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A Bahia é um dos 16 estados brasileiros com risco muito alto de epidemia de dengue e possui sete dos 178 municípios brasileiros com risco de surto ou em situação de alerta para epidemia, segundo o novo Mapa de Risco para a Dengue no Brasil, divulgado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Para combater esta situação, o ministro afirmou que o governo deve investir R$ 1,08 bilhão nas ações de enfrentamento da doença neste verão. Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Juazeiro, Ilhéus, Itabuna e Camaçari estão entre os 70 municípios brasileiros que serão submetidos a monitoramento semanal dos casos, podendo até mesmo ganhar reforço de ações de saúde para evitar a proliferação de casos graves da doença.

Esse grupo de cidades foi classificado pelo chamado “risco dengue”, que cruza os números da infestação pelo mosquito Aedes aegypti com a densidade populacional e o tamanho da rede de atenção à saúde. Informações d´A Tarde.

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O novo diretor do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, José Leopoldo dos Anjos, decidiu apelar à caridade dos itabunenses para que a instituição passe a funcionar em condições menos indecentes. Uma das principais estratégias de Leopoldo será incentivar campanhas com o objetivo de arrecadar itens como lençóis e toalhas.

A necessidade do Hblem é de 1.500 novos lençóis e, para supri-la, uma campanha foi lançada nesta segunda-feira, 10, com o apoio da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna. Outras ações do tipo serão deflagradas.

O Hblem é o hospital municipal baiano que recebe o maior volume de recursos do Governo do Estado: R$ 1,5 milhão por mês, além de uma contrapartida de R$ 300 mil da Prefeitura, que nem sempre paga em dia a sua parte.

Os valores são insuficientes para a demanda da instituição, que atende pacientes de mais de 100 municípios baianos, além de pessoas provenientes de Minas Gerais e do Espírito Santo. O Governo do Estado já propôs a estadualização do Hblem, mas a Prefeitura – que utiliza a estrutura hospitalar para emprego de apadrinhados políticos – recusa transferir a gestão.

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Funcionários da Santa Casa em protesto no Calixto.

Profissionais da saúde nos municípios de Ilhéus e Itabuna, no sul da Bahia, fizeram mobilizações ontem e hoje contra o atraso de salário de dezembro. Em Ilhéus, a rede básica suspendeu atendimento e o número de servidores em greve aumentou com a adesão dos agentes de comunitários de saúde e de combate à dengue. Já em Itabuna, os funcionários da Secretaria Municipal de Saúde devem ser pagos até amanhã, segundo promessa do secretário Geraldo Magela.

Há pouco, dezenas de empregados da Santa Casa de Misericórdia fizeram manifestação em frente ao hospital Calixto Midlej Filho. “Já encaminhamos representação ao Ministério Público do Trabalho contra a provedoria para que o dinheiro saia em dia”, afirma o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), Raimundo Santana.

Os funcionários da Santa Casa cobram o salário de dezembro. Haverá novas manifestações amanhã e quinta, nos hospitais Manoel Novaes e São Lucas, respectivamente. A provedoria alega dificuldades de caixa e tem pago os mais de 2 mil funcionários na segunda quinzena de cada mês.

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O Coeso (Comitê de Entidades Sociais em Defesa dos Interesses de Ilhéus e Região) pretende se engajar no combate à dengue. Representantes da entidade afirmam que o índice de infestação superior a 6% e a inclusão de Ilhéus entre as cidades brasileiras com risco de enfrentar epidemia neste verão justificam a mobilização.

Aldicemiro Duarte, coordenador-geral do Comitê, adianta que serão enviados ofícios esta semana ao prefeito Newton Lima, ao secretário da Saúde Jorge Arouca e representantes de entidades da sociedade civil organizada e Ministério Público. No documento, o Coeso propõe um plano de emergência contra a dengue.

Um dos pontos da estratégia inclui a realização dos conhecidos mutirões para o controle dos focos nas comunidades.

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O início de 2011 para os servidores da saúde em Ilhéus não tem sido nada bom. Os funcionários ainda não receberam o salário de dezembro e decidiram cruzar os braços. A direção do Sindicato dos Servidores Públicos de Ilhéus (Sinsep) aconselhou os trabalhadores a manter as unidades fechadas, para pressionar o governo.  Hoje, quem precisou de atendimento na rede básica viu portas fechadas.

O secretario de Saúde, Jorge Arouca, disse que a prefeitura está sem condições de efetuar o pagamento até o quinto dia útil do mês. Arouca alega falta de recursos. A previsão é que o pagamento saia entre 15 e 20 de janeiro, assim como o 13º salário de parte do funcionalismo.

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Os frequentes atrasos de salários nos hospitais da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna levaram o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi) a denunciar a instituição à Superintendência do Trabalho e Emprego. O sindicato também pretende solicitar a intermediação do Ministério Público do Trabalho, com o objetivo de formalizar um Termo de Ajustamento de Conduta que organize o calendário de pagamentos.

Além dessas medidas, o Sintesi programou uma série de manifestações para esta semana. A primeira será na terça-feira, 11,  a partir das 13 horas, em frente ao Hospital Calixto Midlej Filho. Nos dias 12 e 13, no mesmo horário, haverá protestos, respectivamente, em frente aos hospitais Manoel Novaes e São Lucas.

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Se o novo diretor do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, José Leopoldo dos Anjos, pretende de fato resolver os problemas daquela instituição, precisará comprar brigas homéricas com o prefeito José Nilton Azevedo e os vereadores de sua base. É que eles transformaram o hospital em cabide de emprego para apadrinhados e os recursos que hoje faltam para o essencial, sobram nos bolsos de “fantasmas”.

Hoje pela manhã, na Rádio Nacional, o assunto foi abordado pela comunicadora Kelly Dourado. Segundo ela, um indicado do veredor Solon Pinheiro (PSDB) recebe verdadeira fortuna no Hblem sem necessidade de dar expediente.

Aí é caso de polícia!

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O administrador de empresas, com especialização em administração hospitalar José Leopoldo dos Anjos toma posse às 15 horas desta sexta-feira como o novo presidente da Fundação de Assistência à Saúde de Itabuna (Fasi), instituição que administra o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães.

Leopoldo, que já dirige a Maternidade Esther Gomes, vai assumir o Hblem em seu momento de pior crise. Ele substitui o professor Antônio Costa.

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O vice-prefeito de Itabuna, Antônio Vieira, não quis correr o risco de ficar desalojado após sua saída da Secretaria da Saúde, na última terça-feira, 04. Rapidinho, Vieira mudou-se para o gabinete desocupado pelo ex-secretário da Administração, Gilson Nascimento, que deixou o governo no final de dezembro.

Já na quarta-feira, o vice desembarcava com caixas e papéis na antiga sala de Nascimento. O novo secretário da Administração, Maurício Athayde, que também acumula o Planejamento, usará apenas sua velha sala para cuidar das atribuições das duas pastas. Sem grande prejuízo, uma vez que o atual governo não é muito dado a planejar.

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Resolvida a questão de quem escolher para substituir Antônio Costa na direção do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, o prefeito de Itabuna ainda se sentia, por assim dizer, aperreado por uma questão “delicada”: comunicar a exoneração ao diretor defenestrado.

Segundo informações colhidas pelo PIMENTA, Azevedo estava cheio de dedos para dar a notícia a Costa, embora o nome do administrador de empresas José Leopoldo dos Anjos, atual diretor da Maternidade Esther Gomes, já tenha sido definido.

Leopoldo tem bom relacionamento com a classe médica e sua gestão na maternidade recebe elogios. Aliás, ao que tudo indica, ele irá acumular as duas diretorias, o que exigirá esforço redobrado.

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Apesar de suas propaladas boas relações com a Secretaria da Saúde do Estado, o novo titular da Secretaria da Saúde de Itabuna, Geraldo Magela, que assumiu o cargo no início desta noite, não deverá fazer coro com a Sesab com relação a pelo menos um assunto: a estadualização do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães.

A transferência da gestão do hospital para o Estado é apontada por expressiva parcela da sociedade itabunense como a luz no fim do túnel para a crise da instituição de saúde. O governo baiano aceita a empreitada e o próprio secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, já manifestou em diversas ocasiões sua opinião favorável à estadualização.

Magela, por sua vez, deverá seguir outro caminho, embora ele não tenha abordado o assunto durante a posse. De longe, porém (já que a agenda não permitiu sua presença), o padrinho do novo secretário, o deputado estadual Augusto Castro (PSDB), prescreveu a receita: “a solução não é estadualizar, mas reestruturar o hospital, porque é assim que Itabuna vai recuperar sua posição de polo de saúde que atende mais de cem municípios”, falou Castro em um telefonema ao PIMENTA.

Mais cedo, o blog informou porque o prefeito José Nilton Azevedo não quer, de jeito nenhum, aceitar a estadualização do Hblem.

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O Hospital São Lucas, um dos que integram a rede da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, tem capacidade para atender 150 pacientes por dia. A demanda, no entanto, tem sido o dobro desde dezembro, o que gera transtornos ao funcionamento da unidade hospitalar.

A situação começou a ficar mais complicada quando os funcionários do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) deflagraram greve no final do mês passado. Mesmo após o fim da paralisação, muitos pacientes continuaram procurando a instituição da Santa Casa, numa fuga do precário atendimento prestado pelo Hblem. Muitos pacientes, com problemas mais simples, também alegam não encontrar médico nas unidades básicas de saúde dos bairros.

O resultado tem sido um verdadeiro caos no pronto-socorro do São Lucas, um hospital referenciado para o atendimento de emergências clínicas, incluindo pacientes oncológicos e renais. Já “o Hospital de Base é exclusivo para os pacientes de neuro e trauma”, explica a gerente de enfermagem do hospital da Santa Casa, Ana Paula Carqueija.

Sem outro jeito a dar, o São Lucas passou a fazer uma triagem, já que não é possível atender todos os pacientes que chegam. O hospital dispõe de dez boxes para o atendimento e dois isolamentos no pronto-socorro, uma capacidade limitada que exige prioridade para os casos de maior urgência. Ana Paula esclarece que “após ser definida a classificação de risco, o tempo de atendimento de cada paciente dependerá da gravidade do caso”.

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Vieira: atuação política.

Ficou no “paz e amor” a reunião ocorrida há pouco no centro administrativo Firmino Alves entre o prefeito Capitão Azevedo (DEM), o vice Antônio Vieira e o novo secretário de Saúde, Geraldo Magela, além da presidente do DEM itabunense, Maria Alice Pereira. Consta que Maria Alice e Vieira, defendendo os interesses do DEM, foram pressionar o prefeito contra a nomeação de Magela para a Saúde ou ceder mais cargos para o partido.

Ao final, o ex-secretário disse que não há clima de pressão pra cima de Azevedo e que conhece Magela tecnicamente, apesar de desconhecer a gestão do novo secretário quando este comandou a Saúde em Teixeira de Freitas. Vieira disse que agora vai se dedicar à política (e à sua clínica Cotef), mas não perderá de vista o novo secretário. Estará colado. Confira o rápido bate-papo com o PIMENTA.

PIMENTA – O senhor continua na pasta?
ANTÔNIO VIEIRA –
Não, não, não. Eu já me afastei há mais de 15 dias. Vocês me ligaram à época e eu informei da saída.

A informação nova é que o senhor não teria concordado com a escolha do prefeito para a Saúde.
Eu não devo estar interferindo nisso. É uma escolha do prefeito e ele é livre para escolher. Eu conheço o Magela tecnicamente, participamos de várias reuniões. Tecnicamente, ele é muito competente. Não sei como foi o trabalho dele em Itamaraju, mas não deve haver nada desabonador contra ele, não.

A sua assessoria informou que haveria a divulgação de uma carta. Será divulgada?
O conteúdo é conhecido. Eu não estou deixando o cargo por pressão. Estou deixando porque achei que estava na hora de sair, pois tenho outras obrigações. Vou agora ajudar o prefeito, politicamente.

A atuação do senhor, que é vice-prefeito, será eminentemente política?
Sim, e não vou deixar de estar ao lado do secretário, somos de um mesmo governo e aliados.

Essa nova linha foi acordada na reunião desta tarde?
Já tive reunião com o prefeito e com o novo secretário. Estive ausente [da cidade] por dez dias, mas o prefeito concordou com o nome de Magela. Achou que deveria ser ele e que tecnicamente tem muito conhecimento.

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Neste momento, o ainda secretário de Saúde de Itabuna, o vice-prefeito Antônio Vieira, participa de reunião tensa no centro administrativo Firmino Alves. A promessa é de que ele divulgará uma carta pública, em instantes, se posicionando sobre os problemas da saúde municipal e não dispensará críticas à escolha do prefeito Capitão Azevedo (DEM) para substituí-lo na Saúde.

A carta será divulgada em instantes, conforme um de seus assessores. Todo o conteúdo da carta será conhecido momentos antes da posse de Geraldo Magela como novo secretário de Saúde.

Magela foi exonerado do cargo de secretário da Saúde de Teixeira de Freitas em setembro de 2010, acusado de promover um rombo nas contas municipais estimado em R$ 8 milhões. Ele nega o rombo e diz que a conta é menor (R$ 3,5 milhões) e seria coberta pelo Estado com recursos para o serviço de cardiologia em Teixeira.

Chamem o bombeiro.

Com informações do Trombone.