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O Globo
O crescente interesse de estrangeiros em vir para o Brasil, aproveitando o bom momento econômico do país, levou o governo a encomendar um projeto para alterar a política de imigração: a meta é flexibilizar as regras de concessão de vistos de trabalho e facilitar a entrada de profissionais qualificados.
De janeiro a setembro de 2011, o governo concedeu 51 mil autorizações de trabalho para estrangeiros, 32% a mais do que em 2010. Só uma multinacional de recrutamento on-line tem cadastrados 400 mil currículos de pessoas interessadas em trabalhar no Brasil, dos quais 80 mil foram enviados ano passado.
Coordenador da equipe da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) que elabora a nova política, Ricardo Paes de Barros diz que a ideia é estender tapete vermelho para os europeus desempregados pela crise e estabelecer limites para a entrada de imigrantes que fogem da pobreza – como vem acontecendo com os haitianos.

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Marcus Vinícius Anjos | mvanjos@oi.com.br

Não foi o Brasil que conquistou maior evidência, mas a Inglaterra que perdeu expressão.

As linhas a seguir tentam destrinchar e provocar alguma reflexão sobre a mudança recente na lista das maiores economias do mundo, em que o PIB Brasileiro ultrapassou o da Grã-Bretanha. Buscou-se com o texto, desmistificar algumas distorções sobre o significado deste episódio, bastante alardeado pela grande imprensa e, mostrar como as implicações da recente crise econômica mundial interferiram neste contexto.
Em uma análise fria, desprovida do aparelhamento ideológico e da ufania política, logo se perceberá que tal fato é de pouca ou nenhuma relevância para a Economia Brasileira atual, pois seu crescimento no ano de 2011 ficou abaixo do esperado. O que de fato mereceria destaque nesse episódio é o encolhimento da condição Britânica, mais um reflexo do desmoronamento da economia européia e suas conseqüências na retração do consumo, na estagnação e até recessão interna. Portanto, não foi o Brasil que conquistou maior evidência, mas a Inglaterra que perdeu expressão.
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Entrou em vigor neste domingo, 1º de janeiro, o novo salário mínimo nacional, que passa de R$ 545,00 para R$ 622,00. O reajuste é de 14,13%, mas, descontada a inflação estimada para 2011, o aumento real é de 9,2%.
De acordo com o Dieese, 48 milhões de trabalhadores têm sua renda vinculada ao mínimo e serão diretamente beneficiadas com o novo valor. O impacto que o aumento produzirá nas contas públicas é de R$ 23,9 bilhões, principalmente devido aos benefícios da Previdência Social.

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Marcos Vinícius dos Anjos | vinicius.anjos@uol.com.br

Não é só o fato de se apropriar do alheio, não se trata apenas do roubo, mas da capacidade de ser predador, do presente e do futuro, da condição do Estado de atender às imensas demandas sociais existentes no Brasil.

Começa a ganhar forma no Brasil um fenômeno no mínimo inusitado, o movimento emergente motivado pelo esgotamento da tolerância com a corrupção. Inicialmente incendiado nas redes sociais, agora ascende às ruas como aconteceu no último dia 07 de setembro, quando ocorreram manifestações contra a corrupção na maioria das cidades brasileiras. O curioso é que esse levante não está sob a tutela das agremiações tradicionais de esquerda e centro esquerda, não se observa nele a presença de flâmulas, faixas e estandartes vermelhos, tão tradicionais em movimentos de massa recentes no país.
A indignação crescente dos descontentes não se prende somente aos estragos dos “malfeitos”, mas também da constatação de que só há delitos e não há punições (só há danos, não há responsabilizados), ou melhor, pode-se supor que até hoje, o crime têm compensado para os corruptos brasileiros.
Não é preciso desfilar aqui o longo elenco de episódios recentes, brandamente intitulados na atualidade, por algumas autoridades, simplesmente de “malfeitos”, para atestar a origem desse sentimento espontâneo de constrangimento com os rotineiros escândalos envolvendo parlamentares, membros do executivo, servidores públicos e até mesmo do judiciário.
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O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (12), ao comentar os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010, que “não há como o ensino público não ter melhorado”. Segundo ele, é “praticamente impossível ter piorado a qualidade da educação na escola pública”.
O MEC divulgou nesta segunda-feira as notas das escolas que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio no ano passado. Somente 13 escolas públicas aparecem na lista das cem melhores instituições de ensino do Enem 2010.
As notas por escola foram divididas pela porcentagem de participação dos estudantes no exame. No grupo principal, com mais de 75% de participação, o “top 100” é formado por 87 escolas particulares e 13 públicas. Aumentando o universo para as mil escolas com mais de 75% de participação que obtiveram melhor desempenho no exame, o Enem tem 926 privadas e apenas 74 públicas.
De acordo com Haddad, “o Brasil, na média, melhorou, isso nós sabemos. E para o Brasil ter melhorado, como 88% da matrícula é de ensino médio público, não há como o ensino púbico não ter melhorado”. A nota média nas provas objetivas passou de 501,58 pontos para 511,21 pontos em 2010.
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Do site adNews:
Depois de se eximir de qualquer responsabilidade pela divulgação de dados que mostravam a ultrapassagem do Orkut pelo Facebook no Brasil, o Ibope achou melhor abrir o jogo. Segundo o instituto, a inversão de papeis realmente aconteceu.
Em agosto, o Facebook registrou 30,9 milhões de usuários, o equivalente a 68,2% dos internautas brasileiros – seja com acesso em casa ou no trabalho. O Orkut, por sua vez, fechou o mês com 29 milhões, ou 64% das pessoas com acesso à internet.
Além dos dois principais, o Ibope também mostrou que o Twitter continua a crescer no Brasil. A rede de microblogs, que divulgou recentemente ter 100 milhões de usuários ativos, possui por aqui 14,2 milhões de adeptos – 31,3% do total.

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Da Folha:
O custo da Copa-14 pode repetir os problemas do Pan-Americano do Rio em 2007, quando o valor final do evento superou em 10 vezes o orçamento original. A menos de três anos para o Mundial, o país ainda não tem as contas fechadas para o torneio, informa reportagem de Agnaldo Brito para a Folha.
O Portal da Transparência do governo, montado pela Controladoria-Geral da União, diz que a Copa custará R$ 23,4 bilhões.
A Abdib (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base), que tem acordo de cooperação técnica com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e o Ministério do Esporte, trabalha com outros números.
Estima em R$ 112 bilhões o custo total do Mundial e em R$ 84,9 bilhões, se considerado o recorte feito pelo Portal da Transparência, com o cálculo incluindo só aeroportos, portos, segurança, arenas e mobilidade urbana.
O MPF (Ministério Público Federal) acha que essa situação conduz o país ao risco de uma explosão de custos.
O alerta é do procurador-chefe do Ministério Público Federal do Amazonas, Athayde Ribeiro Costa, atual coordenador do Grupo de Trabalho Copa do Mundo 2014.
Se for assinante da Folha ou do UOL, clique Aqui e leia a matéria na íntegra.

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Depois de 16 anos de jejum, a Seleção Brasileira sentirá novamente o gostinho de participar de uma edição das Olimpíadas. Há pouco, a equipe verde-amarela venceu a República Dominicana por 83 a 76 e garantiu vaga em Londres-2012. A classificação veio com os Marcelinhos Huertas e Machado destruindo no ataque. E sob vaias dos eternos rivais argentinos, em Mar del Plata.
Logo depois, a Seleção Argentina entrou em quadra contra Porto Rico e, empurrada pela torcida, bateu os adversários por 81 a 79, garantindo a segunda vaga olímpica e a final contra o Brasil, neste domingo, às 21h45min (transmissão pelos canais Esporte Interativo e Sportv)
Confira alguns dos melhores lances da partida do Brasil:

Atualizado às 23h45min

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Luiz Tinoco Filho | ltinocofilho@terra.com.br

Que fatores nos levam a sermos tão medíocres, tacanhos e mesquinhos que não conseguimos nos indignar com tanto roubalheira assim?

Em resposta ao artigo da professora universitária e prima Valéria Ettinger, em que foi mencionado o meu nome, gostaria de tecer alguns comentários. Palavras tão serenas, sensatas e equilibradas só poderiam mesmo sair da sua vasta inteligência.
É vero. No primeiro parágrafo, você pergunta: “Mas será, Luizinho, que o povo sabe o que é política”?
Devo confessar-lhe que não, não sabe, o povo continua sendo essa massa de manobra desses abutres canalhas e inescrupulosos que não cansam de enriquecerem ilicitamente e que só entram na política com o único e firme propósito de roubar, corromper, extrair, extorquir, dilapidar o patrimônio dos brasileiros.
Não me diga que estou cético, estou sim e muito. Não acredito mais em políticos, os sonhos estão acabando, se exaurindo, não há mais razão para sorrir, acreditar, para crer que podemos viver num país mais igualitário, socialmente justo, onde as condições humanas plenas e democráticas sejam exercidas com transparência e dignidade e que qualquer pessoa, por mais desprovida de bens materiais, possa ter seus direitos assegurados como está escrito legitimamente em nossa Constituição Federal.
Lembro-me que na época do Regime Militar, na época do meu ginásio, sei lá, acho que hoje é “Ensino Fundamental”, nós tínhamos duas matérias importantes e que nos davam um suporte de cidadania e política bem maiores, E.M.C (Educação Moral e Cívica) e O.S.P.B (Organização Social e Política do Brasil), nós éramos mais atuantes, importávamo-nos com as questões nacionais. Mesmo no período militar, a corrupção não era tão avassaladora e endêmica como agora. E o que vemos nas pessoas, que fatores nos levam a sermos tão medíocres, tacanhos e mesquinhos que não conseguimos nos indignar com tanto roubalheira assim?
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Valéria Ettinger | lelaettinger@hotmail.com
 

O caminho ao pleno desenvolvimento humano através da educação segue caminho inverso de uma educação conteudista, voltada para os índices.

 
Estava lendo o artigo de Thomaz Wood Jr. na revista Carta Capital que relata dois casos que não encontro um adjetivo para classificá-los.
Primeiro retrata o caso de uma mãe na Indonésia que denunciou à mídia local que “seu filho, durante um exame nacional, fora forçado por seus próprios professores a passar suas respostas para colegas menos capazes”. Essa mãe fez a denúncia porque a escola não aceitou a sua reclamação. Após a divulgação da mídia os professores justificaram seu comportamento com base nas pressões que as escolas sofrem para conseguir bons resultados nos exames nacionais para obter recursos do governo.
Do outro lado do planeta, na cidade de Atlanta nos EUA, foi descoberto que professores forneciam as respostas aos estudantes e permitiam que alunos com baixo desempenho escolar copiassem dos colegas mais capazes e até preenchiam eles mesmos as folhas de respostas. Isso tudo ocorreu para a obtenção de premiações e recursos governamentais relacionados a resultados excepcionais alcançados pelos estudantes.
Esse quadro não é diferente no Brasil, pois considera-se uma boa educação aquela que mais aprova em exames nacionais e concursos públicos, resultando, a meu ver, uma educação mecanicista voltada aos resultados.
Esse modelo de educação poderá, até, promover uma seleção das melhores instituições de ensino, mas jamais poderá promover o pleno desenvolvimento da pessoa, o seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho, como diz a Constituição Federal de 1988 em seu art. 205.
O caminho ao pleno desenvolvimento humano através da educação segue caminho inverso de uma educação conteudista, voltada para os índices, pois nesse modelo de educação o estudante é um mero reprodutor de uma linguagem já sedimentada, de um conteúdo já construído e de uma orientação apenas aos resultados e não prepara o homem conforme suas habilidades e competências.
Como desenvolver um homem se ele não é tratado de forma singular sendo um ser diferente? Como desenvolver um homem se a educação não produz autonomia? Como desenvolver um homem se o conhecimento é apenas um meio para a obtenção de uma carreira ou de um salário?
Nesse modelo de educação o homem não é o objeto principal, mas é o meio para a obtenção de resultados. Esse modelo de educação gera uma padronização de desempenho. Nesse modelo de educação não se valoriza as habilidades. Esse modelo de educação está criando uma sociedade de estressados e depressivos. E por fim, esse modelo de educação não produz a libertação como diz o prof. Paulo Freire, mas expõe o homem a um padrão de sucesso, que longe estará de ser o caminho ao seu pleno desenvolvimento.
Valéria Ettinger é professora universitária.

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Vá lá que perder por 3 a 2 para a Alemanha não é vergonhoso nem o fim do mundo. Mas o Brasil assusta pela sequência de maus resultados e por ser time retranqueiro – além de ter um técnico que ainda não conseguiu dar cara à equipe.
Como técnico canarinho, Mano Menezes não teve ainda o gostinho da vitória sobre grandes seleções, o “auge” foi um empate contra a Holanda. E, nos últimos seis jogos, “Manô” apenas papou o Equador, na Copa América.
— Os cinco gols do “baba” de hoje aconteceram a partir dos 15 minutos do segundo tempo. Os alemães fizeram 3 a 1 e o Brasil chegou ao segundo gol aos 46min, com Neymar chutando de fora da área.

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Do G1:
Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (10) pela empresa GFK Retail and Technology revelou que as câmeras fotográficas DSLR, modelos mais caros normalmente usados por profissionais, representaram apenas 0,5% das vendas de câmeras fotográficas no Brasil em 2010. No mundo, esse tipo de equipamento teve participação de 10%.
Segundo Alex Ivanov, diretor de negócios da GFK Retail and Technology, a segurança pode ser um dos motivos para a baixa penetração no Brasil. “É muito comum ver em outros países pessoas carregando câmeras profissionais no pescoço. Isso é impossível de se imaginar no Brasil. A câmera não duraria nem 10 segundos”.
No mundo, o Brasil representa 3,5% das vendas de câmeras digitais, o que mostra um bom crescimento na comparação com 2010, segundo Ivanov. “Estamos estimando um aumento de 22% a 25% para este ano. A previsão é que sejam vendidas 5 milhões de unidades em 2011”.
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Da Folha de S. Paulo:
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, transformou uma empresa pública, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), num cabide de empregos para acomodar parentes de líderes políticos de seu partido, o PMDB.
O loteamento começou quando Rossi dirigiu a estatal, de junho de 2007 a março de 2010. Ele deu ordem para mais do que quadruplicar o número de assessores especiais do gabinete do presidente -de 6 para 26 postos.
Muitos cargos somente foram preenchidos, porém, depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu Rossi para o comando da Agricultura -o ministério ao qual a Conab responde.
Neste ano, já no governo de Dilma Rousseff, foram definidas 21 nomeações.
Algumas contratações foram assinadas de próprio punho pelo ministro, homem de confiança do vice-presidente Michel Temer, presidente licenciado do PMDB.
Receberam cargos, entre outros, um filho de Renan Calheiros (AL), líder do PMDB no Senado; a ex-mulher do deputado Henrique Eduardo Alves (RN), líder do partido na Câmara; um neto do deputado federal Mauro Benevides (CE); e um sobrinho de Orestes Quércia, ex-governador e ex-presidente do PMDB de São Paulo, que morreu no ano passado.
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Uriba sobre Lula: "ele tremia na frente de Chávez" (Foto AFP).Lavagem de roupa suja entre ex-presidentes colombiano e brasileiro. Enquanto Lula dizia num fórum de investimento, em Bogotá, que matinha relação de “desconfiança mútua” com o ex-presidente Álvaro Uribe, o colombiano usou o Twitter para “ir na canela” do falante:
– Lula criticava Chávez em sua ausência, mas tremia quando ele estava presente.