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Estação de tratamento passará por manutenção nesta quinta, 21.
Estação de tratamento passará por manutenção nesta quinta, 21.

O abastecimento de água será suspenso por 12 horas nesta quinta-feira, 21, de acordo com comunicado da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa).
A empresa informa que a interrupção ocorrerá para que sejam realizados serviços de manutenção da Unidade de Tratamento de Água (ETA).
Segundo o comunicado da direção da empresa, a manutenção é necessária “para garantir a qualidade e constância nos serviços prestados pela Emasa”.

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Esgoto corre pela Rua Independência, enquanto jorra incompetência em setores da Emasa.
Na Rua Independência, jorra esgoto; já na Emasa, incompetência…

Os moradores da rua Independência, no bairro São Roque, há dias vem convivendo com a lama fétida que jorra da rede de esgoto e toma conta de boa parte da via. As vítimas relatam que várias ligações foram feitas para a Emasa, mas até o momento nenhuma solução.
A rede onde o esgoto estourou está localizada em frente a uma estação de tratamento da empresa. Como a fedentina já perdura por longas duas semanas e a Emasa não aparece nem apresenta solução, há morador que pensa em dar um GPS ao setor de saneamento.
A Rua Independência, aliás, é a mesma onde a gestão do ex-prefeito Capitão Azevedo (DEM) torrou R$ 1,2 milhão que deveriam ser investidos em saneamento e pavimentação asfáltica. Ou seja, o sofrimento é dobrado na rua de nome bonito e situação precária.

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Campos é alvo da "Turma da Boquinha" (Foto Gabriel Oliveira).
Campos é alvo da “Turma da Boquinha” (Foto Gabriel Oliveira).

O presidente da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa), Ricardo Campos, pode ficar por pouco tempo no cargo. Nada a ver com o seu desempenho à frente da presidência. Campos tem sido elogiado pelo choque de gestão para sanear a empresa.
E é justamente aí, no “choque de gestão”, que está o descontentamento da “Turma da Boquinha”.
Campos reduziu em quase 70% a quantidade de cargos comissionados na Emasa logo nos primeiros dias no cargo. Resta saber qual será o posicionamento do prefeito Claudevane Leite, pois os “gulosos” estão indóceis, vermelhos de raiva.

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Os moradores da Rua Pará, no Jardim Vitória, estão há dez dias sem água e pedem “pelo amor de Deus” aos dirigentes da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) para que atendam aos apelos.
A moradora Marise Messias diz que foram protocolados mais de uma dezena de pedidos na empresa e sempre há a promessa de que uma equipe irá atender a localidade, mas até agora…

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Não será mais nesta terça-feira, 15, a entrevista coletiva que o prefeito de Itabuna, Claudevane Leite (PRB), e o presidente da Emasa, Ricardo Campos, concederão para falar sobre o caos instalado na empresa e as medidas que deverão ser adotadas para assegurar qualidade aos seus serviços.
Por motivo de viagem do presidente, a conversa com a imprensa foi adiada para quarta-feira, dia 16, às 10 horas. O local está mantido: gabinete do prefeito.

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Itabuna tem uma deficiência histórica no serviço de abastecimento de água, não apenas relacionada à oferta, como também a uma rede de distribuição obsoleta e incapaz de atender bem à população, ainda que haja água suficiente. Outro problema gravíssimo é a falta de saneamento, pois, como se sabe, quase 90% dos dejetos vão sem tratamento para o Rio Cachoeira, um crime ambiental contra o qual não se ouvem protestos equivalentes à dimensão do estrago.
Junta-se aos problemas estruturais, uma sucessão de gestões ineficientes, que não apenas não souberam resolver as demandas, como ainda por cima as agravaram. Não é surpresa, portanto, o quadro identificado pelo novo presidente da Emasa, Ricardo Campos, que chegou à empresa sem encontrar sequer os produtos utilizados para purificar a água consumida pelos itabunenses. Há ainda um débito milionário a ser sanado, o que inclui os salários atrasados dos funcionários nos dois últimos meses de 2012, além do décimo terceiro.
Nesta terça-feira, dia 15, a fórmula para descascar esse abacaxi será apresentada pelo presidente da Emasa e pelo prefeito Vane do Renascer, em uma entrevista coletiva programada para as 10h da manhã, no gabinete do chefe do executivo. Na semana passada, Campos anunciou que fará uma auditoria e determinará a revisão de todos os contratos assinados nas últimas gestões (confira aqui).

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O novo presidente da Emasa, Ricardo Campos, trouxe um retrato em preto-e-branco do que disse ter encontrado ao assumir o “abacaxi”: faltava até produto químico para tratar a água que chega à torneira as residências em Itabuna. Campos anunciou que fará auditoria na empresa e revisará todos os contratos assinados nas últimas gestões.
Segundo ele, a empresa ainda não parou porque os funcionários concordaram em continuar no batente, mesmo com a gestão de Geraldo Briglia/Capitão Azevedo tendo deixado o funcionalismo com salários atrasados. Como o PIMENTA informou mês passado, o funcionalismo ficou sem salário de novembro e dezembro e o décimo terceiro salário.

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Briglia não dá satisfação a funcionários.
Briglia não dá satisfação a funcionários.

O caos financeiro na Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) agora atinge com intensidade os mais de 300 funcionários, dentre concursados e contratados. Até agora, o presidente Geraldo Briglia não se posicionou quanto aos pagamentos dos salários atrasados nem em relação ao 13º salário, que deveria ser depositado no dia 20.

Além de não receber o décimo terceiro, os funcionários da empresa municipal ainda não receberam os salários de novembro e de dezembro, pagos sempre a cada dia 25 do mês. “Nunca pensei que fosse passar o Natal sem uma ceia nem presente pros meus filhos. Também não estou podendo pagar minhas contas”, afirma funcionário concursado da Emasa.

Os funcionários criticam a falta de sensibilidade do presidente Geraldo Briglia e do prefeito Capitão Azevedo (DEM). Eles decretaram greve branca desde a segunda, 24. “Muitos não estão indo trabalhar. Eles não estão fornecendo os vales refeição e transporte”, revela um contratado. A empresa também não está depositando FGTS nem faz repasse do INSS há quase um ano, o que só piora a situação dos funcionários.

O SILÊNCIO NO SINDAE

Concursados também lamentam o silêncio do sindicato representativo dos trabalhadores das empresas de abastecimento de água, o Sindae. “A Emasa está um caos, mas ninguém ouviu um pio dos dirigentes do Sindae. É estranho esse silêncio. Será que estão compactuando com esses desmandos de Briglia?”, questiona funcionário. Todos pedem o anonimato, por temer retaliações.

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Alfredo Melo: contas aprovadas após recurso.
Alfredo Melo: contas aprovadas após recurso.

O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) acatou recurso do ex-presidente da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa), Alfredo Melo, e reconsiderou decisão que reprovou as contas do ex-gestor relativas ao exercício de 2011 (relembre aqui).

Melo presidiu a empresa até junho do ano passado, quando foi substituído no cargo por Geraldo Briglia. No relatório inicial do TCM, foram detectadas irregularidades como fragmentação de despesas para fugir de processo licitatório, ausência de comprovação de despesas e gastos suspeitos com publicidade.

Os dois gestores teriam deixado de enviar comprovação de pagamentos em um total de R$ 366.688,63. Em contato com o PIMENTA, Alfredo Melo disse que a falta de documentação foi suprida e o tribunal reconsiderou a decisão, aprovando as contas, porém com ressalvas e multa de R$ 500,00.

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O presidente da Empresa Municipal de Água e Saneamento de Itabuna (Emasa), Geraldo Briglia, esteve nesta terça-feira, 4, na Câmara de Vereadores, para falar sobre a situação do abastecimento na cidade. Foi a convite do vereador Paulo Luna (PSDB).

Briglia se eximiu de responsabilidade pelo reajuste nas contas de água, determinado recentemente, afirmando que somente aplicou uma medida que já estava autorizada pelo legislativo. Ele reclamou da situação financeira da empresa, que enfrentaria um processo contante de queda na arrecadação.

Segundo o presidente, a inadimplência é grande, e os maiores devedores são, pela ordem, o próprio município, com um débito de R$ 18 milhões, e a Santa Casa de Misericórdia, que deve R$ 5 milhões. Esta já foi acionada pela Emasa na justiça e Briglia disse ontem que o jeito é fazer o mesmo com a Prefeitura.

O presidente disse ainda, o que não é novidade, que a Emasa se tornou um cabide de emprego. Ele, que já comandou a empresa em outro momento, observou que na primeira vez o número de cargos ocupados por indicação política era de 48. Já na atual passagem pela presidência, Briglia encontrou 110 cabos eleitorais pendurados na folha.

Certamente, esse pessoal não contribuiu em nada para melhorar o serviço.

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Apesar de a Emasa não ter anunciado previamente que provocaria um aguaceiro na Praça José Bastos, um funcionário da empresa teve a consideração de procurar o blog para explicar que a medida foi necessária devido a um serviço de manutenção na rede de abastecimento. A intervenção, feita na Avenida do Cinquentenário, terminou às 23h30.

Ontem, como a população não sabia do que se tratava, muita gente que passou pelo local se assustou com a cena e chegou a tentar sem sucesso uma ligação para a Emasa. A preocupação, natural, era que o caso fosse de desperdício injustificado.

É a chamada falha de comunicação.

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Moradores da Travessa dos Eucaliptos, no Conceição, estão há duas semanas sem água. Uma das vítimas da Emasa diz que os consumidores são tratados “com desdém” quando entram em contato com o serviço de atendimento da empresa. “Não temos a quem recorrer. Não há um órgão regular nem ouvidoria”, lamenta Vanderson Rocha.

O presidente da Emasa, Geraldo Briglia, disse em entrevista à TV Santa Cruz, hoje, que a cidade tem enfrentado problemas no abastecimento de água. E culpou em grande parte a Coelba pela queda de energia na captação de água, principalmente em Rio do Braço.

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Moradores de diversos bairros de Itabuna, principalmente das áreas mais altas, estão há alguns dias sem abastecimento de água e muitos já se encontram com os tanques completamente secos.

A Emasa atribui o problema a sucessivas quedas de energia e, enquanto espera pacientemente pela normalização do serviço, o usuário não pode contar sequer com os carros-pipa da empresa. É que a frota se encontra parada, desde a semana anterior, por falta de combustível.

Esse é mais um setor que chega ao final da atual gestão com um quadro de abandono extremo.

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O apagão de energia ocorrido na madrugada desta sexta-feira, 26, afetou o bombeamento de água das unidades de captação para os tanques da Emasa, prejudicando o abastecimento em Itabuna. Moradores se queixam de ter ficado com os reservatórios secos.

Segundo a assessoria da Emasa, nenhum equipamento do sistema foi danificado e o serviço será normalizado nas próximas horas.

Um leitor que reside na Avenida Cinquentenário afirma que esta não foi a primeira vez que faltou água nos últimos dias. A Emasa sustenta que o abastecimento nessa área da cidade é feito diariamente, com reforço a partir da noite de quinta-feira. Nos outros dias, a água chega com uma pressão menor e é possível que moradores de prédios acabem prejudicados.