Entrou em vigor neste domingo, 1º de janeiro, o novo salário mínimo nacional, que passa de R$ 545,00 para R$ 622,00. O reajuste é de 14,13%, mas, descontada a inflação estimada para 2011, o aumento real é de 9,2%.
De acordo com o Dieese, 48 milhões de trabalhadores têm sua renda vinculada ao mínimo e serão diretamente beneficiadas com o novo valor. O impacto que o aumento produzirá nas contas públicas é de R$ 23,9 bilhões, principalmente devido aos benefícios da Previdência Social.
Sinceramente, o que espero de 2012, o ano das grandes mudanças, é que um raio caia na cidade de Itabuna e possamos encontrar um remédio para combater essa bipolaridade política.
Quando eu era criança ouvia os adultos dizerem: Itabuna é o ouro da Bahia. Itabuna é a cidade que sustenta o Estado da Bahia. No campo da moda Itabuna, estava sempre à frente da capital Salvador e, por ser assim tão promissora, até os filhos dos grandes políticos da Bahia tinham costume de dar uns “bordejos” para o lado de cá.
Mas, no quesito política, Itabuna nunca foi tão inovadora assim.
Vejo que nos últimos 30 anos a cidade não evoluiu, significativamente. Alguns até dizem: foi a crise do cacau que gerou tudo isso. Mas não me refiro a crescimento econômico, visto que fatores econômicos são cíclicos e novos arranjos se fazem para movimentar a economia de um centro, como ocorreu por aqui com a chegada das faculdades particulares, das indústrias e dos investimentos privados no comércio local. Refiro-me a uma estagnação política, sem inovação, sem resolutividade e sem perspectivas de mudança.
Uma política baseada em uma dicotomia de grupos políticos. Fico a pensar: será que o ranço dos tempos dos coronéis, ainda, está impregnado no inconsciente do povo itabunense e, por isso, os itabunenses não conseguem enxergar ou até fazer surgir novas lideranças capazes de quebrar com essa bipolaridade ou mudar o modo de fazer política local?
Vejo muito dinheiro e tempo jogados fora, pois como é comum na política brasileira o “se o meu antecessor é oposição ou inimigo político não darei continuidade ao seu trabalho para não valorizá-lo”. Começarei uma nova ideia e um novo serviço. Muda-se inclusive o layout da prefeitura! Ora, mas a prefeitura não é a mesma? Para que mudar? O povo não sabe que o prefeito mudou? E, assim, o dinheiro público escoa pelo esgoto sem retorno direto à população. Leia Mais
Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam que Itabuna gerou apenas oito novos empregos com carteira assinada em agosto. Setores importantes na geração de emprego na cidade apresentaram resultados decepcionantes.
A construção civil abriu apenas sete novos postos de trabalho. O comércio cortou 19 postos de trabalho e o setor de serviços eliminou 12 vagas. Áreas como agropecuária e indústria inverteram tendência e saíram do vermelho em agosto. O saldo de novos empregos nos oito primeiros meses de 2011 em Itabuna é baixo: apenas 331 novas vagas. Nos últimos 12 meses, o saldo é de 1.124.
Ilhéus contratou mais que Itabuna no mês passado. Gerou 49 novos empregos puxado pelo setor de industrial, que abriu 87 novas vagas, e o comércio, 23. Duas áreas de peso cortaram vagas: serviços (-24) e construção civil (-19). Outro número negativo veio da agropecuária, que eliminou18 vagas. A cidade abriu 208 novas vagas em 2011 e 879 em 12 meses.
BAHIA
Os números no estado revelam que a Bahia criou 7.143 empregos com carteira assinada em agosto, puxado pelos municípios de Salvador (4.118), Feira de Santana (751) e Juazeiro (245). Cidades como Vitória da Conquista (-15) e Camaçari (-17) foram destaques negativos.
Da Folha:
O custo da Copa-14 pode repetir os problemas do Pan-Americano do Rio em 2007, quando o valor final do evento superou em 10 vezes o orçamento original. A menos de três anos para o Mundial, o país ainda não tem as contas fechadas para o torneio, informa reportagem de Agnaldo Brito para a Folha.
O Portal da Transparência do governo, montado pela Controladoria-Geral da União, diz que a Copa custará R$ 23,4 bilhões.
A Abdib (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base), que tem acordo de cooperação técnica com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e o Ministério do Esporte, trabalha com outros números.
Estima em R$ 112 bilhões o custo total do Mundial e em R$ 84,9 bilhões, se considerado o recorte feito pelo Portal da Transparência, com o cálculo incluindo só aeroportos, portos, segurança, arenas e mobilidade urbana.
O MPF (Ministério Público Federal) acha que essa situação conduz o país ao risco de uma explosão de custos.
O alerta é do procurador-chefe do Ministério Público Federal do Amazonas, Athayde Ribeiro Costa, atual coordenador do Grupo de Trabalho Copa do Mundo 2014.
Se for assinante da Folha ou do UOL, clique Aqui e leia a matéria na íntegra.
A Bahia ocupou em 2010 a terceira posição entre os estados brasileiros que mais exportaram para Portugal. As vendas superaram em 269,5% o volume registrado no ano anterior, colocando as empresas baianas atrás somente das sediadas em São Paulo e no Rio de Janeiro.
O governador Jaques Wagner acredita que existe espaço para ampliar essa participação e é sobre isso que ele irá falar nesta sexta-feira, 9, em Lisboa, no seminário “Oportunidades de Investimentos no Nordeste”. O evento vai reunir cerca de 150 lideranças políticas e empresariais do Brasil e de Portugal.
Segundo o governador, a Bahia responde atualmente por 12,1% do total das exportações brasileiras para Portugal, “que têm dado um salto expressivo”. De janeiro a julho deste ano, os negócios entre o Brasil e o país europeu já movimentaram US$ 1,7 bilhão.
Feijão ficou "salgado" em Itabuna, segundo pesquisa.
A pesquisa mensal de preços feita pelo Departamento de Economia da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) detectou queda de 4,82% no custo da cesta básica em Ilhéus no comparativo entre julho e agosto. Os principais responsáveis pela redução considerável foram o tomate e a banana, que ficaram 22,8% e 12,98% mais baratos, respectivamente. A cesta custava R$ 191,23 em julho e passou a R$ 182,01 em agosto.
Se houve queda em Ilhéus, ocorreu o contrário na vizinha Itabuna, onde a alta atingiu 1,02%, saindo de R$ 185,17 em julho para R$ 187,05 em agosto. Dois componentes importantes da cesta básica tiveram altas significativas em solo itabunense: o quilo do feijão ficou 10,16% mais caro. E o da carne, 7,25%.
De acordo com os responsáveis pela pesquisa, o custo da cesta básica em Itabuna teve elevação de 12,99% nos últimos 12 meses, enquanto em Ilhéus ficou em 7,76%. A pesquisa também detectou que o salário mínimo é insuficiente para cobrir os custos com alimentação no caso de família composta de dois adultos e duas crianças (R$ 561,15 em Itabuna e R$ 546,03 em Ilhéus):
– O atual nível de preços evidencia a insuficiência do salário mínimo vigente em atender as necessidades de uma família com o item alimentação -, assinala o relatório da pesquisa coordenada por Mônica Pires.
Muitos não entenderam ou não quiseram entender e me colocaram no rol dos que eram contrários ao porto, reduzindo e desqualificando o diálogo e a análise técnica para uma simplória discussão de ser “contra ou a favor” do porto sul.
Desde o início das discussões sobre a construção do Porto Sul em nosso município, eu tive a oportunidade de emitir minhas opiniões de forma clara, deixando-as registradas “por escrito” nos jornais ou nos blogs. Para relembrar, nas minhas colocações deixava claro o meu contentamento com a possibilidade de novos investimentos em infra-estrutura, porém tive posição frontalmente contrária à sua localização na Ponta da Tulha, principalmente da área de 1700 hectares desapropriada pelo Governo do Estado, a qual seria inicialmente destinada a uma zona portuária e industrial ao longo do litoral norte, entre o loteamento Jóia do Atlântico e a Ponta da Tulha. Em minha posição contrária a essa localização, argumentava eu que se tratava de uma área ambientalmente frágil e ao mesmo tempo extremamente importante para o desenvolvimento turístico do município. Que poderíamos perfeitamente ter um novo porto sem perder tão importante zona de desenvolvimento urbano e turístico. Bastaria que mantivéssemos a zona portuária e industrial com seus galpões, depósitos e indústrias do outro lado do rio Almada, mais próximo ao Distrito Industrial e à rodovia BA-262 (Ilhéus/Uruçuca) em ligação com a futura ZPE. No texto uma “Parábola Tupiniquim”, fazendo uma analogia com nossas residências, dizia eu que uma máquina de lavar roupa, muito necessária e importante para a família, não deveria ser instalada na sala de visitas e sim na área de serviço da casa. Para aqueles que diziam que “não se podia fazer omelete sem quebrar os ovos”, eu respondia que a omelete poderia ser feita e quebrados quantos ovos fossem necessários, porém deveria ser feita na cozinha e não no meio da sala. Muitos entenderam e concordaram, mas muitos não entenderam ou não quiseram entender e me colocaram no rol dos que eram contrários ao porto, reduzindo e desqualificando o diálogo e a análise técnica para uma simplória discussão de ser “contra ou a favor” do porto sul. Essa simplificação, que beirava o ridículo, gastou energia e tempo que atrasaram as análises e estudos verdadeiramente importantes sobre a melhor forma e melhor local para implantar o novo e importante equipamento de infra-estrutura, de forma a possibilitar enormes ganhos com mínimas perdas para toda a região. Mas as questões puramente urbanísticas nem sempre tem importância frente aos grandes interesses econômicos ou às decisões politicamente equivocadas. Mas, por sorte, a área inicialmente escolhida era tão inapropriada em todos os sentidos, principalmente na questão ambiental, esta sim com força suficiente para frear os ímpetos vorazes do pseudo-desenvolvimento baseado apenas nos lucros de alguns, determinou a necessidade de encontrar outro sítio para a sua implantação. Com isso os projetos se voltaram para as áreas situadas a oeste do rio Almada, próximo a Aritaguá, ao Distrito Industrial e à ZPE. Exatamente como eu sugeria! Que bom! O bom senso está prevalecendo! Pelo menos do ponto de vista urbanístico estamos de acordo. Agora, que sejam feitos todos os estudos para minimizar os impactos ambientais, assunto que eu não tenho conhecimento técnico suficiente para opinar, portanto, com a palavra os biólogos, hidrologistas e demais especialistas em meio ambiente que podem contribuir para que seja possível a implantação deste tão importante investimento. Mas não nos esqueçamos de lutar decisivamente para que sejam elaborados todos os planos de desenvolvimento do município de forma a garantir que tenhamos um investimento ainda maior do que o investido nas instalações portuárias, em habitação, saúde, educação, saneamento básico, infra-estrutura viária e segurança, pois a região precisa crescer com harmonia para não inchar no meio do caos e da desordem. É preciso que fique bem claro e bem documentado que esses investimentos serão feitos dentro de um cronograma pré-estabelecido e com as responsabilidades de cada esfera governamental e de cada empresa privada, devidamente claras e aprovadas em documentos públicos, para que no futuro, a sociedade, junto com o Ministério Público, possa cobrar de cada órgão ou empresa, o cumprimento de suas obrigações. Se assim se fizer, que venha o Porto Sul, que venha a ferrovia, que venham os empreendimentos turísticos. Que venha o desenvolvimento sustentável. Alan Dick Megi é arquiteto, especialista em Planejamento Urbano e Gestão de Cidades. (Artigo extraído do site R2C Press)
O governo propõe no Projeto de Lei do Orçamento da União para 2012 a correção do valor do salário mínimo em vigor em 13,6%. Isso representaria um reajuste dos atuais R$ 545 para R$ 619,21, a partir de janeiro de 2012. A informação é da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que hoje (31) entregou aos presidentes do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e da Câmara, Marco Maia (PT-SP) o projeto de lei e o Plano Plurianual (PPA) para o período de 2012 a 2015.
O relator do Orçamento para 2012, na Comissão Mista de Orçamento, será o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP). O valor seguiu acordo firmado entre o então governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o Congresso de ter como regra para o reajuste anual do salário mínimo a inflação do ano anterior e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Por essa fórmula, o mínimo de 2012 considera a inflação de 2011 mais o crescimento do PIB de 2010. Informações da Agência Brasil.
O Walmart confirmará nesta quinta (1º), às 11 horas, a construção de uma loja do Maxxi Atacadão em Itabuna e o início das obras ainda em 2011. O anúncio será feito pelo diretor de licenças do Walmart Brasil, Fernando Nogueira, em visita ao município e audiência com o prefeito José Nilton Azevedo.
Conforme o PIMENTA antecipou em primeira mão, a loja será construída no quilômetro 26 da rodovia Ilhéus-Itabuna, ao lado da unidade regional da Coelba e da churrascaria Los Pampas (confira aqui). A previsão é de que a inauguração ocorra em 2012.
O investimento total previsto é de R$ 29 milhões e capacidade para gerar 100 empregos diretos. Será um pouco menor do que as unidades do Makro e Atacadão, instaladas a cerca de um quilômetro da área de mais de 15 mil metros quadrados adquirida pelo Walmart. O grupo norte-americano está investindo R$ 1,2 bilhão em compra, construção e aquisição de novas lojas no país.
Da coluna Tempo Presente (A Tarde):
O Jubiabá Praia Hotel, no km 17 da estrada Ilhéus-Olivença, na beira da praia, vai passar por upgrade total. O empresário João Cavalcanti associou-se a um grupo de Israel e lançará nos próximos dias o projeto de reforma total, na estrutura física e no conceito.
Vai ser um hotel cinco estrelas destinado a um público específico: os cadeirantes.
Em suma, diz Cavalcanti, será um projeto para quem tem limitações físicas (e nenhuma bancária) passar dias ou morar.
O cantor Jau, uma das sensações da música brasileira, fará show na abertura da filial da Casas Bahia em Itabuna, na próxima segunda (22), às 10h. A loja será a 29ª na Bahia e a primeira na região sul.
O cantor fará uma apresentação curta (pocket show) e distribuirá brindes e autógrafos, numa ação promocional que aponta como será a briga pelo consumidor do varejo em Itabuna.
A loja funcionará na avenida Cinquentenário, em frente ao Banco do Povo, numa área de 1.194 metros quadrados. Maior rede varejista do Brasil, a Casas Bahia já possui lojas em Vitória da Conquista, Feira de Santana, Salvador e Camaçari no estado. A filial grapiúna vai empregar 53 pessoas.
O movimento denominado Coeso (Comitê de Entidades Sociais em Defesa dos Interesses de Ilhéus e Região), juntamente com a Câmara de Vereadores de Ilhéus, promove nesta quinta-feira, 18, um ato público em defesa do porto do Malhado.
A manifestação está marcada para as 15 horas, nas dependências do terminal portuário, e deve reunir um grande número de políticos e representantes de entidades as mais diversas.
Na convocação para o ato, o Coeso adverte que o porto está na iminência de ser “entregue à iniciativa privada” ou “transformado em uma marina de luxo”. Afirma ainda que o governador Jaques Wagner tem buscado recursos apenas para os portos de Aratu e Salvador.
A turma promete reagir ao desmonte do porto ilheense, que enfrenta problemas com equipamentos obsoletos e falta de dragagem, os quais estão diretamente relacionados à grande redução do volume de cargas registrada nos últimos anos.
A direção da Bitway acredita que o pior já passou para a empresa. O alento vem com a aprovação, no início do mês, do plano de recuperação da indústria. Quinta maior fabricante de computadores do país, a Bitway sofreu grande baque em meados de 2010 após operação arriscada de importação de componentes de informática sem o devido seguro. O dólar estourou e a conta veio.
Agora, o plano aprovado vai permitir a revisão da dívida e reescalonar o pagamento dos credores. A promessa é de prioridade ao passivo trabalhista. Por enquanto, a produção da fabricante de computadores é concentrada na unidade paranaense da Bitway, mas com promessa de reativar a unidade-matriz.
Valmar Sant'anna espera faturar mais 43% em 2011, a partir das informações obtidas no PQF (foto Taironny Maia)
Empresas que participam de um programa de qualificação realizado pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL), em parceria com a Bahia Mineração, nas regiões de Ilhéus e Caetité, já relatam elevação do faturamento desde que aderiram à proposta. O PQF (Programa de Qualificação de Fornecedores) tem como objetivo preparar fornecedores locais para atender às exigências de grandes empreendimentos.
A Bamin diz ter feito a parceria com o IEL para facilitar a compra de produtos e contratação de serviços nas próprias regiões de influência do projeto Pedra de Ferro, que irá produzir 20 milhões de toneladas de minério por ano, em Caetité, e escoar a produção por um Terminal de Uso Privativo, que aguarda licença ambiental para ser construído na zona norte de Ilhéus.
“Para 2011, esperamos um faturamento bruto 43% maior que o do ano passado, o que também atribuímos em grande parte ao programa de qualificação”, afirma Valmar Sant’anna, gerente administrativo-financeiro d’ A Geradora. A unidade da empresa em Itabuna é uma das 32 que participam do PQF.
Outras empresas também registram evolução semelhante. É o caso da Agroferro, de Brumado, sudoeste baiano. Segundo Fábio Lima, gerente da empresa que comercializa chapas de aço e ferramentas, a expectativa é faturar 30% a mais este ano. “Passamos a enxergar nossa atividade com uma ótica bem mais aguçada”, destaca o administrador.
Para viabilizar tais resultados, o programa inclui orientações sobre gestão empresarial, o que engloba planejamento estratégico, finanças, gestão de pessoas, marketing e vendas. Há também os módulos de Saúde e Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Responsabilidade Social.
Nem o macaco quis ouvir a "boa nova" da pesquisa.
O custo da cesta básica caiu em julho nas duas principais cidades sulbaianas, segundo Departamento de Economia da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). A redução em Ilhéus atingiu 2,63% (R$ 191,23) e em Itabuna, 2,52% (185,17).
O tomate e a farinha ficaram 10,2% e 2,82% mais baratos, respectivamente, em Itabuna e foram os itens que mais colaboraram para a redução no custo da cesta em julho. No outro extremo, a banana teve elevação de 22,11% e impediu uma queda maior no valor da cesta.
A banana também foi a vilã em Ilhéus: está 25,09% mais cara. Os produtos “bons mocinhos” da história foram café (queda de 13,66%) e pão (-6,79%).
Pelos cálculos dos coordenadores da pesquisa mensal da Uesc, uma família composta de dois adultos e duas crianças precisaria de R$ 573,69 para alimentação mensal em Ilhéus – e R$ 555,51 em Itabuna.