
O presidente do Esporte Clube Bahia, Marcelo Guimarães Filho, voltou a ser notícia nacional nesta sexta-feira (1º). Uma das maiores revistas do segmento no Brasil, a Placar, da Editora Abril, trouxe às bancas de todo o país uma reportagem especial sobre o comportamento do cartola na redes sociais: “O rei da baixaria”, intitulou a publicação, ao listar a maneira, considerada agressiva, do dirigente contra os torcedores do Esquadrão de Aço e contra as arbitragens dos campeonatos que o clube disputa.
“Costumeiramente sem filtro, Marcelo Filho reage de maneira grosseira às críticas de torcedores e dispara xingamentos”, diz a Placar. Entre os palavrões deferidos no Twitter, Instagram e Facebook, a revista destaca o “vá tomar no c*!”, tuitado por MGF após um torcedor criticar a venda do meia Gabriel ao Flamengo.
Outro “print” dado pela Placar foi quando um torcedor tricolor, membro do grupo de oposição da atual diretoria perguntou via Twitter: “Onde está o dinheiro da Globo? Na sua Mercedez zero?”, questinou. E a resposta de MGF em sua página oficial foi: “Vc é v**** e sua mãe é p***. Sua mulher eu comi. Conheço o v**** do seu filho”, disparou. Já no Instagram, o dirigente tricolor soltou um “f***-se” para todos os torcedores do E.C. Bahia insatisfeitos com o atual desempenho do clube e que “falam mal dele”.
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Comparando o desempenho da economia baiana em 2012 com o ritmo lento da economia brasileira e mundial, o governador Jaques Wagner declarou que o estado teve um “super PIB”.
A elevação do Produto Interno Bruto na terra do Carnaval no ano passado foi de 3,1%, enquanto a do País estancou em 0,9%, a menor variação entre os países do chamado Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O governador disse que o Estado tem conseguido atrair investimentos que reduziram o impacto da crise internacional e também destacou a influência de políticas do governo Dilma.
“As políticas macroeconômicas do Governo Federal nos ajudaram bastante a manter aquecidos os setores de serviços e de comércio, decisivos para o bom resultado do PIB baiano. Continuamos trabalhando para que novos negócios sejam consolidados em nosso estado, dinamizando ainda mais a produção industrial”, afirmou Wagner.

De acordo com números do Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), dos 268.358 mandados expedidos entre junho de 2011 e janeiro de 2013, 192.611 ainda aguardam desfecho.
Segundo o levantamento, os estados com maior déficit de cumprimento, tanto em números absolutos quanto relativos, são Paraná (30.431), Minas Gerais (28.641) e Goiás (20.885). Os estados representam, respectivamente, 15,79%, 14,86% e 10,84% do total de mandados em aberto no país. Informações da Agência Brasil.
Ibirapitanga lidera as estatísticas da tuberculose no sul da Bahia, em 2013, com o registro de seis casos. Ao todo, a região apresentou 30 notificações nos dois primeiros meses deste ano.
Em todo o estado foram notificados cerca de 600 casos de tuberculose no primeiro bimestre, sendo que Salvador registrou 318 deles. Feira de Santana é o segundo em quantidade de notificações: 18.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, o Brasil está entre os países que concentram mais de 80% dos casos de tuberculose no planeta. Informações d´A Região.
O Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT) determinou aos sindicatos dos vigilantes na Bahia que mantenham, pelo menos, contingente mínimo de 50% dos profissionais em atividade. A categoria iniciou greve, na quarta, 26, para cobrar o pagamento dos 30% de adicional de periculosidade, previsto em lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro do ano passado. O percentual significa, em média, R$ 200,00 a mais para cada vigilante.
A determinação de manutenção de metade dos vigilantes em atividade será válida até que o tribunal julgue a causa envolvendo o Sindicato das Empresas de Segurança Privada da Bahia (Sindesp-BA) e os vigilantes associados ao Sindvigilantes, SindMetropolitan e o SVItabuna.
A previsão é de que o dissídio coletivo dos vigilantes seja julgado na próxima quinta, dia 7. Os sindicatos também podem sofrer multa diária de R$ 50 mil se descumprirem a decisão do TRT, que também proíbe os sindicalistas de promover manifestações com “ameaças” a terceiros.

Enquanto discursava, Ronaldão foi aparteado por Valter Oliveira de Matos, não por acaso conhecido como Valter Socorrinho, do PTN. Ao ver o colega criticar o Samu, Socorrinho não perdeu a oportunidade de vender o próprio “peixe”.
– Vereador Ronaldão, vou lhe dar o meu cartão de visita. Nessas horas o senhor pode ligar, que o serviço é rapido e não falha.
Socorrinho conquistou sua cadeira no legislativo graças ao transporte de pacientes de bairros pobres para hospitais da cidade. O serviço utilizava um valente e destemido Fusca e muita vontade de emplacar um mandato eletivo.

Resta ao presidente e demais membros do colegiado ilheense desvencilhar-se de qualquer paixão ideológica às diretrizes teóricas do sistema e deliberar por alguma medida que ponha fim aos desmandos praticados, ainda que seja a suspensão momentânea da gestão plena.
O SUS é um projeto que assume e consagra os princípios da universalidade, equidade e integralidade da atenção à saúde da população brasileira. Ademais, se acrescentam os princípios estratégicos, que dizem respeito a diretrizes políticas, organizativas e operacionais, que apontam como deve vir a ser construído o sistema que se quer conformar. Tais princípios são, como se sabe, a descentralização, a regionalização, a hierarquização e a participação social.
É inegável que, teoricamente, os princípios e normas do SUS são apaixonantes, principalmente para os militantes da saúde, e, como agentes do sistema de saúde, devemos trabalhar fortemente para a implementação e consolidação dos seus princípios e normas.
Contudo, nós não vivemos nas teorias. Vivemos em cidades reais, com problemas reais. É aí que o controle social, representado no Conselho Municipal de Saúde, composto por gestores da saúde, trabalhadores da saúde, prestadores de serviços de saúde e usuários dos serviços de saúde, órgão consultivo e deliberativo, desempenha um papel preponderante.
Ao Conselho Municipal de Saúde, cabe acompanhar diligências, debater, encaminhar denúncia, quando necessário, junto aos órgãos competentes e deliberar sobre temas relativos ao sistema de saúde do município.
Assim sendo, situações como a que se instalou na saúde do município de Ilhéus há algum tempo, carece de uma atuação firme e urgente por parte do Conselho local de saúde, pois temos fortes indícios de que o Fundo Municipal de Saúde está em colapso, devendo três meses de faturamento aos prestadores de serviços da cidade, gerando atrasos dos pagamentos dos salários dos trabalhadores e os usuários ficando sem assistência.
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Do Uol Esporte
A passagem do brasileiro Luiz Razia durou pouco tempo. O piloto baiano teve seu contrato encerrado com a Marussia e será substituído pelo francês Jules Bianchi, que já participará dos testes em Barcelona no fim de semana. A informação foi dada pelo site Autosport e depois confirmada no site oficial da escuderia.
O motivo para o rompimento do contrato de Razia com a escuderia seria a falta de pagamento da segunda parcela acertada por seu patrocinador na assinatura do vínculo, no começo de fevereiro.
O brasileiro já ficou fora dos testes em Barcelona por conta da falta de pagamento dos seus apoiadores e nesta sexta-feira expirou o prazo dado pela Marussia para que tudo fosse acertado. Assim, o piloto, que veio da GP2, encerrou sua passagem na categoria sem nem estrear.
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As aulas estão previstas para começar em abril. De acordo com o coordenador da pós-graduação, Diego Raniery, profissionais com graduação em áreas como jornalismo, publicidade, administração, marketing e informática forma o público alvo do curso.
“Cada vez mais as redes sociais estão ganhando espaço na vida da sociedade moderna”. O objetivo da pós-graduação, segundo Raniery, é a capacitação para “uso estratégico de ferramentas mercadológicas adaptadas às mídias sociais”. Informações e matrícula no portal da instituição.
O juiz Eros Cavalcanti, da Vara da Fazenda Pública, acaba de determinar a interdição do Matadouro Municipal de Itabuna. A central de abate é alvo de denúncias devido à falta de higiene e condições exigidas pela portaria 304/1996, do Ministério da Agricultura.
A decisão judicial atende a ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual e define multa diária de R$ 3 mil aplicada à Prefeitura de Itabuna e à empresa que detém a concessão do abate, a Frigocentro.
O município terá que apresentar um plano de modernização para que o matadouro retome as atividades. Município e empresa ainda não foram intimados, o que deve ocorrer até a próxima quarta, 6.
Rescindido o contrato com a empresa Marquise, a Prefeitura de Itabuna se prepara para contratar outro serviço, inicialmente em caráter emergencial, mas com a promessa de redução de custos e melhoria da eficiência.
Segundo o prefeito Claudevane Leite, o principal motivo do rompimento com a empresa cearense foi a má qualidade do serviço que vinha sendo prestado, adicionada aos altos valores cobrados aos cofres do município. Além disso, havia uma dívida de R$ 12 milhões acumulada na gestão anterior.
Enquanto outra empresa não é contratada, a Prefeitura recorre ao aluguel de caminhões e caçambas para retirar o lixo das ruas. Esse recurso já estava sendo utilizado antes mesmo da rescisão com a Marquise, já que a empresa vinha interrompendo a coleta, sob alegação de que a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) deixou de manter, permanentemente, um trator que realiza o manejo de detritos no “lixão”.
O governo diz que o novo contrato deverá ser assinado até a próxima quarta-feira, 6.
Da Coluna Tempo Presente, A Tarde
Camamu vai às urnas neste domingo numa reedição da eleição para prefeito de outubro (que foi anulada pela Justiça).
Quatro candidatos estão na disputa: Emiliana da Mata (PP), Luizinho de Tapuia (PSB), Nélia (PRP) e Gilmar (PSOL). A disputa está polarizada entre os dois primeiros.
O jornalista Chico Vasconcelos (PMDB), o único ficha-limpa entre os cinco que disputaram em outubro, desistiu.
Rafael Rodrigues | Correio da Bahia
Cerca de R$ 2,5 milhões ao ano a menos nas contas pessoais dos deputados baianos. Dinheiro que sobra na Assembleia Legislativa e pode ser devolvido ao estado, revertido em obras e melhorias para a população. Essa é a soma do 14º e 15º salários que os 63 parlamentares baianos têm direito, benefício que entrou ontem na berlinda, a reboque da aprovação do projeto que acabou com a boquinha extra no Congresso Nacional.
Semana que vem, oposição e base aliada sentarão para discutir a apresentação de um projeto de emenda constitucional (PEC) para acabar com o benefício. Sem remar contra a maré, a unanimidade dos deputados ouvidos pelo Correio, que até então recebiam a grana extra sem reclamar, afirmou ser a favor da igualdade de direitos com os demais cidadãos brasileiros, que só recebem o 13º salário.
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Espera-se, em caráter imediato, uma medida que impeça a importação desenfreada de cacau, absolutamente desnecessária neste momento.
É com satisfação que vemos a iniciativa dos produtores de cacau do Sul da Bahia de promover manifestação contra a importação de cacau. Um movimento que não deve se limitar aos produtores, mas a toda sociedade organizada.
Por conta da queda na produção de cacau brasileira, a importação de amêndoas da África e da Ásia se tornou necessária para manter as indústrias em funcionamento.
Ocorre que nos últimos dois anos, a safra brasileira vem apresentando um processo contínuo de recuperação, chegando a 137 mil toneladas na safra 2012/2013. E a tendência é de que esse volume aumente na próxima safra.
Com isso, o que era solução, se transformou em problema. A manutenção das importações faz com que as indústrias processadoras deixem de comprar o cacau nacional. E com oferta crescente, os preços despencam, chegando a irrisórios 58 reais a arroba. Um valor que não cobre nem os custos de produção.
É importante observar que mesmo com dividas astronômicas e dificuldades para a obtenção de novos créditos, os produtores sul baianos, dotados de notável espírito empreendedor, conseguem retomar a produção e delinear um quadro em que o cacau volte a ser um fator preponderante na economia regional, com a necessária ressalva que não se pode mais pensar em monocultura.
Mas, por outro lado, não se pode tratar o cacau como uma cultura irrelevante, que já deu o que tinha que dar.
E é aí que entra a necessidade de uma ação governamental mais efetiva, transformando em realidade projetos de recuperação da lavoura, como o PAC do Cacau. É o mínimo que se pode esperar como retribuição a um produto que tanto contribuiu com a economia do Brasil e da Bahia e que ainda tem muito oferecer aos sul-baianos.
Espera-se, em caráter imediato, uma medida que impeça a importação desenfreada de cacau, absolutamente desnecessária neste momento; além do risco de introdução de novas pragas numa lavoura que já sofreu o suficiente com a vassoura-de-bruxa.
Um dos grandes pecados do produtor de cacau ao longo de décadas foi o excessivo individualismo, a completa ausência de espírito coletivo, a incapacidade de mobilização.
A manifestação contra a importação de cacau pode sinalizar um novo paradigma, em que a soma de esforços de uma sociedade que luta para se reerguer, resultará numa união permanente, que nos tornará fortes o suficiente para sermos ouvidos e atendidos em nossas justíssimas reivindicações.
Helenilson Chaves é diretor-presidente do Grupo Chaves.

Lícia diz que o estado corrigiu ações equivocadas com uma “sistemática de tributação mais justa e simplificada, uma maior eficiência na cobrança dos débitos inscritos no Serviço de Dívida Ativa e recuperação empresarial baseada no Refis”. Segundo a presidente do IAF, os auditores agora trabalham com “aplicação de novos conceitos e uma metodologia mais eficiente na arrecadação”.





















