Do Blog do Thame
Em vez de ficar apenas reclamando dos péssimos serviços da OI (que mais uma vez deixou os itabunenses na mão no celular e no fixo) este blogueiro resolveu fazer valer seus direitos de cidadão.
Entrei com uma ação no Juizado de Pequenas Causas e mostrei os prejuízos e os constrangimentos sofridos por conta dos constantes apagões da Tchau, perdão, OI.
A causa foi decidida, a meu favor, em menos de um mês, logo na primeira audiência.
Fiquei mil reais mais rico, perdão, menos pobre, e ainda consegui em cinco minutos o que tentava há cerca de três meses: cancelar dois planos, daqueles que você pensa que vai economizar e paga mais caro ainda.
Dizem que se conselho fosse bom a gente vendia, mas esse é de graça mesmo; pra quem se sente lesado, o melhor caminho é a Justiça.
Que pelo menos nesse caso é ágil mesmo!
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A vereadora Rose Castro (PR) mostrou toda a sua rebeldia hoje à tarde, durante sessão plenária da Câmara de Itabuna. Foi no momento em que o vereador Solon Pinheiro disse que apresentaria um pedido de providências para o governo Azevedo melhorar o serviço de iluminação pública nos bairros.
Rose não se conteve. Pediu a palavra e afirmou que com o governo Azevedo não funcionava essa história de “pedido de providência”. O mais correto, segundo ela, é “pedido de paciência”, pois a agilidade não seria uma das características marcantes do governo do Capitão.
Pior foi ver a situação em que ficou o pobre líder do governo, Milton Gramacho. Além de ter que defender o prefeito dos opositores, ainda precisou rebater as críticas da “aliada” Rose em um legítimo ataque de fogo amigo.
Lojistas de Itabuna voltaram a reclamar da OI. “Em pleno São João, perdemos o sinal das maquinetas de cartões (de crédito e débito) e linhas telefônicas”, diz o empresário Thiago Martins, em referência à pane da OI. Mais de 40% dos clientes utilizam o cartão de crédito como meio de pagamento. E se for usar o cheque, também precisa de telefone para checagem nas instituições de proteção ao crédito.
E não é só o Thiago que reclama. Outro empresário, que não quer se identificar por temer represálias, enumera problemas da vitrine do comércio do centro de Itabuna, a Paulino Vieira. “Já sofremos com a falta de decoração junina, a sujeira nas ruas, quedas constantes de energia elétrica e a falta de água. Agora,vem o pior, a OI”.
É, vida de empresário também é difícil.
A exploração de bingos, videobingos e videojogos acaba de ser aprovada pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. É o primeiro passo para a legalização dos bingos no país.
Na gíria dos apostadores, passar pela CFT seria fazer um ás. Na Câmara, falta ainda conseguir o duque (Comissão de Constituição e Justiça). Depois, a bola passa ao Senado, onde o projeto necessita também ser aprovado.
Pelo texto aprovado hoje na CFT, serão proibidas apostas feitas por pessoas viciadas em jogos e que sejam cadastradas nacionalmente pelo governo. As casas de jogos deverão ainda estar localizadas a uma distância mínima de escolas.
A votação foi acompanhada por representantes de diversas entidades que defendem a legalização dos jogos no país, como as de empresários e de trabalhadores do setor. Com informações da Agência Brasil.

Os usuários da TIM na Bahia enfrentaram um apagão de quase cinco horas na manhã desta quarta-feira, 17. Quem precisou fazer ou receber ligações de telefones fixo ou celular da operadora, ficou a ver navios. Agora à tarde, os sofredores são os da OI, que estão há mais de 30 minutos sem poder se comunicar tanto de celulares ou telefones fixos. A pane afetou também o serviço de banda larga da operadora, o Velox, também conhecido por aqui como Lentox.
No caso da OI, o agravante é que as quedas são mais do que corriqueiras (confira). O tratamento oferecido por esta operadora é desrespeitoso e nada acontece contra ela na Bahia, ao contrário de estados como Goiás, onde ela foi proibida de vender novas linhas por 10 dias, no início deste mês, em decisão do Procon-GO.
Nota postada às 16h32min
Despertou a curiosidade de policiais civis e de repórteres do setor as presenças do corregedor da Polícia Civil, João Malhado, e dos delegados Marcos Ludovico e Gilberto Mouzinho em Itabuna.
O trio, mais dois ex-agentes da coordenadoria regional, fizeram visita ao Complexo Policial de Itabuna. Oficialmente, nada falaram sobre a “missão”.
O arrastapé em Ibicaraí começa no dia 21 com o Arrastão do Jegue, evento organizado pelo Núcleo Chama Solidária, com o apoio da prefeitura. Depois, de 22 a 24, vai ter festa em seis arraiás diferentes, de acordo com a estratégia da prefeitura de estimular o São João em bairros e distritos.
O ralabucho acontece a noite toda nos “Barracões Juninos”, em Bela Vista, Cajueiro, Corina Batista, Luxo, Saloméa e Bairro Novo. A festança vai ser animada por várias atrações regionais, como Fabíola e Odilon, Olivério Leal, Alan Jones, Trio Nordestino, Odilon e Só Mania.
“Preferimos descentralizar a festa e garantir animação nos bairros, em parceria com as associações de moradores, com segurança e conforto para todos”, afirma o prefeito Lenildo Santana, que convida os forrozeiros da região para curtir o São João em Ibicaraí. “A diversão é garantida”.
A Emasa tem 277 funcionários concursados. Empresa enxuta. Dá menos de um funcionário para cada mil itabunenses. Mas a escassez de trabalhadores é compensada pelo inflacionado número de cargos comissionados: 64. Isso antes dos novos 10, que o prefeito Azevedo almeja criar.
Brincando, brincando, é um chefe para cada quatro funcionários e meio – 4,3, para ser mais exato. É muito chefe para pouco índio. E para pouco resultado.
O marqueteiro Josias Miguel já tem um emprego pra chamar de seu. Depois de pedir exoneração do cargo de secretário de ações governamentais e comunicação social de Itabuna, o ex-coordenador da campanha eleitoral do prefeito Capitão Azevedo aboletou-se na chefia de gabinete do deputado estadual Luiz Argolo (PP).
O novo emprego de Josias é resultado de acordos que passam pelo apoio eleitoral em 2010 do prefeito de Itabuna ao parlamentar estadual. Josias preside a comissão provisória do PP em Itabuna. Apesar da nova atribuição – na Assembleia Legislativa baiana, o ex-secretário não sai da cola de Capitão Azevedo, a quem o prefeito chamou de “grande estrategista”.
Os funcionários do escritório de Itabuna da Embasa paralisaram as atividades hoje pela manhã. O movimento é uma advertência à diretoria da empresa, que está se negando a atender a pauta de reivindicações do sindicato dos trabalhadores.
Os funcionários, representados pelo Sindae, propõem reajuste salarial de 9%, além de aumento no abono alimentação, de R$ 13,00 para R$ 17,00, com repasse durante todos os meses do ano, inclusive no período de férias.
“A empresa não ofereceu nenhuma solução, e estamos fazendo paralisações de advertência. A depender das negociações, suspendemos ou intensificamos o movimento”, afirma o coordenador geral do Sindae, Adilson Bonfim.
Gente que circula nos bastidores da política dava ontem como certa a renúncia de Moacyr Leite da presidência da Amurc. Segundo as conversas, o presidente estaria se sentindo pressionado pelos muitos problemas financeiros da entidade, principalmente uma dívida com o INSS, no valor de R$ 320 mil, que pode fazer com que a Amurc penhore a sua sede.
Bem, as pressões podem ser fortes, mas o presidente da Amurc afirmou ao Pimenta, por meio de sua assessoria, que não vai desistir. Segundo ele, a Amurc precisa ser “reestruturada política e administrativamente” e “não é essa crise que vai me fazer renunciar”.
Ou seja, se ajoelhou, que agora reze, pois é disso mesmo que a Amurc está precisando.
Trabalhadores da Joanes em Ilhéus fizeram paralisação de duas horas na troca de turno, hoje pela manhã. Foi mais uma das paralisações programadas que a categoria dos trabalhadores em alimentação realiza desde o mês passado nas indústrias Delphi Cacau Brasil, de Itabuna, e Barry Callebaut, Cargill Cacau e ADM Joanes, de Ilhéus. Enquanto a categoria pede 12% de reajuste, as indústrias moageiras e chocolateiras oferecem apenas 3,8%.
O Sindicacau, representante da categoria, diz que as multinacionais também só oferecem meio salário de participção nos lucros e resultados e não apresentaram nenhuma proposta nas cláusulas de tíquete-alimentação, revisão do Plano de Cargos e Salários e benefícios para trabalhadores afastados. A ameaça é de paralisação caso as empresas não melhorem a contraproposta.
Os funcionários da Trifil em Itabuna certamente trabalham sonhando com cinco minutos livres, para comer um pão, ou mesmo uns três biscoitinhos.
Porque a fábrica não prevê intervalo para lanche durante o turno de trabalho. Parar a produção? Só na hora do almoço ou do jantar.
Quem trabalha pela manhã é que mais pena com vertigens típicas de fome. Afinal, pegam no batente às 6 horas e, nesse horário, poucas pessoas conseguem fazer uma refeição direito.
Não existe mais revista íntima, é certo. Mas a fábrica distribui bolsas para os operários guardarem seu material de trabalho. Quando a pessoa aparece com outro tipo de sacola, às vezes é revistada ao entrar na empresa.
Já teve gente jogando pão fora, quando viu o fiscal no início da fila, revistando as bolsas dos colegas. Porque é proibido levar lanche.
Essa pessoa provavelmente imaginou o tal fiscal dizendo, a la Drª Lorca: “Merendar? Não poooode!”
Para que a Prefeitura de Itabuna firmasse o acordo que prevê a nomeação de servidores aprovados nos concursos públicos de 2008, o apoio do vereador Wenceslau Júnior (PCdoB) foi fundamental.
O comunista abraçou a causa e participou de todas as audiências entre concursados, Prefeitura e Ministério Público do Trabalho. É dele uma das assinaturas na ata que oficializou o acordo, pelo qual a Prefeitura se comprometeu a nomear 55 concursados e divulgar cronograma para nomeação de outros 384.
























