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Evento promovido pela Fundação João Mangabeira termina neste sábado
Evento promovido pela Fundação João Mangabeira termina neste sábado

O PSB reúne 850 pré-candidatos às eleições municipais em um seminário preparatório na capital federal. A atividade, promovida pela Fundação João Mangabeira, tem como tema “Cidades Inclusivas”.

Da Bahia, 50 pré-candidatos participam do seminário. No apoio ao grupo baiano, estão o deputado federal Bebeto Galvão – ele próprio pré-candidato a prefeito de Ilhéus -, a senadora Lídice da Mata e a deputada estadual Fabíola Mansur.

O evento começou ontem (5) e será encerrado neste sábado. Segundo os organizadores, o objetivo é preparar os pré-candidatos, apontando alternativas para enfrentar os desafios da disputa eleitoral.

 

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Deputado Bebeto Galvão, do PSB
Deputado Bebeto Galvão, do PSB

Membro da comissão mista do Congresso responsável por analisar a Medida Provisória 703/2015, que altera as regras dos acordos de leniência, o deputado federal Bebeto Galvão (PSB) tem insistido na tese de que as empresas não podem ser inviabilizadas em consequência de atos ilícitos cometidos por seus acionistas.

O acordo de leniência funciona como uma espécie de delação premiada para empresas investigadas. Ou seja, permite que elas obtenham benefícios ao colaborar com a justiça. Para Bebeto, a punição deve recair sobre os sócios que praticarem irregularidades, sem comprometer empregos.

“Se alguém cometeu um erro, que pague. Quem for podre que se arrebente. Aquele CPF que cometeu erro que pague, mas que o CNPJ possa ter seu caminho. A empresa não é feita apenas por seus acionistas, a empresa é muito maior do que isso. A empresa é um conjunto de seus trabalhadores que a compõem, o acervo técnico que ela incorpora, a geração de empregos, de rendas, de bens e serviços”, defende o parlamentar do PSB da Bahia.

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Augusto, Mangabeira e Roberto José  lançam pré-candidaturas em maio
Augusto, Mangabeira e Roberto José lançam pré-candidaturas em maio

Maio será um mês de intensa movimentação política em Itabuna, com a previsão do lançamento de  novas pré-candidaturas a prefeito. Tirando Davidson Magalhães (PCdoB), que abriu os trabalhos no dia 7 de março, e Fernando Gomes (DEM), que realizou seu evento no dia 23 , pelo menos outros três pré-candidatos devem colocar oficialmente o bloco na rua no próximo mês.

O deputado Augusto Castro (PSDB) anunciou o lançamento da pré-campanha para o dia 5 de maio, às 18h30, no Grapiúna Tênis Clube. O tucano anuncia que irá receber lideranças estaduais e nacionais do seu partido, como os deputados federais Jutahy Magalhães Jr., João Gualberto e Antônio Imbassahy, e o senador José Serra.

O médico Antônio Mangabeira (PDT) programou uma sequência de eventos, que começa amanhã (19), com a eleição do próprio Mangabeira para a presidência do diretório municipal da legenda. Ainda sem data definida, mas com previsão para a primeira quinzena de maio, acontecem a inauguração da sede do PDT e o lançamento da pré-campanha.

O ex-presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), Roberto José, do PR, disse ao PIMENTA que pretende agendar o lançamento da pré-candidatura para a segunda quinzena do mês que vem. Segundo ele, o planejamento leva em conta a agenda de lideranças nacionais do partido, que ele ressalta estar complicada no momento em função da crise em Brasília.

AINDA SEM DATA – O ex-prefeito José Nilton Azevedo (PTB) ainda está sem data para o lançamento oficial da pré-campanha. Essa é também a situação do ex-prefeito e ex-deputado Geraldo Simões (PT). Consultado pelo blog, o presidente do diretório municipal do PT, Flávio Barreto, declarou que o grupo do pré-candidato está trabalhando no cronograma e no momento se dedica à discussão do programa de governo.

O blog não conseguiu contato com outros pré-candidatos, mas deixa aberto o espaço para a divulgação das pré-campanhas.

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Bebeto pediu para ser substituído na comissão do impeachment
Bebeto pediu para ser substituído na comissão do impeachment

O deputado federal Bebeto Galvão (PSB/BA) integrou a comissão especial do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), mas optou por não votar no parecer do relator Jovair Arantes (PTB). Bebeto era contra o seguimento do processo e alega ter preferido pedir substituição para não confrontar seu partido, que determinou voto favorável ao relatório.

Antes de decidir a postura que adotaria na questão do impeachment, Bebeto afirma que encomendou uma pesquisa junto aos trabalhadores da indústria pesada na Bahia, setor que constitui sua principal base. No período de 4 a 7 de abril, 900 operários foram ouvidos sobre o processo contra a presidente Dilma Rousseff em diversos canteiros de obras do Estado.

Segundo Bebeto, a consulta registrou um surpreendente empate, com vantagem insignificante contra o impeachment: 42,8% a 42,5%. Com a base rigorosamente dividida, o deputado diz que aprofundou o debate em um seminário que reuniu prefeitos que o apoiam, além da deputada estadual Fabíola Mansur. O evento aconteceu no último fim de semana, no Hotel Porto Belo, em Salvador.

No seminário, os políticos ligados a Bebeto se manifestaram contra o impeachment. Uma das razões seria o fato de que o grupo não vê sentido em tirar o poder do PT para entregá-lo nas mãos do PMDB.

O deputado diz que optaria por seguir nesse sentido, não fosse o posicionamento do PSB. Ele nega ter recebido favorecimentos de qualquer espécie para se posicionar contra o impeachment. Resta saber qual será a atitude do parlamentar quando o processo for votado em plenário.

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Em pronunciamento feito nesta terça-feira (5), na tribuna da Câmara, o deputado federal Bebeto Galvão (PSB) classificou o rebaixamento da Ceplac como uma “atrocidade política” cometida pela ministra Kátia Abreu, da Agricultura.

O parlamentar afirmou que a ministra havia se comprometido a não fazer qualquer mudança na estrutura da Ceplac, sem antes estabelecer um amplo diálogo sobre a matéria. Por isso, Bebeto diz que a bancada baiana no Congresso foi surpreendida com o rebaixamento da instituição.

O deputado disse que a cacauicultura “vive um filme de terror e a vilã é a ministra Kátia Abreu”.

Confira o pronunciamento:

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Alisson diz que pesou na decisão o fato de o PDT ter feito compromisso "contra o golpe"
Alisson diz que pesou na decisão o fato de o PDT ter feito compromisso “contra o golpe”

A saída do vereador ilheense Alisson Mendonça do PT já era dada como certa há algum tempo. Faltava apenas definir seu destino, que por pouco não foi o PSB.

Como se sabe, as negociações com o partido da pombinha não avançaram e o fato é  que neste sábado (02) Alisson oficializou sua filiação ao PDT. Foi o fim de uma história de 13 anos no Partido dos Trabalhadores, partido no qual o vereador ingressou em 2003.

Em 2014, Alisson já havia namorado o PDT. “Agora resolvi concluir aquela movimentação”, disse o vereador ao PIMENTA. Segundo ele, pesou na decisão o fato de o PDT ter feito compromisso “contra o golpe” (ele se refere ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff).

Alisson afirmou ainda não saber se disputará a sucessão do prefeito Jabes Ribeiro (PP). “Vou discutir com Cosme [Araújo, vereador pedetista]”, disse ele ao blog.

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(Foto Pimenta)
(Foto Pimenta)

O governador Rui Costa espera haver unidade da sua base nas eleições municipais de Itabuna, lançando apenas um nome para disputar a sucessão no maior município sul-baiano. No último final de semana, o secretário estadual de Relações Institucionais, Josias Gomes, se reuniu com o ex-prefeito Geraldo Simões, pré-candidato a prefeito de Itabuna, e o presidente do PT baiano, Everaldo Anunciação, para costurar essa unidade.

Ao Pimenta, Josias disse que as negociações envolvem outros nomes do arco de alianças – Davidson Magalhães (PCdoB) e Carlos Leahy (PSB). “Esse processo será conduzido com calma. O nome da base deve sair até abril”.

Segundo Josias, o prefeito Vane do Renascer, que desistiu da reeleição, ajuda no processo de construção da unidade da base. Confira principais trechos da entrevista.

Blog Pimenta – O senhor se reuniu com petistas, o prefeiturável Geraldo Simões entre eles. Já existe uma definição do nome da base?

Josias Gomes – Conversamos com Geraldo e vamos construir essa unidade da base, identificar o melhor nome. Esse processo será conduzido com calma. O nome deve sair até abril. Estamos conversando com Vane, que ajuda nesse processo. Além de Geraldo, vamos também conversar com os outros candidatos da base, Davidson Magalhães e Carlos Leahy.

Pimenta – E Roberto José?

Josias – O que estamos propondo são as condições para que nossos partidos tenham uma candidatura. Nesse sentido, é de nosso interesse que ele consiga entender o propósito. E acho que dá para fazer isso muito bem. Vou aí [em Itabuna] para conversa com Davidson e, em seguida, fazer esse caminho.

Pimenta – O PSD apoiará o nome da base?

Josias – Otto [Alencar] tem sido um grande parceiro nosso. Temos estado com ele, já analisamos uma série de questões como, por exemplo, onde o partido tem interesse. Estamos muito alinhados. O PSD, assim como todos da base, tem sido parceiro. Nenhum [partido] tem se colocado em situação de confronto. Agora, é claro que cada partido tem um interesse eleitoral, ampliar número de prefeitos e vereadores.

Pimenta – E o PT, como se coloca nesse processo?

Josias – O presidente estadual do PT me disse que o partido deve apoiar aliados em mais de 300 municípios. E vai concorrer em pouco mais de 100. Ou seja, o partido vai apoiar, abrir mão na maioria dos municípios. Estamos buscando essa construção.

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PINHEIRO DE SAÍDA – Na visão dele próprio, seu ciclo no PT já se encerrou. E temos conversado no sentido de contribuir. É um grande parlamentar, é uma opção.

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Pimenta – O senador Walter Pinheiro deixará o PT? De fato, irá para o PSD?

Josias – Ele me disse que ainda não havia decidido. Na visão dele próprio, seu ciclo no PT já se encerrou. E temos conversado no sentido de contribuir. É um grande parlamentar, é uma opção. Ele deve ir para um partido da base [governista]. Conversou com o PDT, teve com Otto e com o pessoal da Rede.

Pimenta – Ou vai para a base de ACM Neto, como já foi especulado?

Josias – Eu não sei se houve isso, essa conversa. Seria uma coisa tão extravagante para a história dele fazer uma movimentação dessa… Não está no horizonte dele. Para mim, ele sempre negou [a ida para a base de Neto]. Pinheiro em 2010 não era o queridinho [do partido, quando foi eleito senador]. Teve nosso apoio. Fomos para cima e foi o escolhido com 80% dos votos da minha corrente [no PT, sendo depois eleito senador].

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CARMELITA, JABES E BEBETO – Como são nomes da base, preferimos que os partidos discutam, definam. Diferente de Itabuna. Estive com Carmelita, com Bebeto. Tenho conversado bastante.

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Pimenta – Falando da disputa no eixo Ilhéus-Itabuna, Professora Carmelita (PT) é candidata?

Josias – É sim. Lá, em Ilhéus, temos situação diferente da de Itabuna. Existem as candidaturas de Jabes e Carmelita. Podemos ter, também, Jabes e Bebeto. Carmelita pode fazer movimentação no sentido de apoiar Bebeto ou receber apoio do PSB. Pode resultar nisso: PT e PSB contra Jabes, esse tipo de situação. Como são nomes da base, preferimos que os partidos discutam, definam. Diferente de Itabuna. Estive com Carmelita, com Bebeto. Tenho conversado bastante. Demora um pouco mais pra definir em Itabuna.

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PESQUISA ELEITORAL EM ITABUNA – É o tipo de situação que não recomenda fazer projeção. Rui é um exemplo disso. Acabou eleito. Hoje, o que há é um sentimento. E pesquisa quantitativa não consegue identificar isso.

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Pimenta – O que as pesquisas sinalizam em Itabuna?

Josias – Não temos trabalhado com pesquisa quantitativa. Hoje, em fevereiro, não faz muita diferença para a eleição, que ocorre em outubro. Em 2012, [Jaques] Wagner pedia a desistência de Carmelita no início daquele ano. No período da campanha, chegamos a ter 32% a 30% entre ela e Jabes. É o tipo de situação que não recomenda fazer projeção. Rui é um exemplo disso. Acabou eleito. Hoje, o que há é um sentimento. E pesquisa quantitativa não consegue identificar isso. Em Itabuna, há o sentimento de setores da sociedade de que, isoladamente, sem ter esse diálogo com Estado e sem União, o prefeito não vai resolver as grandes questões daí.

Pimenta – E Salvador?

Josias – Há essa movimentação de PT mais PCdoB, PSD. Tem a candidatura de Sargento Isidório. Se esses partidos se entenderem para fazer confrontação política e ideológica com o Neto… Isso, espero que a gente consiga construir. Essa eleição não é fácil para Neto. Não se iluda. Sem ter contraponto, é fácil. Essa eleição em Salvador ainda tem desdobramentos. Rui é bem avaliado aqui. Teremos um confronto político bem interessante.

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geraldo foto ouvidoria magéUm vereador de Magé, região metropolitana do Rio de Janeiro, foi morto na noite de ontem (13). Geraldo Cardoso Gerpe (Geraldão), de 41 anos, era filiado ao PSB e foi encontrado no estacionamento da Câmara Municipal da cidade.

A investigação da morte do parlamentar, que também é sócio-proprietário da empresa Gerpe do Fragoso Distribuição de Cosméticos, está a cargo da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense.

De acordo com a Delegacia, uma perícia foi feita no local e o corpo de Geraldão foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML). Agentes estão ouvindo testemunhas e buscando imagens de câmeras de segurança instaladas no local do crime.

Nos últimos dez anos, outros três vereadores foram assassinados no município: Carlos Alberto do Carmo Souto, em 2006; Dejair Correia, em 2007; e Tunico Pescador, em 2012. Com informações da Agência Brasil.

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marco wense1Marco Wense

 

Quando são citados políticos do PT, PMDB, PP e de outras legendas, as afirmações dos delatores têm todo o crédito, são verdadeiras. Quando envolvem tucanos, e tucanos de plumas exóticas, aí é armação, intriga da oposição.

 

A sabedoria popular costuma dizer que “quem tem telhado de vidro não joga pedra no do vizinho”. É assim que o senador Aécio Neves vem se comportando diante dos escândalos diários que tomam conta do país.

Na edição de hoje (11) da Folha de São Paulo, o ex-candidato à presidência da República, pelo PSDB, escreve um artigo que só fala da crise econômica: PIB negativo, inflação de dois dígitos, contas públicas fora do controle, 59 milhões de consumidores inadimplentes, empresas brasileiras como as mais endividadas dos países emergentes e, por último, a perda de bom pagador por duas agências de risco.

Em relação à crise moral, roubalheira na Petrobras, os escândalos envolvendo as empreiteiras e a safadeza com o dinheiro público, o tucano é só silêncio. Não diz nada.

Pois é. Aécio já foi citado em duas delações premiadas e caminha para ter seu nome envolvido em mais três. O exótico tucano já perdeu a condição de candidato natural do PSDB à sucessão de Dilma Rousseff. Não à toa que Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, recuou da sua intenção de ir para o PSB.

Operação Lava Jato? Aécio foge dela como o diabo da cruz. Não só por causa do seu rabo de palha, mas também pela preocupação que tem com os companheiros do PSDB, principalmente com o guru Fernando Henrique Cardoso.

Nestor Cerveró acaba de apontar propina de US$ 100 milhões na era FHC. A compra da empresa argentina Pérez Companc pela Petrobras, por UU$ 1,02 bilhão, em julho de 2002, gerou o “faz me rir atucanado”. E mais: o senador Delcídio Amaral, ex-tucano, hoje petista, disse em depoimento que assumiu o cargo na estatal “atendendo convite do então presidente da República Fernando Henrique Cardoso”.

E o que foi que FHC disse para se defender? Ora, ora, a mesma coisa que os outros dizem: “… as afirmações são vagas, sem especificar pessoas envolvidas, servem apenas para confundir e não trazem elementos que permitam verificação”.

Quando são citados políticos do PT, PMDB, PP e de outras legendas, as afirmações dos delatores têm todo o crédito, são verdadeiras. Quando envolvem tucanos, e tucanos de plumas exóticas, aí é armação, intriga da oposição.

Que coisa, hein!? A conclusão não pode ser outra: São farinhas do mesmo saco e bananas do mesmo cacho.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Alisson de malas prontas para o PSB.
Alisson de malas prontas para o PSB.

O vereador Alisson Mendonça, ainda no PT de Ilhéus, recebeu convite da direção estadual do PSB para se juntar à legenda. O chamado, claro, tem relação com a eleição que se avizinha, em outubro.

Mendonça, que coleciona mandatos no legislativo, há tempos sonha trocar de casa, deixar a câmara e rumar para a nova sede administrativa da prefeitura, na Conquista, mas na condição de prefeito.

No velho PT não tem vez. Na atual legenda, o nome da professora Carmelita está mais que certo para a disputa pela prefeitura. Mais cedo, o Políticos do Sul da Bahia, falou da proposta da legenda das pombinhas e do deputado federal Bebeto Galvão.

O PSB, que mandou o ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e até então pré-candidato a prefeito, Vivaldo Mendonça, para um cargo na Casa Civil do governo Dilma, é o destino menos drástico para Alisson Mendonça. Os dois partidos possuem mais afinidades que discordâncias.

O vereador afirmou estar balançado pela proposta, mas se recusa a confirmar uma data para a festa de filiação.

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José Vivaldo é o novo diretor-geral da Imprensa Nacional.
José Vivaldo é o novo diretor-geral da Imprensa Nacional.

O ex-diretor da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), José Vivaldo Mendonça, assumirá o cargo de diretor-geral da Imprensa Nacional (IN), ligado à Casa Civil da Presidência da República. A nomeação foi publicada hoje (11) no Diário Oficial da União. Ele substituirá Fernando Tolentino.

Vivaldo chega ao cargo após dirigir a CAR no período em que o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, era governador da Bahia. Os dois têm ótimas relações e Vivaldo chega ao cargo reconhecido como um dos melhores dirigentes da história da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional. A Imprensa Nacional tem, entre suas funções, a coordenação e publicação do Diário Oficial da União.

Embora não tenha sido acordo com o partido, a nomeação também poderá sinalizar qual será a tendência de voto do PSB no prosseguimento – ou não – do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Vivaldo é nome do deputado federal Bebeto Galvão e da senadora Lídice da Mata. A sua nomeação também o tira do páreo da sucessão municipal em Ilhéus em 2016.

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Lídice e os planos do PSB.
Lídice e os planos do PSB.

Embora os bastidores políticos itabunenses indiquem uma “não candidatura” do PSB por aqui, a senadora Lídice da Mata, presidente do partido, reforça que a legenda terá candidatos em quase todas as cidades acima de 50 mil habitantes.

A líder do partido incluiu Itabuna no bolo, tendo o dirigente da Morena FM e da CDL de Itabuna, Carlos Leahy, como pré-candidato. Nos bastidores, a cotação do nome do PSB é para, no máximo, vice.

O papo muda quando o assunto é Ilhéus. Por lá, o líder inconteste nas pesquisas é o deputado federal Bebeto Galvão, mas este preferiria continuar na Câmara dos Deputados, onde tem boa avaliação. O nome, então, seria o de Vivaldo Mendonça, ex-dirigente da CAR.

A tática eleitoral do PSB será debatida em encontro de formação política na próxima sexta-feira (11), na sede da UPB, em Salvador. Entusiasmada, a senadora diz que, após muito tempo, o partido terá candidatura em Feira de Santana.

Além de Feira e Itabuna, outros alvos do partido são Alagoinhas, Luís Eduardo Magalhães, Ilhéus, Barreiras e Santa Maria da Vitória. “São regiões que não estávamos presentes e que vamos estar em 2016”.

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marco wense1Marco Wense

 

Dos quatros prefeituráveis de partidos que dão sustentação política ao governo estadual, o ex-alcaide é o grande favorito. Percentualmente, diria que Geraldo tem 90% de chance, Davidson 5%, Roberto José 4% e Leahy 1%.

 

Já estou ficando repetitivo quando digo que o PT de Geraldo Simões e o PCdoB de Davidson Magalhães vão caminhar juntos na sucessão do prefeito Claudevane Leite.

A união entre petistas e comunistas é uma questão de pura sobrevivência política. O cenário aponta uma dependência que tende a ficar cada vez mais escancarada.

Se a junção é considerada como favas contadas, então podemos dizer que o candidato do governismo será Geraldo Simões, com o PCdoB indicando o companheiro da chapa majoritária.

E Roberto José, que é do PSD do senador Otto Alencar, que é aliado do governador Rui Costa, como fica? Vai aceitar passivamente a fritura em torno da sua pré-candidatura?

Ora, até as freiras do Convento das Carmelitas sabem que o governador Rui Costa não medirá esforços para que a base aliada tenha um só candidato a prefeito.

Dos quatros prefeituráveis de partidos que dão sustentação política ao governo estadual – Geraldo Simões, Davidson Magalhães, Roberto José e Carlos Leahy, respectivamente PT, PCdoB, PSD e PSB –, o ex-alcaide é o grande favorito. Percentualmente, diria que Geraldo tem 90% de chance, Davidson 5%, Roberto José 4% e Leahy 1%.

É bom lembrar que a senadora Lídice da Mata, dirigente-mor do PSB, além de ter um bom relacionamento com o governador Rui Costa, comunga com a opinião de que qualquer cisão na base só faz ajudar a oposição.

Robertistas, obviamente os mais lúcidos e politizados, já defendem uma aproximação de Roberto José com o médico Antônio Mangabeira, pré-candidato pelo PDT do saudoso Leonel Brizola.

Muita coisa ainda vai acontecer na movediça areia da sucessão do prefeito Claudevane Leite (PRB).

GEDDEL EM ITABUNA

JuvenalMaynart CeplacAmanhã, sábado (28), o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o mano Lúcio Vieira Lima, cotadíssimo para substituir Eduardo Cunha na presidência da Câmara dos Deputados, estarão em Itabuna para discutirem a sucessão do prefeito Claudevane Leite.

Serão recebidos pelo presidente do diretório do PMDB, Pedro Arnaldo, pelo médico Renato Borges da Costa, o pré-candidato Fernando Vita, o vereador Antônio Cavalcante e, principalmente, por Juvenal Maynart.

Digo principalmente, porque Geddel tem a oportunidade de parabenizar pessoalmente Maynart não só pelo bom trabalho realizado na Ceplac, quando superintendente do órgão, como na valorosa contribuição para a implantação da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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marco wense1Marco Wense

 

Uma coisa é certa: só o governador Rui Costa pode evitar que o trem do governismo saia do trilho. É bom lembrar que o chefe do Executivo não é de duas conversas, conversa mole e, muito menos, de conversinha.

 

O suplente de deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB) sonha com uma ampla união em torno da sucessão do prefeito Claudevane Leite, que já declarou que não será candidato à reeleição.

Davidson quer uma junção em torno dele. Acha que Geraldo Simões, por ser do PT, vai ter dificuldades. Quando questionado sobre Roberto José, trata logo de descartá-lo: “Não será candidato”.

Como resposta a contundente afirmação do comunista, Roberto se reúne com o comando estadual do PSD e diz que é candidatíssimo, que não abre mão da sua legítima e democrática pretensão.

“Não há mais espaço para a velha política e os velhos modos de fazer política”, alfineta Roberto José. A verdade é que o relacionamento entre o prefeiturável do PSD e do PCdoB tende a ficar mais aceso, intenso e incontrolável.

Tem ainda o imbróglio entre o PT e o PCdoB em torno da Codeba. É que os comunistas andavam dizendo que os petistas apoiariam a candidatura de Davidson em troca de um cargo na Companhia das Docas do Estado da Bahia.

Tiririca da vida, Geraldo Simões, ainda a maior liderança do petismo grapiúna, desmentiu os camaradas com uma fina ironia: “Se o PCdoB não teve força para manter um gerente do Ciretran, vai ter força para indicar um diretor da Codeba?”

Difícil mesmo é colocar no mesmo palanque os evangélicos de Vane, os comunistas de Davidson, os lulistas de Geraldo Simões, o núcleo duro do vanismo, os robertistas do PSD e o pessoal do PRB da Igreja Universal.

Outro detalhe é que tanto Geraldo como Davidson dão como favas contadas o apoio do PSB, desconsiderando a pré-candidatura de Carlos Leahy. O ex-presidente da CDL diz, peremptoriamente, que vai até o fim.

As articulações em torno do processo sucessório vêm de cima para baixo, o que não é nenhuma novidade. Se diretório municipal e nada é a mesma coisa, imagine comissão provisória. É o manda quem pode, obedece quem tem juízo. O que prevalece são os interesses da cúpula.

Uma coisa é certa: só o governador Rui Costa pode evitar que o trem do governismo saia do trilho. É bom lembrar que o chefe do Executivo não é de duas conversas, conversa mole e, muito menos, de conversinha.

MANGABEIRA E AS PESQUISAS

mangabeiraO pré-candidato do PDT, médico Antônio Mangabeira, acredita que vai iniciar o ano de 2016 com uma boa pontuação nas pesquisas de intenção de votos.

Mangabeiristas mais otimistas falam até em um percentual acima de 10%. O prefeiturável, no entanto, acha que as coisas vão acontecer no seu devido tempo.

Mangabeira, que é o presidente do diretório municipal, comunga com a opinião de que a eleição é complicada: “Temos que trabalhar muito. Não é fácil enfrentar o populismo demagógico”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Durval Libânio, à esquerda de Lídice, é lançado pré-candidato em Gandu.
Durval Libânio, à esquerda de Lídice, é lançado pré-candidato em Gandu.

O PSB decidiu lançar pré-candidatos a prefeito em Gandu e Ubaitaba, no sul da Bahia. O presidente do Instituto Cabruca, Durval Libânio Neto, será o nome do partido em Gandu, enquanto a vereadora Sueli Carneiro (Suka) disputará a prefeitura de Ubaitaba.

As pré-candidaturas foram lançadas em atos realizados neste domingo (27) nos dois municípios, com as presenças da senadora Lídice da Mata e do deputado federal Bebeto Galvão, ambos do PSB.

Durval Libânio filiou-se ao PSB neste domingo, também sendo anunciado como pré-candidato por Bebeto e Lídice, além da deputada estadual Fabíola Mansur.

Vereadora Suka, ao centro, disputará prefeitura de Ubaitaba (Fotos Divulgação).
Vereadora Suka, ao centro, disputará prefeitura de Ubaitaba (Fotos Divulgação).