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Municípios e estados têm somente até o dia 31 de julho para inscrever projetos com o objetivo de obter recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS). Serão liberados recursos para programas de urbanização nos chamados assentamentos precários e elaboração de planos de habitação de interesse social.

O presidente da Associação dos Municípios do Sul, Extremo-Sul e Sudoeste da Bahia (Amurc), Moacyr Leite, alerta as prefeituras da região para o proximidade do fim do prazo de inscrição.

Municípios de regiões metropolitanas, capitais estaduais e aqueles com população superior a 100 mil habitantes poderão apresentar até três propostas, que totalizem menos de R$ 50 milhões. Os demais poderão apresentar também até três propotas, mas totalizando menos de R$ 35 milhóes.

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Roberto, Robson e Adervan. Mais uma reconciliação
Roberto, Robson e Adervan. Mais uma reconciliação

Forte candidato a atuar em missões de paz da ONU, o “embaixador” Robson Nascimento acaba de realizar mais uma façanha. Ele reuniu, no Jornal Agora, o diretor da publicação, José Adervan, e o vereador Roberto de Souza, que até pouco tempo se estranhavam.

Nascimento já se tornou famoso pela habilidade pacificadora, conseguindo arrancar sorrisos como esses que se encontram estampados nos ex-desafetos.

Roberto até parece que está pensando em seu  bordão favorito: “beleza, beleza, beleza!”

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Azevedo deixou claro há pouco que, apesar de pertencer ao DEM, vai mesmo apoiar a reeleição do deputado federal Roberto Brito, que é do PP e da base de apoio do governo do petista Jaques Wagner.

Brito, alías, estava juntinho do prefeito durante a inauguração do Restaurante Popular. Ou melhor, Restaurante do Povo, para ser fiel à nova denominação.

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O radialista Val Cabral fez discurso na inauguração do Restaurante Popular e aproveitou a viagem para despejar elogios no secretário de Transportes e Trânsito da Prefeitura, Wesley Melo.

Segundo Cabral, o prefeito Azevedo escolheu Melo para solucionar problemas que nenhum outro titular da pasta resolveu antes.

Detalhe: quem mandava no trânsito até o ano passado era simplesmente o atual prefeito…

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Quase um século de história. Há quem louve o crescimento acelerado de Itabuna, existe quem atribua a essa rapidez uma série de consequências ruins.  Em meio à pressa, esqueceu-se de planejar. As ruas são estreitas, as construções não respeitam qualquer ordenamento. Itabuna tem plano diretor? Quem sabe…

A cidade tem sim é uma pujança nervosa, vontade de negociar, fazer dinheiro. É banco, é crediário, é agiota, é o fim do caminho… Preocupação social? Conversa mole em reuniões de bacanas, muito ciosos em aliviar a culpa por não pensar real e efetivamente no próximo, mas quase sempre exclusivamente neles mesmos.

Políticos? Todos fizeram muito menos do que poderiam e deveriam. Não apenas os eleitos, mas também os cidadãos comuns, partindo da máxima aristotélica de que o homem é “um animal político”.

Aos cem anos, Itabuna – não a parte física, mas a humana – precisa aprender a agir, em vez de esperar. Entender que nenhum político, seja ele de que partido for, fará um bom governo se o povo não sair da passividade. Contentar-se em ser apenas eleitor não faz de ninguém um cidadão de verdade.

Itabuna até impressiona pela estrutura respeitável para uma jovem cidade que ainda não chegou aos 100. Coisa feita por gente empreendedora, mas onde se percebe ter faltado sensibilidade. Muito concreto, pouco coração. A cidade parece, muitas vezes, que cresceu de costas para seus filhos.

Em homenagem a Itabuna e à parcela de sua gente – os quase sempre esquecidos e só “oportunamente” lembrados – o Pimenta publica no post abaixo um registro do fotógrafo Duda Lessa, ao qual demos um título irônico, para realçar a distância entre a realidade e as belas expressões usadas em programas sociais de curto alcance.

Finalmente, vale lembrar nesses 99 anos de Itabuna que já passou da hora dos filhos dessa terra, todos, serem tratados  efetivamente como cidadãos. Ou melhor, exigirem isso, pois direito não chega em casa embalado em papel de presente. Direito, se exige.

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A procuradora-geral do Município, Juliana Burgos, foi uma das autoridades municipais barradas na solenidade de reabertura do Restaurante Popular de Itabuna. O presidente da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), Alfredo Melo, também.

Os dois foram à reabertura do restaurante (que mudou de nome e agora é Restaurante do Povo) e esqueceram do providencial convite. A polícia administrativa não aceitou a popular carteirada:

– Estou cumprindo ordens. Só tem acesso quem apresentar o convite pra inauguração.

A intervenção de secretários municipais evitou um vexame maior e, após alguns minutos, entraram Alfredo, Juliana e outras três advogadas.

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EM PRIMEIRA MÃO

O ministro Geddel Vieira Lima incendiou o centro de convenções do Hotel Vela Branca, em Porto Seguro, há pouco. Diante de uma plateia de peemedebista e possíveis aliados em 2010, ele repetiu que aliança não é fusão e criticou o tratamento dado pelo governo Wagner aos aliados, principalmente o PMDB. “Casamento é igual a uma plantinha, tem que regar todos os dias. E isso não houve por parte do governo”.

Geddel acabou falando algo que fez brilhar os olhos de quem defende a candidatura própria do PMDB ao Palácio de Ondina. “O PMDB quer [candidatura própria] e eu aceito. O PMDB terá candidato a governador da Bahia”. Quem participa dos diversos encontros regionais do partido, observou que o ministro mudou o tom nos discursos. Assim, o ‘hômi” acaba, oficialmente, de se lançar na disputa de 2010.

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Para a publicação, a cobra seria a melhor imagem para definir o PMDB.

A Veja traz matéria que disseca o maior partido brasileiro, o PMDB. A publicação amada pela direita e odiada pela esquerda diz que a “voracidade do PMDB, símbolo da resistência democrática convertido ao fisiologismo, transformou-se num paradoxo político. Sem ele, não se governa. Com ele, abre-se a porteira para a corrupção e o clientelismo”.

Confira a íntegra

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Luís Sena | luis.sena65@hotmail.com

A nossa cidade abrigou no seu princípio sergipanos, árabes e gente de toda parte da terra. Gerou filhos, netos, bisnetos e tataranetos, adotando também sem discriminação todos aqueles que optaram por morar aqui ou aqueles que, por determinação superior e exigências diversas, tornaram-se itabunenses.

Ficou conhecida pela determinação e a saga dos seus desbravadores, que construíram à beira do Rio Cachoeira uma cidade próspera que, ao longo da sua fundação, enfrentou e superou inúmeras crises.

Neste 28 de julho de 2009, completaremos 99 anos de reconhecimento oficial como cidade. Estamos atravessando inúmeras dificuldades conjunturais como os demais grandes municípios da Bahia e do Brasil.

Neste momento, chamo atenção para os índices de violência urbana, sucateamento da saúde pública, que já foi referência com níveis de excelência, as denúncias de corrupção e malversação de verbas públicas, com a falta de saneamento básico e urbanização e lixo nas ruas.

A desassistência gera uma situação de abandono, principalmente aos moradores dos bairros mais carentes, com a total falta da aplicação de políticas públicas capaz de melhorar as condições mínimas de vida desses munícipes. A juventude é alvo e vítima, pois a falta de perspectiva com a geração de emprego e oportunidades coloca nossos jovens na condição reconhecida de baixa estima.

A atual administração municipal segue fielmente o mesmo ritmo da anterior, sem nenhum plano político-administrativo que retome o crescimento. Não credencia o município junto aos governos estadual e federal no sentido de oportunizar a utilização de inúmeros investimentos sociais, apresentando projetos que solucionariam grande parte das nossas carências, puramente por falta de uma visão estratégica de como gerir os recursos públicos, objetivando a melhoria da qualidade de vida da nossa população.

O município carece de um plano de desenvolvimento econômico sustentável, capaz de atrair novos investimentos e consolidar os já existentes, na busca de novos postos de trabalho, aliando-se aos grandes projetos previstos a serem implantados na nossa região, tais como: Aeroporto Internacional, Porto Sul, Ferrovia, Infet e a duplicação da BR-415 (rodovia Ilhéus-Itabuna), não esquecendo da reivindicação de implantação de uma universidade federal.

Por tudo isso, é que neste momento de festa e de alegrias pela história, também de tristeza pelo descaso e desprezo, precisamos dar um presente à aniversariante, com certeza, o mais necessário para este momento, o chamamento para uma mobilização e cobrança de realizações, uma exigência para a sobrevivência e retomada, um não à omissão e ao total compromisso das lideranças, sejam políticas, religiosas, empresariais, trabalhadores, artistas, intelectuais e outros segmentos. Vamos reconstruir nossa terra!!!

Luís Sena é professor, sindicalista e ex-vereador.

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EM BRASÍLIA, reunião que, por enquanto, "salva" o aeroporto de Ilhéus. Após determinação de Lula e encontro com Wagner, caem as restrições ao terminal.
EM BRASÍLIA, reunião ocorrida ontem e que, por enquanto, "salva" o aeroporto de Ilhéus. Após determinação de Lula e encontro do presidente com Wagner, caem as restrições ao terminal. A partir de outubro, o Aeroporto Jorge Amado volta a receber voos noturnos... mesmo em períodos chuvosos (Foto: Garcez Almeida).

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Já está postada na página de Cultura a coluna 70 Milímetros, do nosso crítico de cinema Leandro Afonso Guimarães. O filme desta semana, Full Frontal, uma produção americana de 2002, chamou a atenção do colunista pela confusão generalizada travestida de experimentalismo que o diretor Steven Soderbergh levou à telona (veja aqui).

Particularmente, este blogueiro acreditava, até hoje, que filmes como o desta semana fossem, justamente, o tipo que faz a cabeça dos críticos. Mas veja, Full Frontal só levou duas estrelas e meia.

O que nos leva à conclusão de que entre críticos e diretores há muita semelhança – pra não dizer que compartilham da mesma cachaça -, mas às vezes eles resolvem nos fazer acreditar que são espécies diferentes. Só pra marcar território…

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Imagens liberadas pela administração da Fórmula 1 mostram que o piloto brasileiro Felipe Massa está consciente. Ele sofreu um ferimento na testa, causado por uma peça metálica que se desprendeu do carro do também brasileiro Rubens Barrichello. Massa foi levado a um hospital de Budapeste, na Hungria, onde ocorre o treino de classificação para a corrida de amanhã.

O próprio Barrichello declarou há pouco que viu o colega brasileiro muito agitado, falando muito e gesticulando, o que mostra que o piloto está consciente.