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A campanha eletrônica nem bem começou e o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB), já se destaca. A equipe de comunicação do presidenciável tucano vacilou na redação do programa, insistindo no uso do “como”. Erro crasso em tempos de material legendado. Os adversários não perdoaram. Cortaram o trecho polêmico e jogaram na internet. Confira o duplo sentido das frases.

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Começou nesta terça-feira (17) o horário eleitoral na rádio, às 7h. O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, utilizou o tempo para apresentar propostas e sua biografia, enquanto a candidata petista, Dilma Rousseff, colou sua imagem à do presidente Lula. O jingle de Serra propõe a sucessão de Lula, ao som de “sai o Silva e entra o Zé”.
O programa tucano destacou que é difícil conhecer alguém que não tenha sido beneficiado por Serra e citou marcas do candidato, como os genéricos, mutirões da saúde, vacinação para idosos, programa contra Aids, entre outras. Dilma optou por iniciar sua propaganda falando de sua ligação com o governo Lula. “Vamos seguir em frente, sem voltar para trás. Começou com Lula e vai continuar com Dilma”, diz o locutor.
O jingle “Lula está com ela e eu também estou” foi bastante explorado na propaganda, que também mostrou um depoimento do presidente afirmando que parte do trabalho do governo se deve a Dilma. Ouça o programa dos principais candidatos à Presidência: Dilma, Serra e Marina Silva (PV). Informações do B.Notícias e Folha.

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Dilma seria eleita no 1º turno
com 51% dos votos válidos

O Ibope divulgou há pouco a sua mais recente pesquisa sobre a disputa presidencial brasileira. Dilma Rousseff (PT) aumentou a sua vantagem em relação a José Serra (PSDB) para onze pontos percentuais e foi a 43%. O tucano pontua com 32%. Marina Silva (PV) manteve os 8% da pesquisa anterior.
Em relação à pesquisa divulgada no dia 6, Dilma cresceu quatro pontos (eram 39%) e Serra caiu dois (34%).
A pesquisa contratada pela TV Globo e Estadão ouviu 2.506 eleitores de 12 a 15 de agosto e apresenta margem de erro de dois pontos percentuais.
Os demais candidatos não pontuaram na pesquisa. São eles Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU). Mas esse contingente significaria 1% das intenções de voto nesta pesquisa.
7% dos eleitores votariam em branco ou nulo e 9% se disseram indecisos quanto às opções de voto. A diferença de 11 pontos percentuais também aparece numa disputa de segundo turno entre a petista e o tucano: 48% a 37%.
Conforme o Ibope, considerando-se apenas os votos válidos, Dilma teria 51%, Serra 38% e Marina 10%, mas a margem de erro de dois pontos não confirmaria essa possibilidade.

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Marco Wense
É evidente que José Serra, candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, nunca vai dizer que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu principal adversário no processo sucessório de 2010, é “o cara”.
Mas na entrevista no Jornal Nacional, na telinha da TV Globo, o tucano só faltou dizer que concorda com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que andou dizendo que Lula é “o cara”.
Aliás, o candidato do tucanato evita fazer qualquer crítica ao presidente Lula, que vive o seu melhor momento político, com uma popularidade lá no céu e uma fantástica aprovação ao seu governo.
RENATO COSTA
Muitos fernandistas, incluindo aí alguns ex-secretários municipais do então governo Fernando Gomes, estão otimistas em relação a uma boa votação do médico Renato Costa no sul da Bahia, especificamente em Itabuna.
Renato, que tem o apoio de Fernando Gomes, que é o coordenador-mor da candidatura de Geddel na região cacaueira, busca uma vaga na concorrida eleição para o Parlamento estadual.
Alguns históricos fernandistas, como, por exemplo, os empresários Carlinhos da Bavil e Mané Cem, podem seguir um caminho diferente do chefe político. Ou seja, apoiar o também candidato Coronel Santana (PTN).
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Segundo matéria publicada hoje na Folha de São Paulo, o tucano José Serra perdeu pontos nos estados onde mais concentrou suas visitas. O jornal contabiliza 13 incursões a Minas Gerais e 10 ao Rio de Janeiro, onde o candidato do PSDB à Presidência da República caiu, respectivamente, 6% e 4% de acordo com o último Datafolha.
A matéria sugere que, para não continuar despencando nas pesquisas, o melhor é o tucano parar de viajar. Prova disso é que no Distrito Federal, onde não esteve, Serra permaneceu estável na comparação entre as duas últimas aferições.

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Marco Wense

OS CONCORRENTES: Souto, Wagner e Geddel (Foto Google).

Paulo Souto e Geddel Vieira Lima, respectivamente candidatos ao governo da Bahia pelo DEM e PMDB, tem a mesma opinião em relação ao horário eleitoral que começa no próximo dia 17.
O ex-governador e o ex-ministro acham que vão crescer nas pesquisas de intenção de voto com o início da propaganda no rádio e na TV. Geddel diz que vai se aproximar de Souto, que, por sua vez, diz que vai se afastar mais ainda do peemedebista.
As últimas consultas populares, incluindo a do instituto Datafolha, apontam o candidato do PT, Jaques Wagner (reeleição), na dianteira. E mais: seria reeleito logo no primeiro round.
A turma de Wagner também acha que o ex-ministro das Relações Institucionais do governo Lula, que passou incólume pelo escândalo do mensalão, vai crescer nas pesquisas.
Como é improvável que Wagner, em um eventual segundo turno, fique de fora da disputa pelo Palácio de Ondina, a briga entre Souto e Geddel promete muitas emoções e, quem sabe, a depender do andar da carruagem, uma troca de farpas.
Souto versus Geddel. A expectativa fica por conta de quem vai dar a primeira alfinetada no esperado horário eleitoral.

DOBRADINHAS

O já descrente eleitor fica sobressaltado com as tais das “dobradinhas” que aparecem em época eleitoreira e, depois, como num passe de mágica, desaparecem para sempre.
Aliás, a “dobradinha” mais esperta da eleição de 2010 é, sem dúvida, a que Geraldo Simões fez com Ângela Souza (PSC).  A deputada, que busca sua reeleição para o Parlamento estadual, vai apoiar o petista em Ilhéus.
O petista, no entanto, além de não pedir um só voto para Ângela no seu principal reduto, que é Itabuna, não faz nenhum esforço para que geraldistas ilheenses votem na candidata evangélica.
É a dobradinha do “toma-lá” sem o “dá-cá”. Da ingenuidade enfrentando a esperteza.

FERNANDO GOMES

Se não fosse José Serra, a chapa completa do ex-prefeito Fernando Gomes seria a mesma de Geddel, candidato ao governo da Bahia pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro, o pragmático PMDB.
O ex-prefeito de Itabuna e o ex-ministro da Integração Nacional vão votar em Renato Costa (deputado estadual), Lúcio Vieira Lima (federal), os dois senadores da chapa majoritária e o próprio Geddel para o cobiçado Palácio de Ondina.
O voto diferente fica por conta da sucessão presidencial, já que Geddel vota na petista Dilma Rousseff e Fernando Gomes no tucano José Serra.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Dilma e Serra em montagem do site 180Graus.

A ex-ministra Dilma Rousseff (PT) atingiu 41% das intenções de voto na pesquisa Datafolha/Rede Globo divulgada há pouco no Jornal Nacional. A petista subiu cinco pontos percentuais e o tucano José Serra perdeu quatro e agora aparece com 33% em comparação com a última pesquisa do instituto, divulgada em julho.
Marina Silva (PV) repete os 10%. Os demais candidaturas não pontuaram. A pesquisa divulgada nesta sexta (13) foi realizada de 9 a 12 de agosto em 382 municípios. Foram ouvidos 10.856 eleitores. O percentual de brancos e nulos atingiu 5% e o de indecisos, 9%.
O Datafolha fez projeção de segundo turno entre José Serra e Dilma Rousseff. A petista atingiu 49% das intenções de voto e Serra apareceu com 41%. Antes, estava 46% a 45% para Dilma. Os percentuais de indecisos (5%) e de intenção de votar em branco ou nulo (5%) são iguais.
A ex-ministra também decolou na intenções de voto na modalidade espontânea, saindo de 21% para 26%. Serra empacou nos 16%. Serra é rejeitado por 28% dos eleitores e Dilma, 20%. Quando os números são estratificados por área (região), Dilma perde para Serra apenas no Sul (41% a 33%), mas está numericamente à frente no Sudeste (37 a 35%), Nordeste (49% a 25%) e Norte/Centro-Oeste (43% a 33%).

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Do blog Josias de Souza
A ausência de Fernando Henrique Cardoso na campanha tucana de José Serra tem uma explicação técnica. Pesquisas feitas por encomenda do comitê de campanha de Serra conferem a FHC a incômoda condição de aliado-problema.
Repete-se em 2010 um fenômeno que já havia atormentado o tucanato em 2006, quando o presidenciável do PSDB era Geraldo Alckmin. Oito anos depois de ter deixado o poder, FHC é mais associado aos problemas de seu segundo mandato do que às virtudes do primeiro.
A maioria do eleitorado vincula-o às crises econômicas que desaguaram no desprestígio do ocaso, em 2002.
Leia na íntegra

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A divisão do tempo da propaganda eleitoral gratuita, que começa no próximo dia 17, foi divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dilma Rousseff (PT) terá direito a dez minutos, 38 segundos e 54 centésimos em cada um dos dois blocos de 25 minutos que serão veiculados em cadeia de rádio e televisão.

O segundo maior tempo – sete minutos, 18 segundos e 54 centésimos – é o da coligação da candidatura de José Serra (PSDB). A candidata do Partido Verde, Marina Silva, terá um minuto, 23 segundos e 22 centésimos.
A propaganda de Plínio Arruda Sampaio (PSOL) terá a duração de um minuto, um segundo e 94 centésimos. Já os outros cinco candidatos a presidente, Rui Costa Pimenta (PCO), José Maria de Almeida (PSTU), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Ivan Pinheiro (PCB) contarão com 55 segundos e 56 centésimos cada um.
A propaganda eleitoral gratuita para presidente, na modalidade bloco, será veiculada às terças, quintas-feiras e aos sábados, às 7h e 12h no rádio e às 13h e 20h30 na televisão, até 30 de setembro.
INSERÇÕES

Assim como na divisão por bloco, na modalidade inserção, Dilma Rousseff terá o maior tempo diário de inserções ao longo das programações das emissoras de rádio e de tevê: 2’33”24. Já José Serra terá 1’45”24.
Os outros candidatos contarão com menos de um minuto diário: Marina – 19”97 e Plínio Arruda Sampaio – 14”86.  Rui Costa Pimenta, José Maria de Almeida, José Maria Eymael, Levy Fidelix e Ivan Pinheiro contarão com 13”33 cada. As inserções são consideradas o “filé” para fisgar o eleitor. Informações do TSE.

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Serra volta ao estado na sexta (Foto Pimenta).

Essa vem do Tempo Presente, d´A Tarde:
José Serra estará de volta a Salvador na próxima sexta. Motivo oficial: vem lançar o seu Plano Nacional de Segurança Pública.
Em tese, o alvo é o governador Jaques Wagner, já que a oposição vai bater forte em (in) segurança no horário eleitoral.
Mas é mais que isso. Ele vem também tentar botar gás na campanha, que aqui na Bahia faz água enquanto tucanos e democratas trocam cotoveladas explícitas.

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Enquanto no sul do Estado o PT sustenta uma maioria não muito confortável (de acordo com o Ibope), na região nordeste da Bahia o partido, como se diz, “nada de braçada”. Para se ter uma ideia, em Inhambupe Dilma tem 96% das preferências à sucessão presidencial.
A situação é tão boa para os petistas por lá, que os eleitores de Serra (PSDB) são todos conhecidos. E contados nos dedos.

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A pesquisa Ibope/TV Bahia divulgada ontem à noite traz números que, se confirmados nas urnas, podem trazer uma bela vantagem para a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) no cenário nacional, principalmente quando se leva em conta que o seu principal adversário, José Serra (PSDB), quase não sai daqui. Ainda ontem, o tucano visitou Bom Jesus da Lapa.
Vamos ao levantamento: ouviu 1.008 pessoas, de 3 a 5 de agosto, e apresentou Dilma com 56% dos votos contra 23% de Serra. A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (PV) aparece com 5%. Os demais candidatos não pontuaram.
Na espontânea, Dilma aparece com 39% e Serra pontua com 12% e Marina, 3%. Em um cenário de segundo turno, quando confrontados Dilma versus Serra, a petista impõe 61% a 26%. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais.