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O descaso da Prefeitura de Itabuna fez com que o Centro de Reabilitação e Desenvolvimento Humano (Creadh) fechasse as portas nesta sexta-feira, 25. Isto ocorreu porque o governo municipal não atendeu às repetidas solicitações para que disponibilizasse segurança à unidade de saúde, situada em uma rua semi-deserta e perigosa no bairro São Judas.

A falta de vigilância facilitou a ação de assaltantes, que invadiram o centro e levaram quase tudo nesta manhã: de computador a botijão.

A Prefeitura ainda não informou quando o Creadh voltará a funcionar, mas é provável que nos próximos dias a guarda municipal seja mobilizada para zelar pela unidade. Depois que o ladrão entra, os negligentes certamente vão se mexer.

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O prefeito Capitão Azevedo (DEM) não é lá um entendido em saúde pública, mas deve melhor se assessorar nesta área para evitar curto-circuito político. Seria bom o alcaide conferir melhor as propostas que a sua equipe apresenta, mesmo que informalmente, ao governo do Estado.

Um exemplo: não pegou bem a proposta de “capar” parte dos recursos enviados à Santa Casa de Misericórdia de Itabuna para irrigar os cofres do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem). A história caiu no ouvido de um membro da provedoria da Santa Casa e só não provocou forte reação porque a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) antecipou que descartou a proposta (indecente) no nascedouro.

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Pela “enésima” vez, o Hospital Santa Isabel, de Ilhéus, será levado a leilão. A nova tentativa acontece nesta terça-feira, 22, às 9 horas, na sede do TRT em Itabuna.

O lance mínimo para arrematar o Santa Isabel foi estabelecido em 3 milhões de reais. De acordo com o advogado Davi Pedreira, do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Itabuna e Região, o valor não dá sequer para cobrir o passivo trabalhista, estimado entre 4 e 5 milhões de reais.

O imóvel onde funcionou o Santa Isabel é avaliado em quatro vezes o valor do lance mínimo. Possui três andares e uma área de 3.048 metros quadrados.

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Em busca de uma saída para a crise na Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus, o deputado federal Geraldo Simões (PT) e a estadual Ângela Sousa (PSC), acompanhados pelo provedor da entidade filantrópica, Eusínio Lavigne, reúnem-se nesta quarta-feira, 23, em Brasília, com o ministro da Saúde Alexandre Padilha. A audiência acontece na sede do Ministério e o pedido será a ampliação do aporte de recursos destinados para manutenção do Hospital São José, da Santa Casa.

A instituição passa por grave crise e, recentemente, enfrentou uma paralisação devido ao atraso de salários.

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O prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo (DEM), encontra-se na capital baiana, em companhia do secretário municipal da Saúde, Geraldo Magela. Ambos participaram há pouco da entrega de novas ambulâncias do Samu para cidades baianas, num evento que contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Itabuna recebeu dois veículos.

Para não “perder a viagem”, Azevedo e Magela apresentaram ao ministro um pedido para que o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães seja contemplado com mais recursos federais. Padilha teria abordado o caminho de estadualizar o Hblem, hipótese que prefeito e secretário voltaram a rechaçar.

Na visão de Magela, o problema do hospital não está relacionado à gestão, mas ao aporte de recursos. Segundo ele, a discussão estaria contaminada por questões “meramente político-partidárias”.

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Após dois dias de paralisação, os trabalhadores do Hospital São José, da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus, retomaram as atividades nesta quinta-feira, 17. A decisão ocorreu em assembleia conduzida pelo Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região, depois que a direção do hospital se comprometeu a quitar os salários atrasados.

Outros compromissos assumidos pela instituição foram o de assegurar a estabilidade dos funcionários pelo período de 90 dias, além de não descontar os dias parados.

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O médico Jorge Arouca pegou um grande abacaxi ao assumir a Secretaria de Saúde de Ilhéus, ano passado. Ele não esperava facilidade no cargo. Secretaria em grande desequilíbrio financeiro, atendimento que pode ser descrito como caótico e grandes esquemas na pasta. Em meio a tudo isso, suspeitou-se de armadilha com a participação de agentes internos e externos para provocar um colapso na saúde por esses dias.

E o que fez Arouca? Partiu para o diálogo, revelando o quadro encontrado, o trabalho que está sendo feito e as metas trilhadas para a gestão. Optou pela franqueza que lhe é característica. O secretário conseguiu livrar-se de amarras e arregimentar parceiros para a missão.

Agora, basta uma mãozinha do prefeito Newton Lima, livrando a pasta de nomes – e mãos… – indesejáveis na pasta para que se consiga tirar a saúde ilheense da UTI.

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Os trabalhadores da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus cruzam os braços a partir das 4h30min da manhã desta terça-feira (15), em protesto contra o atraso de salários. A decisão foi mantida após a provedoria da Santa Casa reunir-se com o prefeito Newton Lima e o secretário de Saúde, Jorge Arouca, e de Finanças, Jorge Bahia.

A prefeitura acenou com a possibilidade de pagar o equivalente a 25% do salário de dezembro e outros 25% de janeiro dos trabalhadores. A proposta foi rejeitada e a greve será deflagrada.

A rede básica de saúde em Ilhéus deve enfrentar greve nesta quarta (16). Os servidores promovem assembleia às 9h para decidir se paralisam as atividades. A prefeitura apresentou contraproposta para quitar todos os atrasados no dia 10 de março. A decisão final dos servidores será tomada na quarta.

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Ao que parece, o médico Antônio Vieira, vice-prefeito de Itabuna, costuma às vezes acordar com uns arroubos de coragem que lhe estimulam a criticar o amigo de longa data, e ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes. Mas o surto acaba rápido e logo o vice retoma o estado normal, voltando a afagar seu chegado.

O último surto se deu durante entrevista do médico à revista Contudo. Nesta, Vieira falou de um rombo de R$ 10 milhões encontrado na Secretaria da Saúde de Itabuna, dívida herdada do governo passado. Leia-se Fernando Gomes.

Ocorre que a febre passou e o vice-prefeito retorna às páginas da Contudo neste fim de semana, mas agora para colocar panos quentes e retratar-se pela “ousadia”. Respeitoso, ele afirmou que em momento algum atribuiu qualquer rombo ao ex-prefeito e, se assim lhe entenderam, é porque não se fez interpretar da maneira correta.

Durma-se com um barulho desses.

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Magela desconhece dívida.

Os integrantes do movimento pela estadualização do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) ficaram de orelhas em pé, ontem, durante reunião com o secretário de Saúde de Itabuna, Geraldo Magela. O novo titular da Pasta disse desconhecer a dívida de R$ 10 milhões do município com os prestadores de serviços na área de saúde.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), Raimundo Santana, reagiu: – Ao ouvir uma resposta dessa sobre um problema grave, a gente fica preocupacado em relação a que tipo de tratamento os prestadores de serviços terão do governo.

A dívida é de outubro de 2008 e, segundo o ex-secretário Antônio Vieira, foi provocada pelos ex-gestores Fernando Gomes (prefeito) e Jesuíno Oliveira (secretário da Saúde). Naquele mês – e até hoje -, as empresas que prestavam serviços ao SUS não receberam do município. Itabuna perdeu a gestão plena da Saúde um mês depois.

O secretário Magela também é contrário à estadualização do Hblem. Ele disse que este não é o caminho e afirmou que pretende dobrar, imediatamente, o número de UTIs no Hospital de Base. “Não vemos consistência nas propostas de futuro apresentadas pelo secretário, pois elas não indicam quais as fontes de receita”, diz Santana.

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Antônio Nunes de Souza | ansouza_ba@hotmail.com

Meu amigo vai ter que apelar muito a Chico Xavier para analisar os salários psicografados.

Com mais um engodo e paliativo de disfarce, o prefeito Capitão Azevedo mudou o secretário da saúde e, imediatamente, o presidente do HBLEM – Hospital de Base, como se com essas atitudes fosse fazer o povo acreditar que agora as coisas vão funcionar a contento e teremos uma assistência médica digna na região.

Mas, felizmente, nesses dois anos de administração já temos uma convicção de que houve um grande erro do eleitorado em confiar num vice-prefeito que concordou e foi parceiro em uma das administrações mais terríveis que tivemos nos cem anos do município. E o interessante é que, vergonhosamente, ele, pela inoperância e desmandos, parece que almeja esse título de “o pior da história” para anexar ao seu currículo.

De forma alguma contestamos a capacidade de ambos os novos membros da saúde. Mas, ao mesmo tempo, temos que ficar desconfiados de que não teremos bons resultados, já que um vem de uma secretaria que o próprio prefeito declarou que ele deixou um buraco de mais de R$ 8 milhões e o outro tem compromissos com uma vertente nada confiável e, seguramente, não tem forças para fazer o que realmente precisa ser feito. Será um novo Costa que vai acatar tudo, tranquilamente, de frente!

O problema existente na saúde do município é de infecção generalizada de cargos de aspones, gepones, direpones, afilhados, parentes, amantes e aderentes, terceirizações descabidas, licitações aviltantes, superfaturamento nas compras e outros comportamentos nada elogiáveis, por incompetência ou maucaratismo. Não consigo entender a razão do Ministério Público não ter requerido uma auditoria severa para comprovar essas claras denúncias que a mídia, sindicatos, Conselho de Saúde, a sociedade etc., fazem cotidianamente. Basta se fazer uma visita ao Hblem para, sem nenhum trabalho, comprovar-se os fatos citados.

Quero esclarecer que essa minha repugnância não se trata de politicagem ou rancores de linhas partidárias. O que estou declarando é lastreado em conhecimento de causa e experiência vivida, já que fui diretor-presidente o Hblem na última gestão do prefeito Geraldo Simões e tive a satisfação de entregar o hospital em condições normais de funcionamento (óbvio que com deficiências em alguns setores), atendendo 1.200 pacientes/dia, 112 municípios, faturamento do SUS variável de R$ 720.000,00 a R$1.200.000,00, e pagávamos todas as nossas contas rigorosamente em dia. Deixamos apenas um débito flutuante de R$ 2 milhões (que é normal em qualquer instituição desse porte).

Com relação ao corpo funcional, todo esse atendimento era feito com 367 funcionários. E hoje, que nada funciona, o hospital conta com quase 600 funcionários (?). Certamente são os “fantasmas” que meu amigo Leopoldo, sem alternativa, espera cobrir com novos lençóis para que eles fiquem mais bonitos e felizes. Meu amigo vai ter que apelar muito a Chico Xavier para analisar os salários psicografados.
Um detalhe de grande importância: nunca recebi um único centavo do governo estadual e nem sequer um comprimido de Melhoral, devido à retaliação partidária. Portando, o caso não é de lençóis. O que acontece é que tem um grupo bem “enfronhado” faz questão de “acobertar” as barbaridades que estão fazendo com o dinheiro público debaixo dos “colchões”.

Em última instância, se você é daqueles que acreditam em Saci e Caipora, compre uns lençóis e mande de presente. Mas… têm que ser brancos!!!

Antônio Nunes de Souza é escritor, autor de “Vida Louca”.

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Os servidores municipais lotados na Secretaria de Saúde de Itabuna ainda não receberam o salário de janeiro, embora a prefeitura tenha se comprometido a quitá-lo na última segunda-feira, 7. O setor de saúde municipal conta com cerca de 1,8 mil servidores.

Wilmaci Oliveira, do Sindserv, vai na titela: “A categoria não agüenta mais tanta mentira desse governo que a cada dia se afunda na crise de credibilidade perante a sociedade itabunense”.

Além de não receber o salário, os servidores estão sem vale-transporte.

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O prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, compareceu na noite desta terça-feira, 8, a uma reunião do Rotary Clube no Palace Hotel. Foi acompanhado do secretário da Saúde, Geraldo Magela, e mais dois membros do primeiro escalão.

A reunião era tranquila e até sonolenta, como é a praxe nos encontros rotarianos. Até que um dos membros do clube quebrou a monotonia.

Antônio Nunes, ex-diretor-presidente da fundação que administra o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, acabara de ouvir lamentos do secretário Magela e decidiu fazer uma comparação entre a situação atual do Hblem e o período no qual ele dirigiu a instituição, nos idos de 2004.

O hospital recebe atualmente R$ 1,5 milhão do Governo do Estado (nenhuma outra instituição hospitalar municipal recebe tantos recursos do governo baiano) e mais R$ 300 mil da Prefeitura. Tem mais de 600 funcionários, que sofrem com o atraso dos salários. Além disso, falta tudo: de esparadrapo a tomógrafo.

Segundo Nunes, sob sua gestão o Hblem tinha a metade do número de funcionários que possui hoje e a receita mensal oscilava entre R$ 720 mil e R$ 1,2 milhão. “Não recebíamos nem uma agulha do Governo do Estado, que à época (comandado pelo carlista Paulo Souto) retaliava Itabuna (então governada pelo PT)”.

O ex-diretor-presidente do Base lembrou também que o hospital, a despeito de todas as dificuldades existentes hoje, aumentou o número de diretores e ainda elevou seus salários. Nunes, por exemplo, recebia R$ 4,2 mil, enquanto o cargo equivalente fatura atualmente R$ 9 mil.

Com o dobro de funcionários e transformado em cabide de emprego para apadrinhados políticos, fica difícil vislumbrar uma solução para o Hblem. E chega a ser até mesmo imoral mandar mais dinheiro para a entidade, caso ela continue a ser adminstrada da maneira como é hoje.

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Índios pataxós mantêm a ocupação na base da Funasa em Porto Seguro. Eles reivindicam melhorias no serviço de saúde prestado às aldeias da região e afirmam que só deixam o local após serem recebidos por representantes da própria Funasa e da Secretaria Especial de Saúde Indígena.

Há informações de que o encontro das lideranças indígenas com os representantes dos órgãos ligados ao Ministério da Saúde ocorra na próxima terça-feira, dia 08.

Apesar de haver centenas de índios na base da Funasa, a ocupação é pacífica.

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Solla dá posse a Bicalho como novo diretor do Roberto Santos.

O médico Paulo Bicalho, ex-secretário de Saúde de Itabuna, é o novo diretor do Hospital Roberto Santos, em Salvador. A posse ocorreu nesta quinta (3) em uma solenidade que contou com a presença de figuras como o ex-governador Roberto Santos.

Bicalho anunciou a incorporação de um núcleo de gestão do trabalho e educação em saúde com foco no desenvolvimento dos recursos humanos. Segundo ele, o núcleo permitirá que os “coordenadores de setores ou serviços passem a atuar como verdadeiros gestores”.

Dado a grandes desafios, Paulo Bicalho, além de secretário de Saúde de Itabuna, também respondeu pela pasta em Camaçari, implantou o Samu 192 em Itabuna, foi diretor médico da Santa Casa de Itabuna e participou da implantação do curso de Medicina da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).