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Alexandre Simões não deve durar muito na Saúde

Depois da entrega da Secretaria de Governo de Ilhéus por Alisson Mendonça, o plano de grupo petista do qual ele faz parte já havia articulado a saída de mais dois secretários: Fernando Hughes, da Administração; e Alexandre Simões, da Saúde. Estes dois, porém, desistiram de renunciar, após a intervenção do deputado estadual Rosemberg Pinto (veja aqui).
Ocorre que, enquanto Hughes tem uma atuação elogiada no governo, Simões é um secretário-problema. O prefeito Newton Lima tem em sua mesa um documento assinado por 16 representantes de associações, pedindo a exoneração do titular da Saúde.
Quando soube que Simões entregaria o cargo, Newton Lima chegou a dar um suspiro de alívio, pois o ato evitaria que ele precisasse usar o poder da caneta. Abortado o desembarque, Newton terá que usá-lo, pois não esconde de ninguém sua irritação com a postura do secretário.
Alexandre Simões, jovem biomédico, é visto até como um gestor razoável. O maior problema dele teria a ver com a dificuldade de relacionamento. Por exemplo, os representantes das associações de moradores que solicitaram sua exoneração alegam que tentaram insistentemente falar com o secretário, mas ele não aceitou recebê-los.

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O Ministério da Saúde suspendeu a transferência de incentivos financeiros a programas da rede básica em 45 municípios baianos, sendo sete deles no sul da Bahia. A portaria 309, assinada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, suspendeu o incentivo devido a irregularidades no cadastro de profissionais de saúde.
Os recursos são destinados aos programas Saúde da Família, Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde. No sul da Bahia, os municípios atingidos pela decisão foram Canavieiras, Dário Meira, Floresta Azul, Itabela, Itabuna e Ubatã. A decisão está publicada no Diário Oficial da União, edição de hoje. Atualizado às 11h

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Funcionários da SCMI ainda não receberam janeiro.

Os mais de 1,8 mil funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna vão passar o carnaval sem ter recebido o salário de janeiro. A instituição está sem crédito bancário e o repasse da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) ainda não “pingou” na conta.
Há pouco, este blog entrou em contato com a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi). A informação é de que o pagamento do salário está prometido para ocorrer na próxima semana. “Hoje teremos uma assembleia, às 19h, para tratar deste atraso de pagamento”, afirmou o presidente do Sintesi, Raimundo Santana.

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Encontro reuniu 18 gestores de municípios contemplados.

O Ministério da Saúde e a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) definiram Itabuna como a sede regional do Samu 192, após analisar projeto apresentado pelo município.
A confirmação ocorreu ontem durante encontro da coordenadora de Urgência da Sesab, Maria Alcina Romero, com 18 dos 21 prefeitos dos municípios que serão atendidos pela unidade regional de serviço móvel de urgência.
Uma nova central de regulação do serviço será instalada para que comece a funcionar. Ela será maior que a atual, instalada nas Nações Unidas, centro, próximo da catedral de São José.
O prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, ratificou o interesse do município em ampliar o atendimento à população regional. “Temos grande interesse”, disse, explicando que a comunidade regional passará a ter assistência médica de urgência “mais imediata e qualificada”.

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Médico não quer repórteres entrevistando pacientes e acompanhantes dentro do hospital

Ouvido pela reportagem do PIMENTA, o médico Cristiano Conrado, diretor médico do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, de Itabuna, confirmou ter dado voz de prisão ao repórter Hélio Fonseca, da Rádio Difusora. O fato ocorreu na manhã de ontem (9) e foi postado no blog.
Segundo Conrado, o repórter estava importunando um paciente no interior do hospital. “Não pode ficar abordando paciente internado. Tem um livro de ocorrência para ter as informações”, declarou o médico. Segundo ele, o trabalho dos repórteres dentro do Hblem vinha ocorrendo de forma errada, “por mau-costume”.
O médico afirmou que, na condição de diretor do hospital, caso ele permitisse a abordagem dos pacientes, poderia sofrer punição por desvio ético e submeteria o Hblem ao risco de um processo civil.
” (Ontem) Eu tinha acabado de falar e, assim que virei as costas, ele (Hélio Fonseca) continuou (falando com acompanhantes de um paciente internado no hospital). Ele me ignorou e me desacatou, por isso lhe dei voz de prisão como funcionário público”, afirmou Conrado, que é também tenente do Exército.
O diretor informou que conversou ontem com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Rádio e Televisão de Itabuna (Stert), Frankvaldo Lima, e está conversando sobre uma forma de criar, dentro do Hblem, um fluxo de informações “de maneira legal”.

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O secretário “samba de uma nota só” Geraldo Magela, que ora responde pela Saúde de Itabuna, lamentavelmente insiste em sua cantilena pelo comando único do setor, visando a auferir mais recursos e supostamente aplicá-los na melhoria do atendimento prestado ao cidadão.
Tudo bem que Magela empunhe essa bandeira, afinal ele tem todo o direito de brigar por melhores condições financeiras para gerir sua pasta, mas o que surpreende é a falta de criatividade do professor de história (essa é a profissão original do secretário). Desprovido de qualquer resquício de imaginação, Magela não tem propostas nem apresenta um feito de relevo em sua Secretaria, na qual aportou com promessa de resolver tudo em 90 dias, como se fosse um desses charlatães de praça, que vendem remédios miraculosos capazes de curar de frieira a metástase óssea.
Magela segue a entoar o cântico da gestão plena, como um mantra ou um velho disco de vinil arranhado, apesar de ter sido ele um dos que  no passado votaram pela “tesoura” na Secretaria de Saúde de Itabuna. Pior é quando chega ao ponto de se aproveitar do infarto sofrido por uma paciente que aguardava a liberação de exame pela Sesab para voltar à carga contra o Governo do Estado.
Aí é falta de respeito com Dona Gildete, a paciente cujo sofrimento foi usado indevidamente como argumento, e também com a população de Itabuna, que não aguenta mais esse reme reme. Menos, Magela!

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A médica Neyde Vinhático Pontes profere palestra sobre Trasplante Renal, nesta segunda-feira, 6, a partir das 19h30min, no auditório do Hospital Calixto Midlej Filho. Também participará da exposição o enfermeiro Álvaro Júnior.
O objetivo da palestra é apresentar o serviço de transplante mantido na instituição e atualizar o quadro de enfermagem dos hospitais Calixto, Manoel Novaes e São Lucas, que pertencem à rede da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna.
Neyde Pontes coordena o Serviço de Transplante Renal da Santa Casa.

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Hospital São José, da Santa Casa, enfrenta mais uma paralisação

A UTI da Santa Casa de Misericóricórdia de Ilhéus fechou as portas, num protesto dos médicos devido ao atraso dos salários de dezembro. A inadimplência decorre do não-repasse da verba mensal de R$ 50 mil, referente a um convênio entre a Prefeitura e a instituição de saúde.
O convênio injeta recursos na UTI, na emergência e na ala de pediatria da Santa Casa, mas por enquanto apenas a Unidade de Terapia Intensiva deixou de funcionar. Caso o atraso dos salários persista, existe ameaça de paralisação também do setor de emergência.
O diretor da Central de Regulação do SUS em Ilhéus, Leonardo Albuquerque, imputa o atraso à Santa Casa. Segundo ele, a instituição demorou a fazer a prestação de contas referente a dezembro (deveria ocorrer até o dia 5, mas somente teria sido feita a 23 de janeiro). Além disso, a Santa Casa teria apresentado a planilha sem abater os dez dias de outra paralisação de médicos.
Como houve questionamento dos números, a instituição precisou reapresentar os dados para assegurar o faturamento. Albuquerque afirma que, em função disso, os recursos do convênio somente deverão ser liberados nesta quinta-feira, dia 2.
O fechamento da UTI da Santa Casa de Ilhéus já provoca sobrecarga no Hospital Geral Luiz Vianna Filho, na mesma cidade, e até mesmo no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna.

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O blog O Trombone denunciou esquema altamente lesivo aos cofres itabunenses e ao cidadão daqui que precisa de atendimento médico no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).
De acordo com a publicação, o hospital itabunense foi “completamente aparelhado por correligionários do deputado Coronel Santana”. Há casos de atendimentos a pacientes de outros municípios que são feitos ‘por fora’, aqueles que não estão pactuados, que cresceram assustadoramente nos últimos meses”.
Esse atendimento por fora gera despesas para os cofres locais. Didaticamente, assim explica o blog:
“Cada atendimento gera uma conta, que será apresentada à Sesab para que o repasse desse custo seja feito ao prestador. Quando isso é feito com pacientes de fora de Itabuna, oriundos de municípios que sejam pactuados, esse custo é debitado na conta daquele município.
Quando o atendimento é feito ‘por fora’, esse custo é absorvido por Itabuna, e resulta em prejuízo para o atendimento local. Poderia-se dizer que o atendimento indiscriminado seria um ato de desprendimento, de humanidade dos gestores, mas é barganha política, mesmo”.
AZEVEDO E MAGELA FECHAM OS OLHOS
Por que o município de Itabuna não chia e denuncia o aparelhamento e as irregularidades? O que ocorre é que há uma disputa de autoridade entre os homens fortes que comandam a saúde de Itabuna. O prefeito, que é capitão da Polícia Militar, se sente retraído e diminuído diante do deputado Gilberto Santana, que também é militar, mas detém a maior patente da corporação, a de coronel.
O poder de Santana, fora a vantagem na briga de patentes, se dá porque é dele o cargo de gestão do Hospital de Base e da Fundação de Atenção à Saúde de Itabuna (Iasi), ocupados por sua irmã, Gilnay Santana.
No meio disso tudo está o secretário Geraldo Magela, que não tem patente alguma e detém bem pouco poder no Hospital de Base. Perguntado sobre o tráfico de pacientes no Base, ele disse apenas que “esse não é o melhor momento para essa discussão”.
Isso pode querer dizer que “sim, há o tráfico, mas vamos esperar o momento certo para denunciar”; ou que “não gostaria de comprar uma briga com o coronel nesse momento, porque ele que pode ser um aliado na busca da gestão plena“. Mas não há uma negativa.
É para isso que querem a Gestão Plena?

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O título pouco realista – ou talvez muito otimista – que a assessoria da Prefeitura de Itabuna escolheu para descrever a audiência ocorrida ontem (25), na Justiça Federal, no processo em que o município reivindica a volta da gestão plena da saúde, não passou despercebido ao jornalista Daniel Thame.
Em seu blog, o jornalista observou que, se o título pode ser “Audiência marca avanço na retomada da gestão da saúde em Itabuna”, é também possível publicar nos jornais: “Itabuna toma de 4 x 0 do Bahia de Feira e segue firme rumo ao título de campeão baiano”.
Deve ser questão de fé…

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Juiz Igor Matos negou, liminarmente, pedido da prefeitura de Itabuna (Foto Pimenta).

– ESTADO E MUNICÍPIO TERÃO 60 DIAS PARA
RESOLVER PENDENGA “AMISTOSAMENTE”

A prefeitura de Itabuna teve negado, liminarmente, pedido para que novamente volte a gerir os recursos da média e alta complexidade da Saúde, algo em torno de R$ 80 milhões, por ano. Quem negou a liminar foi o juiz federal substituto Igor Matos Araújo. A decisão do magistrado foi tomada ao assumir o processo em substituição à juíza Maizia Seal Pomponet e anunciada nesta quarta (25).

Segundo o magistrado, o pedido da prefeitura de Itabuna foi indeferido por que o município assumiu um pacto de gestão em 2009 que alterou “situação jurídica”. Por esta alteração, o Estado assumia a gestão destes recursos.

No entendimento do juiz, a manutenção da gestão da média e alta complexidade em mãos do estado não ofereceria perigo, pois Itabuna foi desabilitada “em 2008 e só entrou com ação em 2012”.

– A decisão de indeferimento já foi dada – afirmou em entrevista ao PIMENTA.

Hoje, o juiz conduziu audiência conciliatória com representantes da prefeitura de Itabuna e do Governo do Estado na subseção da Justiça Federal. O juiz disse que a audiência teve o objetivo de tentar viabilizar “fato novo” que pudesse surgir com a manifestação do governo baiano no processo.

Ainda durante a audiência, o magistrado deu 60 dias para que a questão seja resolvida administrativamente entre município e estado, com a participação dos órgãos de controle social, a exemplo dos conselhos Municipal e Estadual de Saúde.

Também na audiência, o Estado reforçou que, além dos recursos da União, ele também colocam, via Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), mais R$ 30 milhões no sistema de saúde do município. Quanto às alegações do município de perdas de números de procedimentos com o fim da gestão plena em 2008, o juiz disse que tudo terá que ser provado e, para isso, foi dado prazo de 60 dias. Nesse período, o processo na Justiça Federal ficará suspenso.

AZEVEDO DIZ QUE VAI ATÉ A ÚLTIMA INSTÂNCIA

O prefeito Capitão Azevedo disse que a audiência foi bem conduzida e visa buscar caminhos para “resolver os problemas da saúde”. Citando números da rede básica, Azevedo afirmou que Itabuna estaria apta a novamente administrar os recursos da média e alta complexidade.

O prefeito falou em problemas de atendimento na rede hospitalar, a exemplo do quase fechamento do Cemepi (antigo Ipepi). “Vou à luta, não posso ser omisso e buscarei até o último momento, até a última instância [a gestão plena]”.

CONSELHOS DE SAÚDE SERÃO DECISIVOS

Andrés Alonso, superintendente da Regulação da Sesab, afirmou que não cabe ao Estado avaliar, unilateralmente, se o município pode retomar a gestão plena (comando único) da Saúde. Ele reforçou a necessidade de participação de órgãos de controle para avaliar se Itabuna tem condição ou não de assumir o Comando Único do SUS, quando passa a responder pela rede básica e média e alta complexidade.

“A audiência foi conduzida de uma forma bastante inteligente à medida que estimulou o diálogo entre os dois entes”. A Sesab, segundo Alonso, somente se manifestará quanto à capacidade de Itabuna ter novamente a gestão dos recursos somente após a manifestação de conselhos de saúde e órgãos que têm a participação popular e de secretários municipais de Saúde.

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A população do município de Itamaraju, no extremo-sul da Bahia, tem sofrido com a precariedade da rede pública de saúde. Segundo matéria publicada hoje no jornal A Tarde, falta de tudo nas 23 unidades de saúde, o que inclui médicos e remédios.
A Prefeitura alega que o problema relativo à carência de pessoal ocorreu por conta de pendência  na renovação de contratos, o que teria sido resolvido há dois dias.
Ontem, um aposentado se acorrentou a uma coluna do Hospital Municipal de Itamaraju, em protesto por não ter conseguido marcar uma cirurgia. Veja abaixo em vídeo produzido pelo site Radar 830:

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Passados mais de três meses da entrada em peso do PT na administração ilheense, o prefeito Newton Lima – que também se tornou petista – ainda não conseguiu apresentar algo que indique mudança substancial no quadro anterior. Em outras palavras, a administração continua capenga, frágil, pouco produtiva e sem criatividade.
Algumas áreas, porém, despertam maior insatisfação, tanto na comunidade quanto no próprio Newton. São elas a Saúde e a pasta das Ações Regionais, comandadas respectivamente por Alexandre Simões e Murilo Brito.
Esses dois secretários têm sido motivo de grande dor de cabeça para o prefeito, que já esboçou a intenção de exonerá-los, mas preferiu dar antes uma advertência.

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Moradores do bairro Banco da Vitória, em Ilhéus, estão indignados com a Prefeitura e especialmente com a Secretaria Municipal de Saúde. O motivo é a situação da unidade de saúde existente na comunidade, que há algum tempo já funcionava precariamente e nesta sexta-feira, 13, simplesmente fechou as portas sem que os usuários tivessem recebido qualquer tipo de informação ou satisfação.
Os moradores exigem não só a reabertura, mas que a unidade de saúde passe a funcionar em condições decentes, com instalações adequadas (algumas salas têm problema de infiltração e servem de morada para morcegos) e profissionais em número suficiente para atender à demanda.

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Sem ter ainda “dito a que veio”, o secretário de Saúde de Itabuna, Geraldo Magela – aquele que ao assumir prometeu colocar a saúde em ordem no prazo de 90 dias – mantém a estratégia de embate com a Secretaria da Saúde do Estado. A última história é a de que as unidades de PSF estão há seis meses sem receber os repasses da Sesab, que também seria responsável pelo atraso de salários no Creadh, Hospital de Base, Caps e outros setores da saúde municipal.
A estratégia escolhida deixa claro o problema da saúde em Itabuna: uma absoluta falta de gestão e a busca de subterfúgios na tentativa de justificar o injustificável. A própria casa está suja, mas a culpa é de quem está fora.
Tem sido assim o trabalho de Geraldo Magela, cuja aspiração máxima é conseguir a gestão plena da saúde e vitaminar os cofres de sua pasta. A ideia não anda exatamente pelo perfil do governo local e pelo temor de que os recursos da saúde venham a servir a outros objetivos.
O governo não desperta confiança e o secretário Magela dá expressiva contribuição para isso. À frente da Secretaria, nada realizou, além de criar factoides e exercitar uma política burra e infrutífera de bate-boca com a Sesab, seja o assunto a plena, a dengue, o Hospital de Base ou os repasses para o município.
Magela, apresentado como o hábil articulador, amigo de Jorge Solla, de livre trânsito no Governo do Estado, vai se confirmando como um ilusionista de marca maior  ou, como se diz por aí, um belíssimo garganteiro. Para ser secretário de Saúde de Itabuna, falta-lhe muita coisa, principalmente competência.