Tempo de leitura: < 1 minuto

Da Coluna Tempo Presente, A Tarde

Nos dois primeiros anos do seu governo, Jaques Wagner gastou o tempo entre ajustar a máquina ao seu time de aliados e desmanchar contratos do governo antigo.

Nos dois seguintes, enfrentou o fogo amigo (com o consequente rompimento) de Geddel e gastou energia recompondo as alianças (atraindo Mário Negromonte, João Leão e Otto Alencar), que o levaram à reeleição.

Em 2011, o primeiro ao do segundo mandato, saboreou o melhor momento de paz e popularidade. Em 2012, o inferno astral: em fevereiro, a greve da PM e, em abril, a dos professores. Pulou do melhor para o pior.

Está nisso e tenta sair. Sabe que, no embate político, 2014 começa quando 2012 acabar.

Se deixar o barco do jeito que está, vai dar na praia ou nas pedras. Somando o momento ruim com as intrigas e futricas que marcam a disputa entre os pretendentes a sucessor no campo que ele controla, é naufrágio certo.

A estratégia para retomar o leme está pronta. Em novembro, vai desfechar uma série de licitações de obras do metrô e no sistema viário cujo alvo é desafogar a sufocada mobilidade de Salvador, todas no embalo da Copa 2014. Segundo o secretário Rui Costa, o governo vai bancar a maior parte.

Em suma, vai tentar preencher o vácuo de 2013 para ver se chega bem em 2014.

Tempo de leitura: 5 minutos

HÍFEN É PUNIÇÃO CRUEL PARA A INOCÊNCIA

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

Já citei Dad Squarisi e o “castigo divino” que Deus lançou sobre as línguas como punição aos homens por causa da Torre de Babel: o francês ficou com uma carga de acentos, o inglês escreve de um jeito e pronuncia de outro (exemplo: a pronúncia de here, é ria!), o alemão emenda as palavras, e nós de língua portuguesa fomos punidos com o hífen. Por isso eu digo que hífen não é sinal de escrita, é cruel punição para a inocência. As coisas estavam nesse eterno “tem hífen, não tem hífen”, quando veio o Acordo Ortográfico de 2009 e embananou tudo de uma vez por todas. Na semana passada, por imposição da regra, escrevi aqui “dor de cotovelo” (assim, sem hífen), sob protesto.

________________

Fica complicado o que nunca foi simples

Antes do Acordo, a regra era clara. Quando dois termos se unem e perdem o sentido, mete-se entre eles um tracinho ou dois e pronto. Assim, pé de moleque é o pé do moleque, enquanto pé-de-moleque é um doce; mesa redonda é uma mesa redonda (óbvio), mesa-redonda é uma negociação, uma discussão. Seguindo esse princípio, dor de cotovelo não é o que eu quis dizer (disse-o sob pressão, pois assim mandou o livro consultado). Qualquer pessoa escolarizada sabe que dor-de-cotovelo resulta de saudades e amores descarrilhados, não de bater os braços por aí. Mas parece que estamos condenados a essa barafunda hifeniana oficializada pelo Acordo, que veio complicar o que nunca foi simples.

| COMENTE! »

O GURIATÃ NOS UMBRAIS DA IMORTALIDADE

A Academia de Letras de Itabuna (Alita) tem entre seus símbolos um simpático pássaro outrora popular na região, hoje talvez já extinto, o guriatã. Minha surpresa foi descobrir desse bichinho uma descrição feita por um certo padre Jácome Monteiro, em 1610, há, portanto, mais de 400 anos: “É pássaro pequeno, do tamanho de um pintassilgo, preto pelas costas e por baixo amarelo, com um barrete da mesma cor, que o faz mui gracioso. É o pássaro mais músico de quantos há nesta Província, porque arremeda a todos os mais, e por isso o chamaram guiranheenguetá, que quer dizer pássaro que fala todas as línguas de todos os mais pássaros. São mui prezados. Estes são os que de ordinário se conservam cá em gaiolas”. Ao guriatã, agora imortal da Alita, mais quatro séculos de vida.

| COMENTE! »

DE ITALIANO SÓ SEI UMA PALAVRA: “PIZZA”

O Brasil ainda discute se dona Dilma é presidente ou presidenta – e os saudosistas não a aceitam, seja no masculino, no feminino, no neutro ou pintada de ouro sob pedrinhas de brilhantes (mas esta é outra história). Eu sempre tratei mulher no feminino: vereadora, professora, parenta, reitora – e por aí vai. Presidenta, então. A palavra existe nas línguas irmãs francês e espanhol (em italiano, desconheço, pois na língua de Dante eu só sei dizer pizza – e outra coisa que não pode ser escrita em blog familiar). Sthendal (O vermelho e o negro), Ariano Suassuna (O romance d´A pedra do Reino) usaram presidenta . O lusitano Antônio Feliciano de Castilho, também. Mas nosso tema é poeta/poetisa.

________________

Finalmente, mulher é poeta ou poetisa?

A história fala de uma poetisa chamada Safo, da ilha de Lesbos, na Grécia do século VII a. C. Nas últimas décadas, o Brasil passou a chamar as mulheres de poetas, transformando o que era feminino em “comum de dois”. Para os defensores de “novidades” na língua portuguesa, quem escreve “poesia de verdade” é poeta, não importa se homem, mulher ou qualquer outro sexo desses que por aí abundam. Poetisas seriam as senhoras e moçoilas que recitam seus versos bisonhos em modorrentas tardes de saraus, rimando mão com coração, ou não rimando nada com nada. Poeta escreve poesia, poetisa escreve asneiras – parece ser a regra que fixaram. Besteira pura, acho eu.

________________

Poetisas são “promovidas” a poeta?

Creio que em poeta/poetisa temos a sombra do preconceito: é de homem o ato de escrever poesia, de sorte que a boa poetisa tem direito ao título masculino de poeta, e a má poetisa que fique em sua primitiva condição feminina. Entendo que há bons e maus poetas, boas e más poetisas. Mas é só minha opinião. De Janete Badaró, ao entrar para a Academia de Letras de Ilhéus, Francolino Neto disse que deixou de ser poetisa, passou a poeta. Foi “promovida”, a meu ver, uma ofensa – mas o que fazer, se as próprias mulheres gostam desse jogo? Disse Cecília Meireles (foto), num poema: “Não sou alegre nem sou triste: sou poeta”. Nunca soube se Valdelice Pinheiro se achava poeta ou poetisa. Eu a chamo poetisa. E das grandes.

| COMENTE! »

A PEDRADA INADMISSÍVEL QUE NINGUÉM VIU

Tive um professor meio descuidado que, como é comum aos descuidados, volta e meia errava, falando ou escrevendo. Se, com todo respeito, lhe apontávamos o deslize, ele dava sempre a mesma explicação: errara de propósito, para verificar se seus alunos estavam atentos… Na semana passada, ao falar de “duas coisinhas”, grafei, numa pedrada homérica, “duas cozinhas”. Poderia dar várias “razões” para o episódio, mas seriam todas falsas. Foi erro mesmo (que não recebeu, estranhamente, nenhum comentário). Não há justificativa mas desculpas.

| COMENTE! »

DAVIS: DROGAS, ARROGÂNCIA, GENIALIDADE

Mesmo quem não é muito ligado ao jazz, a melhor coisa do mundo, depois do uísque com água de coco (melhor ainda os dois, de braços dados), conhece o som do trompete de Louis Armstrong (foto), por ser único. Creio que é único também o trompete de Miles Davis (Chet Baker é acusado de imitá-lo). Miles Davis, o divino, é um dos meus músicos preferidos – nunca tomei conhecimento de suas experiências inovadoras do rock (um filho espúrio do jazz), mas ele é tido como essencial aos dois gêneros. Tirânico, arrogante, autodestrutivo e com indisfarçável ódio pelos brancos, Davis era um gênio que não teria lugar neste século. Não por acaso, morreu em 1991, aos 64 anos, depois de muita confusão, drogas e influência sobre imenso número de músicos.

________________

Sopro particularíssimo do divino Davis

Aqui, Miles Davis mostra sua leitura de Summertime, um tema de jazz que já teve todo tipo de interpretação (Armstrong, Janis Joplin, Billie Holiday, Ella Fitzgerald, Frank Sinatra, Norah Jones, Charlie Parker, Sarah Vaughan, para citar uns poucos). A meu juízo de ouvinte não técnico, este bem-comportado registro não faz nenhuma revolução no jazz (que o músico californiano costumava incendiar). Mas é uma oportunidade, para quem não é do ramo, de tomar conhecimento do sopro particularíssimo de Miles Davis, a cujo nome costuma seguir o epíteto “o divino”.

(O.C.)

Tempo de leitura: < 1 minuto

Itabuna registrou dois assassinatos em menos de 24 horas. Ontem à noite, Giliard Araújo dos Santos, 25 anos, foi executado no Bairro Daniel Gomes.

Hoje, por volta das 14h,Wagner Moraes, 27 anos, foi assassinado após discussão com um homem identificado como Fred, na favela Vila da Paz, na saída de Itabuna para Ilhéus.

Wagner levou um tiro e tentou correr, mas foi alcançado por Fred. Às martens do Rio Cachoeira, o algoz desferiu golpe fatal, de faca, contra o pescoço de Wagner. Após o crime, Fred usou a bicicleta da vítima na fuga.

Tempo de leitura: < 1 minuto
Defesa de Azevedo espera liberação para disputa.

Um levantamento da Folha em todo o país revela que os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) barraram 317 candidaturas de políticos ao aplicar a Lei da Ficha Limpa.

Destes barrados no baile, dez são candidatos a prefeito na Bahia. Dentre os processos que aguardam julgamento no tribunal baiano, está o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), flagrado por acumular R$ 22.753.925,20 em irregularidades consideradas insanáveis.

A defesa do democrata, no entanto, acredita que ele seja liberado após julgamentos de casos similares. Outro fator favorável seria o não-julgamento das contas de Azevedo pela Câmara de Vereadores.

O prefeito de Itabuna teve as contas de 2009 e 2010 rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Ele recorreu apenas contra a condenação de 2010.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O historiador itabunense Adelindo Kfoury Silveira morreu nesta manhã de sábado, 8, por volta das 10h, no Hospital Santa Izabel, em Salvador. Ele faleceu uma semana após ser submetido a cirurgia cardíaca bem-sucedida, mas sofrer problemas nos rins.

A causa-morte foi apontada como falência múltipla de órgãos. Kfoury era dono do maior acervo histórico de Itabuna. Grande parte dos documentos foi levada por ele para Salvador, onde residia nos últimos anos.

O sepultamento do historiador foi marcado para este domingo, no Jardim da Saudade, em Salvador.

Tempo de leitura: < 1 minuto
Juçara Feitosa debateu com empresários durante a semana.

Juçara Feitosa (PT)
13h- Corpo a corpo no São Pedro
20h- Reunião com lideranças comunitárias

Vane do Renascer (PRB)
15h – Caminhada no Novo Horizonte, saindo da praça do bairro

Capitão Azevedo (DEM)
14h30min – Caminhada no Sarinha e Gogó da Ema, saindo da Rua Campo Verde
19h30min – Reunião com candidato a vereador no Fátima
20h30min – Reunião com moradores do Parque Boa Vista

Zem Costa (PSOL)

14h – Visita ao Sarinha

Zé Roberto (PSTU)
14h – Reunião com militantes do PSTU
19h – Visita a apoiadores na Mangabinha

Pedro Eliodório (PCB)
Não informou agenda

ILHÉUS —-

Jabes terá compromissos de campanha no Vilela e em Sambaituba hoje.

Jabes Ribeiro (PP)
15h30min – Caminhada no Teotônio Vilela, saindo da Universal
18h30 – Reunião em Sambaituba

Jorge Luiz (PSOL)
Não informou agenda

Professora Carmelita (PT)
Não informa agenda

Tempo de leitura: < 1 minuto

A Justiça Eleitoral em Ubatã, no sul da Bahia, enquadrou o prefeito e candidato à reeleição, Edson Neves, dando-lhe vistoso cartão vermelho. Depois que o jogo eleitoral começou, Neves, que é do PSD, quis passar por cima das regras e entrar no Time de Lula. Só que o time no município já está completo e comandado pelo seu oponente, o ex-vice prefeito e ex-árbitro Expedito Rigaud (PSB).

Os advogados de Rigaud, Marcos Alpoim e Frederico Matos, reuniram as provas e recorreram à Justiça, argumentando que o PT de Lula, Dilma Rousseff e Jaques Wagner faz parte da coligação de Rigaud, e o uso feito por outra chapa era ilegal.

O juiz eleitoral Antônio Carlos Bertacco decidiu em favor de Rigaud. Proibiu Edson Neves de usar imagem do trio petista na campanha eleitoral, sob pena de multa diária de R$ 3 mil. Agora, o candidato à reeleição terá de se contentar com a imagem do atleta de seu time, o vice-governador Otto Alencar. E, claro, está obrigado a recolher todo material gráfico em que aparece ao lado de Dilma, Lula e Wagner.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Vane do Renascer (PRB) começa a ser alvo mais duro de ataques dos dois principais adversários. O programa de Capitão Azevedo (DEM) o chamou Vane de lobo em pele de cordeiro. Em editorial sem assinatura da candidata, o programa de Juçara Feitosa (PT) exibiu recorte de jornal de Salvador falando do bloqueio de bens dos 13 vereadores de Itabuna. Foi a deixa para chamar Vane de cúmplice de Wenceslau, dentre outros adjetivos.

Os ataques dos dois candidatos têm a ver com indicações de mudanças de humor do eleitorado.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O ex-ministro e hoje vice-presidente Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima, apareceu em dois dos programas eleitorais de Capitão Azevedo (DEM) para reforçar o apoio peemedebista ao candidato à reeleição em Itabuna. O presidente de honra do PMDB baiano afirma que Azevedo tem apoio de seis ministros e do vice-presidente da República, Michel Temer.

Geddel lembra da obra liberada para Itabuna quando ele ainda era ministro, em 2009, e que ainda não foi concluída, a reurbanização da Avenida Amélia Amado e cobertura do Canal Lava-Pés. E, como sempre faz com gosto, aproveita para desferir uns golpes certeiros em Jaques Wagner (PT) ao falar das áreas de saúde e segurança pública.

Tempo de leitura: 2 minutos
Personagem Ramiro Bastos e sanfoneiro lembram Amado e Gonzagão (Foto Pimenta).

O escritor Jorge Amado e o “Rei do Baião”, Luiz Gonzaga, foram os grandes homenageados no desfile cívico do 7 de Setembro em Itabuna, no sul da Bahia, terra do autor de obras como Gabriela cravo e canela, Terras do sem fim, Capitães da areia.

O público foi o maior já visto nos últimos anos, puxado pelo feriadão. Cerca de 20 mil pessoas ocuparam as calçadas da Avenida do Cinquentenário para acompanhar os desfiles de entidades e escolas particulares e das redes estadual e municipal.

Estudantes vestidos como personagens de obras que imortalizaram Jorge Amado ou carregando instrumento musical que tornou Luiz Gonzaga o rei de um estilo marcaram o desfile. Fanfarras de escolas municipais e estaduais de Itabuna e de Ubaitaba agitaram o público.

Tempo de leitura: < 1 minuto

A festa do 7 de Setembro em Itabuna foi manchada pelo confronto de gangues no quarteirão entre o Bradesco e o Santuário Santo Antônio, na Avenida do Cinquentenário. O tumulto ocorreu por volta das 11h30min, quando grande multidão ainda estava na avenida.

Várias pessoas que assistiam ao desfile ficaram feridas ao tentar fugir do local do confronto entre supostos membros de grupos dos raios A e B do presídio de Itabuna. Pelo menos um homem ainda não identificado foi preso por soldados da polícia militar. Quem assistia ao desfile onde ocorreu a confusão ainda relatou ter ouvido tiro de revólver, porém não houve registro de pessoas atingidas por disparos.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Apenas quatro dos seis candidatos a prefeito de Itabuna informaram gastos de campanha ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até agora, na segunda parcial de prestação de contas. Juçara Feitosa (PT) lidera em gastos: R$ 102.044,00, gastos na compra de serviços gráficos, combustível, alimentação e aluguel de imóvel.

Vane do Renascer (PRB) informou gastos de R$ 53.989,00 com serviços gráficos, alimentação e aluguel. Em terceiro – e apesar da campanha vistosa nas ruas, aparece o prefeito Capitão Azevedo (DEM), com apenas R$ 8.000,00 em serviços gráficos.

O comunista Pedro Eliodório informou R$ 900,00 em gastos. Zé Roberto (PSTU) e Zem Costa (PSOL) não prestaram contas ainda. Com informações d´A Região.

Tempo de leitura: < 1 minuto
Organização calculou mais de sete mil pessoas na caminhada de Vane (Foto Pimenta).
Jovem leva família caminhada em triciclo (Foto Pimenta).

Vane do Renascer (PRB) levou cerca de 7 mil pessoas à Avenida do Cinquentenário na primeira das grandes caminhadas dos candidatos a prefeito de Itabuna, segundo cálculos da organização. Foi o primeiro grande “batismo” de popularidade do candidato do PRB.

Candidatos a vereador, secretários estaduais, a deputada Alice Portugal (PCdoB) e o presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, também participaram do evento que foi encerrado no bairro de Fátima.

Vane abriu a temporada das grandes caminhadas na Cinquentenário. O próximo candidato a caminhar na avenida central será a petista Juçara Feitosa, na próxima sexta, 14. Azevedo ainda não definiu data de grande evento no centro da cidade.

Tempo de leitura: < 1 minuto
Valderico: condenado (Foto José Nazal).

O ex-prefeito de Ilhéus Valderico Reis (PMDB) foi concenado a dois anos e oito meses de detenção e proibição de exercer cargo político por cinco anos. A decisão é da juíza Jeine Vieira Guimarães, da Comarca de Ilhéus, ao julgar denúncia do Ministério Público Estadual (MP) oferecida contra Valderico, acusado de contratar oito funcionários ilegalmente.

O ex-prefeito teve a pena de detenção substituída pelo pagamento de 200 salários mínimos a instituição de caridade. A contratação dos servidores sem concurso ou sem interesse público ocorreu entre março de 2005 e março de 2007, conforme a denúncia formulada pela promotora Karina Cherubini.

A defesa de Valderico Reis tentou arguir que o ex-prefeito estava “amparado por lei municipal”, o que foi rejeitado pela magistrada. A juíza ilheense também apontou prejuízo duplo ao Estado por Valderico ter lesado os cofres municipais com gastos injustificados e atraso na contratação de servidores concursado. Jeine Vieira Guimarães frisou que existia um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em que o município se comprometeu a anular contratações sem concurso.