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As contas de 2011 da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Esta é a quarta vez consecutiva que as contas são reprovadas pela corte de contas.

O relatório aponta diversas irregularidades como fragmentação de despesas para fugir do processo de licitação, ausência de comprovação de despesas, falta de documento e gastos suspeitos com publicidade.

A empresa também deixou de enviar ao tribunal processos de pagamento que totalizam R$ 366.688,63. A Emasa também não enviou a relação de obras e serviços de engenharia realizados e em andamento no município, informa A Região.

As irregularidades foram verificadas nas gestões do ex-presidente da Emasa, Alfredo Melo, e do atual, Geraldo Briglia. O TCM revela ainda que as dívidas da empresa só têm aumentado nos últimos anos.

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Esgoto estourado gera prejuízos a laboratório no centro de Itabuna.

Paulo Vasconcelos, dono de um laboratório instalado na Avenida Duque de Caxias, centro, reclama de prejuízos e desconfortos causados pela Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa). A rede de esgoto entope e jorra pela calçada do laboratório de análises clínicas.

“O odor é insuportável. Estamos sendo prejudicados, perdendo clientes”, lamenta Paulo Vasconcelos. Os transtornos aumentam em períodos chuvosos. Técnicos da Emasa explicaram à vítima que a rede de esgoto da via é conjugada com a rede pluvial.

O empresário sugere que seja revista a rede coletora de esgoto. “Já pedimos que funcionários da Emasa modifiquem a tubulação ou [façam] algo que resolva o problema de forma definitiva”, diz. “Não suportamos mais conviver com esse descaso”, complementa. A situação perdura há quase um ano. Alô, presidente Geraldo Briglia…

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A Empresa Municipal de Águas e Saneamento de Itabuna (Emasa) está completando 23 anos com série de festejos. Para marcar a data, o presidente Geraldo Briglia dá aos funcionários todos os meses dá “bolo” aos funcionários todos os meses: o salário é pago com atraso nunca antes visto, assim como os tíquetes-refeição.

A pindaíba é tão grande que muitos afirmam ser este o pior momento administrativo da Emasa. Outros falem até em falência da empresa de economia mista.

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Os funcionários da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) estão com a pulga atrás da orelha. Os salários estão atrasando, em média, sete a dez dias. Os tíquetes-alimentação estão sendo pagos com 20 dias de atraso.

Empresas que possuem carros locados à Emasa alegam que está há três meses sem receber pelo serviço prestado. Internamente, funcionários especulam quais seriam os motivos para que o prefeito Capitão Azevedo (DEM) a manter Geraldo Briglia na presidência da empresa.

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Esgoto incomoda moradores e comércio na Avenida do Cinquentenário.

Um esgoto que corre a céu aberto no prolongamento da Avenida do Cinquentenário, centro de Itabuna, está desafiando o setor de atendimento da Emasa. Apesar das recorrentes queixas dos moradores, o problema persiste. Equipes da Emasa estiveram no local por duas vezes.

Para o morador José Ramos, é inadmissível que a Emasa não consiga consertar um problema que lhe parece simples. “Se na principal avenida da cidade o esgoto corre a céu aberto, imagine o que está acontecendo nos bairros periféricos, a exemplo de Santa Clara, Vila Anália e Nova Itabuna no período chuvoso”.

A Assessoria de Comunicação da Emasa disse que os técnicos estão programando obras de recuperação da rede de esgotamento. “As avaliações feitas indicam que será preciso abrir a rua para a troca de manilhas danificadas. Uma retroescavadeira será usada nos serviços. Por isso, pedimos compreensão aos moradores”, disse o jornalista Joselito dos Reis.

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Os fornecedores da Empresa Municipal de Águas e Saneamento de Itabuna (Emasa) estão enfrentando atrasos superiores a dois meses no pagamento por serviços como os de caminhão-pipa. A denúncia é feita por fornecedores vítimas da falta de pagamento.

Dois deles alegam que o atraso é superior a 90 dias e criticam a falta de informação por parte da presidência da empresa. Os caminhões-pipas são utilizados para suprir a falta de água em locais onde a rede distribuição não existe ou é insuficiente para abastecer clientes domiciliares.

QUEDA DE ARRECADAÇÃO

A assessoria de comunicação da Emasa alegou queda na arrecadação nos meses de abril e maio para justificar o atraso no pagamento aos donos de caminhões-pipas. “A presidência informa que os pagamentos relativos a 60 dias estão regularizados”, disse o assessor Joselito dos Reis ao PIMENTA.

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Assim como na Rua Rio Colônia, bairro Góes Calmon, onde os moradores protestaram devido a um buraco aberto pela Emasa e a empresa logo deu jeito no problema (veja), a situação da Rua Major Dórea, no Castália, também foi resolvida após uma queixa publicada neste blog na segunda-feira, 27.
Ontem, a Prefeitura mandou “passar a máquina” na rua, que estava cheia de crateras após 25 anos de esquecimento por parte do poder público.
A pressão funcionou. Quanto ao governo, não faz mais que sua obrigação ao cuidar da cidade e fazer jus (e ainda falta muito para isso) aos impostos pagos pelos cidadãos.

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Moradores e comerciantes da rua 1º de Dezembro, no Santo Antônio, estão há nove dias sem abastecimento de água. As vítimas ligam para a Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) e a recomendação é sempre a mesma: façam testes e ajustes nas boias dos reservatórios. E nada de mandar água.
Sentindo-se embromados, os moradores já falam em interditar o prolongamento da avenida Amélia Amado, em frente ao Itão Hipermercados, para ver se conseguem sensibilizar a direção da Emasa, que ultimamente tem abusado em gastos na contratação de bufês para festas e esquecido da qualidade no atendimento aos usuários…

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Um caudaloso riacho surgiu hoje na Rua Felipe Argôlo, uma das principais do bairro Castália. Moradores acordaram com o barulho, que parecia de chuva forte. Era na verdade um enorme vazamento, que rapidamente formou um novo afluente na bacia hidrográfica do Cachoeira.
De tanto ver leitores reclamarem da ineficiência do serviço telefônico que a Emasa mantém para receber reclamações e também informações sobre vazamentos, o PIMENTA arriscou ligar para o número 08000-73-1195, impresso no alto da conta de água. A resposta, depois de muito chamar, foi uma gravação: “neste momento, todas as linhas do serviço solicitado encontram-se ocupadas”.
É brincadeira! Enquanto a Emasa dorme, o desperdício dessa água cada vez mais rara corre solto em Itabuna.

Homem enfrenta o "riacho" de bicicleta (foto PIMENTA)

Atendimento telefônico da Emasa é uma verdadeira inutilidade

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Moradores da Rua M,  no Parque São João, em Itabuna, ficaram indignados na noite desta segunda-feira. Simplesmente porque mais uma vez a chuva retornou para as casas misturada a farta quantidade de dejetos. “É isso que acontece toda vez que chove”, lamentava o morador Luiz Carlos da Silva Júnior, que diz ter tentado contato com a Emasa, via “0800”, mas – como sempre – ninguém atendeu.
“Vale lembrar que nós pagamos em média R$ 25,00 de taxa de esgoto”, destaca o cidadão.

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Moradores da rua Antônio Olímpio e travessa Vila Nova, no bairro Pedro Jerônimo, em Itabuna, passaram a virada do ano sem uma gota de água no tanque. Uma moradora daquela área e leitora do PIMENTA afirma que as festas por lá ficaram sensivelmente comprometidas por culpa da Emasa.
“Não temos água nem para cozinhar nem para lavar os pratos das festas do final de ano”, protesta a leitora em comentário enviado ao blog.
Um horror!
 
 

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Alfredo Melo é convocado.

A Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) divulgou nesta quarta (27)  nova convocação de aprovados no concurso público realizado em 2008. E, dentre eles, consta o nome do engenheiro Alfredo Oliveira Melo. Sim, ele mesmo, o ex-presidente da empresa.
Alfredo foi exonerado do cargo no dia 30 de junho, por se opor à ideia de privatização da Emasa. Agora retorna para assumir o cargo de engenheiro de saneamento. Sob os olhares e supervisão do substituto, Geraldo Briglia. E a lupa do arqui-inimigo, o radialista Val Cabral.
Em tempo: Outros nomes convocados pela empresa para contratação foram os de Claudino Cruz França, Sulivan Silva Sales, Gidevaldo Barbosa dos Santos, Fábio Souza Santos, Israel Boaventura dos Santos e José Menezes da Silva Filho (para a função de artífice I), Renan Oliveira Costa e Raynan Maxwell Rosa dos Santos (agente de serviços); e Melissa Bastos de Almeida Hafner (advogada). Todos têm até o dia 5 de agosto para se apresentar à Emasa.

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O “Comitê em Defesa das Águas e da Emasa”, reinstalado na semana passada com o propósito de combater uma possível concessão da Empresa Municipal de Água e Saneamento de Itabuna à iniciativa privada, manterá sua agenda de atividades, mesmo após o prefeito José Nilton Azevedo ter afirmado em entrevistas que irá conservar a empresa sob o controle público.
A controvérsia foi gerada pelo novo presidente da Emasa, Geraldo Briglia, que disse considerar a privatização como uma hipótese plausível. Depois, o próprio Briglia procurou jogar panos quentes, esclarecendo que falou sobre o assunto apenas “em tese”e que não haveria nenhum projeto para alterar o modelo de gestão da Emasa.
Ainda assim, o comitê permanece atento e continua articulando um seminário para discutir a política de saneamento e a importância de preservar a Emasa como empresa pública. Diante dos “humores” oscilantes do governo, a prudência aconselha desconfiar.

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A formação do comitê em favor da Emasa como empresa pública foi o primeiro ato do processo eleitoral que se avizinha. No plenário da Câmara de Vereadores de Itabuna, havia nada menos que seis siglas, uma verdadeira frente partidária.
Luís Sena, que sempre combateu a privatização, encontrou a bandeira ideal para reavivar uma pré-candidatura que andava cambaleante e, pelo que se diz, minada pelo próprio PCdoB.
Entre os cururus, há três postulantes ao Centro Administrativo Firmino Alves. Wenceslau Júnior, um deles, também aproveitou para surfar nas águas da Emasa. Na reunião de ontem, o esperto vereador colou no ex-deputado Renato Costa (PMDB), com quem travou diálogos sussurrados ao pé do ouvido, que alguns (como Jairo Araújo, presidente do Sindicato dos Comerciários) esforçavam-se na tentativa de captar.