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Andrade era prefeito de Aurelino Leal.
Gilberto Andrade, a vítima. Família não se conforma com desfecho de julgamento

Da coluna Tempo Presente (A Tarde)

Familiares de Gilberto Andrade, o prefeito de Aurelino Leal que foi assassinado em 5 de maio de 2007, saíram ontem do Tribunal do Júri, no Fórum Ruy Barbosa, decepcionados.

Leonardo de Souza, o Leo Peroba, um dos implicados no assassinato, foi julgado pela segunda vez (na primeira, foi absolvido). Agora, acabou condenado por sete a zero a 13 anos de prisão, mais sanções, pegou 14 anos.

Até aí, tudo bem. O problema é que o juiz Oswaldo de Almeida Bonfim ordenou o cumprimento da pena em regime semiaberto.

Evocou os três anos em que Leo Peroba ficou preso antes.

A família não se conforma. Acha que foi uma injustiça da Justiça. O promotor David Gallo prometeu recorrer para corrigir.

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Gilson: mudança atende resolução do Contran.

O resultado da auditoria que apurou as manobras realizadas para garantir super salários a alguns privilegiados durante a gestão do ex-prefeito Capitão Azevedo (DEM), em Itabuna, é saboreado com enorme prazer pelo tenente Gilson Nascimento, que em um período comandou a Secretaria da Administração daquele governo.

A central da farra ficava instalada no setor de Recursos Humanos da Prefeitura, onde se promovia irresponsavelmente o “milagre” da multiplicação dos valores em contracheques. Há informações de que alguns azevedistas bem posicionados chegavam a elevar o rendimento mensal em até 15 vezes.

Nascimento comemora porque sabe exatamente quem a maracutaia vai atingir. Trata-se de uma pessoa com quem ele entrou em bola dividida (e perdeu), terminando por romper com o ex-prefeito. O tenente aguardou com paciência e agora vê muito perto o momento de saborear a vingança. Fria, como dizem que o prato deve ser servido.

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Augusto cobra agilidade nas indenizações.

Pré-candidata ao governo da Bahia, a senadora Lídice da Mata (PSB) diz não haver possibilidade de aliança entre os socialistas e o PSDB em âmbito nacional. Isto, apesar da tentativa de aproximação entre o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB, e o senador tucano Aécio Neves, ambos pré-candidatos à Presidência da República.

O deputado estadual Augusto Castro (PSDB) se opõe à afirmação de Lídice. Segundo ele, “o senador Aécio Neves tem conversado com todo mundo, inclusive com Eduardo Campos”. Para o tucano da Bahia, existe, portanto, chance de aliança no futuro.

Tudo depende, como diria Otávio Mangabeira, das nuvens da política.

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O rififi entre o prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro (PP),e o vereador Fábio Magal (PSC) segue em temperatura elevada. De acordo com a assessoria de Magal, o chefe do executivo estaria espalhando que seu rompimento com o governo é do tipo “para inglês ver”.

Ao desembarcar da base governista, Magal anunciou ter devolvido os cinco cargos que possuía em seu quinhão. Logo em seguida, o semanário A Região, de Itabuna, publicou que o vereador ilheense não teria apenas cinco, mas cem cargos no governo.

Magal diz que é mentira e aponta Jabes como autor do falatório. Em recente sessão da Câmara, ele interpelou o líder do governo, Adelmário “Gurita” (PP), que confirmou a versão do colega sobre o número de cargos.

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Presidente do DEM não quer graça com o ex-prefeito (foto Diário Bahia)
Presidente do DEM não quer graça com o ex-prefeito (foto Diário Bahia)

Apesar de ter almoçado recentemente  e trocado gentilezas com o presidente do DEM na Bahia, José Carlos Aleluia, o ex-prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, continua exibindo sua marca registrada: a indecisão.

Por não saber “se vai ou se fica”, ou com quem fica, Azevedo foi chamado de “murista” pela presidente do diretório municipal de seu partido, Maria Alice Pereira. O adjetivo consta de matéria publicada na edição deste fim de semana do Diário Bahia, podendo também ser confirmado na versão online.

Pelo tom das críticas, fica muito claro que a dirigente não confia no ex-prefeito, atribui-lhe responsabilidade pela derrota nas eleições de 2012 e faz ironia com o núcleo duro azevedista, formado pelo taxista Rolemberg, o soldado Raimundo Pinheiro e a secretária Joelma Reis.

“Não sou dona da verdade, mas sei mais que o grupo dele”, compara Alice, desqualificando os conselheiros do ex-alcaide. Sobre uma possível saída de Azevedo do DEM, a loira diz que não houve pedido. Só faltou afirmar que “a porta da rua é serventia da casa”.

Maria Alice declarou ter brigado pela candidatura de Azevedo em 2008, contrariando o diretório estadual do DEM e reclamou pelo fato de que o homem dos pulinhos também é dado a “pular cerca”, politicamente falando. Nesse particular, a presidente queixou-se do apoio dado pelo ex-prefeito ao deputado Luiz Argôlo, do PP.

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Magalhães e Haroldo Lima discutirão o legado do PT no governo federal
Magalhães e Haroldo Lima discutirão o legado do PT no governo federal

O PCdoB e a Fundação Maurício Grabois promovem, na sexta-feira, 23, em Itabuna, debate sobre “Os 10 anos de governos Lula e Dilma e as perspectivas para o Brasil”. O evento será realizado no auditório do Hotel Tarik Fontes, a partir das 18 horas.

Participam do debate o ex-deputado e ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Haroldo Lima, que é membro do Comitê Central do PCdoB, e o presidente da Bahiagás e vice-presidente da legenda na Bahia, Davidson Magalhães.

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emeterioA Procuradoria Regional Eleitoral entrará na justiça com pedido de cassação do mandato do vereador Emetério de Palma Ferreira, do PCdoB de Gandu, no baixo-sul da Bahia. O motivo são documentos que comprovariam a filiação partidária do comunista por um prazo que não lhe daria direito de disputar as últimas eleições.

Emetério teria solicitado sua filiação no dia 7 de outubro de 2011 e disputado as eleições para a Câmara de Vereadores de Gandu no dia 6 de outubro de 2012, antes portanto de completar um ano na legenda.

De acordo com a Lei 9.504/95, que disciplina o processo eleitoral, o candidato precisa estar filiado pelo menos um ano antes da data fixada para o pleito.

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Coluna Tempo Presente (A Tarde)

Jaques Wagner convocou os líderes dos partidos políticos aliados para uma reunião amanhã à tarde. Pauta: avaliação do momento político e da situação financeira do Estado.

No bojo, a necessidade de cortar gastos demitindo ocupantes de cargos comissionados, a parte mais dolorosa do caso.

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mentirosoDa coluna Tempo Presente (A Tarde)

Médico, ex-prefeito de Santo Antônio de Jesus, depois deputado federal (e secretário da Saúde), Ursicino Queiroz foi a Nazaré visitar um compadre.  Conversa amena, indagou:

– E cadê Toninho, meu afilhado? Fiz o parto daquele moleque, batizei e nunca mais o vi.

– Ah, Dr. Ursicino, já está um homem, mas não dá para nada, nada, nada. Já fiz de tudo. Botei para trabalhar na Oldesa (fábrica de azeite de dendê), não ficou, botei no hospital, não ficou, não quer nada.

– Não quer nada, como? Ele sabe ler e escrever?

– Sabe, mas trabalhar que é bom, nada.

– Isso não pode ficar assim. Então vamos candidatar ele a vereador. Eu apoio.

– Ah, bom… Pra isso ele leva jeito. Fala mais do que a nega do leite e mente que só ele.

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marcelo nilo entrevistaO deputado estadual Marcelo Nilo (PDT), presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, acredita que a casa hoje está mais aberta à população. Em evento no qual falou sobre “O papel do legislador no contexto federativo”, nesta quinta-feira, 15, na Faculdade de Ilhéus, o pedetista disse que a Constituição Federal limitou a atuação dos legislativos estaduais, mas observou que, sob seu ponto de vista, a Assembleia da Bahia tem investido no diálogo com o povo.

“Recebemos na Assembleia, nos últimos anos, todos os movimentos sociais, as minorias, resgatando o conceito de casa do povo”, declarou o presidente no evento, do qual também participaram o deputado estadual Augusto Castro (PSDB) e o presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Aldenes Meira (PCdoB), entre outros políticos.

Nilo também declarou ver como positivas as manifestações que acontecem no Brasil. Segundo ele, trata-se da “consolidação da democracia, com a participação massiva da juventude, lutando pelos direitos da população brasileira”. O deputado afirmou que a mobilização popular representa o fortalecimento da consciência política.

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Jabes e Valderico foram multados pelo TCU
Jabes e Valderico foram multados pelo TCU

O prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, comemorou nesta quarta-feira, 14, a decisão do Pleno do Tribunal de Justiça da Bahia, que nega o direito de servidores nomeados no final da gestão Newton Lima, e exonerados no início do governo atual, de serem reintegrados aos cargos.

A decisão se deu no julgamento de agravo regimental impetrado pelos servidores concursados contra posicionamento do presidente do TJ-BA, Mário Alberto Hirs, que já havia suspendido liminares concedidas na primeira instância em favor dos demitidos.

À unanimidade, os desembargadores entenderam que o ex-prefeito Newton Lima agiu com imprudência, ao realizar nomeações quando o comprometimento das receitas do município com a folha já ultrapassava o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Multados – Já do Tribunal de Contas da União (TCU), as notícias não são boas para Jabes Ribeiro. Em virtude da aplicação indevida de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) em seu mandato anterior, o gestor foi condenado a pagar uma multa de R$ 30 mil.

A mesma multa foi aplicada por igual motivo ao ex-prefeito Valderico Reis, que sucedeu Jabes Ribeiro em 2005. Juntos, os dois ainda terão que devolver R$ 612 mil aos cofres públicos.

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Sem Eduardo Anunciação, Casados... não descem a avenida em 2013.

Há seis meses residindo em “um lugar chamado Eternidade”, como ele costumava escrever, o jornalista Eduardo Anunciação recebe homenagem póstuma  nesta quarta-feira, 14, na Câmara de Vereadores de Itabuna. A casa inaugura às 18 horas sua nova Sala da Imprensa, que recebeu o nome do profissional de comunicação falecido no dia 15 de fevereiro.

A sala, anexa ao plenário, servirá tanto à assessoria da Câmara como aos jornalistas e radialistas que cobrem as sessões legislativas.

Além de jornalista político, Anunciação foi vereador em Itabuna na década de 60. Quando se elegeu, tinha apenas 18 anos de idade, entrando para a história como o mais jovem integrante da Câmara Municipal.

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Jarbas: dengue hemorrágica.

O blog Políticos do Sul da Bahia informa que o Ministério Público ofereceu representação contra o prefeito de Itacaré, Jarbas Barbosa. O motivo seria a prática de nepotismo na administração municipal.

Segundo o blog, Barbosa possui extensa lista de parentes e aderentes vinculados à folha de pagamento da Prefeitura. A relação começa com a esposa, Cecília Barros, que é secretária do Desenvolvimento Social; passa pelos cunhados Luiz Quadros (secretário de Esportes e Recreação) e Marcelo Barros  (Governo); e segue com o primo destes, Gabriel Barros (tesoureiro).

O bem aquinhoado clã dos Barros tem a sorte de ainda contar com Cláudio, que é o vice-prefeito do município. Juntas, as referidas famílias abocanhariam R$ 35 mil do sofrido erário itacareense.

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AstrologyDa coluna Tempo Presente (A Tarde)

Quem será o próximo governador da Bahia? A pergunta, tão sucinta quanto objetiva, feita por um leitor que diz ter formado um bolão entre amigos, e quer auxílio. Vamos lá.

Ponderando que a Bahia tem 10,2 milhões de eleitores, em tese, todos eles aptos a votar e serem votados, se reduzirmos os nomes a meia dúzia, já é uma grande vantagem.

Na banda governista, Rui Costa, Walter Pinheiro, José Sérgio Gabrielli, Lídice da Mata, Otto Alencar e Marcelo Nilo. Na oposição, ACM Neto, Paulo Souto, Geddel, José Carlos Aleluia e João Gualberto são citados na largada.

Mas dá para enxugar bem mais. Entre os governistas, Jaques Wagner disse a Mário Kertész semana passada que o candidato será do PT, e entre os petistas Caetano já arruma a vida para se candidatar a deputado federal e Gabrielli só falta anunciar a desistência.

Ficam Rui e Pinheiro, o primeiro preferido de Wagner e o segundo pela densidade, especialmente fora do PT.

Na oposição o quadro também é difuso. Mas aposte aí: ACM Neto não vai, Paulo Souto não quer, ficam Aleluia e Geddel, um ou outro tendo João Gualberto como vice.

Ponderemos que de 10,2 milhões deixar quatro nomes é razoável, não? Salvo excepcionalidade rara, o mais provável é que dos quatro seja um. É o prognóstico.

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ricardo artigosRicardo Ribeiro | ricardo_rb10@hotmail.com

 

O governo precisa melhorar, e muito, mas não se furta ao diálogo com a sociedade. Um contato que os opositores mais destacados têm dificuldade para estabelecer, ainda mais quando demonstram torcer pelo pior cenário, sobretudo na área econômica, para dar a volta por cima.

 

Eis que a presidenta Dilma Rousseff, após período de tormenta, começa a enxergar a bonança. Não o céu de brigadeiro que tinha antes do navio encontrar-se perto de adernar, mas já lhe é possível ter perspectivas otimistas.

Em junho, com as ruas no meio do fogaréu, a governanta despencou de quase 60% de aprovação para 30%, o menor índice de seu mandato. Já os números de agosto apontam recuperação, chegando a 36% os que veem o governo como bom ou ótimo. Vá lá que não seja uma coisa nem outra, mas muito provavelmente o brasileiro tem se perguntado sobre quais seriam as alternativas.

Refém de uma base parlamentar venal e traiçoeira, Dilma viu rapidamente sua queda nas pesquisas se transformar em inferno político. Os apoios já não estariam assegurados pelos partidos que se aperfeiçoaram em sobreviver na aba do mandatário de plantão, não importa quem seja. Com a presidenta cambaleante, iniciaram-se as tramoias e conchavos, com direito a piscadelas para a oposição.

As inclinações dos oportunistas era alimentada pelas sombrias projeções para o cenário econômico, antevendo-se inflação galopante, crescimento do desemprego, “Pibinho”, fuga de investimentos e um 2014 de penúria. Ou seja, chance de reeleição próxima de zero.

O Brasil que foi para as ruas viu a cambada de políticos que se mexeu com a astúcia de sempre, manjadíssima, tentando se locupletar dos protestos. Gente sem vergonha, que já mandou e principalmente desmandou no país, posando de indignada, como se tivesse acabado de chegar de outro planeta com a solução para todos os nossos problemas. Até poderia funcionar, mas só se viessem em outro corpo, mudassem a identidade e a filiação partidária, além de apagar todos os registros biográficos.

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