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O Samu 192 em Itabuna está se distanciando cada vez mais do que pode ser definido como um serviço de urgência. Pelo menos no que se refere à agilidade, que fica devendo muito a qualquer tartaruga.

São numerosos os casos em que o Samu é acionado para atender algum paciente e demora um tempo enorme para chegar. No início, quando o serviço foi implantado, a espera não costumava ser maior do que cinco minutos.

Na madrugada do último sábado, duas pessoas foram baleadas no bairro da Conceição. Uma delas morreu e a outra ficou estendida no chão, por quase uma hora, agonizando, e veio a morrer depois, antes de receber atendimento no hospital. A demora na chegada do socorro pode ter determinado o desfecho.

Acionaram o Samu pelo telefone e ninguém atendeu. Resolveram ir até a sede do serviço, na rua Nações Unidas, onde foi necessário gritar para que um funcionário aparecesse… Com cara de sono.

Aliás, é a cara da sonolenta gestão da saúde pública em Itabuna.

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A partir desta segunda-feira (10), as pessoas na faixa etária de 30 a 39 anos deverão procurar a unidade de saúde mais próxima para tomar a sua dose da vacina contra a gripe H1N1, uma forma agressiva de infecção respiratória que pode matar. Esta será a quarta etapa da campanha de imunização e na Bahia a previsão é de que sejam atendidos 2,1 milhões de pessoas até o dia 21.

Quem estava incluído nas etapas anteriores (como  crianças de seis meses a dois anos, portadores de doenças crônicas e pessoas de 20 a 29 anos) e não se vacinou, também deve procurar os postos. Maiores de 60 anos que já tomaram a vacina contra a H1N1 precisam retornar à unidade de saúde para receber a dose contra a gripe comum.

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Alguns têm se enganado redondamente no exame de paternidade pela indicação do diretor de Planejamento da Secretaria de Saúde de Itabuna. Informações colhidas por este blog indicam que Antônio Carrero chegou à administração municipal pelas mãos do presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Clóvis Loiola. Portanto, é falsa a informação de que o pai da criança seja o empresário e ex-secretário Josias Miguel, como chegou a ser divulgado em um veículo de comunicação.

Em tempo: Carrero hoje “bate de testa” com o secretário da Saúde, Antônio Vieira, que sonha vê-lo exonerado, mas parece não ter autonomia para tanto.

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Na solenidade de entrega de cartões do Bolsa de Renda Municipal, na Usemi, o prefeito Capitão Azevedo (DEM) escondeu a sua receita para combater a pressão alta, mas revelou seguir à risca as indicações médicas.

– Tomo o meu remedinho todo dia.

Foi o bastante para um engraçadinho indagar se o ‘cardiologista’ do prefeito é o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, aquele que receitou sexo, sexo, sexo para deixar a pressão belezinha…

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Os funcionários da Central de Regulação do SUS em Itabuna ameaçam parar as suas atividades a qualquer momento para protestar contra o abandono do prédio, situado à avenida Inácio Tosta Filho, no centro. Os servidores municipais trabalham em condições insalubres.

Há menos de 20 dias, o funcionário público Dermival Campos, “Tonho Careca”, morreu com suspeita de ter contraído leptospirose no prédio da Central de Regulação. O prédio sofre com a infestação de ratos e umidade excessiva, por conta das constantes infiltrações. O local é utilizado também como almoxarifado da Secretaria de Educação.

Prédio sofre com infiltrações e constantes alagamentos. E se chove…
Cena comum: ratos mortos encontrados no prédio.
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Na próxima quarta-feira, 5, os homens de branco que atuam como servidores do estado vão cruzar os braços. Queixam-se de intransigência das secretarias estaduais de Administração (Saeb) e de Saúde (Sesab). Os médicos vão atender apenas a casos de urgência/emergência. Atendimentos ambulatoriais e eletivos ficam para depois.

Os profissionais reivindicam enquadramento ao Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV), regularização dos médicos municipalizados e aposentados e atualização dos valores da Gratificação de Incentivo à Docência (GID). A paralisação é, claro, de advertência. Ou o governo senta para negociar, ou o “Galego da Caneta” vai chorar lá no ‘pé do cabôco’.

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Vejam a que ponto é capaz de chegar a incoerência do atual governo itabunense. Uma das medidas adotadas pela gestão foi a retirada do adicional de insalubridade de funcionários que comprovadamente trabalham em condições que justificam o pagamento do benefício.

O caso mais grave e emblemático está na pocilga onde funcionam a Central de Regulação do SUS, a unidade de referência em DST/Aids e um almoxarifado da Secretaria Municipal de Educação. As condições do lugar são tão deploráveis, que recentemente o funcionário Dermival Campos da Silva morreu vítima de leptospirose, com fortes indícios de ter contraído a doença naquele prédio.

Os servidores, com absoluta razão, consideram um absurdo trabalhar nessas condições, e principalmente sem adicional de insalubridade. Em protesto contra a situação, eles prometem paralisar o trabalho nesta segunda-feira, 3, primeiro dia útil do mês, quando o movimento na Central de Regulação é sempre maior.

Em nota encaminhada à imprensa, representantes dos servidores fazem uma descrição do pardieiro em que trabalham: “a estrutura física do prédio encontra-se em estado precário; a água utilizada para uso geral encontra-se armazenada em local inapropriado, no mesmo nível do chão, permitindo a entrada de água da chuva, rato, poeira, dentre outros. Havendo chuva a unidade fica alagada, aumentando o risco de contaminação por qualquer tipo de doença infecto-contagiosa. As cadeiras estão danificadas devido à falta de manutenção. O local não possui ventilação adequada e os condicionadores de ar existentes  não funcionam de forma satisfatória. A fiação elétrica encontra-se exposta em todos os setores, ocorrendo constantemente queda de energia e curto circuito.”

Precisa dizer mais alguma coisa?

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O jovem Alexsandro Ferreira, 29, foi vítima de um acidente de trânsito em março do ano passado. Uma carreta invadiu a mão contrária e atingiu Alexsandro, que trafegava numa moto na BR-101. Uma das pernas foi amputada e ainda sofreu duas fraturas na outra. O acidente ocorreu próximo ao Hospital de Base, em Itabuna.

Há mais de um ano, Alexsandro convive com a (forte) dor, atenuada com o uso de medicamentos fortes. O jovem tenta, há quase oito meses, ter auxílio da Secretaria Municipal de Saúde para a aquisição de remédio. Por mês, calcula, o gasto é de R$ 746,00.

Para liberar os medicamentos, a diretora de assistência farmacêutica da prefeitura, Cristina Câmera, exigiu um laudo especial. Alexsandro teve de aguardar a sua consulta em Salvador (para onde vai a cada dois meses).

De posse do laudo, o entregou à diretora. Surpreendido foi com um novo pedido, exigência: teria que ir à capital baiana. Agora, a Secretaria de Saúde exigia uma autorização do médico de Alexsandro para uma possível substituição de medicamentos. A alegação é que o município não dispõe de recursos para o fornecimento mensal dos remédios.

Enquanto a burocracia impera, o jovem está acamado e com fortes dores há três dias. O medicamento acabou e falta-lhe dinheiro. O prefeito Capitão Azevedo e o secretário Antônio Vieira teriam autorizado o fornecimento dos remédios caríssimos, dentre eles o Lirica.

Alexsandro até acionou o Ministério Público Estadual para que o município fornecesse os medicamentos. Nada. Nem assim a prefeitura se sensibilizou. Aliás, a insensibilidade não é exclusiva da prefeitura, pois o jovem recorreu à Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). Lá, também não obteve resposta positiva. E a dor só aumenta.

Se o caríssimo leitor puder ajudar Alexsandro, o telefone para contato é o (73) 8817-6393. Os medicamentos usados pelo jovem são o Lyrica, o Mytedom, o Bacoflen e Novalgina 1g. Cada caixa do Lirica, por exemplo, custa, em média R$ 86,00. Ele usa duas por mês.

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Dentro em breve, os brasileiros que sofrem de disfunção erétil terão acesso ao medicamento indicado por um preço 35% menor. Isto porque o Superior Tribunal de Justiça decidiu não estender o prazo de validade da patente do Viagra. O laboratório Pfizer, que detém o registro, divulgou nota informando que acata a decisão do STJ, embora argumente que a vallidade da patente é que assegura o retorno do capital investido no desenvolvimento do produto.

Em tempo, o Viagra custa cerca de R$ 60,00. O genérico será vendido a R$ 40,00.

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Pense na seguinte situação: paciente na sala de cirurgia, entre a vida e a morte, e os dois médicos que realizam a operação começam a brigar feio, esquecendo do infeliz que se encontra estendido no leito…

Substitua o paciente pela saúde pública em Itabuna e troque os cirurgiões pelo secretário Antônio Vieira e o seu xará Antônio Carrero, diretor de Planejamento Estratégico da Secretaria Municipal da Saúde.

Na manhã desta quarta-feira (28), Vieira e Carrero participavam de uma reunião, quando começaram a se desentender. A discussão entre os dois elementos mais importantes da SMS não foi em tom ameno, chegando ao ponto do secretário ameçar exonerar e o subordinado desdenhar do chefe imediato, afirmando que ele não teria autoridade para pedir a sua cabeça.

 Criou-se uma situação de quebra de hierarquia que deixou Vieira totalmente fragilizado. Em outras palavras, o desafio de Carrero (que não deverá ser exonerado) significa que o secretário não tem o comando de sua pasta.

Isso é para o itabunense entender porque lá na outra ponta (nas unidades de saúde), a coisa anda cada vez mais feia. E com tendência (haja oração!) de piorar…

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Deveria ter começado neste sábado, 24, em todo o país, a campanha contra o vírus influenza (gripe comum) em idosos. Ocorre que o Ministério da Saúde adiou o início da campanha em algumas regiões, como o Nordeste, para 8 de maio, alegando problemas na produção da vacina.

Apesar do adiamento, um informe do Ministério, veiculado esta semana na televisão, dava conta de que os postos de saúde de todo o país deveriam estar abertos neste sábado, para a aplicação de outras vacinas, como a que combate a gripe H1N1.

Em Itabuna, centenas de pessoas (muitas idosas) estão procurando os postos, que se encontram de portas fechadas. O secretário municipal da Saúde, Antônio Vieira, explica que os postos de Itabuna não abriram hoje porque já houve o chamado “Dia D” da campanha contra a H1N1. Ele afirma que a vacinação prossegue normalmente a partir de segunda-feira, 26.

O secretário diz que houve um “mal-entendido” por parte de algumas pessoas, que não atentaram para a mudança na data da campanha.

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Algumas ampolas ficaram intactas (foto Roberto Santos)

Peritos da polícia civil estiveram ontem (21) na Rua da República, centro de Itabuna, onde se deu a incineração de centenas de medicamentos. Segundo moradores, dois homens, que estavam em uma caminhonete, despejaram e atearam fogo nas substâncias.

Um forte odor foi produzido pela queima dos medicamentos, com risco inclusive para a saúde de quem inalou a fumaça. O fogo não destruiu todos os produtos – tubos de pomada ginecológica e ampolas ficaram intactas, em plena via pública, onde permaneceram por muitas horas.

O secretário municipal da Saúde, Antônio Vieira, esteve no local e negou que os medicamentos tenham saído de unidades do município. O laudo da perícia será encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia, responsável pelas investigações.

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A informação partiu de um funcionário graduado da empresa responsável pela limpeza pública de Itabuna. Na semana passada, exatamente na quarta-feira, a empresa recebeu uma ligação da Secretaria Municipal de Saúde. Era um aviso para que providenciasse um veículo a fim de recolher algo como duas toneladas de medicamentos (vencidos) e lançá-las no lixão de Itabuna.

Incineração? Não. O contrato com uma empresa de Camaçari teria sido rompido e a prefeitura se nega a contratar uma empresa itabunense para realizar o serviço. Isso, porque ela pertence a familiares do advogado Renan Moreira, que não goza da simpatia do xerife da Secretaria da Fazenda de Itabuna, Carlos Burgos.