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Faz todo o sentido a reação desesperada e nervosa da direção do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, que impediu hoje o acesso de uma equipe da TV Itabuna às dependências da unidade de saúde. Muito provavelmente, os repórteres foram barrados porque, se entrassem, encontrariam lá dentro um dos quatro servidores “afastados” por conta de “supostas irregularidades”.
Segundo informações, o envolvido retornou à ativa muito antes dos noticiados 30 dias de afastamento e, já na sexta-feira, 13, estava mandando e, principalmente, desmandando no Hblem.
Como já se afirmou neste blog, trata-se de vírus renitente e de difícil terapia. Requer tratamento de choque que a atual direção do Hblem não parece habilitada a ministrar.

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Adylson Machado | www.otrombone.com.br

Noticiam que – mais uma vez – o complexo hospitalar da Santa Casa ameaça suspender atendimento de pronto socorro se não atendidas suas reivindicações financeiras junto ao gestor público. Pronto socorro – não precisa muito explicar – é o mais imediato dos socorros de que depende a população.
Debruçamo-nos sobre o tema não somente pela temerária ameaça, quase um moto perpétuo nestes anos (inclusive consumada em tempos não tão distantes no Calixto Midlej), mas por ela esconder um jogo secreto não percebido pelo vil mortal: o que faz um pronto socorro funcionando, se – como buscam demonstrar – traria somente ônus?
Um dos mais competentes secretários de saúde do município de Itabuna que conhecemos, Dr. Paulo Bicalho, enfrentou com altivez e domínio técnico a ameaça da Santa Casa de cerrar as portas do pronto socorro do Calixto Midlej propondo-se a atender, de imediato, as reivindicações do hospital: a Prefeitura de Itabuna assumiria inteiramente o ônus do Pronto Socorro!
Para espanto, a aceitação pelo município foi recusada. Porque Dr. Bicalho só admitia a assunção se a triagem que ali se efetivasse fosse transferida para o Hospital de Base! Ou seja, a cirurgia, por exemplo, que decorresse de um atendimento no pronto socorro do Calixto seria realizada no HBLEM e não no próprio Calixto.
Não precisa dizer que a paz reinou e enquanto Dr. Bicalho foi Secretário de Saúde de Itabuna ninguém na Santa Casa mais falou ou ameaçou de fechar o pronto socorro.
Desdobrando e explicando: é através do pronto socorro que o profissional da Medicina percebe considerável parcela dos recursos dos procedimentos de média e alta complexidade.
Ou seja, a cirurgia decorrente do acidente de carro, moto, queda etc., assim como outros atendimentos mais complexos (cardíacos, renais, neurológicos etc.), ou mesmo um parto em caráter de urgência, está vinculada ao primeiro atendimento, prestado no pronto socorro, e se desdobra em trabalho para muitos: do médico cirurgião aos enfermeiros, passando pelo ortopedista, o anestesista, o cardiologista, o instrumentista etc. E, naturalmente, tudo remunerado pelo SUS.
Em suma, ainda que pareça grosseiro o exemplo, o pronto socorro é uma vitrine para a percepção de melhores remunerações por procedimentos que “rendem” mais.
Quanto ao que dissemos acima, de alguém estar escondendo o jogo – ainda que os recursos estatais para a saúde não sejam o “sonho” perfeito – que tal aproveitar o exemplo do Portal da Transparência do Governo Federal e abrir a caixa dos recursos do SUS recebidos pela Santa Casa e pagos aos seus profissionais?
Não há necessidade de citar pessoas. Basta o nome da atividade. Por exemplo: cirurgião 1, recebe X, cirurgião 2, Y, neurologista 1… e assim por diante. Muito válido, até porque os recursos sob comento são públicos e, portanto, do povo. Depois é só convocar o povo para ajudar a pressionar os Governos.
Adylson Machado é escritor, professor e advogado, autor de Amendoeiras de outono e O ABC do Cabôco, editados pela Via Litterarum.

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Prefeito foi informado há um ano e meio sobre as "irregularidades"

As falcatruas que um grupo de delinquentes vinha praticando no Hospital de Base eram conhecidas pelo prefeito de Itabuna. Há pelo menos um ano e meio, um servidor procurou o prefeito e o informou, com detalhes, sobre tudo o que estava ocorrendo. As mesmas informações foram transmitidas ao presidente da Fasi (Fundação de Assistência à Saúde de Itabuna).
Não houve – como deveria – uma ação enérgica para apurar a roubalheira e ainda hoje Antônio Costa, da Fasi, fica cheio de reservas ao tratar do assunto. Azevedo, o prefeito, ainda não se manifestou.
O que se sabe é que quatro ocupantes de postos-chave no hospital foram afastados por 30 dias, em virtude da existência de “indícios de irregularidades”.
Infelizmente, as providências chegam quando o maior hospital do sul da Bahia já se encontra em adiantado estado de sucateamento e rapinagem, sem condições de prestar um atendimento decente a quem dele precisa.
O Base, atacado pelos gafanhotos do dinheiro público, está na UTI. Mas a “doença” é combatida sem o necessário sentido de urgência e até se comenta que os “vírus” são resistentes a qualquer tratamento.

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A provedoria da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna tem audiência, nesta segunda-feira, 15, com o secretário Estadual da Saúde, Jorge Solla, em Salvador.
O provedor Renan Moreira vai rediscutir os valores repassados pelo Estado à Santa Casa, mensalmente. Se o tom do encontro for o mesmo da reunião de ontem na provedoria, Renan vai, como poderia se dizer na área médica, com o bisturi afiado.
Ele quer um aumento considerável do repasse médio mensal de R$ 3,2 milhões da Sesab para a Santa Casa. É isso ou fecha o Hospital Manoel Novaes para atendimento pelo SUS, por exemplo. Sustentará que os valores repassados não cobrem custos.
Terá pela frente o argumento-diagnóstico de que o problema da Santa Casa é de gestão:
1 – Um levantamento ao qual o Pimenta teve acesso revela que a instituição filantrópica recebeu entre julho de 2009 e julho deste ano R$ 37,7 milhões pelos serviços de média e alta complexidade.
2 – Dos três hospitais da Santa Casa, apenas o Manoel Novaes atende conforme o pactuado com a Sesab. No Calixto Midlej Filho, o cumprimento do rezado em contrato estaria abaixo de 20%, reforçando imaginário recente de que aquele hospital não é para pacientes do SUS.
Há ainda um outro detalhe: conforme relatório da provedoria mostra, nos últimos anos – e apesar da terceirização de serviços, a Santa Casa teria aumentado o número de funcionários de 1.200 para 1.800.
Que impere o bom senso na audiência.

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Os problemas do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, não se resumem às supostas irregularidades constatadas em sindicância realizada na instituição. A Prefeitura de Itabuna também vem dando sua parcela de contribuição para tornar o Hblem um caos.
Nesta quarta-feira, 11, o Sindicato dos Servidores do Município se reuniu com o presidente da Fundação de Assistência à Saúde de Itabuna (Fasi), Antônio Costa, que administra o hospital. E ele foi porta-voz de uma informação desanimadora: o governo municipal não vem cumprindo com os repasses necessários para manter os pagamentos dos funcionários em dia. As datas dos repasses foram estabelecidas em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado entre Prefeitura, Sindicato e Ministério Público.
De acordo com nota do sindicato, os secretários da Fazenda, Carlos Burgos, e do Planejamento, Maurício Athayde, alegam não ter conhecimento do TAC.

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Centro de Radioterapia da Santa Casa

Segundo previsão do Instituto Nacional do Câncer, a Bahia registrará 10.950 novos casos de câncer neste ano de 2010. Destes, 1.030 serão de câncer do colo do útero.
Este tipo de neoplasia é a segunda mais frequente, ficando atrás apenas do câncer de mama, que corresponde a mais de 10% dos casos.
Para o médico radioterapeuta do Centro de Radioterapia da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, José Bandeira, a maior dificuldade para o tratamento da doença ainda é o baixo índice de detecção precoce.
“Estamos com um número médio de detecções muito abaixo das estimativas do Inca”, lamenta o médico, ao constatar os números relativos à área atendida pela Santa Casa. Segundo ele, grande parte das pacientes chega ao centro de radioterapia para iniciar o tratamento com a doença já em estágio avançado.
“São mulheres que relatam a realização periódica anual do exame preventivo, sempre negativado, mas que chegam para tratamento com a doença instalada há dois ou três anos”, relata Bandeira.
Segundo o médico, a rede de atenção básica do SUS deve ser cobrada pela correta orientação dos pacientes, assim como compartilhar a responsabilidade pela segurança dos resultados dos exames.

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O PT esnobou as propostas apresentadas pelos partidos de oposição para o setor de saúde, em uma sabatina promovida hoje pelo jornal A Tarde na capital baiana.
Segundo o PT, ideias como a ampliação do número de PSFs e a descentralização da rede hospitalar, mencionadas pelos opositores do governo durante a sabatina, já estão sendo executadas na Bahia.
Segundo nota da assessoria de campanha do governador Jaques Wagner, a atual gestão construiu 500 postos de PSF, sendo 400 com recursos próprios e 100 com verba federal.
A assessoria também informa que o governo está erguendo cinco hospitais: o do Subúrbio (Salvador) e os outros em Feira de Santana, Juazeiro, Santo Antônio de Jesus e Irecê.

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Empresas que se sentiram lesadas ao sofrer calote estimado em cerca de R$ 427 mil se uniram para denunciar a prefeitura de Itabuna, conta o repórter Oziel Aragão, do Xilindró Web.
As empresas forneceram equipamentos e material de informática para o município sul-baiano e esperam pelo pagamento há um ano, conforme documentos entregues ao Tribunal de Contas da União (TCU) e Ministério da Saúde.
O dinheiro pingou na conta da prefeitura, afirmam os dirigentes das empresas, mas o secretário da Fazenda, Carlos Burgos, teria “segurado” o pagamento.
As empresas denunciantes são a Hosplife Comércio de Equipamentos Hospitalares Ltda., Ultra Imagem do Brasil, Europa Médico Service Ltda, Labor Med Aparelhagem de Precisão, Annray Comercio e Manutenção de Equipamentos Médicos e a Carlos Batista Informática-ME.
Confira a íntegra da denúncia e a resposta de Burgos no Xilindró

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Há pouco, o secretário e vice-prefeito Antônio Vieira informou ao Pimenta que não há previsão sobre quando será pago o salário de julho dos servidores da Saúde. A Pasta tem cerca de 1,7 mil funcionários.
Vieira disse ter acionado as secretarias de Administração e de Finanças e se reunirá com o prefeito Capitão Azevedo (DEM), para saber “quando o salário vai ser pago”.
O blog perguntou se não havia, pelo menos, uma previsão de receita para quitar a folha, mas Vieira foi franco – e direto: “não temos previsão”. Hoje, os pagamentos da Saúde são definidos pelas pastas de Planejamento e de Finanças. E as notícias vindas de lá…

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Empresas que prestam serviços na área de saúde reclamam de atrasos por parte da prefeitura de Itabuna. O município está há quase quatro meses sem fazer a complementação por serviços prestados a usuários do SUS. “A esse atraso, somem o repasse de outubro de 2008 que até hoje não nos pagaram”.
Em outubro de 2008, a prefeitura deu calote geral na rede conveniada de saúde. O prejuízo foi calculado em R$ 9,5 milhões. A prefeitura detinha a gestão plena da saúde e deixou de efetuar o repasse milionário às empresas que prestavam serviços de média e alta complexidade ao SUS.

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Hblem é o maior hospital público do sul da Bahia.

O Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), em Itabuna, receberá investimento de aproximadamente R$ 800 mil por parte do governo estadual. O valor foi destinado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) para a compra de 222 ventiladores artificiais, monitores paramétricos e oxímetros para a unidade admistrada pelo município.
De acordo com a Sesab, o contrato de comodato significa a renovação de um terço da aparelhagem do prinicipal hospital público do sul da Bahia. O contrato de comodato dos equipamentos será assinado nesta quarta-feira, 28, pelo secretário estadual de Saúde, Jorge Solla, às 10h30min.
O investimento representará um pequeno alívio para os profissionais médicos que atuam no Hospital de Base de Itabuna. Numa série de notas publicadas aqui no Pimenta, mostramos que pacientes estavam morrendo por falta de aparelhos simples e baratos, a exemplo de respiradores artificiais.
Um relatório compartilhado dos conselhos Municipal e Estadual de Saúde aponta deterioração preocupante até dos equipamentos do centro cirúrgico da unidade de saúde.
O estado também investirá R$ 1,4 milhão em hospitais da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna. Conforme a Sesab, serão destinados ao Hospital Manoel Novaes 89 aparelhos entre incubadoras, ventiladores pulmonares, monitores multiparamétricos e berços aquecidos, suficientes para montar uma UTI neonatal.
Serão entregues ainda dois ventiladores, dois oxímetros e dois monitores para a emergência do hospital, mesma quantidade que será recebida pelo Hospital Calixto Midlej, também administrado pela Santa Casa de Misericórdia de Itabuna. A assinatura de convênio na Santa Casa está prevista para as 11h.

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Zumzumzum dá conta de que o retorno da saúde de Itabuna à gestão plena é uma das exigências do prefeito Capitão Azevedo (DEM) para que declare apoio ao governador Jaques Wagner.
Um secretário municipal do núcleo duro do governo confirmou, hoje, que o retorno da gestão plena é uma das condições para que Wagner obtenha o apoio de Azevedo.
Estranho. Saúde como moeda eleitoral. Há menos de dez dias, este blog conversou com o secretário Estadual de Saúde, Jorge Solla. Perguntamos ao secretário quando e se Itabuna voltaria à gestão plena.
Solla saiu-se com respostas curtíssimas, talvez a demonstrar algum nível de insatisfação com o caso. Disse que dependeria do município atender a alguns dos requisitos.
Perguntado sobre quais seriam estes requisitos, limitou-se a dizer que o blogueiro deveria fazer a pergunta ao secretário municipal de Saúde, Antônio Vieira. Na verdade, há algum tempo Solla reclamava que Itabuna não dá o cuidado devido nem mesmo à atenção básica. Ou seja, não estaria preparada para assumir a média e alta complexidade na saúde.
O que preocupa é o fato de que o município quer a gestão plena de volta muito mais por motivos financeiros. Por mês, o incremento de receita seria na casa dos R$ 7 milhões. Todo mundo já conhece como essa história começa. E, também, como termina.
A saúde é tida na prefeitura como tábua de salvação para as “dores crônicas” de falta de dinheiro nos cofres municipais.
Em tempo: o prefeito Capitão Azevedo está em Salvador. Teria uma audiência, ainda hoje, com o governador Jaques Wagner para tratar do assunto “Gestão Plena”. Outra audiência será com o secretário de Saúde, Jorge Solla. O governo exigiu que fosse apresentada uma planilha com todas as informações sobre o sistema de saúde local.

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O desrespeito aos pacientes não é mais exclusividade do Sistema Único de Saúde. Em Itabuna, a mãe de um cliente da Unimed procurou o dermatologista Rolemberg Monteiro para extrair dois pequenos tumores cutâneos no filho. Ficou surpresa quando o médico, ao marcar a cirurgia, avisou que ela precisaria levar agulha e anestésico, este preparado em uma farmácia de manipulação.
Este blog tentou entrar em contato com a Unimed (telefone 2103-3030) para saber se tal exigência é normal, mas a linha telefônica estava ocupada em diversas tentativas. A mãe do paciente, no entanto, observa que anteriormente já recorreu a outra médica para realizar o mesmo procedimento e nao houve qualquer pedido de material.

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Ação atinge Gapa, CUT e o Bezerra de Menezes

O Ministério Público estadual acionou a Justiça para que três entidades percam assento no Conselho Municipal de Saúde de Itabuna (CMS). A ação é movida contra o município e tem como alvos o Grupo de Apoio e Prevenção à Aids (Gapa), o Albergue Bezerra de Menezes – que representam os usuários – e a CUT/Cacaueira.

Na avaliação do promotor público Clodoaldo Anunciação, o Gapa e o Albergue não podem representar os usuários no Conselho de Saúde, pois são prestadores de serviço e recebem repasses de subvenções sociais da prefeitura de Itabuna.

O fato de representantes do usuários também serem prestadores de serviço, avalia o promotor, compromete o princípio da paridade. O conselho é composto por representantes dos usuários, prestadores de serviços, governo e trabalhadores.

A promotoria também se convenceu de que a CUT/Cacaueira não existe ou não tem sede em Itabuna, como exige a Lei Orgânica do Município. A Central Única dos Trabalhadores (CUT), observa o MP, já é representada no conselho pelo Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi).

Na ação que corre na Vara da Fazenda Pública, a promotoria pede a anulação do decreto municipal 8.613/2009, assinado pelo prefeito José Nilton Azevedo, o Capitão Azevedo (DEM). O CMS é um órgão consultivo e de fiscalização das ações em saúde em nível local.

Caso os argumentos do MP convençam a Justiça, se terá um pepino pela frente: o conselho é presidido por Maria das Graças, indicada pela regional cacaueira da CUT. Que não existe, segundo averiguação da promotoria.

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Antevendo o crescimento da demanda nos hospitais, em função do recesso escolar, festejos juninos e comemorações que se seguem aos jogos da Copa do Mundo, a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna vai realizar nova campanha para atrair doadores de sangue.

Nesta quarta-feira e na quinta, dias 16 e 17, será montado um posto de coleta na Escola Técnica em Saúde, que funciona nas dependências do Hospital Manoel Novaes. O atendimento aos doadores vai ocorrer no período das 7 às 18 horas.

Podem doar sangue pessoas com idade de 18 a 65 anos e peso a partir de 50 quilos, que gozem de boa saúde. Além dos que não cumprirem estes requisitos, não devem doar sangue mulheres grávidas ou que estejam amamentando, a menos que o parto tenha ocorrido há mais de 12 meses.