Tempo de leitura: < 1 minuto
No dia em que foi executado na porta da escola, José Denisson não compareceu à sala de aula. O aluno não possuía histórico de violência nem de excesso de faltas. “Ele chegou e nem entrou na escola”, afirma o vice-diretor Eugenio Abreu.
José Denisson era novato no Ciso. Aos 17 anos, cursava a oitava série. Era o primeiro ano do jovem na escola estadual. Até o ano passado, Denisson morava em Ilhéus, também no sul da Bahia.
O vice-diretor observou que o aluno estava com uniforme incompleto. Estava de bermuda tactel e, do uniforme, travaja apenas uma blusa. No momento da execução, ele estava sentado no passeio da escola.














Completa-se nesta segunda-feira (17) um ano de impunidade no homicídio do representante comercial Juvenal Nonato de Oliveira Filho, ocorrido em 17 de maio de 2009, no bairro de Zizo, em Itabuna. Ele foi morto com cinco tiros, pelas costas, supostamente por um marginal conhecido como “Bolota”.
As pessoas de bem que ainda resistem em morar nas imediações da Praça do Trabalho, no bairro do Pontalzinho, em Itabuna, estão horrorizadas e em pânico. As últimas duas madrugadas naquele local foram de verdadeira guerra, com cinco pessoas baleadas.










