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O médico Sílvio Porto está propondo a criação em Itabuna de uma unidade para atendimento de casos de acidente vascular cerebral (AVC). O neurologista diz que o AVC é a maior causa de óbitos na Bahia e o atendimento imediato pode reduzir sequelas ou salvar o paciente. A unidade em Itabuna seria a primeira do interior do Nordeste brasileiro.
Porto cita que pacientes vítimas de AVC isquêmico agudo possuem “maior sobrevida, maior independência e maior chance de estarem morando em suas casas após um ano do caso, conforme experiência dos serviços que contam com essas unidades”.
A unidade para atendimento de casos de AVC é formada por equipe multidisciplinar formada por cardiologistas, pneumologistas, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos.
O neurologista diz que pretende apresentar o projeto em reuniões de clubes de serviço, escolas, faculdades ou em entidades interessadas em conhecer o funcionamento de uma UAVC.
Do site Bem Mais Saúde

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O Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti, realizado em Ilhéus de 3 a 5 de janeiro, apontou a presença de focos do mosquito transmissor da dengue em 9 de cada 100 imóveis vistoriados. A grande quantidade de focos (quase dez vezes superior ao que o Ministério da Saúde considera aceitável) será combatida com a intensificação das ações da rede de controle de endemias, em um trabalho coordenado com as equipes de PSF e os agentes comunitários de saúde.
As localidades com o maiore número de focos, de acordo com o levantamento, são Alto do Carvalho (30% dos imóveis), Banco da Vitória (22%), Alto do Coqueiro (20,8%), Novo Vilela (21,9%) e Basílio (17%).
A Prefeitura de Ilhéus  contará com um reforço financeiro para  as ações conta a dengue. Está previsto um aporte de R$ 142 mil do Ministério da Saúde, após técnicos do município elaborarem plano de contingência destinado ao controle de focos.

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Levantamento realizado nos últimos dez anos pelo Ministério da Saúde revelou que a Bahia é o estado nordestino com o maior número de mortes provocadas por acidentes de trânsito. A média é de cinco óbitos por dia e a estrada que se destaca nessa contabilidade macabra é a BR-324.
Ainda de acordo com os números do Ministério, os homens estão envolvido na maioria dos acidentes (85%) e 46% das vítimas são jovens com idade entre 18 e 25 anos.
Os dados também demonstram que a imprudência está relacionada à grande maioria dos acidentes no trânsito, uma vez que suas causas mais comuns são excesso de velocidade, ultrapassagem em local proibido, falta de atenção e consumo de bebida alcoólica.

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Do G1:
Segundo a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), os sete casos de meningite C que resultaram em três mortes durante uma semana em Costa do Sauípe, no Litoral Norte da Bahia, já são considerados um surto da doença. No entanto, a Vigilância Epidemiológica do Estado descartou a possibilidade de ter havido disseminação entre os foliões que participaram do Sauípe Folia, micareta indoor realizada de quarta (7) a sábado (10) nas instalações dos hotéis de luxo do complexo turístico. Grandes nomes da axé music se apresentaram para baianos e turistas.
Como medida preventiva, a Secretaria informou que cerca de 1.800 pessoas que estiveram em Costa do Sauípe neste período receberam medicação para bloquear o surgimento de novos casos. A Sesab afirma que os casos da doença não têm relação com a festa e nenhum hóspede foi contaminado.

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O prefeito de Ilhéus já deixou a UTI do Hospital Espanhol, mas continua internado em um apartamento da mesma instituição de saúde na capital baiana. A previsão é de que Newton Lima fique fora do cargo por um período de três meses, cumprindo recomendação médica, mas familiares do gestor ilheense defendem que ele não mais retorne ao comando do município.
Newton passou mal quando despachava em seu gabinete, na terça-feira, 6. Ele recebeu o primeiro atendimento na Policlínica de Ilhéus e foi depois levado para a UTI do Hospital São José. Na madrugada do feriado de 7 de setembro, o prefeito seguiu para Salvador, numa UTI aérea. Segundo informações, ele sofre com uma úlcera e tem outros problemas decorrentes de stress.
O vice-prefeito Mário Alexandre, do PSDB, foi empossado no cargo nesta quinta-feira, 8.

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Surgem novas evidências de uso político do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), de Itabuna. Apesar de alegar profunda crise devido ao repasse mensal de apenas R$ 1,95 milhão, a unidade de saúde vem ampliando o número de funcionários não-concursados e com salários acima da média do mercado.
Em troca de apoio político do PV ao prefeito Capitão Azevedo, o presidente dos verdes, Glaby Carvalho De Andrade, o Glebão, assumiu a coordenação de atendimento ambulatorial do Hospital de Base. Uma sinecura mensal de R$ 3 mil.
Detalhe: o cargo foi criado exatamente para acomodá-lo. Antes, a função era exercida por uma servidora concursada do próprio Hblem. Mais que acomodação e bom salário, Glebão terá a chance de fazer política, pois a coordenação define marcação de consultas, por exemplo.
Como já dito aqui, a folha de pagamento do Hospital de Base saltou de R$ 570 mil para R$ 816 mil em menos de um ano (2010-2011), embora os servidores tenham recebido reajuste de apenas 6% na última campanha salarial (o que significaria acréscimo de R$ 34,2mil à folha).
O que diria a nova gestora, Gilnay Santana?

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Do G1:
O técnico Ricardo Gomes, de 46 anos, está sendo submetido a uma cirurgia para drenagem de um coágulo formado no lado direito do cerébro após um acidente vascular cerebral (AVC) com hemorragia na noite deste domingo, durante a partida entre Vasco e Flamengo. A operação, que é realizada pelo médico José Antônio Guasti, deve durar cerca de três horas e tem o objetivo de controlar a hipertensão craniana para não danificar o tecido cerebral, o que poderia causar sequelas motoras.
Segundo a assessoria do hospital em que o treinador é operado, o caso é gravíssmo.

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Ao vereador ilheense Jailson Nascimento (PMN) sempre foram imputados alguns malfeitos na rede pública de saúde do município. Situação esta que ganhou destaque nesta sexta-feira, 26, quando deputados que integram a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa visitaram postos de atendimento nos bairros de Ilhéus.
Jailson, de olhos e ouvidos bem atentos, ficou na cola dos parlamentares estaduais, sem arredar pé, acompanhando cada passo bem de perto.
A marcação cerrada do vereador deu o que falar. Houve quem notasse algum receio e outros viram simplesmente um vereador no estrito cumprimento de seu dever de fiscalizar o bom andamento da coisa pública.
O problema do povo, como se sabe, é a maldade…

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O PIMENTA encerrou a enquete sobre a situação do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães. Mil cento e oitenta e seis internautas opinaram sobre a responsabilidade pela crise da maior unidade hospitalar do SUS no sul da Bahia e, para 50% deles, a Prefeitura é a maior culpada pelo sucateamento do Hblem.
Para 13% dos internautas, o Estado é que está falhando na busca de uma solução para as dificuldades do hospital, mas um número bastante significativo (37%) de respostas indica como responsáveis tanto o governo baiano quanto a Prefeitura de Itabuna.
A partir de agora, você pode opinar em uma nova enquete. A pergunta é: “qual o maior problema de Itabuna?”. Clique aí, ao lado direito da página, e deixe sua opinião.

Enquete encerrada

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Sob o título Tribunal da Prepotência, o editorialista não deixa pedra sobre pedra… Confira:
O político brasileiro, dentre outras tendências igualmente pouco nobres, parece ter desenvolvido ao longo do tempo uma forte vocação para o autoritarismo. Candidatos de variadas idades e correntes ideológicas passam a ser “donos do mundo” tão logo se elegem, colocando-se acima de qualquer crítica. Nesse tribunal da prepotência, a mídia há de ser imediatamente condenada ao silêncio suspeito ou ao encômio encomendado. E esse procedimento insultuoso à liberdade de expressão será estendido a todas as representações sociais, conclamadas (quando não cooptadas) a dizer a palavra que mais agradavelmente soa aos ouvidos do poder: “amém”.
Em Itabuna, cidade de muitas mazelas políticas, o Conselho Municipal de Saúde (CMS) faz grave denúncia sobre essa questão: um parlamentar estadual teria proposto às autoridades a extinção daquele colegiado – em resposta a críticas cometidas contra o modelo de administração do Hospital de Base. O CMS, conforme já demonstrou publicamente, advoga a estadualização do hospital – que passaria a ser de responsabilidade do estado e não mais do município de Itabuna – mas isto não é, do nosso ponto de vista, relevante. O que importa é que o CMS tem direito (e dever!) de manifestar-se sobre as questões da saúde pública – o que foi feito.
A vida democrática (a que vastos setores da sociedade brasileira ainda não se habituaram) exige equilíbrio, bom senso e tolerância para administrar conflitos de ideias. Não impõe concordância, mas depende de respeito entre facções contrárias. Às vezes, a discussão de duas teses opostas mostra que a melhor é uma terceira – mas não se chega a isso sem grandeza, que é irmã da humildade e inimiga da arrogância. Neste caso, entretanto, não se necessita de ponto de vista alternativo, pois o equivoco é flagrante, não parecendo abrigar qualquer dúvida: o CMS é tão legítimo quanto o mandato do parlamentar, pois ambos estão validados pela lei.
Diante do caos instalado no Hospital de Base, uma realidade salta aos olhos: a frente de batalha paralela e pessoal aberta pelo deputado em nada ajuda à população pobre de Itabuna.

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Tem gente que ainda insiste em desprezar o alto risco produzido pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. É o caso do proprietário do imóvel situado no número 182 da Rua Hermínio Ramos, bairro do Pontal, em Ilhéus. Neste endereço, o inseto que mata tem à inteira disposição dois tanques descobertos para se reproduzir tranquilamente.
Se apenas os (i)rresponsáveis pelo descaso estivessem em risco, menos mau. Porém, como o mosquito costuma fazer suas vítimas num raio de um quilômetro…

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O governo baiano enviou à Assembleia Legislativa, em regime de urgência, um projeto para limitar o uso do plano de saúde do servidor, o Planserv. Com a alegação de que há abusos por parte de 5% de servidores e dependentes, o governo quer transformá-lo em plano co-participativo. Ou seja, o usuário teria uma cota anual e pagaria determido valor quando ultrapassasse esse limite.
O usuário pagaria R$ 6,00 a partir da sétima consulta, R$ 10,00 por exame – ou, no máximo, R$ 30,00/mês por pessoa, que terá direito a dez procedimentos ou exames, sendo que a cobrança adicional começaria com o uso acima desse limite. O projeto limita também até mesmo atendimento de emergência (seis por ano). Conforme o jornal A Tarde, a regra não vale para acompanhamento pré-natal, pediátrico e programas de prevenção. A medida do estado desagrada servidores estaduais.

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Serviço tem alta aprovação popular, mas o salário…

Os funcionários do Samu 192 de Itabuna recebem os mais baixos salários da Bahia e reclamam da desvalorização. Técnicos de enfermagem, por exemplo, recebem praticamente a metade de profissionais da mesma área e que atuam no Samu de Ilhéus e Vitória da Conquista.
O salário deste profissional no Samu itabunense é de R$ 800,00, enquanto em Ilhéus e Vitória da Conquista paga-se quase o dobro, R$ 1.400,00.
– A gente vai ao secretário [Geraldo Magela] para cobrar equiparação e ele sempre fica empurrando e dizendo que aumenta quando a [gestão] plena retornar. Essa enrolação não é de agora – reclama uma das vítimas do arrocho.
Sobre o valor do salário ainda há o desconto de 8% do INSS. Líquido no bolso do técnico, só R$ 736,00. Médicos e enfermeiros também reclamam das condições precárias de trabalho e da remuneração baixa.
Os técnicos recebiam R$ 1.200,00 quando o Samu foi implantado em Itabuna, em 2004. Quando a contratação dos profissionais passou a ser feita pela Sodesp, em 2006, o salário caiu para R$ 600,00. “Foi uma vergonha”, relata um técnico em enfermagem”. A remuneração passou a R$ 800,00 quando a oscip saiu de cena.
A desvalorização atingiu todas as categorias que trabalham no Samu, segundo uma técnica ouvida pelo PIMENTA. Todos preferem não se identificar porque não são concursados e temem a perda do emprego. No comparativo com outras cidades, a defasagem é ainda maior entre os enfermeiros.
Magela promete melhoria salarial.

Por telefone, o secretário de Saúde de Itabuna, Geraldo Magela, disse que negocia com o sindicato dos servidores reajuste para todas as categorias do Samu 192. Ele reconhece a defasagem salarial em Itabuna, mas promete pagar até janeiro de 2012 o mesmo que recebem os profissionais de Ilhéus. “Todos vão ter recomposição já neste mês”, anuncia. “A gente já fez levantamento e só falta fechar acordo”.
A previsão de Magela é de um maior desembolso do município na contrapartida para manutenção do Samu 192, hoje em 20%, e que deve subir a 30% devido ao pagamento de salários. O Samu é mantido com 50% de recursos do Ministério da Saúde, 30% da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) e 20% do município.