC do B, PV, PSB, PSOL, Rede, Solidariedade, PROS, Avante e Agir, no primeiro turno. No segundo turno, declararam apoio à Candidatura Lula, o PDT, PCB, PSTU, PCO, Cidadania e Unidade Popular, perfazendo 16 partidos, a maior coligação que o PT (Partido dos Trabalhadores) já fez em disputas presidenciais. Nos primeiros dias após a proclamação do resultado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o presidente eleito para o quadriênio 2023/2026 e o seu partido começaram diálogos com o MDB, PSD e União Brasil, para composição da base parlamentar do novo governo. Uma ala do PP também compôs essa base.

Atualmente, no governo federal, o PSD tem três ministérios: Agricultura, Pesca e Minas e Energia. O MDB tem três ministérios: Planejamento, Cidades e Transportes. O PP tem um ministério: Esporte. Seguindo, o Republicanos, de Tarcísio de Freitas, com um ministério: Portos e Aeroportos. Até o União Brasil, do ex-prefeito de Salvador ACM Neto, tem inacreditáveis, dois ministérios: Turismo e Comunicações. Nesse período de final de eleições municipais, qual o fundamento para que se separe a realidade nacional dos resultados municipais, como se de fato houvesse vencedores e perdedores para além das disputas municipais e suas peculiaridades?

Apesar de o Presidente da República, com a chamada Frente Ampla, ter abrigado parte considerável desses partidos no seu ministério, chegamos às eleições municipais de 2024 com os núcleos dos partidos da base comportando-se autonomamente. O PSD, que é base do governo do estado de São Paulo, com Gilberto Kassab, secretário estadual de Governo, ligado a Tarcísio de Freitas, elegeu 206 prefeitos, ou 32% das prefeituras do estado.

O PSD da Bahia, presidido pelo senador Otto Alencar, ligado ao grupo do governador Jerônimo Rodrigues, elegeu 115 prefeitos, ou 27,5% das prefeituras do estado. No Paraná, o governador Ratinho Júnior (PSD), ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, elegeu 164 prefeitos, ou 41% das prefeituras do estado. Como noticiado, o PSD elegeu 887 prefeitos no Brasil. Destes, 485, ou 54,6% dos prefeitos eleitos pelo partido, que são dos estados supracitados, pertencem a três correntes políticas distintas, completamente distantes entre si.

No MDB, idem. O prefeito eleito de São Paulo, Ricardo Nunes, é umbilicalmente ligado à Tarcísio de Freitas, que é cria de Jair Bolsonaro. O MDB da Bahia tem o vice-governador do estado, Geraldo Júnior, ligado ao governador Jerônimo Rodrigues. O MDB do Pará, do Ministro das Cidades, Jáder Filho, está ligado ao Presidente Lula. Sebastião Melo, eleito e reeleito prefeito de Porto Alegre, teve o apoio de Jair Bolsonaro.

Alguns partidos são chamados pejorativamente, na Ciência Política, de cacht-all, o pega-tudo, ou partidos de abrangência ampla, e procuram atrair o maior número possível de eleitores, independentemente de sua posição social, ideológica ou econômica. Em vez de se direcionarem a um grupo específico ou a uma ideologia única, esses partidos adotam uma postura flexível, adaptando suas mensagens e propostas para abranger diferentes segmentos da sociedade, o que os torna menos definidos ideologicamente. Suas principais características são a diversidade ideológica, com foco em questões pragmáticas; contam com lideranças carismáticas e com flexibilidade de alianças. No Brasil, alguns partidos possuem características catch-all, especialmente os grandes grupos que atuam em escala nacional e têm uma base eleitoral bastante heterogênea. Entre os principais, destacam-se: MDB, PSD, PP e PL. Todos eles fizeram parte do governo federal desde 2002, com Lula, Dilma, Temer e JB.

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A dicotomia criada no Brasil nos últimos tempos, que reduz o espectro político em somente dois polos, direita e esquerda, se utiliza do termo extremismo, para melhor definição, mas se exime de fazer referência ao continuum

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A dicotomia criada no Brasil nos últimos tempos, que reduz o espectro político em somente dois polos, direita e esquerda, se utiliza do termo extremismo, para melhor definição, mas se exime de fazer referência ao continuum que vai da extrema direita à extrema esquerda, passando pela direita, centro direita, centro, centro esquerda e esquerda, e são classificados pela diferenciação dos grupos sociais, por razões ideológicas, religiosas, culturais, econômicas ou étnicas, as clivagens sociais. Pode-se incluir aí até o anarquismo.

De acordo com o cientista político Sergio Abranches, essa composição feita por Lula é chamada de presidencialismo de coalizão. Em artigo publicado em 1988, com o título de Presidencialismo de Coalizão – o dilema institucional brasileiro, Abranches define esse conceito “como uma combinação do presidencialismo, do federalismo e do governo por coalizão multipartidária”. Desta forma, “o presidencialismo de coalizão é um regime político institucional que foi moldado pela história da nossa república e contextos políticos, envolvendo as características acima”.

Trinta anos após a publicação desse artigo, em 2018, Sérgio Abranches faz um balanço reciclando o texto original, quando afirma: “A coalizão multipartidária é um requisito imprescindível da governabilidade no modelo brasileiro. Nem todos os regimes presidenciais multipartidários dependem tanto de uma coalizão majoritária. No Brasil, as coalizões não são eventuais, são imperativas. Nenhum presidente governou sem o apoio e o respeito de uma coalizão. É um traço permanente de nossas versões do presidencialismo de coalizão”, finalizou.

Com a frente ampla formada por Lula, em 2022, agraciando o União Brasil, de ACM Neto e Ronaldo Caiado, o PP, de Arthur Lira e Ciro Nogueira e o Republicanos, de Tarcísio de Freitas, soaria estranho afirmar que o Governo Lula 3, é um governo de centro direita?

A dinâmica eleitoral ao redor do mundo, há alguns anos, faz o pêndulo político global se inclinar à direita, sendo esse um movimento natural na política. Sempre que o pêndulo se desloca até um extremo, o movimento de resposta é para o lado oposto. O pêndulo da política no Brasil se movimentou. Já está fazendo o caminho de volta. O espectro político nas eleições de 2018, que estava com movimento direcionado à extrema direita, mostra a convergência do eleitorado para os partidos tradicionais de centro direita, aqueles partidos oriundos da antiga Arena (Aliança Renovadora Nacional). Daí surgem nomes como Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior, Eduardo Leite e até Tarcísio de Freitas, com as bençãos da Faria Lima. Todos, com exceção de Tarcísio, já colocaram seus nomes como pré-candidatos em 2026. Até Paulo Guedes já demonstrou interesse de entrar na disputa.

De certa forma, eu sou cético em corroborar com opiniões sobre a definição dessa corrente ideológica chamada bolsonarismo. O movimento que teve seu auge político em 2018 é uma versão 2.0 do Integralismo de Plínio Salgado, evidentemente repaginado com o surgimento das tecnologias modernas, com robôs, algoritmos, fake news etc., é um evento efêmero, mais dia, menos dia, passará. Seu principal líder não se mostrou um político agregador, eficiente em manter as pontes que o fizeram chegar ao poder, deixando pelo caminho onze generais e outros tantos apoiadores de primeira hora, como Gustavo Bebianno. Trata-se de um personagem exaurido, que está sendo descartado a conta gotas. Outra situação que demonstra o enfraquecimento do ex-presidente foi o surgimento e o desempenho de Pablo Marçal, em São Paulo, demonstrando que o voto da extrema direita não tem dono, sem se esquecer, particularmente, de Bruno Engler em Belo Horizonte e André Fernandes em Fortaleza, com seus menos de 30 anos e muito tempo de política pela frente.

Para ser bem pragmático, eu nunca tive dúvidas de que a elite econômica e liberal do país, em breve, irá retomar o protagonismo dentro do cenário político nacional. O mesmo que tiveram atores políticos como Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Geraldo Alckmin. Logo surgirão outros representantes, um espaço que não cabe nem Lula nem Bolsonaro. Historicamente, sempre foi assim. É só lembrar a República do Café, atualmente, sem o leite. O pêndulo que se direcionou à extrema direita, pela falta de nomes palatáveis, viáveis dentro desse campo político, hoje sai muito bem-sucedida das eleições 2024.

José Cássio Varjão é cientista político.

Miltinho (de vermelho) e os sete vereadores eleitos por sua coligação
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O prefeito eleito de Coaraci, Miltinho do Axé (PSD), promoveu, nesta quinta-feira (24), reunião com os sete vereadores eleitos pela Coligação Juntos por Coaraci, formada por MDB, PDT, Podemos, PMB e PSD. O encontro teve como objetivo discutir os principais projetos do Executivo e do Legislativo para o município.

“Foi uma oportunidade importante para alinhar ideias e fortalecer a parceria entre os Poderes, além de promover um momento de confraternização pós-período eleitoral”, explicou Miltinho.

Ao final da reunião, os vereadores eleitos Ana Cruz e Mamigo (PSD); Eduardinho da Ambulância e Thyara Lessa (PODEMOS); Thiago Lourenço, Lek de Zequinha e Mateus do Mercado (PMB) firmaram o compromisso de caminharem juntos na eleição da mesa diretora da Câmara de Vereadores para o biênio 2025/2026. A Casa tem 11 cadeiras no total.