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socorrinhoO vereador Ronaldão (DEM), de Itabuna, descia o malho na unidade local do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência durante sessão plenária esta semana. Citou caso testemunhado por ele mesmo, de um cidadão que passou mal na Avenida do Cinquentenário e esperou 25 minutos até receber os primeiros-socorros do Samu.
Enquanto discursava, Ronaldão foi aparteado por Valter Oliveira de Matos, não por acaso conhecido como Valter Socorrinho, do PTN. Ao ver o colega criticar o Samu, Socorrinho não perdeu a oportunidade de vender o próprio “peixe”.
– Vereador Ronaldão, vou lhe dar o meu cartão de visita. Nessas horas o senhor pode ligar, que o serviço é rapido e não falha.
Socorrinho conquistou sua cadeira no legislativo graças ao transporte de pacientes de bairros pobres para hospitais da cidade. O serviço utilizava um  valente e destemido Fusca e muita vontade de emplacar um mandato eletivo.

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Do A Região
Uma ambulância do Samu de Itabuna capotou, nesta terça, na BR-101. O acidente ocorreu em uma curva próximo ao acesso a Jussari.Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, a ambulância tentou ultrapassar outra viatura do Samu. O motorista Ronaldo Simões perdeu o controle da direção e o veículo caiu em uma ribanceira.
A ambulância transportava duas vítimas de um acidente ocorrido próximo à curva do Rio Branco, em Arataca, além de um médico e um enfermeiro. Os cinco ocupantes da ambulância não correm risco de morte.
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Funcionários do Hospital de Base de Itabuna paralisaram as atividades na manhã desta segunda-feira, 10, em protesto contra o não pagamento dos salários de novembro e não fornecimento de vale transporte. Segundo o Portal Sul da Bahia, apenas os casos considerados extrema urgência são atendidos na unidade.

O portal informa ainda que os condutores de ambulâncias do Samu também cruzaram os braços por não ter recebido os salários de novembro.

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Durante reunião na manhã deste sábado, 17, no condomínio Joia do Atlântico, zona norte de Ilhéus, a moradora Telma Azevedo criticou a lentidão do Samu 192, que demora a atender os chamados daquela comunidade.
– Eles são tão lentos que, quando chegam, já está na hora de chamar a funerária – disse a moradora. Ao que outro presente à reunião emendou:
– Em vez de chamar o Samu, o sujeito acaba tendo que recorrer ao “Samuel”…
Diante da cara de interrogação dos que estavam próximos, ele explicou que Samuel é o nome de um conhecido comerciante ilheense do ramo de serviços funerários.

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Marco Wense

Todos os problemas serão resolvidos com a retirada da pré-candidatura de Juçara Feitosa.

Uma eleição polarizada entre o PT e o DEM, com o prefeito Azevedo buscando seu segundo mandato, começa a tomar contornos cada vez mais nítidos.
O PT versus DEM, disputando a cobiçada prefeitura de Itabuna, só seria abalado com uma candidatura cercada por uma forte coligação e um verdadeiro sentimento de mudança.
O nome do ex-prefeito Ubaldo Dantas é o que mais se encaixa nesse movimento que busca uma alternativa fora do petismo e do demismo. A chamada “terceira via”.
Sem o PMDB do ex-ministro Geddel, com o tempo que dispõe no horário eleitoral, fica inviável qualquer tentativa de mudar o rumo da sucessão municipal.
A empolgação do PCdoB com o lançamento de candidato próprio vai diminuindo dia após dia. O jornalista Eduardo Anunciação diria que é coisa de “priscas eras”.
As principais cartas do emaranhado jogo sucessório, consideradas como curingas, estão nas mãos do deputado Geraldo Simões e do prefeito José Nilton Azevedo.
A carta curinga do azevismo é a estrutura da máquina municipal direcionada para quebrar o tabu da reeleição, já que nenhum chefe do Executivo conseguiu o segundo mandato consecutivo.
É bom lembrar que na sucessão de 2004, o então prefeito e candidato Geraldo Simões, mesmo entusiasmado com a vinda do SAMU e do asfalto da Petrobras, terminou derrotado por Fernando Gomes.
Geraldo Simões, além do discurso da parceria com os governos federal e estadual, ambos sob a batuta do PT, com Dilma Rousseff e Jaques Wagner, tem a primeira posição nas pesquisas eleitorais.
Esse favoritismo apontado pelas consultas de intenção de voto, seja com o próprio Geraldo ou Juçara Feitosa, é fator desestimulante para outras pretensas candidaturas.
Um bom exemplo é o do vereador Vane do Renascer: se não alcançar dez pontos no prazo estabelecido pelo comando estadual do PRB não será candidato a prefeito.
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Interessados têm até esta sexta-feira, 15, para se inscrever no processo seletivo simplificado da Prefeitura de Ilhéus. O objetivo é contratar profissionais para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) e para o Núcleo de Apoio à Estratégia de Saúde da Família (Nasf).
A seleção oferece, para o Nasf, vagas para enfermeiro, médico intervencionista, homeopata, psiquiatra, ginecologista, psicólogo, assistente social,  terapeuta ocupacional e professor de educação física. Para o Samu, as vagas são para técnico de enfermagem socorrista, auxiliar administrativo, rádio-operador e motorista.
Informações sobre o certame e formulário de inscrição podem ser encontrados no site www.ilheus.ba.gov.br. O processo seletivo será exclusivamente de análise curricular e de títulos, com caráter eliminatório e classificatório.

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O Samu de Ilhéus voltou a funcionar nesta sexta-feira, 04, após uma paralisação de 24 horas. O retorno ao trabalho foi decidido em uma reunião entre representantes dos funcionários, Secretaria Municipal da Saúde e prefeito Newton Lima.

Na reunião, foi acertado que todos os servidores terão direito aos mesmos benefícios concedidos aos médicos do Samu. Ou seja, pagamento de 40% de insalubridade, 20% a mais na gratificação e melhoria nas condições de trabalho.

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Em greve desde a tarde desta quinta-feira, 03, o Samu de Illhéus recebeu determinação judicial para manter pelo menos 60% do efetivo em operação. Esse percentual foi estabelecido em liminar concedida pelo Tribunal Regional do Trabalho, em resposta a uma ação da Procuradoria Geral do Município.

Logo mais, às 15 horas, na Secretaria Municipal da Saúde, haverá reunião entre o secretário Jorge Arouca e os dirigentes do Sindicato dos Médicos e do Sinsepi (Sindicato dos Servidores Públicos de Ilhéus), que representa as demais categorias, como condutores e enfermeiros.

A briga é por uma reposição salarial de 20%, pagamento referente à insalubridade, entre outras reivindicações, para todos os funcionários do Samu. Os médicos já haviam sido atendidos nesses mesmos pleitos, porém os demais servidores não foram contemplados.

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O prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo (DEM), encontra-se na capital baiana, em companhia do secretário municipal da Saúde, Geraldo Magela. Ambos participaram há pouco da entrega de novas ambulâncias do Samu para cidades baianas, num evento que contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Itabuna recebeu dois veículos.

Para não “perder a viagem”, Azevedo e Magela apresentaram ao ministro um pedido para que o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães seja contemplado com mais recursos federais. Padilha teria abordado o caminho de estadualizar o Hblem, hipótese que prefeito e secretário voltaram a rechaçar.

Na visão de Magela, o problema do hospital não está relacionado à gestão, mas ao aporte de recursos. Segundo ele, a discussão estaria contaminada por questões “meramente político-partidárias”.

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A alta estação, o grande número de turistas e o excesso no consumo de bebidas alcoólicas são apontados como algumas das causas da elevação da demanda do Samu 192 em Ilhéus desde novembro. De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, foi registrado um acentuado crescimento no número de acidentes nas rodovias e na ocorrência de afogamentos.

Nas estradas que cortam a terra da Gabriela, as equipes do Samu realizaram no mês de novembro 73 atendimentos em acidentes envolvendo carros e 140 em situações com motocicletas. No mês seguinte, o número saltou para 105 acidentes com automóveis e 220 com motos.

Nas praias, o número de afogamentos aumentou no mesmo período de 20 para 30. O maior número de ocorrências se deu na zona sul da cidade e, em quase todos os casos, com turistas.

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O Samu 192 em Itabuna está se distanciando cada vez mais do que pode ser definido como um serviço de urgência. Pelo menos no que se refere à agilidade, que fica devendo muito a qualquer tartaruga.

São numerosos os casos em que o Samu é acionado para atender algum paciente e demora um tempo enorme para chegar. No início, quando o serviço foi implantado, a espera não costumava ser maior do que cinco minutos.

Na madrugada do último sábado, duas pessoas foram baleadas no bairro da Conceição. Uma delas morreu e a outra ficou estendida no chão, por quase uma hora, agonizando, e veio a morrer depois, antes de receber atendimento no hospital. A demora na chegada do socorro pode ter determinado o desfecho.

Acionaram o Samu pelo telefone e ninguém atendeu. Resolveram ir até a sede do serviço, na rua Nações Unidas, onde foi necessário gritar para que um funcionário aparecesse… Com cara de sono.

Aliás, é a cara da sonolenta gestão da saúde pública em Itabuna.

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Situações de negligência e até desumanidade como a descrita em post abaixo, envolvendo a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, fortalecem os argumentos dos que condenam privilégios que a instituição recebe do poder público. Mensalmente, por exemplo, a Emasa deixa de cobrar uns R$ 100 mil de conta de água da SCMI, benefício concedido por lei municipal que vigora desde 2008.

Ocorre que a Santa Casa há muito vem se afastando de seu caráter de filantropia, que permanece forte apenas no nome. Se a casa já foi santa, hoje é muito mais uma empresa com evidente finalidade lucrativa, que tem diversos setores terceirizados, sob o controle de médicos que são também aguerridos homens de negócio.

Sendo assim, qual a razão de uma empresa que fatura – e não é pouco – receber tratamento caridoso de um poder público que não consegue atender sequer os que de fato precisam?

Outro dia, um amigo que se envolveu num acidente de trânsito, o qual deixou uma pessoa ferida, espantou-se quando o socorrista do Samu perguntou (foi a primeira coisa que disse ao abrir a porta da ambulância) se o sujeito caído ali no asfalto tinha convênio.

Como o cidadão não era cliente de nenhum plano de saúde, foi direto para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães. Que, salvo engano, não é beneficiado com isenção nas contas de água.

Não se quer aqui condenar a Santa Casa nem manchar a sua história. Ela é uma instituição que marcou profundamente esses 100 anos de Itabuna, salvou muitas vidas sem se preocupar com a origem social, mas hoje isso é passado. E quem vive de passado não é hospital.

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O dia de ontem começou com sobressalto na Rua Santa Maria, bairro Califórnia. Em um ponto da rua que chamam de “Buraco da Gia”, foi encontrado o corpo de Dalmácio Gusmão Bitencourt Filho, o Dalmacinho, de 21 anos. Ele foi alvejado por vários tiros, conforme noticiado aqui no Pimenta.

Horas depois, já na parte da tarde, os moradores ainda comentavam a morte do jovem quando começou outro corre-corre. Após um forte barulho, descobriu-se que um homem havia caído do telhado de uma das casas. Era o pedreiro Gildevan Pereira Meneses, de 34 anos.

Segundo informações, Gildevan realizava um conserto e acidentalmente encostou uma calha de zinco em cabos de alta tensão. Com o choque, seu corpo foi arremessado contra o telhado, que se quebrou, fazendo com que a vítima caísse dentro da casa.

Socorristas do Samu tentaram salvar a vida do pedreiro, mas ele não resistiu.

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Até agora tem gente boquiaberta. Quem viu documentos da administração municipal, referentes ao Samu de Itabuna, ainda não conseguiu descobrir o enigma dos veículos ‘total flex’ daquela unidade de urgência.

Basicamente a pergunta é: “como as viaturas, movidas a diesel, conseguem rodar com gasolina?” Seria uma nova tecnologia, ainda por ser explorada pela indústria automobilística?

Aí, surge outro dado intrigante: “como ‘bebem’ essas viaturas do Samu!”. Gulosas, só se acalmam quando abestecidas de com força, naquele posto preferido da thurma…

Mistérios…

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Calma, não foi nenhum acidente com ambulância do serviço móvel de urgência. A vítima em questão seria o diretor médico Carlos Coelho, que em uma reunião na noite de segunda-feira afirmou que pediria o boné. “Não aguento mais”, teriam sido as palavras do diretor, antes de mostrar um papel que dizia ser a carta de renúncia ao cargo.

Com toda a equipe reunida, CC viu apenas uma voz, tímida, pedir para que ficasse. “Pela determinação que ele demonstrava para sair e pela falta de apelos dos funcionários para que ficasse, é bem provável que a essa hora o secretário da Saúde, Antônio Vieira, esteja com a carta nas mãos”, observou uma fonte, no início da noite de ontem.

Caso tenha decidido ficar, Coelho deve se preparar para responder a mais algumas denúncias – elas não param de pipocar. Duas delas: enfermeiro que não pertence ao quadro do Samu (nem da prefeitura) assumindo plantão de 24 horas em lugar de amiga, e enfermeira fazendo regulação – essa função cabe exclusivamente a um médico, com curso específico.

Talvez, para o diretor, seja melhor cuidar apenas dos outros cinco empregos, mesmo.