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A Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior  (Andes), principal entidade representativa dos professores de instituições federais de ensino, divulgou hoje (26) comunicado oficial rejeitando a nova proposta do Ministério do Planejamento.

De acordo com o sindicato, o texto foi encaminhado às universidades de todo o país, a fim de embasar assembleias que acontecerão entre hoje e segunda-feira (30). Nos encontros, será votado o posicionamento de cada instituição sobre o fim ou continuidade da greve dos docentes, que já dura 71 dias.

O comando nacional de greve da Andes reuniu-se ontem ainda pela manhã para debater a proposta do governo, e as discussões se estenderam até a madrugada de hoje. O documento afirma que as alterações nos percentuais de aumento apresentadas pelo Planejamento “foram dirigidas às situações que demonstravam maior perda de valor real até 2015”, mas que, mesmo assim, “a maioria dos docentes terá valor real reduzido nos seus salários”. Informações da Agência Brasil.

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A emissão da primeira via da carteira de identidade passa a ser gratuita em todo o País. A Lei nº 12.687, publicada na edição desta quinta-feira, 19, no Diário Oficial da União, torna obrigatória a gratuidade.

O texto da lei assinada pela presidente Dilma Rousseff e pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes, altera a lei  nº 7.116, de 29 de agosto de 1983. A lei original estipula como devem ser emitidos os Registros Gerais (RG) pelos órgãos estaduais e quais os documentos obrigatórios que devem ser apresentados para a emissão do documento.

A lei original não constava a informação de gratuidade da primeira via do documento. A mudança na lei ocorreu porque, até então, ficava a critério de cada estado decidir pela cobrança ou não de taxa para a emissão.

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Cartões cobram taxas exorbitantes no Brasil.

Pesquisa comparativa feita entre Brasil e países do continente americano mostra como as administradores de cartões de crédito ”enfiam a faca” no pobre brasileiro. A pesquisa é da ProTeste, uma associação de defesa dos consumidores.

Mesmo tendo inflação anual de 9,9% ao ano, as administradoras de cartões de crédito na Argentina cobram juros médios anuais de 50%. No Brasil, a inflação bate 4,9%, mas a taxa de juros dos cartões é seis vezes e meia mais alta que no território dos hermanos: 323,14% ao ano. Uma vergonha!

Dentre os seis países comparados com o Brasil, a menor taxa cobrada pelos cartões foi encontrada pelo ProTeste na Colômbia. As administradoras cobram por lá modestos 29,23%. Modestos, claro, quando comparados aos brasileiros.

Na relação, aparecem ainda México (33,8%), Venezuela (33% ), Chile (54,24%) e Peru (55%).

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Do Cena Bahiana

O mundo está se tornando um lugar cada vez mais estranho, parafraseando o filósofo Magary Lord. A última notícia a confirmar essa tese foi a de que a figura de Karl Marx, o alemão que inspirou o comunismo, virou estampa de cartão de crédito, símbolo máximo do… capitalismo.

Marx se revirou na catacumba? Não se sabe. Teria se revirado quando Lula apertou efusivamente a mão de Maluf e cortejou a adega do larápio-mor de Brasilis. Também não se sabe. Está tudo tão complicado, complexo e heterodoxo, que provavelmente os espíritos não se revirem mais. Acostumaram-se ao estapafúrdio.

Feahacê, o ex-presidente, sem espanto, diz que os partidos não se parecem mais com coisa alguma. Não passam de letras sem consistência nem identidade. Já vêm assim há muito tempo, inclusive na era Feaha, porém com outros personagens e ainda com alguma dissimulação. Hoje a coisa é mais aberta e, por que não dizer, desavergonhada.

Demóstenes, antigo símbolo da ética no Congresso, deixou-se banhar na cachoeira da corrupção e se tornou o segundo senador cassado em 188 anos de história da Câmara Alta. Na outra casa, também chamada de paraíso do baixo clero, os escândalos se sucedem e um dos últimos foi o da venda de emendas parlamentares, que envolveu nada nobres deputados baianos em um verdadeiro balcão de negócios no legislativo federal.

Os partidos perdem o sentido e os políticos se igualam na lama, sem preconceitos quando a questão é se locupletar. É comum se encontrarem nos restaurantes de Brasília indivíduos dessa espécie, oriundos de todas as siglas, para regozijarem-se após um dia estafante de trabalho. É inevitável perguntar: trabalho, contra quem?

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As origens da MPB, os principais compositores e intérpretes de 1890 a 1990, década a década, de Chiquinha Gonzaga a Marisa Monte, de Catulo da Paixão Cearense a Zezé Di Camargo e Luciano. Relançado semana passada, MPB – A História de Um Século (Editora Funarte, R$ 70,00) é um livrão de 528 páginas que serve de referência a quem quer entender os rumos dessa trajetória, e acompanhá-la em fotos.

São 400 imagens de artistas de “importância decisiva”, entre amarelados registros de Patápio Silva, Ernesto Nazareth, Heitor dos Prazeres e Pixinguinha, imagens icônicas das gerações bossa nova (Tom, Vinicius, Menescal, Bôscoli, Carlos Lyra e companhia, Sérgio Mendes e o Brasil-66 posando com Nixon em Washington), da música de protesto, festivais, jovem guarda, até chegar aos anos 90 do pagode e do sertanejo pop.

A publicação culmina na “nova MPB” que também estourou ali: Marisa, Cássia Eller, Chico César, Zélia Duncan, alguns “modismos” passageiros e fenômenos femininos que se perpetuaram (Ivete, Ana Carolina).

Já a novíssima MPB não entrou. “O espírito do livro foi se ater ao século 20, que foi o consolidador e definidor da MPB. O século 21 está começando ainda, não dá para se ter uma apreciação crítico-histórica”, diz Ricardo Cravo Albin, pesquisador aplicado e diretor do Museu da Imagem e do Som entre 1965 e 1971. Seus textos aparecem no livro também em inglês, francês e espanhol. Do Estadão.

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Deputados Amauri Teixeira e Geraldo Simões integram coro dos descontentes com o descarte dos baianos do Governo Federal

A manhã desta quinta-feira está  bastante movimentada para dois petistas baianos na Câmara Federal. Logo cedo, o deputado federal Amauri Teixeira (PT/BA), ao lado do deputado Geraldo Simões (PT/BA), iniciavam articulação dentro da bancada baiana para afinar o discurso em prol do “equilíbrio das federações” no Governo Federal. Ontem (14) à tarde, ficou por conta de Amauri abrir o caminho dos descontentes com as exonerações em série dos ministros baianos.
“É claro que exigimos equilíbrio político. A Bahia não é um Estado qualquer! O Nordeste não é uma região qualquer! O Nordeste tem a sua importância e quer ser contemplado também nos cargos, para ter representantes no Governo Federal para aplicar as políticas voltadas para a região. Nós queremos ter representantes da Bahia para aplicar as políticas voltadas para o desenvolvimento da Bahia”, defendeu Amauri.

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Uma brecha criada por normas internas do Senado custa caro aos cofres públicos. Graças a esse expediente, cada um dos 81 parlamentares pode multiplicar os cargos comissionados que tem à disposição – 12 no total. Alguns aumentaram esse número em mais de cinco vezes. Com isso, a despesa anual dos comissionados somente com vale-refeição cresceu 157%, passando de R$ 7,441 milhões para R$ 19,178 milhões. Todo servidor, efetivo ou comissionado, tem direito a um vale-refeição de R$ 638 mensais, independentemente do valor do salário.
Os senadores empregam 2.505 funcionários comissionados, o que representa um gasto de R$ 1,598 milhão por mês somente com esse benefício. O Guia do Parlamentar – cartilha elaborada pela diretoria do Senado e entregue a cada senador quando assume o mandato – diz que em regra o gabinete é composto por 12 assessores: cinco assessores técnicos, seis secretários parlamentares e um motorista.
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O PIMENTA postou há pouco (ver logo abaixo) nota sobre o interesse dos chineses por um novo produto que poderá vir a fazer sucesso na pauta de exportações brasileiras: o bom e velho jegue. Pois bem, viemos a saber logo em seguida que circula na internet um abaixo-assinado com o objetivo de salvar o quadrúpede de virar iguaria nos restaurantes da China.
Os signatários do abaixo-assinado (até o momento são 649) fazem veemente defesa do jegue, alegando que este animal sempre foi um companheiro do nordestino. Eles também condenam o tratamento que a China dá aos bichos. “Temos comprovações de como os animais são tratados na China: ursos têm sua bile extraída sem anestesia para que seja usada para fins medicinais”, acusam.
O movimento também ataca o secretário de Agricultura do Rio Grande do Norte, José Simplício de Holanda, grande defensor da exportação dos asnos. Holanda teria dito que os jegues só servem hoje para causar acidentes nas estradas. “Os verdadeiros asnos que causam acidentes muito mais graves são aqueles que usam ternos caros e exercem cargos públicos”, opinam.

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Chineses querem exportar 300 mil jegues por ano

Da Agência O Globo
Em meio aos produtos brasileiros exportados para a China, o novo objeto de desejo é o popular jegue nordestino.  Há cerca de um mês, um acordo entre os dois países liberou o intercâmbio de jumentos – também conhecidos como jegues ou asnos, utilizados na indústria chinesa de alimentos e cosméticos.
Os chineses pretendem importar 300 mil jumentos por ano do Nordeste, onde o animal é encontrado em abundância. Com as facilidades de financiamento, houve um crescimento muito grande do uso de motos para o transporte local e os jegues estão perdendo espaço no interior do Nordeste.
A China abate 1,5 milhão de burros ao ano. O processo envolve tecnologia de ponta, com melhoria genética, produção de alimentos específicos e assistência técnica.

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Do G1
O governo federal informou nesta quarta-feira (7) que 17,9% das ações previstas na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) foram concluídas em 2011, primeiro ano da segunda fase do programa.
De acordo com o balanço divulgado, foram executados R$ 204,4 bilhões no ano passado via PAC 2, o que representa 21% do investimento previsto até 2014: R$ 955 bilhões. O volor total das ações concluídas é de R$ 142,8 bilhões, mas R$ 127 bilhões foram realizados no ano passado.
No balanço anterior do PAC 2, feito em novembro passado, informava que 11,3% das obras previstas até 2014 haviam sido concluídas entre janeiro e setembro de 2011.

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Do Estadão
A corregedora-nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, afirmou nesta terça-feira, 28, que é preciso expor as mazelas do Judiciário e punir juízes “vagabundos” para proteger os magistrados honestos que, ela ressaltou, são a maioria.
“Faço isso em prol da magistratura séria e decente e que não pode ser confundida com meia dúzia de vagabundos que estão infiltrados na magistratura”, disse em sessão da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, para discutir a proposta de emenda constitucional que amplia e reforça os poderes correcionais do CNJ.
 

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Ramon Vane (na foto ao lado de Rodrigo Santoro) ficou abismado com os impostos

 
No ano passado, Ramon Vane teve seu talento reconhecido no Festival de Cinema de Brasília, como melhor ator coadjuvante pela interpretação do personagem Prafrente Brasil no filme “O homem que não dormia”, de Edgard Navarro. Apesar da alegria com o prêmio, até hoje Vane se surpreende com a voracidade do Estado que, tal qual o homem do filme, também não dorme em serviço.
Para receber o valor do prêmio, de R$ 3 mil, o ator pagou R$ 150 à Prefeitura de sua cidade natal, Buerarema (emissão da Nota Fiscal Avulsa) e teve ainda mais 30% abatidos para bancar um imposto do Distrito Federal. Considerando o dispêndio de outros R$ 150,00 para obter documentos, restaram apenas R$ 1.800,00.
Abismado, Vane resume seu sentimento num desabafo: “que Brasil o nosso!”.

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Uma montagem que circula no Facebook registra a vitória do CNJ e especialmente da corregedora do Conselho Nacional de Justiça, Eliana Calmon.
Na quinta-feira, 2, por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal reconheceu os poderes do CNJ para apurar malfeitos de juízes, independentemente da ação das corregedorias nos Estados. Um gol de placa em favor da moralização do judiciário!

À direita esquerda, quem votou pela limitação dos poderes do CNJ; à esquerda, os que decidiram a favor do Conselho

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Do G1
Pelo menos 142 concursos públicos em todo o país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (30) e reúnem 45.500 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 23.826,57 no Senado Federal.
Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva, ou seja, os aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.
Só na Secretaria de Estado da Educação do Rio Grande do Sul são 10 mil vagas. Já na Prefeitura de Magé (RJ) são 2.354 vagas. No caso do INSS, são 1.875 oportunidades.
Os órgãos que abrem as inscrições nesta segunda-feira para 3.456 vagas são os seguintes: Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo, Companhia Docas do Rio de Janeiro, Prefeitura de Afuá (PA), Prefeitura de Bacabeira (MA), Prefeitura de Cabaceiras do Paraguaçu (BA), Prefeitura de Guareí (SP), Prefeitura de Ilha Solteira (SP), Prefeitura de Ijuí (RS), Prefeitura de Itacarambi (MG), Prefeitura de Porto Ferreira (SP), Prefeitura de Rio Branco, Prefeitura de Sumaré (SP) e Secretaria de Saúde de Goiás.
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No Google, quando você pesquisa "banda larga no Brasil", essa é uma das imagens que surgem. Por que será?

Do Valor Econômico
Com 56 milhões de conexões no país, o sistema de banda larga tem a oferta concentrada nas mãos de poucos provedores, é lento e com preços díspares. Pode-se encontrar 1 megabit por segundo de velocidade no Sudeste por R$ 29,80 e até 30 vezes mais caro no Norte.
Nos centros urbanos onde há alta densidade e maior renda, a concorrência é acirrada, a qualidade do serviço é diferenciada e os preços mais acessíveis. O alto custo na aquisição de links no atacado para a última milha – trecho que liga a central da operadora ao domicílio do usuário – se reflete no preço e na qualidade do serviço no varejo, diz Rogério Takayanagi, presidente da TIM Fiber, unidade resultante da aquisição da AES Atimus.
“A realidade é que, na média, a banda larga continua cara e lenta no país. Em muitos casos, a oferta desse serviço fica só na teoria”, afirma o executivo.