Polícia Rodoviária Federal apreende carga de cocaína na Bahia || Foto Divulgação
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Um criminoso foi preso em flagrante, na manhã deste domingo (19), transportando 247 quilos de cocaína. A prisão do traficante ocorreu depois de uma perseguição iniciada por uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na altura do quilômetro 194 da BR 101, em trecho de Conceição da Feira, na região de Feira de Santana.

Os policiais rodoviários federais flagraram o traficante durante patrulhamento de rotina na BR-101. A suspeita surgiu porque, ao ser avistado, o motorista do carro, uma GM/SPIN, fez uma manobra brusca para iniciar a fuga. Foram feitas várias tentativas de parada, com o uso dos dispositivos sonoros e de iluminação de emergência (giroflex), porém a ordem foi desrespeitada pelo condutor, razão pela qual os agentes iniciaram um acompanhamento tático e logo em seguida o veículo foi interceptado.

Ao descer do veículo, o condutor avisou que dentro do carro havia droga. Foi feita uma vistoria no interior do veículo e foram encontradas caixas de papelão contendo dezenas de tabletes de cocaína, que totalizaram 247 quilos. De acordo com a PRF, a carga de droga renderia cerca de R$ 45 milhões ao tráfico.

Preso em flagrante, o motorista foi encaminhado, junto com o veículo e a droga, para a Delegacia da Polícia Civil de Feira de Santana. Ele pode ser condenado até 15 anos de prisão. Essa foi uma das maiores apreensões de droga em rodovias que cortam a Bahia neste ano.

Diego Cabeludo foi executado no interior capixaba
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O líder de uma facção criminosa que atua em Itabuna e outras cidades do sul da Bahia foi executado, neste domingo (15), em Ibiraçu, pequena cidade do Espírito Santo. Diego Silva Souza, o Cabeludo, foi morto a tiros, por quatro homens, na casa onde morava. No imóvel, a Polícia Militar  apreendeu pedaços de maconha, munições de arma de fogo, um celular e uma balança de precisão.

Esse não foi o primeiro atentado contra Diego Cabeludo. Em 2018, ele foi alvo de uma tentativa de homicídio no bairro Daniel Gomes, em Itabuna, onde foi atingido por um tiro na perna. No mesmo ano, chegou a ser preso de forma preventiva, mas deixou a cadeia logo depois.

Na cidade sul-baiana, Diego comandou o tráfico de drogas no Fátima, Califórnia, João Soares e Parque Verde. Ainda envolvido com o crime no Espírito Santo, a suspeita é de que ele tenha sido vítima de acerto de contas entre grupos rivais.

HOMICÍDIO EM ILHÉUS

O final de semana também foi violento em Ilhéus. No Acuípe de Baixo, zona rural do município, um jovem identificado apenas como Adriano foi morto a tiros, por um homem, em plena luz do dia, na praça do povoado. O motivo do crime, cometido no sábado (14), teria sido uma dívida da vítima com traficantes da comunidade. Com informações do Verdinho.

Ministro Alexandre de Moraes vota a favor da descriminalização do porte de maconha || Foto Agência Brasil
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O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, nesta quarta-feira (2), o julgamento sobre a descriminalização do porte de drogas para consumo próprio. A Corte aprecia o Recurso Extraordinário 635659, com repercussão geral. Último dos quatro ministros que já votaram, Alexandre de Moraes propôs a fixação de critério nacional, exclusivamente em relação à maconha, para diferenciar usuários de traficantes.

Segundo o ministro, o artigo 28 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006) deixou de punir com prisão o porte de drogas “para consumo próprio”, mas não definiu critérios objetivos para diferenciar consumo próprio de tráfico. Essa definição fica a cargo do sistema de persecução penal (Polícia, Ministério Público e Judiciário), que interpreta a norma de formas diversas.

O porte de pequena quantidade de entorpecentes passou, em muitos casos, a ser qualificado como tráfico, tornando a punição mais dura e aumentando significativamente o número de presos por esse crime. Além disso, pessoas presas com a mesma quantidade de droga e em circunstâncias semelhantes podem ser consideradas usuárias ou traficantes, dependendo da etnia, de nível de instrução, renda, idade ou de onde ocorrer o fato.

Para o ministro, essa distorção decorre do excesso de discricionariedade para diferenciar usuários de traficantes. Em respeito ao princípio da isonomia, ele sustentou a necessidade de que os flagrantes de drogas sejam tratados de forma idêntica em todo o país. “O STF tem o dever de exigir que a lei seja aplicada identicamente a todos, independentemente de etnia, classe social, renda ou idade”, afirmou.

PARÂMETROS OBJETIVOS

Ele propôs que sejam presumidas como usuárias as pessoas flagradas com 25g a 60g de maconha ou que tenham seis plantas fêmeas. O ministro chegou a esses números a partir de levantamento sobre o volume médio de apreensão de drogas no Estado de São Paulo, entre 2006 e 2017. O próprio Alexandre de Moraes conduziu o estudo em conjunto com a Associação Brasileira de Jurimetria. A pesquisa abrangeu mais de 1,2 milhão de ocorrências com drogas.

De acordo com o ministro, a autoridade policial não ficaria impedida de efetivar a prisão em flagrante por tráfico quando a quantidade de maconha for inferior ao limite. Entretanto, é necessário comprovar a presença de outros critérios caracterizadores do tráfico, como a forma de acondicionamento da droga, a diversidade de entorpecentes e a apreensão de instrumentos e celulares com contatos, por exemplo. Da mesma forma, nas prisões em flagrante por quantidades superiores, o juiz, na audiência de custódia, deverá dar ao preso a possibilidade de comprovar que é usuário.

NOVO ADIAMENTO

Após o voto, o relator do recurso, ministro Gilmar Mendes, pediu o adiamento do julgamento para construir uma solução consensual, diante dos novos argumentos e da mudança das circunstâncias desde 2015, quando apresentou seu voto, como a implementação das audiências de custódia. Inicialmente ele votou para descriminalizar todas as drogas para uso próprio.

Nos outros dois votos apresentados anteriormente, o ministro Luís Roberto Barroso propôs a descriminalização, exclusivamente em relação à maconha, do porte de até 25 gramas ou a plantação de até seis plantas fêmeas para diferenciar consumo de tráfico, até que o Congresso edite lei sobre o tema. Já o ministro Edson Fachin considera a regra inconstitucional exclusivamente em relação à maconha, mas entende que os parâmetros para diferenciar traficantes de usuários devem ser fixados pelo Congresso Nacional.

Homem foi detido com drogas, munições e balança || Foto 15º BPM
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Um homem foi preso no bairro Parque São João, em Itabuna, por suspeita de tráfico de drogas. De acordo com a Polícia Militar, uma denúncia levou equipes do 15º BPM até o suspeito, que foi localizado na Rua L, nesta quinta-feira (1º).

No momento da abordagem, o homem estava em uma motocicleta cuja placa havia sido informada na denúncia. Na revista, segundo a PM, policiais do Ceto encontraram uma sacola com um tablete e pedaços de maconha, além de munições. Também foram apreendidos R$ 15,00, embalagens, balança de precisão e papel com anotações. O suspeito foi apresentado à Polícia Civil.

Operação prendeu quatro membros da Polícia Civil baiana em 2021 || Foto PC-BA
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Delegado da Polícia Civil da Bahia, Marcus Alessandro de Araújo foi condenado a 28 anos e quatro meses de prisão após ser acusado de integrar organização criminosa em Seabra e tornar-se principal investigado da Operação Casmurro, deflagrada pela Corregedoria-Geral da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) em 2021 (relembre aqui). O Tribunal também condenou 3 investigadores e o empresário Cristiano Maciel Rocha, que deverá cumprir pena de 23 anos e dois meses de prisão.

Contra o delegado e os investigadores da Polícia Civil Edivan Ferreira do Rosário, Alcione de Oliveira Marques e Roberval Ferreira Leite pesam os crimes de tráfico de drogas, obstrução da Justiça, associação ao tráfico, concussão e peculato. A sentença contra o delegado foi estabelecida pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), nesta segunda-feira (10), informa a SSP-BA.

No documento, expedido pelo Juízo de Direito da Vara Crime, Júri, Execuções Penais, Infância e Juventude da Comarca de Seabra, investigadores da 13ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) de Seabra, apontados como comparsas do delegado, também foram condenados a 11 e 14 anos, após as investigações apontarem as suas participações.

Com a decisão judicial, os servidores – exceto um dos investigadores da PC que foi penalizado com 11 anos de prisão – deverão cumprir, inicialmente, a pena em regime fechado.

ENTENDA O CASO

A suspeita de envolvimento do delegado e dos investigadores com os casos, reforça a SSP-BA, foi levantada no ano de 2020, após investigações apontarem o nome dos envolvidos em um esquema de propina com o empresário durante a descoberta de um plantio de maconha no Povoado de Baixio da Aguada, zona rural de Seabra.

Segundo revelou o Ministério Público da Bahia (MP-BA), a propina chegou a R$ 220 mil e a droga apreendida não foi totalmente incinerada. Parte das três toneladas de maconha foi transportada em viaturas da polícia para propriedade do empresário.

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Política de repressão a drogas atinge mais jovens negros, segundo pesquisadora || Foto Agência Brasil
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Daniel Mello || Agência Brasil

Mulheres presas acusadas de tráfico de drogas são na maioria negras e com poucas oportunidades de estudar, diz a pesquisadora Dina Alves que analisa as condições de mulheres encarceradas.

“A política de drogas é instrumento de extermínio da juventude negra. Porque são jovens e são negras. São mulheres que nem sequer tiveram a oportunidade de acessar a universidade”, enfatiza.

Para a pesquisadora, a forma como está estabelecido o combate aos mercados ilícitos de drogas é uma maneira de perseguir populações sem oportunidades. “Se as mulheres negras que estão encarceradas compõem o mesmo perfil de mulheres negras fora do sistema prisional que estão desempregadas, que são mães com mais de um, dois ou três filhos, que exercem função muitas vezes de subemprego – de empregada doméstica, de babá, de faxineira ou de vendedoras ambulantes – elas já estão em um lugar de vulnerabilidade”, aponta.

PERSEGUIÇÃO A NEGRAS E PERIFÉRICAS

Essas mulheres são atingidas ainda, segundo Dina, pela forma como as ações que têm como pretexto o enfrentamento ao tráfico de drogas são direcionadas a determinadas comunidades.

“As mulheres que são acusadas de tráfico com penas muito severas sobre os seus corpos, não exerciam nenhuma função de gerência no microtráfico de drogas. Muitas estavam no varejo ou exerciam um lugar de aproximação ao que se chama de tráfico. Porque elas já moram em comunidades criminalizadas como lugar de produção do tráfico”, acrescenta.

Como marco nesse processo, a pesquisadora destaca a promulgação da lei de drogas de 2006, que estabeleceu penas mais duras às pessoas acusadas de tráfico. Essa mudança, na visão de Dina, faz parte de um recrudescimento da repressão a nível global que aconteceu a partir da década de 1990.

“Desde que a lei foi promulgada, a gente vê um alarmante crescimento de mulheres encarceradas sob a justificativa que são perigosas traficantes de drogas”, diz. “De 2000 a 2016, se a gente for fazer esse recorte, foi um crescimento de 525% – encarceramento de mulheres.”, acrescenta.

O fato dessas prisões atingirem, na grande maioria, pessoas negras, é, na avaliação da pesquisadora, um reflexo do racismo que descende do regime escravocrata brasileiro, que vigorou legalmente até 1888. “Se existe uma perseguição histórica contra negros e indígenas no Brasil, a gente tem que enxergar e compreender o sistema de justiça criminal como um dos braços mais expressivos do Estado de extermínio dessa população.”

SEM CONDENAÇÃO E SEM ESTUDO

Dados do Sistema de Informações do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça (Sisdepen) apontam que, em junho de 2022, estavam nas prisões brasileiras 45,5 mil mulheres. Dessas, pelo menos 29%, cerca de 13,2 mil, não tinham condenação.

As informações relativas ao perfil racial e a escolaridade só abrangem 33,3 mil das encarceradas. Nessa amostragem, o número de analfabetas, que totalizam 675, supera daquelas que tem curso superior (661). Há ainda 1,5 mil que são alfabetizadas, mas não frequentaram o ensino regular e 13,8 mil que não concluíram o ensino fundamental.

Dina alerta que é preciso ter cuidado ao fazer análises a partir das informações fornecidos pelo Poder Público, que tem sido, segundo ela, um dos principais violadores de direitos dessas populações. “A gente não pode confiar nos dados que o Estado produz sobre as suas próprias violações”, afirma.

Por isso, em seus trabalhos, ela tem optado por ouvir diretamente as pessoas afetadas. “Existem outros dados que devem também ser considerados que são as narrativas que se produzem dentro do sistema prisional, a narrativa das mulheres”, ressalta. Essas escutas embasaram o espetáculo de Dança Rés, montado pela Corpórea Companhia de Corpos em 2017.

INDULTO E DESENCARCERAMENTO

A socióloga e cofundadora da Iniciativa Negra por uma Nova Política de Drogas, Nathália Oliveira, defende que seja feita uma inflexão na forma como o Estado brasileiro lida com a questão das drogas.

“A gente pode ter neste ano um bom indulto de mulheres. Muitas dessas mulheres são presas por baixas quantidades, são vítimas do tráfico de drogas, não necessariamente apenas agentes de violência, como é colocado pela mídia”, diz ao defender que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva promova uma anistia a mulheres presas por acusações de tráfico a partir do indulto presidencial. É costume que na época de Natal o presidente conceda perdão a grupos de pessoas condenadas.

Esse gesto poderia, na opinião de Nathália, ser um indicativo de mudança na atual política de drogas. “Nós precisamos desenvolver uma relação pacífica com a indústria que envolve a produção, circulação e consumo de substâncias em geral. Uma relação racional do ponto de vista da nossa sociedade. Isso é fundamental. Não faz sentido a gente ficar investindo o nosso orçamento público em uma agenda de morte em vez de investir em uma agenda de garantia de direitos”, ressalta.

A secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, Martha Machado, diz que o Ministério da Justiça não deve atuar pela mudança na atual legislação sobre o tema. “Essas decisões devem ser resolvidas ou pelo STF [Supremo Tribunal Federal] ou pelo legislativo”, diz. O ministério promoveu em março um seminário sobre os impactos da política de drogas na população feminina e lançou um edital, com inscrições até 21 de abril, para apoiar grupos que trabalham com essas pessoas.

Segundo Marta, a secretaria tem feito ações para reduzir o número de mulheres presas acusadas de tráfico. “A gente já tem uma lei que não penaliza o usuário. A gente entende que tem muito o que fazer para evitar os vieses de aplicação dessa lei. Trabalhar junto às audiências de custódia. Existe uma experiência exitosa no CNJ [Conselho Nacional de Justiça] de fomentar as audiências de custódia, de melhorar a qualidade, de trabalhar na porta de entrada do sistema de justiça criminal, auxiliando o juiz”, diz.

As audiências de custódia são o momento em que as pessoas presas em flagrante são ouvidas por um juiz para averiguar a legalidade ou necessidade daquela pessoa ser mantida privada de liberdade. Nessa ocasião, o magistrado pode optar por liberar o acusado ou determinar medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, em substituição à prisão.

“Então, a gente tem como modelo de ter uma rede psicossocial de profissionais – psicólogos, assistentes sociais, pessoas ligadas ao sistema de saúde que, por exemplo, atendem essa pessoa antes do encaminhamento ao juiz e conseguem fazer um laudo que ajude o juiz. O laudo pode mostrar mais claramente se a pessoa é usuária ou traficante. Nessa separação a gente acha que isso é muito importante”, acrescenta a secretaria.

Dina Alves defende a adoção de uma agenda ampla de desencarceramento e de reconhecimento dos erros cometidos pela política instituída até aqui. “Um dos primeiros passos é reconhecer essa memória escravocrata, que é póstuma na memória e na existência das instituições. Reconhecer a formação política, com perspectiva racial para a sociedade. Mas, principalmente, eu acho que o cárcere precisa ser aberto na sociedade. A gente precisa falar sobre a desmilitarização da polícia como agenda urgente. E também políticas de desencareramento. Que as políticas de desencarceramento sejam efetivas.”

Policiais apreenderam mais de 2,8 kg de maconha em uma das casas revistadas || Foto PC
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Equipes da Polícia Civil cumpriram, nesta quinta-feira (26), sete mandados de busca e apreensão em imóveis nos bairros Lomanto e Novo Lomanto, em Itabuna, no âmbito de investigação de tráfico de drogas. As medidas foram autorizadas pela 1ª Vara Crime da Comarca de Itabuna.

Os policiais encontraram mais de 2,8 kg de maconha, inclusive em pequenos pedaços embalados para venda, em um dos imóveis revistados. Não tinha ninguém na casa, mas, segundo a Polícia, a pessoa que tem o domínio do imóvel será interrogada.

Durante a operação, uma pessoa foi detida por estar numa casa onde os investigadores apreenderam pequena quantidade de droga. Ela foi liberada após depoimento e assinatura de termo circunstanciado por posse de entorpecente.

A Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes de Itabuna conduz as investigações ainda em curso. O trabalho também envolve outras unidades da 6ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) e policiais de Itapé, Barro Preto e São José da Vitória.

Além de drogas, policiais apreenderam prensa hidráulica no local || Foto SSP-BA
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Ação conjunta da Cipe Cacaueira e do 15º Batalhão da Polícia Militar (BPM) desmantelou laboratório de refino de drogas no Manoel Leão, em Itabuna, nesta quinta-feira (19). Os policiais faziam diligências no bairro e encontraram o estabelecimento clandestino.

No local, além de maconha, cocaína e acessórios, as equipes da PM encontraram uma prensa hidráulica, equipamento usado para compactar as substâncias entorpecentes, de modo a facilitar o armazenamento e o transporte das drogas.

Segundo o major Fábio Rodrigo de Melo Oliveira, comandante da Cipe Cacaueira, os drogas iriam abastecer o tráfico nos bairros Lomanto, Novo Lomanto e Santa Catarina.

Maconha foi localizada em um terreno de Coaraci || Foto SSP-BA
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Policiais civis e militares apreenderam 40 quilos de maconha em Coaraci, no sul da Bahia, nesta segunda-feira (16). Eles localizaram a droga com auxílio de uma denúncia anônima.

De acordo com a denúncia, dois homens foram vistos carregando sacos na Rua Landulfo Alves. O comportamento da dupla levantou suspeita, e a Polícia Civil foi acionada por uma ligação anônima. Ao verificar a informação, policiais encontraram dois sacos em um terreno da mesma rua, com tabletes de maconha prensada.

A droga foi levada para a Delegacia de Coaraci e seguirá para o Departamento de Polícia Técnica. Os suspeitos não foram localizados.

Armas e drogas foram apreendidos com traficantes || Foto SSP-BA
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Uma guarnição da Rondesp Chapada apreendeu armamento, munições e drogas, nesta segunda-feira (12), em Itaberaba, na Chapada Diamantina. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), foram apreendidos submetralhadora, pistola calibre 380, revólver 38, munições e carregadores, além de cocaína e maconha.

Três dos quatro traficantes apreendidos com o arsenal acabaram mortos ao resistir a voz de prisão dada pelos policiais militares. O flagrante ocorreu durante patrulhamento no bairro de Irmã Dulce.

Quatro criminosos atiraram contra os PMs e houve confronto. “Um deles conseguiu fugir, enquanto os outros três foram atingidos, socorridos para uma unidade de saúde, mas não resistiram”, contou o comandante da unidade, major Ronalde Fiuza.

Além das armas, 181 porções de crack, cocaína e maconha, duas balanças, dois rádios comunicadores e três celulares também foram encontrados.

Polícia estourou laboratório e libertou jovem em Salvador || Foto PC-BA
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Policiais da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca) resgataram, nesta terça-feira (11), em Valéria, Salvador, adolescente de 16 anos que estava em cárcere privado. Oitocentos gramas de crack, 1,6 quilo de maconha prensada e mais 186 ‘trouxinhas’ da droga, 216 pinos contendo cocaína e 18 mil embalagens vazias para acondicionar o entorpecente, além de duas balanças de precisão, foram apreendidos durante a ação.

De acordo com a titular da unidade especializada, delegada Simone Moutinho, as equipes foram averiguar uma denúncia anônima de cárcere, estupro, lesão corporal e tráfico, quando localizaram o material. O suspeito pelos crimes, que era companheiro da vítima, foi preso em flagrante.

“As drogas pertencem a um grupo criminoso atuante naquele bairro e estavam dentro de um imóvel abandonado, na Rua Eunápolis, próximo da casa onde a garota foi localizada”, ressaltou a titular da Dercca. A ação contou com o apoio do Núcleo de Inteligência do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom).

As apreensões seguirão para a perícia e a adolescente resgatada vai passar por exame de corpo de delito. Posteriormente, ela será encaminhada para acompanhamento psicossocial.

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Nesta segunda (30), a Polícia Civil prendeu cinco membros de uma quadrilha que traficava drogas em esquema de delivery em Porto Seguro, no extremo-sul da Bahia. A operação foi o resultado de oito meses de investigações da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes e da 1ª Delegacia Territorial de Porto Seguro.

Das cinco prisões, quatro cumpriram mandados judiciais e uma foi feita em flagrante. Com os envolvidos, foram apreendidos 685 comprimidos de ecstasy, barras de maconha pesando 16,5 quilos, porções de haxixe e cocaína, uma pistola e 46 munições calibres 380, além de R$ 5.126,00.

O coordenador da 23ª Coorpin/Eunápolis, delegado Moisés Damasceno, disse que a prisão de um dos membros da quadrilha, em setembro de 2021, deu origem às investigações. [O preso] utilizava a atividade de motorista de aplicativo para camuflar e facilitar o tráfico de drogas”, explicou.

Também atuaram na operação policiais da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Eunápolis), da 2ª DT/Porto Seguro, Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur/Porto Seguro) e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Eunápolis.

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A Polícia Civil prendeu um homem com 850 gramas de cocaína pura num bar em Ipiaú, no sul da Bahia, nesta quinta-feira (26). De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-BA), ele é proprietário do estabelecimento, que é usado como ponto de venda de drogas. No local, os policiais também apreenderam uma pistola 380, além de crack, maconha, celulares, balança e R$ 732,00.

De acordo com o titular da Delegacia de Ipiaú, Isaias Neto, o cumprimento do mandado de prisão foi antecedido por inquérito de 10 dias, iniciado após denúncia sobre o movimento suspeito no bar da Rua São Roque. “Desenvolvemos um trabalho de inteligência com monitoramento do local e campana, a fim de identificar o proprietário do imóvel e verificar como funcionava o armazenamento e a venda dos entorpecentes”, acrescenta o delegado.

Autuado por tráfico de drogas, o homem foi submetido a exames de lesões corporais e está à disposição da Justiça. O material apreendido foi encaminhado à perícia.

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Nesta quinta-feira (18), um homem morreu e outro foi preso durante operação da Polícia Militar no Condomínio Jubiabá, no bairro Novas Ferradas, em Itabuna. Segundo a PM, o suspeito, identificado apenas como Andrinho, reagiu a uma abordagem e atirou contra os policiais, que revidaram aos disparos e o atingiram. Ele foi socorrido e levado para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, mas não resistiu aos ferimentos.

Nas redes sociais, circula imagem em que Andrinho aparece posando com uma pistola na cintura. Ele havia sido preso em outra ocasião, conforme a PM.

Carro e motos apreendidos na operação

Equipes da Ceto, Rotam, Rondesp e Cipe Cacaueira participaram da operação. No local onde o confronto ocorreu, os policiais apreenderam armas, drogas e três veículos: duas motocicletas Honda (placas OZD-2709 e QTW-0H73) e um carro Hyundai HB20 (FYY-3364).

Levado para o Complexo Policial de Itabuna, o homem preso é suspeito de gerenciar as transações financeiras de uma facção criminosa da cidade do sul da Bahia. Com informações do Verdinho Itabuna.

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Equipes da 70ª Companhia Independente da Polícia Militar apreenderam, na localidade conhecida como Vila Nazaré, em Ilhéus, no sul da Bahia, uma submetralhadora, um revólver calibre 32 e uma pistola. Os policiais também prenderam, em flagrante, uma mulher de 20 anos, suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas.

Os policiais militares chegaram ao local depois de receber informações de que um grupo armado estava reunido numa área de matagal. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), os PMs foram recebidos a tiros por sete suspeitos. “Os suspeitos estavam separando drogas. Foram encontrados itens de uso pessoal e de utilização no tráfico”, detalhou o comandante da unidade, major Álvaro Vieira.

Mesmo com o cerco, cinco dos suspeitos conseguiram escapar, mas deixaram para atrás a jovem. A mulher foi encontrada ferida e foi socorrida pelos PMs para o Hospital Regional Costa do Cacau. Com ela, além do armamento, foram encontrados um caderno de contabilidade do tráfico e certa quantidade de drogas, segundo informou a polícia. A suspeita recebeu cuidados médicos e em seguida foi conduzida para a Delegacia Territorial (DT) de Ilhéus.

“A mulher foi autuada pelos crimes de trafico de drogas e porte ilegal de arma de fogo”, informou o delegado titular da DT, Felipe de Matos.