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A presidenciável Dilma Rousseff manteve os cinco pontos de vantagem sobre o tucano José Serra em uma nova pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, divulgada há pouco. Dilma tem 39% e Serra manteve os 34% registrados no levantamento divulgado na semana passada.
Marina Silva (PV) alcançou 8%, sendo 7% na pesquisa anterior. Os demais candidatos não pontuaram, sendo que o percentual de indecisos atingiu 12% e o de intenções de votos brancos e nulos ficou em 7%.
O Ibope apresentou cenário de segundo turno entre Serra e Dilma. A petista bate o tucano por 44% a 39%.
Confira mais da pesquisa

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Em Itabuna, o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Antonio Marcelino, tem usado eventos oficiais na área rural para pedir votos para o candidato a presidente da República, José Serra (PSDB). Em alguns destes atos, o secretário é auxiliado pela presidenta do DEM itabunense, Maria Alice Pereira, a exemplo do que ocorreu na Roça do Povo, na região de Ferradas.
O voto é pedido sem cerimônia, diante de técnicos extensionistas de órgãos federais e estaduais, como a EBDA e a Ceplac. Os servidores públicos relatam a situação como “constragedora”.
Duas das abordagens ocorreram em eventos oficiais com agricultores familiares da Roça do Povo. A pretexto de acalmá-los, o secretário faz campanha:
– Não se preocupem. O companheiro [José] Serra não vai acabar com o Bolsa-Família nem com o Pronaf – repete Marcelino aos agricultores familiares.
A campanha do secretário em favor do tucano dispensa o famoso “pé de ouvido”. Tudo é feito com a força de microfone ligado a amplificadores de som. Os programas citados acima por Marcelino têm apelo para estes agricultores. O Pronaf garante crédito a fundo zero, em alguns casos.
Antonio Marcelino é responsável pelo acompanhamento de alguns programas federais tocados em parceria com o município. Um deles é o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A gestão do PAA foi considerada falha em Itabuna em uma auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU), realizada no segundo semestre de 2009.

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No debate morno da Rede Bandeirantes com os presidenciáveis, Plínio Arruda Sampaio (PSOL) se destaca pelas estocadas distribuídas contra os adversários – Marina Silva (PV), José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).
Há pouco, antes de fazer pergunta a Dilma Rousseff, alfinetou Serra: “agora sei porque dizem que o Serra é hipocondríaco. Só fala em saúde”. Depois, disse que Marina parecia ela mesma a candidata do PT, por tanto defender o governo do presidente Lula.
Numa das réplicas à ex-ministra Dilma Rousseff, Plínio disse ter sido o autor do programa de Lula e acusou o governo atual de fazer menos reforma agrária do que o seu antecessor, o tucano Fernando Henrique Cardoso.

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A pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta quinta-feira, 5, aponta que 47,1% dos entrevistados creem que a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) vencerá as eleições presidenciais de 2010. Para outros 30,3% o vencedor será o ex-ministro e ex-governador paulista José Serra (PSDB). Segundo o instituto, 2,2% acreditam na vitória de Marina Silva (PV).

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O jornal A Tarde passou uma lupa nos programas eleitorais protocolados por Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) e constatou que a dupla, digamos, tá nem aí para esse pedacinho de Brasil chamado Bahia. A estratégia dos principais candidatos, observa o diário soteropolitano, é “tratar os temas regionais apenas nas visitas que realizam nos estados”.
Foi assim que o presidenciável José Serra falou de resolver o problema do aeroporto de Ilhéus quando enfrentou dificuldades para pousar no município sul-baiano. Ou falou de cacauicultura quando esteve em Itabuna. “No documento, eles tratam de suas propostas no atacado, expondo as principais linhas dos programas sem particularizar as ações locais, nos estados e dos municípios”.
Diz ainda a publicação que “Serra gosta de tratar do tema da violência quando passa na Bahia, pois sabe que esse é um dos principais problemas do Estado. Dilma, nos discursos em solo baiano, enfatiza o que pretende fazer aqui: a ampliação dos programas sociais, os projetos de irrigação e a conclusão das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em especial a Ferrovia Oeste-Leste, e o Porto Sul”. Já Marina Silva (PV), fala em seu programa de forma genérica e recorre ao termo “desenvolvimento sustentável”.

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Ronaldinho e os tucanos Serra e FHC: travestis?

O ex-governador do Paraná e candidato ao Senado Federal, Roberto Requião (PMDB), roubou (ops!) a cena no Twitter nesta sexta-feira, 30, ao comentar o jantar do jogador Ronaldinho “Fenômeno” oferecido a José Serra (PSDB) e FHC.
No microblog, Requião tuitou: “Este Ronaldo precisa parar de andar com TRAVESTIS. Toma jeito menino !!!”
E sabe quem eram os travestis? A julgar pelo link da mensagem postada no twitter (confira aqui), eram justamente dois dos homens da alta plumagem (uiiii!) do PSDB: o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, e o presidenciável José Serra.
A menção a Ronaldinho em companhia de travestis é alusão ao fato de o atacante do Corinthians ter sido flagrado com travestis em um motel do Rio de Janeiro, em abril de 2008.

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Comitê em Salvador reserva apenas dois pequenos banners a Serra.

Depois da chiadeira com a ausência da foto de José Serra no comitê central de Paulo Souto, alegou-se que o esquecimento se devia ao atraso na chegada do material do tucano, enviado de São Paulo.
Além de ter vindo de jegue, o material parece ter encolhido no caminho entre São Paulo e Salvador. Quem passou hoje em frente ao comitê do candidato a governador do DEM deparou-se com um banner pequeno, contrastando com o imenso painel de Paulo Souto.
Serra também foi “encolhido” nos sites de Paulo Souto e de ACM Neto, que por sinal parece estar fazendo campanha para governador. Em 2014.

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Marco Wense
A aliança “demo-tucana” sofre sua primeira fissura. No principal comitê eleitoral de Paulo Souto, em Salvador, não aparece, na fachada do prédio, a foto de José Serra, candidato do PSDB à presidência da República.
O deputado federal Jutahy Magalhães, sem dúvida o tucano baiano mais próximo de Serra, não está, e com toda razão, nada satisfeito com a maneira como os democratas vêm tratando a candidatura do ex-governador de São Paulo.
É bom lembrar que o PSDB só aceitou se coligar com o DEM devido à eleição presidencial, de olho em um palanque para José Serra. Se o PSDB não tivesse candidato à presidência da República, os tucanos ficariam com a reeleição de Wagner.

QUEM SERÁ?

A expectativa em torno do carro de som da campanha de Geraldo Simões, candidato a deputado federal pelo PT, é grande. Mas só em relação ao seu candidato à Assembleia Legislativa do Estado.
Para presidente, governador e as duas vagas para o Senado da República, não há nenhuma dúvida: respectivamente Dilma Rousseff, Jaques Wagner, Walter Pinheiro e Lídice da Mata. Para deputado estadual, as apostas estão concentradas no Capitão Fábio, Jota Carlos e Rosemberg Pinto.

REELEIÇÃO

(Foto José Nazal).

Governaram durante 16 anos e não querem mais 4 anos para o governador Jaques Wagner. É esse o principal argumento dos que vão votar na reeleição do ex-ministro das Relações Institucionais do governo Lula.
Reeleito para o segundo mandato, Wagner vai governar por oito anos, ou seja, a metade do tempo que o carlismo governou a Bahia. E Geddel? Para esses eleitores, o candidato do PMDB pode esperar para 2014.
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A pesquisa eleitoral Datafolha, publicada ontem, revela que o presidente Lula tem influência decisiva sobre as intenções de voto de 46% dos eleitores baianos. É o grupo dos que dizem que votariam, com certeza, em um nome a governador indicado pelo presidente da República.
Na Bahia, aponta o instituto, o governador Jaques Wagner (PT) tem 44% das intenções de voto e Geddel Vieira Lima (PMDB), 12%. Ambos pertencem à ala governista. O oposicionista Paulo Souto (DEM) possui 23% das intenções de voto, conforme o Datafolha (confira aqui a última pesquisa sobre o cenário baiano).
Na Bahia, o instituto ouviu 1.060 eleitores. Ainda nesta semana, a Folha de São Paulo, dona do Datafolha, também publicará os resultados para o Senado Federal e a avaliação do governo do prefeito de Salvador, João Henrique (PMDB).

DILMA E SERRA EMPATADOS

O Datafolha de ontem também aferiu as intenções de voto para presidente da República. Foram ouvidos  O tucano José Serra e a petista Dilma Rousseff estão empatados com 37% e 36%, respectivamente. Marina Silva (PV) pontua com 10%. Plínio de Arruda (PSOL) e Zé Maria (PSTU) têm 1%, cada.
No segundo turno, é repetido empate técnico entre Serra e Dilma. Nesse caso, a petista tem 46% e o tucano fica com 45%. Na espontânea, o tucano tem 16% e Dilma, 21%. Marina tem 4%. A pesquisa nacional ouviu 10.905 eleitores. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.
A pesquisa mostra que 41% dos eleitores acreditam que Dilma Rousseff sairá vencedora da disputa eleitoral, ante 30% dos que creem na vitória do tucano José Serra e 2% levam fé em Marina, presidente. A pesquisa foi feita de 20 a 23 de julho.

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Dilma (PT) aparece com 41% e Serra, 33%

Tatiane Conceição | Band.com
Dilma Rousseff disparou na liderança da corrida presidencial, segundo a mais recente pesquisa Vox Populi/Band/iG divulgada nesta sexta. Tanto no primeiro quanto no segundo turno, Dilma abriu 8 pontos de vantagem em relação a Serra, como mostra o levantamento. A margem de erro é de 1,8 ponto. Esta é a primeira pesquisa divulgada após a oficialização das candidaturas à Presidência.
No primeiro turno, na pesquisa estimulada, Dilma aparece com 41% das intenções de voto, seguida por Serra, com 33%, e Marina Silva (PV) com 8%. Os demais candidatos somaram 1%. Os votos brancos e nulos chegaram a 4%, e 13% dos entrevistados se declararam indecisos ou não responderam.
Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos, a petista tem 28%, Serra 21% e Marina 5%. Mesmo fora da disputa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é citado por 4% dos entrevistados.
Segundo o Vox Populi, Dilma venceria Serra em um possível segundo turno por 46% a 38%. O indicador de rejeição, que mede em quem o eleitor não pretende votar, traz o tucano com 24%, à frente da candidata do PV (20%) e da petista (17%).

Evolução

Dilma cresceu entre maio e junho, passando de 38% para 41% das intenções de voto. No entanto, em julho, seu índice permaneceu estável (41%). Já Serra passou de 35% em maio para 36% em junho, porém caiu dois pontos neste mês, atingindo 34%. Marina Silva, por sua vez, subiu para 9% em julho, após ter mantido o índice de 8% nos dois meses anteriores.
A pesquisa foi feita entre os dias 17 e 20 de julho, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 19.920/10. Foram feitas 3.000 entrevistas em 219 cidades de todas as regiões do país.

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Do Portal Terra

Serra não vai a debate online (Foto Google).

O candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, desistiu de participar do Debate On-Line 2010, promovido pelos portais iG, MSN, Terra e Yahoo!, e marcado para a próxima segunda-feira (26).
Este é o comunicado da assessoria de comunicação do candidato José Serra sobre a desistência, enviado na noite desta quinta-feira (22) aos quatro portais:
– Prezados organizadores, por impossibilidade de agenda, o candidato José Serra (PSDB) não poderá participar do Debate On-Line, proposto para o dia 26 de julho, pelos portais iG, MSN, Terra e Yahoo!. Cordialmente, assessoria de comunicação.
Em função da desistência de Serra e da ausência da candidata petista, Dilma Rousseff, anunciada anteriormente, o debate não será mais realizado.
Os primeiros contatos sobre a realização do debate, com os coordenadores das campanhas e presidentes de partidos, foram feitos nas duas primeiras semanas do mês de junho, por telefone ou email. A data inicialmente prevista foi a de 31 de agosto.
No dia 30 de junho, em reunião na sede da TV1, contratada para produzir o evento, representantes das campanhas de José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) concordaram com as regras e o formato propostos. Também pediram a antecipação do debate para o dia 26 de julho, de forma a acomodar melhor as demandas das agendas de campanha.

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Cláudio Leal | Terra Magazine
Líder do governo na Câmara, o deputado federal Cândido Vaccarezza (PT) afirma que a ausência da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, no primeiro debate da internet brasileira, se deve a “problemas de agenda”.
A coordenação de campanha da candidata informou nesta terça-feira (20) que ela não comparecerá ao Debate On-Line 2010, promovido em conjunto por iG, MSN, Terra e Yahoo!, na próxima segunda-feira (26), às 15h.
“Nós recebemos diversos convites, mas o UOL tinha encaminhado antes. Ela acertou vários debates e, por razões de agenda, não irá a esse”, disse Vaccarezza.
O jornalista Heródoto Barbeiro será o moderador do debate. Foram convidados os candidatos que apresentaram mais de cinco por cento da intenção de votos em pesquisas eleitorais no mês de junho: Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV).
O Debate On-Line 2010 será aberto pelos próprios candidatos fazendo perguntas entre si sobre os temas que os internautas irão sugerir pelos portais, nos dias que antecedem o encontro.
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Conforme o colunista Ilimar Franco, do Globo, os aliados de José Serra (PSDB) andam irritados com os atrasos frequentes no cumprimento de agenda por parte do presidenciável.
Para ilustrar o drama, veja a situação de Itabuna. Enquanto cerca de 200 pessoas se concentravam nas calçadas da avenida do Cinquentenário, no sábado passado, Serra discutia o “sexo dos anjos” em um hotel de Ilhéus.
Mas o atraso de uma hora e meia em Itabuna teve até efeito positivo: a chuva arrefeceu e mais gente chegou para o evento que, segundo a Polícia Militar, reuniu 500 pessoas. Segundo O Globo, os cabos eleitorais do PSDB, DEM e PPS receberam R$ 10,00 para fazer número no evento (confira aqui).

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EXCLUSIVO

Serra mudou de posição e agora é favorável a ZPE em Ilhéus (Foto Pimenta).

O presidenciável José Serra (PSDB) disse ao Pimenta que mudou a sua posição quanto às Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) mudou – principalmente no caso de Ilhéus. Apesar de deixar claro que o contexto econômico é outro, ele afirmou que os demais projetos de ZPEs têm de ser analisados caso a casa. Atualmente, são cerca de 20 projetos.
Quando ainda era deputado constituinte e logo depois senador paulista, Serra afirmou que as Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) era um estímulo à sonegação. Hoje, no sul da Bahia, mudou sua visão. O município ilheense já implantou a sua ZPE, na zona norte, e trabalha com a perspectiva de gerar 30 mil empregos até 2020. Os projetos estão focados na agroindústria e eletroeletrônicos. As ZPEs têm sua produção voltada para o mercado externo.
Se deslanchou ao falar de projetos para o sul da Bahia, mostrou-se econômico ao extremo ao falar de ZPEs.
Pimenta – O sr. ainda continua contra às ZPEs no Brasil?

Serra – O contexto brasileiro mudou. A situação mudou. Eu era contra ZPEs no final dos anos 80.Era outro contexto.
Pimenta – Hoje o sr. é favorável?
Serra – Aqui em Ilhéus, sim, não é todas [as cidades*]. Depende de cada uma. Cada caso é um caso. A ZPE é um grande fator de desenvolvimento.
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Antes, na entrevista ao Pimenta e ao repórter Roger Sarmento, da TV Santa Cruz, Serra atacou a lentidão do governo em projetos de infraestrutura para o sul da Bahia e, também, a municipalização da água em Itabuna.
O presidenciável tucano criticou os governos federal e estadual por apresentar “só agora” o Complexo Intermodal Porto Sul. “Por que só agora esse projeto, depois de sete anos de governo, no apagar das luzes?”, questiona. “Realmente, não dá tempo”.
Outra estocada foi no ex-prefeito Fernando Gomes, que municipalizou o serviço de abastecimento de água. “Itabuna tem um problema que me parece inacreditável no século XXI. Houve uma municipalização do saneamento que não deu certo. Essa é uma coisa que nós vamos equacionar. Não dá para [Itabuna] completar o centenário agora e faltar água”
Ele prometeu ainda levar o Bolsa-Família para pessoas pobres às quais “o programa ainda não chegou”. Casado com o Bolsa-Família, ele disse que vai investir na criação do Protec, o Prouni do ensino técnico-profissionalizante. “Temos de ajduar os jovens a ter acesso à educação profissionalizante”, disse.
Ainda no plano regional, disse ser inaceitável que o aeroporto de Ilhéus, “uma cidade turística”, não opere por instrumentos. “Podemos montar um aeroporto digno até para receber turistas”. Por conta da falta de instrumentos, observou, muitos são obrigados a viajar até seis horas para usar o aeroporto internacional de Salvador.
Enquanto Serra falava, o presidente do PSDB baiano, Antônio Imbassahy, comemorava: “Adervan, ele seguiu direitinho aquilo que a gente combinou”. Largou um sorriso ao identificar o repórter do Pimenta flagrando a “comemoração”.