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Uma fábrica da marca Vitamilho – maior produtor de alimentos derivados do milho no Brasil – será instalada na cidade de Barreiras, oeste baiano, com investimentos de R$ 40 milhões e capacidade de geração de aproximadamente mil empregos diretos e indiretos.
A confirmação ocorreu ontem (23), numa cerimônia com a presença, entre outros, da prefeita daquele município, Jusmari Oliveira, o secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, do presidente da Vitamilho, Eduardo Silva, além do presidente em exercício do Banco do Nordeste, Paulo Sérgio Ferraro.
Segundo Salles, a participação do Governo da Bahia e do Banco do Nordeste nas negociações foi fundamental para que a Vitamilho decidisse instalar a fábrica em Barreiras. A previsão é de que a produção  na unidade seja iniciada em dezembro de 2012.

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O governo baiano anuncia nesta quinta-feira, 23, a instalação de quatro  novos canteiros de obras para a construção de módulos de plataformas de petróleo na  na Baía de Aratu. A notícia será divulgada oficialmente durante solenidade no auditório da Fieb, programada para as 15 horas.
A Fieb e a Secretaria Extraordinária da Indústria Naval e Portuária (Seinp) estão na linha de frente do projeto e o evento desta quinta-feira também contará com a participação de representantes das empresas GDK, Belov Engenharia, Multitek e Niplan Engenharia, contratadas para tocar as obras.
Para construir cada canteiro, o investimento será de 30 a 70 milhões de reais, fechando num total de aproximadamente R$ 200 milhões. De acordo com a Seinp,  as empresas participantes foram escolhidas, observando-se qualificação técnica, experiência comprovado no setor e histórico de atividades com a Petrobras.

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A Bahia perdeu para São Paulo o último round da briga pela instalação da Chery, indústria do setor automotivo. Hoje, a empresa chinesa anunciou assinatura de acordo com o governo paulista.
A montadora investirá 400 milhões de dólares na unidade em Jacareí. A previsão é de que os primeiros carros da Chery fabricados Made in Brazil começarão a rodar em dezembro de 2013.
A Chery havia negado, há mais de um mês, que havia se decidido por Jacareí. O anúncio acontece agora. A empresa prevê fabricar até 150 mil carros por ano, quando a indústria estiver a pleno vapor.

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O mês que passou não foi dos melhores para quem procurou emprego com carteira assinada em Itabuna, segundo os últimos números divulgados ao final desta manhã pelo Ministério do Trabalho. Ao contrário do país, a cidade demitiu mais que empregou, cortando 10 vagas quando analisados todos os setores da economia.
O baque foi mais sentido no comércio, um dos que mais empregam no município. Em números absolutos, o setor admitiu 264 trabalhadores e demitiu 358. Corte de 95 postos de trabalho. É o pior saldo do ano.
Serviços e indústria registram números melhores, mas juntos abriram apenas 60 novas vagas no período. A área de construção civil também revela desaquecimento: abertura de 10 vagas com carteira assinada.
Em 2010, Itabuna gerou apenas 503 novos empregos, conforme o Ministério do Trabalho. Se computados os últimos 12 meses, foram abertos (só) 718 novos postos de trabalho.
EM ILHÉUS, É DIFERENTE
Como comparativo, a vizinha Ilhéus gerou 930 empregos neste ano e 1.781 nos últimos 12 meses. Na terra de Gabriela, agosto ficou no azul com a abertura de 96 novas vagas. Indústria e serviços geraram 115 empregos, juntos.
O saldo de agosto em Ilhéus não foi melhor por conta dos cortes no comércio (-21 vagas) e na construção civil (-20). A cidade reverte tendência histórica de gerar menos emprego que a vizinha Itabuna quando computados apenas os dados de um ano e de janeiro a agosto.

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Setor de construção civil é um dos que impulsionam a nova fase da economia nordestina

Das 333 mil vagas formais geradas no setor da construção civil no Brasil entre julho de 2009 e julho de 2010, nada menos que 114 mil ocorreram na Região Nordeste.
O dado é apenas um entre tantos que demonstram o surgimento de uma nova etapa para a região que ainda detém alguns dos piores índices socioeconômicos do País.
Além da construção civil, outro setor que cresce no Nordeste é  o comércio, estimulado pela elevação do poder de consumo das classes C e D.
Por conta dessas mudanças, já se registra a redução do fluxo migratório de nordestinos para o Sudeste e esta região já sofre, em função disso, com a carência de mão-de-obra.
Leia matéria completa sobre o assunto na edição online do Estadão.

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Linhas de crédito para micro e pequenas empresas, estratégias de vendas pela internet e o novo nicho das compras governamentais são alguns dos temas que serão debatidos num fórum empresarial nesta terça, 14, às 8 horas, no auditório da FTC/Itabuna. O evento é promovido pela Associação das Micro e Pequenas Empresas da Bahia (Ampesba), presidida por Valdir Ribeiro.
Dentre as palestras programadas, estão a do gerente de negócios da Caixa, Marcus Nascimento, sobre linhas de crédito para as micro e pequenas empresas, e a de Ana Carine Souza e Flávia Falcão, que vão abordar a participação destes segmentos nas compras governamentais e, também, como os empreendedores individuais poderão participar de licitações dos poderes públicos.

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Audiência debate nova rodovia Ilhéus-Itabuna (Foto José Nazal).

Começou hoje pela manhã e será concluída nesta tarde a audiência sobre a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna, no auditório da torre administrativa da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

Após a apresentação prévia do projeto da nova pista à margem direita do rio Cachoeira, a parte da tarde será reservada a oficinas para que possam ser apresentadas sugestões para o Termo de Referência que será uma espécie de bússola para a contratação dos Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) da obra.
A duplicação da rodovia tem estimativas de consumir recursos da ordem de R$ 180 milhões. Não será exatamente uma duplicação. Paralelamente à rodovia que já existe, serão construídas duas pistas na outra margem do Cachoeira. A previsão é de que a licitação da obra seja concluída nos próximos dias.

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Apesar da impressionante pujança econômica da região oeste da Bahia, ancorada na produção de grãos, é de fato no litoral que ainda se concentra o maior interesse dos investidores. Ontem (dia 09), quando foi apresentado o Plano Diretor do Porto Sul, o secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, falou sobre o assunto.
De acordo com Spengler, 92% dos investimentos previstos para a Bahia nos próximos anos estão concentrados numa faixa de cem quilômetros a partir do litoral. Todo o restante do estado fica apenas com 8%. O secretário defendeu a ampliação de políticas para o desenvolvimento do semi-árido, a fim de reduzir a distorção.
Falando especificamente sobre o Porto Sul, Spengler chamou de “mentirosos” aqueles que apregoam a incompatibilidade desse projeto com o desenvolvimento do turismo. “Temos hoje 35 grandes empreendimentos turísticos em processo de licenciamento na Bahia e essa região continua despertando bastante o interesse do setor”, declarou o secretário.

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Isaac Albagli

A duplicação, na verdade, não é como pensamos. Trata-se de uma nova estrada que passará pela margem esquerda do Rio Cachoeira e servirá exclusivamente de “mão” no sentido Itabuna/Ilhéus.

Na próxima sexta-feira, dia 10, o Instituto de Meio Ambiente (IMA) estará realizando uma audiência pública na UESC para apresentação do projeto da chamada duplicação da rodovia Ilhéus/Itabuna. É a grande oportunidade que temos para externar nossa opinião sobre o assunto. O governo passado realizou o projeto da obra, mas em nenhum momento nos ouviu.
A duplicação, na verdade, não é como pensamos. Trata-se de uma nova estrada que passará pela margem esquerda do Rio Cachoeira e servirá exclusivamente de “mão” no sentido Itabuna/Ilhéus. A atual rodovia seria destinada ao fluxo Ilhéus/Itabuna.
O autor dessa ideia não pensou nem um pouco no transtorno que essa solução causará aos moradores e trabalhadores que estão às margens da estrada Ilhéus/Itabuna. Isso porque, quem desejar se dirigir a Ilhéus, partindo de qualquer ponto da rodovia, terá que seguir no sentido de Itabuna até encontrar uma das quatro pontes/retorno que serão construídas.
De certo, Ilhéus perderá, porque em muitos casos será mais cômodo seguir para Itabuna do que fazer o tal arrodeio e retornar para Ilhéus pelo outro lado do rio. Todos sofrerão com isso, sejam os estudantes da UESC ou os moradores e trabalhadores de Banco da Vitória, Salobrinho, Vila Cachoeira e adjacências.
O Porto Seco, administrado pela Petrobrás poderá se tornar um elefante branco, pois as carretas que se dirigem ao Porto do Malhado terão dificuldade de acesso ao equipamento. Vejo como solução a possibilidade de tráfego nas duas vias em ambos os sentidos. É o mais lógico.
Quem estiver em Itabuna e quiser se deslocar para a Olivença, Una, Canavieiras ou Zona Sul da cidade de Ilhéus, evitando a Ponte do Pontal, poderá seguir pela nova rodovia, pois ela terá seu ponto final no lado sul de Ilhéus. Quem quiser se dirigir ao centro ou zona norte poderá trafegar pela atual rodovia. A nova via, desse modo, cumprirá seu objetivo de reduzir o tráfego da estrada atual e de quebra desafogará a Ponte do Pontal.
O atual governo estadual não foi o autor do projeto. Ele está aprovando a licença ambiental e, em seguida, executará a obra. Como ninguém foi ouvido na época da elaboração do projeto, esses detalhes estão passando despercebidos.
Fica aqui o alerta ao prefeito Newton Lima e sua equipe. Ainda é tempo. A presença das autoridades nessa Audiência Pública é fundamental para que se marque posição e não ocorra a situação de “fato consumado”.
Queremos a duplicação, mas que ela não seja um transtorno para os ilheenses. O governador Jaques Wagner é um democrata no melhor estilo, e certamente levará em conta a opinião dos ilheenses que querem o melhor para a cidade e para a Bahia.
Isaac Albagli é ex-vereador e ex-secretário municipal de Ilhéus e atualmente preside a Bahiapesca.

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“No futuro, as pessoas não olharão Lula como o novo Getúlio Vargas. Mas entenderão Vargas como o Lula do passado. O presidente encarna a principal mudança por que passou o Brasil nos últimos anos, ele é a nova classe média. Lula é o Nelson Mandela tupiniquim”.
“Na última década, a desigualdade de renda caiu como nunca em nossa história. O equivalente a 31,9 milhões de pessoas ascenderam à classe C, ingressando no mercado consumidor, ampliando a capacidade de nossa economia crescer”.
As falas acima são do economista Marcelo Néri, da Fundação Getúlio Vargas-Rio de Janeiro (FGV-RJ), durante o 7º Fórum de Economia da FGV, realizado em São Paulo. Dão a exata medida do por que Lula é endeusado e a sua pupila Dilma Rousseff desponta como favorita para levar a disputa presidencial no primeiro turno. Marcelo Néri é um dos maiores especialistas em políticas sociais no Brasil.

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 A Bahia já é o segundo estado brasileiro que mais formalizou contratos para a produção de fontes alternativas de energia. O posto foi alcançado esta semana, quando a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica realizou o 2º Leilão de Fontes Alternativas e o 3º Leilão de Energia de Reserva – Fase 3.
A participação baiana fechou em 16 usinas eólicas contratadas, totalizando uma capacidade de 587,4 MW. O estado perde apenas para o Rio Grande do Norte, responsável por 1.064,6 MW de capacidade leiolada.
Para o governo baiano, os resultados nessa área contribuem para uma divulgação positiva junto ao empresariado, possibilitando a atração de empreendimentos. O potencial energético do estado foi apresentado no  Brazil Windpower 2010, maior evento sobre energia eólica na América Latina, que aconteceu ontem no Rio de Janeiro.

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O projeto de instalação do Terminal de Embarque Privativo da Bamin na Ponta da Tulha entra em uma nova fase. Agora, não se trata mais de ser contra ou a favor, de se tocar o não o empreendimento, mas de discutir a melhor forma de realizá-lo. E por esse melhor entenda-se o que for mais benéfico para a sociedade.
Neste sábado, dia 28, representantes de Conselhos de Meio Ambiente dos Municípios que integram a APA da Lagoa Encantada/Rio Almada se reúnem em Ilhéus para discutir as condicionantes do projeto. Democraticamente, cada representante indica o que a mineradora deverá fazer para recompensar a população local pela presença do seu empreendimento na região. Um projeto que certamente tem impactos, tanto negativos como positivos, assim como qualquer outra ação humana.
A discussão sobre o terminal da Bamin chegou, assim, à maturidade. Com isso, perdem espaço os argumentos radicais e a resistência improdutiva, cedendo lugar ao debate construtivo de propostas. Afinal de contas, prevalece o entendimento de que uma região há tantos anos estagnada não pode se dar ao luxo de abrir mão das oportunidades.
Com a nova fase das discussões, abandonando as turbulências e instabilidades infantis, o que se busca é o equilíbrio e formas de fazer com que a presença da Bamin reverta em boas compensações.
No dia 14 de agosto, o Conselho Gestor da APA Lagoa Encantada/Rio Almada manifestou-se democraticamente, por ampla maioria, pela concessão da licença para o terminal. Agora, resta evoluir  para outro patamar, num nível de discussão que certamente interessa muito mais à população sul-baiana.

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A Prefeitura de Ilhéus enviará na próxima semana para a Câmara de Vereadores o projeto que regulamenta a Lei do Microempreendedor Individual e anuncia uma campanha para estimular os informais a regularizar sua situação. Um estande ficará instalado no centro da cidade, de 13 a 18 de setembro, disponibilizando informações sobre os benefícios trazidos pela nova lei. A campanha tem parceria com o Sebrae.
De acordo com o secretário de Indústria, Comércio e Planejamento de Illhéus, Alisson Mendonça, o maior ganho está na inclusão social.  Ele enfatiza que o empreendedor formal “passa a contar com uma série de benefícios, proporcionando o reconhecimento de sua cidadania”.
Entre os benefícios da formalização, está o direito à aposentadoria por idade, invalidez, auxílio-doença e salário-maternidade. A família do microeempreendedor passa ainda a ter direito a pensão por morte e auxílio-reclusão.
Para se inscrever como microempreendedor individual, a pessoa deve trabalhar por conta própria e ter faturamento anual de no máxmo R$ 36 mil. Além disso, não pode ter participação em outra empresa. O processo de formalização é gratuito, podendo ser feito pela internet, no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br, ou no escritório do Sebrae.
Em Ilhéus, o microempreendedor pode ainda se dirigir à Secretaria de Indústria, Comércio e Planejamento, no 6º andar do Anexo das Secretarias.

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A economia brasileira vai receber um reforço de R$ 9 bilhões dos aposentados e pensionistas até 8 de setembro. O dinheiro corresponde à primeira metade do 13º salário, que começou a ser paga ontem a 23,6 milhões de segurados. A quitação está sendo feita na folha normal de agosto de acordo com o número final do cartão de benefício. Somado às aposentadorias e benefícios do mês, da ordem de R$ 20 bilhões, o extra no contracheque vai elevar os recursos liberados para casa dos R$ 30 bilhões.
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) avisa que o extrato mensal de pagamento já está disponível para consultas na página na Previdência Social na internet (www.previdencia.gov.br). Aqueles que recebem pelo Banco do Brasil, Mercantil e Bradesco podem imprimir o documento nos terminais de atendimento automático. Já os segurados pagos pelas demais instituições financeiras só contarão com essa facilidade a partir do próximo mês, na folha de setembro. Informações do Correio Braziliense.

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Atacadão sofre com ação de empresa (Foto Pimenta).

A Rota Transportes, que domina as linhas intermunicipais no sul da Bahia, foi à luta e impediu que os coletivos de Itabuna deixassem passageiros na porta do Atacadão.
Assim, quem optava pelas empresas urbanas para ir à loja atacadista, precisava caminhar cerca de 500 metros a pé.
De segunda para cá, a coisa piorou. Os ônibus urbanos de Tabocas são obrigados a contornar exatamente na placa que define os limites de Itabuna e Ilhéus. Ou seja, ficou ainda mais distante para quem quer chegar lá, partindo de Itabuna de busão que não seja da Rota.
Os taxistas já sentem os reflexos. Um deles dizia ao Pimenta que fazia, em média, 200 reais por dia. Hoje, foi para casa mais cedo porque  até as 18 horas algo como R$ 50,00, repetindo outros dias da semana magra.
– Antes, o passageiro de Itabuna vinha de ônibus e voltava com a gente. Com essa mudança, eles nem vem mais ou vem em número bem menor. A loja nem tem mais aquele formigueiro de gente. Não sei o que vai ser de nós – lamenta.