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O pagamento do décimo terceiro salário deve injetar cerca de R$ 200,5 bilhões na economia brasileira este ano, um crescimento de 4,7% na comparação ao ano passado. O valor previsto corresponde a cerca de 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e foi divulgado hoje (8) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O levantamento não considera trabalhadores autônomos e assalariados sem carteira que devem receber algum tipo de abono de fim de ano.

Cerca de 83,3 milhões de brasileiros devem receber o décimo terceiro salário, benefício que é pago aos trabalhadores com carteira assinada, beneficiários da Previdência Social e aposentados e pensionistas da União, dos estados e dos municípios. Em média, cada trabalhador receberá cerca de R$ 2,25 mil.

Do total a ser pago, R$ 132,7 bilhões (66,2%) são destinados a trabalhadores formais. O restante, cerca de R$ 67,7 bilhões (33,8%), será pago a aposentados e pensionistas.

Praticamente a metade do montante (49,4% do total) será destinada a trabalhadores nos estados da Região Sudeste, seguido pela Região Sul (16,2%), Nordeste (15,9%), Centro-Oeste (9%) e Norte (4,7%). Os beneficiários do regime próprio da União vão receber 4,9% da quantia.

O maior benefício médio deverá ser pago no Distrito Federal, onde os trabalhadores ou aposentados receberão cerca R$ 4,2 mil. O menor valor deverá ser pago no Maranhão e no Piauí, onde a média é de cerca de R$ 1,5 mil. Os valores médios desconsideram os aposentados por regime próprio dos estados e dos municípios.

No estado de São Paulo, cerca de R$ 58,2 bilhões deverão ser injetados até o final deste ano com o décimo-terceiro salário, o que corresponde a 29% do total. Da Agência Brasil.

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Com antecipação do Dia dos Comerciários, Itabuna terá feriado na próxima segunda
Com antecipação do Dia dos Comerciários, Itabuna terá feriado na próxima segunda

Decreto estabelece dia 23 de outubro deste ano como feriado municipal (Clique para ampliar)
Decreto estabelece dia 23 de outubro deste ano como feriado municipal (Clique para ampliar)

Segunda-feira (23) será feriado em Itabuna com a antecipação, por meio de decreto municipal, do Dia dos Comerciários. Por causa da homenagem, até mesmo supermercados e o Shopping Jequitibá também não abrirão. A antecipação do feriado é resultado de acordo celebrado entre Sindicato dos Comerciários, Sindicom e CDL com a Prefeitura de Itabuna.

O Dia dos Comerciários é celebrado dia 30 de outubro, porém foi antecipado para dia 23 pelo prefeito Fernando Gomes, com o Decreto 12.684, de 20 de setembro último. “As empresas que desrespeitarem a determinação estarão sujeitas às sanções previstas nas Convenções Coletivas de Trabalho dos setores varejista e supermercadista”, alerta a direção do Sindicato dos Comerciários por meio de nota.

FESTA

Os comerciários vão participar de festa no dia 23. De acordo com o sindicato da categoria, haverá torneio de futebol (Torneio Caixeiral) e show com Aline Kaliu, no Recanto dos Comerciários, no Bairro Conceição.

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Ceplac busca recursos externos e recuperar autonomia || Foto Divulgação
Ceplac busca recursos externos e recuperar autonomia || Foto Divulgação

Do Valor

A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), que atualmente responde à secretaria-executiva do Ministério da Agricultura, está dando os primeiros passos para recuperar sua autonomia de gestão e de financiamento. O objetivo da Ceplac é acessar recursos externos ao orçamento federal, como de fundos internacionais de fomento.

Em pouco mais de um mês, uma consultoria será contratada por licitação para definir o novo modelo jurídico da Ceplac para permitir que ela receba esse tipo de recursos. A expectativa dentro do órgão é que a consultoria elabore esse modelo até fevereiro ou março.

Ainda não estão definidas quais fontes de financiamento a comissão poderá acessar, mas já foi sinalizada a possibilidade de buscar doações internacionais através dos projetos Fundo Verde para o Clima – submetido às Nações Unidas – e World Cocoa Foundation (WCF) – financiado pelas maiores companhias que atuam na produção de chocolate, tais como a suíça Nestlé e a americana Mars. Os detalhes constam de um relatório produzido por um grupo de trabalho do Ministério da Agricultura e que foi obtido pelo Valor.

A autonomia administrativa e financeira já foi uma realidade para a Ceplac, mas em setembro de 2016 ela foi subordinada ao Ministério da Agricultura, e desde então passou a ser financiada diretamente pelo orçamento da Pasta.

Juvenal Maynart, diretor geral da Ceplac
Juvenal Maynart, diretor geral da Ceplac

A restrição orçamentária da Ceplac, porém, data de mais tempo. Há quase 30 anos, o órgão não realiza concurso público para contratar novos funcionários. Nesse meio tempo, a comissão enfrentou a pior crise do setor cacauicultor, provocada pela vassoura-de-bruxa no sul da Bahia.

A Ceplac já chegou a ter 4,2 mil funcionários, mas hoje o quadro tem 1,7 mil, sendo que 1,2 mil já têm idade e tempo de serviço suficientes para se aposentar. A falta de novos concursos também impediu a entrada das novas gerações, mais familiarizadas com ferramentas digitais.

O enxugamento do orçamento aprofundou-se nos últimos anos. Em 2012, foi fixado um orçamento de R$ 25,2 milhões para a comissão, mas a execução ficou em R$ 22,2 milhões. No ano passado, o valor orçado foi de R$ 22,7 milhões, mas somente R$ 17,3 milhões foi empenhado. Para este ano, o orçamento caiu para R$ 17,1 milhões.

Uma fonte externa de financiamento é vista dentro do órgão como uma saída para garantir o apoio da Ceplac para o fomento do cultivo de cacau pelo sistema agroflorestal. Nesse sistema, os cacaueiros são plantados junto à floresta nativa, um modelo que já é adotado no Pará.Leia Mais

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rosivaldo-pinheiroRosivaldo Pinheiro | rpmvida@yahoo.com.br

 

Entramos no ano 2000 com a energia da luta, buscamos diversificar a produção agrícola, implantar serviços de educação, melhorar a prestação dos serviços de saúde, começamos a investir em indústrias de pequeno porte e outras iniciativas.

 

Vivemos numa região que possui um dos biomas mais importantes do Brasil, a mata atlântica – muito rica em fauna e flora. Essa conservação só foi possível devido ao sistema de produção cabruca, que consiste em consorciar exploração econômica e conservação ambiental.

A produção do cacau permitiu reconhecimento social e poder político-econômico para os produtores do fruto. Se cacau era sinônimo de dinheiro, proprietário rural nessa região ganhava destaque social em qualquer lugar do país e até internacionalmente. As obras de Jorge Amado trazem esse retrato histórico.

A quebra da bolsa de Nova Iorque, em 1929, afetou o comércio mundial e estabeleceu dificuldades na nossa economia até o final da década de 1950. Nesse período, após uma intensa luta junto aos poderes da República, a região viu nascer a Ceplac, em 1957, e recebeu uma atenção diferenciada a partir de 1961, quando foi implantada a taxa de retenção de exportação do cacau que formou o orçamento da Ceplac, o que permitiu que a instituição implantasse a extensão rural e investisse no escoamento da produção. A taxa era de 15% sobre a amêndoa e 5% sobre os derivados de cacau.

Em 1970, o cacau representou 60% da arrecadação estadual. Financiou, inclusive, a folha de pagamento do estado da Bahia e fomentou a construção do Centro Industrial de Aratu e do Polo Petroquímico de Camaçari. A partir de 1972, a taxa de retenção foi unificada em 10% – tanto amêndoas como derivados. Em 1980, uma série de fatores influenciaram negativamente na cadeia produtiva do cacau: perdemos importância na pauta de arrecadação do estado frente aos produtos de alta tecnologia produzidos no Polo Petroquímico de Camaçari, o fortalecimento da concorrência dos países africanos e nosso peso na pauta de exportação brasileira foi reduzido.

Todos esses acontecimentos propiciaram ao governo brasileiro cortar a taxa de retenção. Além disso, tivemos uma superprodução de cacau na safra 1984/1985, forçando ainda mais a queda dos preços e empurrando os produtores de cacau para a crise. Como se não bastasse tudo isso, em 1989 surgia em Uruçuca um fungo capaz de dizimar a lavoura, a vassoura-de-bruxa. Diante daquelas circunstâncias, e após muitas cobranças e críticas por parte da comunidade da região sul, o governo estadual, em resposta, criou o Instituto Biofábrica de Cacau em 1997. O IBC nasceu com o objetivo de produzir mudas melhoradas geneticamente e servir de estrutura de apoio permanente à lavoura.

Chegamos a 1990, década em que a região cacaueira conheceu a sua maior queda econômica: mergulhamos num estado de penúria, o que gerou o quase abandono das propriedades por parte dos fazendeiros e demissão em massa dos trabalhadores rurais. Estima-se que mais de 250 mil trabalhadores trocaram o campo pelas cidades. Um grande contingente de homens, mulheres e crianças chegaram sem perspectivas às cidades, buscando sobreviver àquele estado de caos social. As cidades não estavam preparadas, principalmente Itabuna, Ilhéus e Porto Seguro: saúde, educação, segurança, mobilidade e urbanização foram afetados.

Não existia capacidade de atendimento do fluxo, nem capacidade financeira para prover ações de acolhimento para essas pessoas. Esse contingente humano ficou à margem e teve que se estabelecer nas periferias das cidades. Entramos no ano 2000 com a energia da luta, buscamos diversificar a produção agrícola, implantar serviços de educação, melhorar a prestação dos serviços de saúde, começamos a investir em indústrias de pequeno porte e outras iniciativas.

Nos últimos anos, uma articulação dos governos estadual e federal trouxe a esperança de entrarmos num novo ciclo econômico. A construção da barragem do Rio Colônia, um novo hospital regional, prestes a ser inaugurado, a Ferrovia Oeste-Leste, que está parada com quase 70% concluída, o Porto Sul – ainda travado por questões burocráticas, um novo aeroporto, que está para ter obras iniciadas, uma universidade federal já em funcionamento e a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna, cuja ordem de serviço será assinada na próxima segunda-feira pelo governador Rui Costa, um sonho que a região espera há quase 50 anos. O governo Rui vem se esforçando e realizando as obras que estavam na expectativa da região.

Como tudo na vida, a crise, apesar de negativa, também deixou legados importantes: uma região mais forte para enfrentar as turbulências, a estadualização da UESC – sem a crise econômica o estado não absorveria a instituição no seu orçamento, e o acesso à terra, algo antes difícil e que trouxe à tona o movimento da agricultura familiar nessa região. A produção de chocolate surge como um novo pensar, fruto da chegada de novos agricultores para a cadeia do cacau, o incremento de novos modos de produção e beneficiamento do cacau, e o uso de tecnologias através do melhoramento genético fazem parte dessa mudança.

Precisamos estruturar novas lutas: ampliar e melhorar a nossa representação política em nível estadual e federal, fortalecer a Ceplac, fazer o governo do estado dotar a Biofábrica de condições financeiras para a manutenção do seu quadro técnico e do cumprimento do seu papel de fortalecimento da agropecuária do Sul e Extremo Sul da Bahia. Um novo ciclo está por vir, dele, depende a nossa energia e luta. Nossa região irá se superar e os seus filhos vencerão o dilema identificado pelo saudoso professor Selem Rachid: “a pobre região rica”. Avante!

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades pela Uesc.

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Gavazza preside a Bahiagás
Gavazza preside a Bahiagás

A Bahiagás acaba de anunciar que superou a marca de 50 mil residências abastecidas com gás natural. Eram pouco mais de 1,1 mil em 2006, antes da política de expansão da empresa. Atualmente, fornece o combustível para 21 municípios, nos segmentos residencial, comercial, industrial, automotivo e termelétrico. Indústria e setor residencial são onde estão os principais clientes da empresa.

Segundo a companhia, os resultados colocam a Bahia como o maior consumidor do energético no setor residencial fora do eixo Rio de Janeiro/São Paulo, estados com tradição centenária na distribuição de gás natural.

Somente em 2016, foram ligados 6.661 novos domicílios, nos três municípios onde a Bahiagás atende residências (Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas). gerando um faturamento bruto de mais de R$ 13 milhões no ano. A Companhia possui mais de 370 km de rede de dutos implantados em áreas urbanas.

Na indústria não é muito diferente, o setor é responsável pelo maior consumo da Companhia, utilizando 92% do gás natural distribuído no estado. A Bahia figura em primeiro lugar no Brasil em participação do gás natural na matriz energética industrial. 30% de toda energia consumida na indústria baiana é provida pela Bahiagás.

PLANEJAMENTO

Segundo o presidente da companhia, a receita para alcançar estes resultados “é aliar a expansão de mercado ao programa estratégico de crescimento e fortalecimento”. O planejamento da Bahiagás, afirma Gavazza, está baseado no tripé interiorização das atividades, massificação e diversificação do uso do gás natural.

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Bahiagás tem maior receita entre estatais de gás do país
Bahiagás tem maior receita entre estatais de gás do país

A Bahiagás é a empresa com maior receita no setor de gás natural no país entre as estatais do segmento, conforme números da edição Exame – Melhores e Maiores 2017. Quanto consideradas as estatais e privadas, a empresa aparece em quarto lugar nesse quesito e terceira colocada em lucro líquido.

A companhia baiana foi considerada pela publicação como a segunda melhor empresa do setor de energia do país na categoria Liquidez Corrente, inserindo-a no topo do ranking nacional de empresas com maior capacidade de pagamento.

Há vários anos, conforme critérios da publicação, a Bahiagás se mantém entre as dez maiores empresas do Brasil e entre as 15 com menor endividamento no país. É, também, a 12ª empresa que mais vende entre todas do estado da Bahia, nos diferentes segmentos.

EXPANSÃO

A empresa ganhou 6.724 novos clientes em 2016, com R$ 56 milhões em investimentos na expansão da rede e melhoria de serviços. No ano passado, concluiu a rede de distribuição em Feira de Santana, com 16 quilômetros de extensão.

A empresa está investindo R$ 505 milhões na construção do Duto de Distribuição do Sudoeste (Gás Sudoeste). O duto terá 306 quilômetros de extensão e atenderá 12 municípios da região de Vitória da Conquista.

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Exportação de óxido de magnésio pelo terminal ilheense bate recorde || Divulgação
Exportação de óxido de magnésio pelo terminal ilheense bate recorde || Divulgação
O Porto de Ilhéus fará a terceira exportação de carga de óxido de magnésio neste ano, numa operação controlada pela Intermarítima. Serão 8 mil toneladas do produto exportadas para os Estados Unidos. Segundo a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), 23 mil toneladas de óxido de magnésio já foram exportadas pelo terminal ilheense em 2017.

O último embarque ocorreu na terça (29). O volume deste tipo de carga movimentado em 2017 supera em muito o de 2016, quando foram embarcadas apenas 7 mil toneladas. “A operação do óxido excede a média anual, que é de um a dois embarques. Temos muito a comemorar, sobretudo porque já está confirmada para mais uma operação do produto. Nossa previsão é chegar a 30 mil toneladas em 2017”, comenta a gerente do Porto de Ilhéus, Bárbara Láudano.

O óxido tem origem na fábrica da IBAR Nordeste, em Brumado, empresa responsável pela extração, beneficiamento e calcinação controlada da magnesita, que dá origem ao composto. A participação do óxido na cadeia produtora inclui as atividades de Indústrias Química e Siderúrgica, além de agricultura, nutrição animal, construção civil, dentre outras.

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Itabuna e Ilhéus
Itabuna e Ilhéus ficam atrás de Itagibá no ranking socioeconômico|| Foto José Nazal

Itabuna e Ilhéus ficaram atrás de municípios como Itagibá, Mucuri, Eunápolis, Porto Seguro e Jequié e não estão entre os 30 primeiros colocados no ranking socioeconômico atualizado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (30).

A SEI traz o resultado do Índice de Performance Socioeconômica dos Municípios Baianos (IPESE) referente a 2014. O levantamento aponta Mata de São João com melhor resultado, com indicador de 0,844 décimos, numa escala de zero a um ponto. O município registrou desempenho “muito alto” (1,000 ponto) na dimensão economia e finanças, “alto” (0,861) na Educação e desempenho “médio” (0,672 décimos) na Saúde.

No extremo sul, Eunápolis foi o município com melhor desempenho, na 13ª colocação, com indicador IPESE de 0,765 décimos. Em seguida aparece Porto Seguro, na 14º posição, com 0,763 décimos.  Outro município daquela região bem avaliado é Mucuri, que ficou na 22ª colocação, com indicador de 0,731 décimos.

SUL DA BAHIA

Itagibá ficou entre os 30 municípios com melhores indicadores econômicos
Itagibá ficou entre os 30 municípios com melhores indicadores econômicos em 2014

O único município do sul da Bahia no ranking é Itagibá, na 24ª posição, com indicador de 0,726 décimos. O município registrou o 7ª melhor resultado na dimensão finanças e economia, com 0,910 décimos. No sudoeste baiano, Jequié foi o município com melhor desempenho, na 28ª colocação, com indicador IPESE de 0,721 décimos.

Os dados mostram que Ilhéus teve o seu melhor resultado na dimensão economia e finanças, com 0,864 décimos. O município ficou na 13ª colocação quando considerado somente esse indicador.  Itabuna aparece bem atrás de Ilhéus, na 27º posição na dimensão economia e finanças, com  0,791 décimos.

Quando são excluídos os municípios com menos de 100 mil habitantes, Itabuna e Ilhéus aparecem na 7ª e 9ª posições no indicador IPESE. O levantamento mostra também que a performance socioeconômica de Itabuna melhorou entre 2010 e 2014, passando de 0,676 para 0,717 décimos. Houve evolução também em Ilhéus, com o indicador subindo de 0,631 para 0,703 no período de quatro anos.

De acordo com a SEI, o indicador foi elaborado com a finalidade de ser um instrumento de monitoramento e avaliação de políticas públicas, medindo a oferta e a qualidade com que um município oferece certos serviços básicos a população.

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Renner teve lucro de mais de 10% no último trimestre.
Renner teve lucro de mais de 10% no último trimestre.
A Renner atingiu lucro líquido de R$ 193,6 milhões no segundo trimestre deste ano. O resultado é 10,7% superior ao registrado em igual período do ano passado, informou o Valor. Para a companhia, o bom ritmo é de vendas ocorreu devido à alocação adequada de produtos nas lojas e boa execução das operações.

Ainda segundo a rede varejista, a receita líquida consolidada avançou 11,1% no trimestre, para R$ 1,83 bilhão. A receita líquida da venda de mercadorias cresceu 11,3%, para 1,63 bilhão. As vendas no conceito “mesmas lojas” (unidades abertas há mais de 12 meses) subiram 6,4%. O lucro bruto de vendas apresentou alta de 10,2%, para R$ 923,7 milhões.

A margem bruta de lucro das operações de varejo encolheu 0,5 ponto percentual entre abril e junho, para 56,7%. A queda foi associada a gastos mais elevados com a abertura de lojas. No segundo trimestre, a companhia inaugurou 22 lojas, sendo 7 da Renner (uma delas no Shopping Jequitibá, em Itabuna), 6 da Youcom e 9 da Camicado. Confira mais clicando aqui.

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Assaí Atacadista terá loja na Zona Sul de Ilhéus | Foto Divulgação
Assaí Atacadista terá loja na Zona Sul de Ilhéus | Foto Divulgação

– PREVISÃO É DE QUE GRUPO GERE ATÉ 300 EMPREGOS

O Grupo Pão de Açúcar confirmou uma loja do Assaí Atacadista em Ilhéus. O empreendimento será construído na zona sul do município e não mais na região limite dos municípios de Ilhéus e Itabuna, onde já estão instalados Atacadão, Makro e Maxxi. O anúncio oficial ocorrerá em solenidade marcada para a próxima quarta (28), às 17h, no Teatro Municipal de Ilhéus.

A loja funcionará numa área do Condomínio Cidadelle Praia, na Rodovia Ilhéus-Olivença (BA-001), conforme detalhes fornecidos pelo prefeito Mário Alexandre (Marão), após encontro com o presidente do grupo, Belmiro de Figueiredo Gomes e os diretores Armando Tadeu Boudoux (Expansão) e Karen Casalano (Projetos), na sede em Tatuapé, interior de São Paulo. O investimento anunciado é de R$ 40 milhões.

Segundo Mário Alexandre o investimento prevê a geração de 280 a 300 empregos diretos já na primeira etapa, dos quais apenas duas vagas serão ocupadas por colaboradores de fora da cidade. “Vamos priorizar a mão-de-obra local”, assegura Mário Alexandre.

A Rede Assaí possui 107 lojas espalhadas pelo Brasil, está presente em 16 estados e anualmente atende a 120 milhões de clientes, de acordo com o Grupo Pão de Açúcar. O Assaí possui 20 mil colaboradores.

Marão, ao centro, com diretores da Rede Assaí, do Grupo Pão de Açúcar | Foto Divulgação
Marão, ao centro, com diretores da Rede Assaí, do Grupo Pão de Açúcar | Foto Divulgação
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Itabuna e Ilhéus fecharam 5 meses no vermelho na geração de empregos | Foto Cidadesnet
Itabuna e Ilhéus fecharam 5 meses no vermelho na geração de empregos || Foto Cidadesnet

As duas principais economias do sul da Bahia fecharam o acumulado de janeiro a maio deste ano com saldo negativo de empregos. Itabuna cortou 59 postos de trabalho. Ilhéus, outros 482, , aponta o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Os dados do Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged), do MTE, revelam que o setor de serviços em Itabuna abriu 197 novas vagas no período de janeiro a maio, mas outros tradicionais geradores de emprego foram em sentido contrário, a exemplo da indústria, do comércio e da construção civil.

A indústria de transformação encerrou o período com saldo negativo ao cortar 158 postos de trabalho (316 admissões ante 474 desligamentos). Foi seguido, a distância, pelo setor do comércio (corte de 42 postos) e pela construção civil (-35).

Quando considerado apenas maio, o município fica no zero a zero. Gerou 725 empregos, porém registrou 725 desligamentos. Serviços e administração pública geraram, respectivamente, 27 e 4 novos empregos. Apresentaram saldo negativo, dentre os principais setores, indústria (-21), construção civil (-7) e comércio (-2).

O PIMENTA fez cruzamento de dados dos últimos 12 meses. O acumulado de um ano revela saldo positivo neste período em Itabuna: 779 novas vagas. Fica no azul ao ser puxado pelo setor de serviços, que gerou 1.252 novos empregos, tendo como principal responsável a área de telemarketing.

Comércio de Ilhéus fechou período no negativo.
Comércio de Ilhéus fechou período no negativo.

ILHÉUS

Ilhéus fechou o período de janeiro a maio em situação ainda pior. Os principais cortes de postos de trabalho ocorreram na área de serviços (-176), construção civil (-151) e comércio (-148).

O setor agropecuário também apresentou saldo negativo, limando 79 postos de trabalho.

Apenas o setor de serviços de indústria de utilidade pública fechou bem: criou 94 novos postos de trabalho. O setor inclui serviços como transporte coletivo, água e luz, por exemplo.

Dos mais de 480 postos de trabalho cortados nos primeiros cinco meses do ano, 106 deles se deram em maio. Comércio e construção civil puxaram as demissões. Corte de 46 postos de trabalho cada um. O de serviços cortou 14. Já nos últimos 12 meses, o município ilheense fecha com saldo ainda mais negativo: -707 postos.

BAHIA E BRASIL

Os números de maio no país foram positivos, com a criação de 34.253. Na Bahia, também. O estado criou 2.966 novos empregos. Nos cinco primeiros meses do ano, geração de 6.203 novos postos de trabalho. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o saldo é negativo: -42.937, de acordo com o MTE.

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Lojas Renner inaugura primeira unidade no sul da Bahia na sexta.
Lojas Renner inaugura primeira unidade no sul da Bahia na sexta.

Com investimento de R$ 7 milhões, a Renner inaugura a primeira loja da marca em Itabuna, nesta sexta (16), às 10h, no Shopping Jequitibá. Será a 308ª unidade da maior varejista de moda do país e a 11ª na Bahia.

“É com muito orgulho que inauguramos nossa primeira loja na cidade de Itabuna”, afirma o diretor de operações da Lojas Renner, Haroldo Rodrigues. De acordo com a empresa, a unidade itabunense foi projetada para usar 90% de iluminação em LED e utilização de matérias-primas com menor impacto ambiental.

Ainda de acordo com a empresa, a loja, assim como as demais previstas para inauguração em 2017, segue proposta de aprimoramento das práticas de gestão ambiental. Outra inovação é a ferramenta Encantômetro, implementada pela Renner para mensurar a experiência dos consumidores.

Dos números revelados pela ferramenta, sabe-se que 97% deles se disseram encantados. Foram mais de 18 milhões de opiniões no ano passado, segundo a companhia. A Renner possui, ainda, duas outras marcas: a Camicado, empresa no segmento de casa e decoração; e a Youcom, novo modelo de negócio para o público jovem.

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http://157.230.186.12/2017/06/13/neto-a-renner-ajuda-a-posicionar-o-jequitiba-como-icone-de-moda-no-sul-da-bahia/

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Alex Venícius suspendeu alvarás concedidos por Jabes em dezembro.
Alex Venícius suspendeu alvarás concedidos por Jabes em dezembro.

A 1ª Vara da Fazenda Pública determinou a suspensão de 24 alvarás de táxi concedidos a poucos dias do final do último governo de Jabes Ribeiro. A liminar em favor do Sindicato dos Condutores Autônomos de Veículos Rodoviários de Ilhéus foi deferida pelo juiz Alex Venicius de Miranda e barra os alvarás concedidos por meio do Decreto Municipal 75/2016, de 16 de dezembro passado, assinado pelo ex-prefeito.

O magistrado, na liminar, alega não ter havido estudo de viabilidade técnica e econômica que justificasse a concessão de novos alvarás, conforme exige a Lei 63/2010.

A ex-gestão também criou novos pontos e em outros já existentes como a praça do aeroporto Jorge Amado, houve a inclusão de novos veículos, medida contestada judicialmente pelo sindicato que representa os taxistas.

Dias atrás, ao conceder audiência aos representantes sindicais da categoria, o prefeito Mário Alexandre informou que, apesar do decreto encontrado, não autorizou a liberação dos alvarás devido à falta dos procedimentos questionados em juízo.

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contaenergiaA bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de junho será a verde, o que significa que não haverá custo extra para o consumidor.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o retorno da bandeira verde foi possível pelo aumento das chuvas nos reservatórios das hidrelétricas em maio e pela perspectiva de redução do consumo de energia elétrica no país.

DOIS MESES NO VERMELHO

Desde abril, a bandeira estava vermelha, o que representa um acréscimo de R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A previsão da Aneel era de que a bandeira tarifária vermelha patamar 1 continuasse em vigor até o fim do período seco, que vai até novembro. (Agência Brasil)

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Comércio fechou abril no azul, gerando novos empregos (Foto Arquivo).
Comércio fechou abril no azul, gerando novos empregos (Foto Arquivo).

Itabuna gerou 245 novos empregos em abril, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O município registrou 852 contratações ante 607 desligamentos no período.

O resultado positivo em abril é atribuído ao setor de serviços, puxado principalmente pela área de telemarketing, que abriu 136 vagas no período. O comércio abriu 54 novas vagas.

Já no acumulado do primeiro quadrimestre, o município sul-baiano fechou 77 postos de trabalho.

ILHÉUS

Ilhéus também encerrou abril no azul em relação a novos empregos: saldo positivo de 103 vagas. Porém, o município fechou 389 postos de trabalho, quando considerados os quatro primeiros meses de 2017.