Dessa vez, apesar do tema polêmico, a unanimidade deve prevalecer. Os 13 vereadores foram convocados pelo presidente da Mesa Diretora, Clóvis Loiola (PPS), para uma sessão extraordinária, marcada para o próximo dia 5. O motivo é a apreciação do veto do prefeito Capitão Azevedo a um artigo da Lei Orçamentária de 2010, justo o que tira dinheiro da Câmara.
O texto original dizia que o repasse do duodécimo seria de 7% da receita corrente. Com o veto, será aplicado o índice de 6%, de acordo com o que prevê a Emenda Constitucional 58 – aquela que altera o número de vereadores e o valor dos repasses da prefeitura.
O que se espera, do lado da Câmara, é nada a menos do que a unanimidade na derrubada do veto. Isso porque, caso seja mantido, cada vereador terá que abrir mão de seis assessores, além de alguns outros benefícios, para que a Casa se adeque à nova realidade.
Estariam os bravos parlamentares da situação dispostos a cortar na própria carne em nome da fidelidade ao governo?



























