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O Conselho de Administração da Emasa reelegeu na manhã desta quinta-feira, 06, o engenheiro Alfredo Melo para a presidência da empresa no biênio 2011-2012. A escolha do presidente é feita a cada dois anos pela assembleia dos sócios, o que é uma exigência da legislacão que rege as sociedades de economia mista.

Melo foi eleito por unanimidade. Entre outros, assinaram a ata da sessão dois secretários municipais: Fernando Vita (Desenvolvimento Urbano) e Carlos Burgos (Fazenda), além do presidente da Fundação Marimbeta, Geraldo Pedrassoli.

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A troca de um disjuntor realizada pela Coelba seria a responsável pela interrupção do bombeamento de água na estação de captação do Rio do Braço, ocorrida nas últimas 24 horas.

A causa do problema é apontada pelo presidente da Emasa (Empresa Municipal de Água e Saneamento Ambiental), Alfredo Melo. Segundo ele, a empresa não foi comunicada antecipadamente sobre a troca do equipamento e a mesma só foi identificada na tarde desta quarta-feira, 05, quando os motores da captação já haviam parado.

Com o problema, a cidade inteira ficou com apenas 50% de sua capacidade de abastecimento durante 24 horas. E a Emasa alerta que as consequências dessa falha serão sentidas nos próximos dez dias. “É que a cada hora sem bombeamento, são necessárias outras dez para regularizar o sistema”, explica o presidente.

Não é a primeira vez que a Coelba cria dificuldades para o abastecimento de água em Itabuna.

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Vários bairros de Itabuna estão enfrentando problema de falta d’água e mais uma vez por causa de “desentendimento” entre a Coelba e a Emasa.
Na quinta-feira, 09, a Empresa Municipal de Água e Saneamento desligou os equipamentos da captação no Rio do Braço para uma manutenção. A unidade ficou desativada até sexta-feira, dia 10, e no sábado, quando as bombas seriam religadas, a Coelba “colaborou” com a falta de energia elétrica.
O apagão na área onde fica a unidade de captação durou das 15 horas de sábado até praticamente o mesmo horário de domingo. Por isso muitos itabunenses começaram a semana tomando banho de caneca.

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Os 204 mil habitantes de Itabuna ficarão sem água por, pelo menos, 12 horas na próxima terça-feira (07), anuncia a Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa). A interrupção no abastecimento é para que sejam feitos reparos na rede, que será ampliada e distribuirá 900 litros d´água por segundo. Atualmente são 600 litros.
As obras de ampliação da rede de distribuição e captação de água estão sendo executadas com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), do Governo Federal, num total de R$ 35 milhões.
Segundo o presidente da Emasa, Alfredo Melo, a ampliação da rede será possível com a captação no leito do Rio Cachoeira, na região de Ferradas. Alfredo afirmou ao PIMENTA que, diferentemente de 2008, Itabuna não sofrerá com racionamento d´água neste verão.

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Prosseguem em ritmo intenso as discussões sobre a reforma (ou minirreforma) administrativa do prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo. E nesta segunda-feira, 08, gente próxima do poder dava como certos pelo menos dois remanejamentos no governo.
Uma informação que não chega a ser nova é a de que o atual secretário da Fazenda, Carlos Burgos, é mesmo cotado para a presidência da Emasa, empresa à qual ele deve R$ 144 mil em contas de água atrasadas. Sabe-se que a missão de Burgos é preparar a empresa para ser privatizada.
A novidade do momento é que o secretário da Administração, Gilson Nascimento, poderá trocar sua pasta pela direção do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães. Talvez Nascimento queria, ao assumir um “abacaxi”, finalmente revelar seus dotes de administrador.

Figuras centrais do poder itabunense, Gilson Nascimento e Carlos Burgos sempre foram sombras do prefeito Azevedo, como mostrou essa charge de Dragon, publicada aqui no Pimenta em fevereiro deste ano
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“Descuido” causou morte de operário em 2009
Mais de um ano e meio após a morte do operário Rosivaldo de Jesus Santana (“Gordurinha”), 38 anos, a Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) ainda descuida da segurança dos trabalhadores e faltam profissionais para a supervisão dos serviços de manutenção de rede.
Os operários reclamam que apenas uma equipe com um engenheiro e dois técnicos em Segurança do Trabalho acompanha o serviço de campo, mas…
– A gente tem um engenheiro que nem vai pra rua. Fica lá na sede -, denuncia operário que, tendo razões óbvias, prefere não ser identificado neste post.
São estes profissionais especializados em Segurança do Trabalho que avaliam os riscos em operações mais complexas de reparos em redes de abastecimento de água ou de esgotamento sanitário e ajudam a evitar acidentes nas operações.
Outra queixa é que o técnico em Segurança do Trabalho disponível também não vai a campo. “Ele fica na estação de tratamento [no São Roque], distribuindo os equipamentos de segurança, não vem pra rua”, emenda outro operário. “A gente corre risco, moço”, completa. A outra funcionária da área de segurança está em licença maternidade.

MORTE

Rosivaldo de Jesus Santana morreu soterrado, em 23 de abril do ano passado, ao fazer reparo na tubulação da rede d´água que abastece parte da região do São Caetano, na avenida Manoel Chaves.  Ele estava dentro de um buraco no exato momento em que uma das encostas cedeu. Um outro funcionário saiu bastante ferido e outros três conseguiram escapar ilesos.
Foi também por falta de segurança no trabalho que dois operários da estadual Embasa morreram enquanto faziam reparos na rede de abastecimento, no muncipio de Eunápolis, no extremo-sul baiano. O acidente ocorreu na semana passada. A obra não era supervisionada pelo engenheiro responsável, segundo denunciado.

O conselheiro Jorge Hélio Chaves pedirá ao CNJ a abertura uma investigação contra juízes federais que participarem, de quarta a sábado, do XVII encontro da associação de classe cujas despesas serão bancadas, em parte, por bancos estatais e empresas privadas.
Sua decisão tem o respaldo de pelo menos três conselheiros, com os quais almoçou hoje.
Chaves vai pedir à administração dos cinco Tribunais Regionais Federais do país a relação dos magistrados que vão ao evento em Comandatuba, na Bahia.
Ele quer saber quais justificativas estão sendo dadas pelos juízes para serem dispensados do trabalho, uma vez que, segundo a programação, a parte do tempo será dedicada a atividades recreativas, como aulas de golfe.
Preocupado, Chaves vai propor também ao CNJ que crie um grupo de trabalho para limitar ou, pelo menos, deixar mais clara as regras para a concessão de patrocínios a juízes. Isso viria por meio de uma resolução. Diz Chaves:
– Enxergo como, no mínimo, esquisita esta relação. A idéia (da resolução) seria evitar que isso ocorra no futuro. Quebrar esse círculo vicioso.
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Moradores da Vila Anália, em Itabuna, reclamam que há um mês não pinga uma gota d´água na torneira. Eles relatam ter feito várias reclamações no serviço 0800 da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), só que nenhuma providência teria sido tomada. “Há sempre uma justificativa sem lógica, para a falta d´água”, diz uma moradora, indignada.
Nem mesmo o caminhão-pipa solicitado chega ao bairro.

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A Coelba divulgou nota, explicando o problema que resultou na falta de energia elétrica nas estações de captação de água da Emasa em Mutuns e Rio do Braço.
Segundo a concessionária de energia, a interrupção ocorreu desde as 5h40min da manhã desta terça-feira, 26, e foi provocada por “defeito em equipamento da rede elétrica que atende a região”. Ainda de acordo com a Coelba, o fornecimento foi restabelecido às 11h10min.
A falha deixou Itabuna sem abastecimento de água durante toda a manhã. Os bairros da zona norte da cidade já enfrentam racionamento há quase uma semana, em virtude do rompimento de uma adutora.
Na nota, a Coelba afirma que “lamenta a falta de energia e coloca-se à disposição para os esclarecimentos necessários”.

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Barracos desmoronaram por causa da instabilidade do terreno (foto Waldir Gomes)

As 12 famílias que ficaram desabrigadas após o desmoronamento de barracos na área conhecida como Favela do Gongo, vizinha ao bairro São Lourenço, na periferia de Itabuna, terão prioridade na destinação de unidades habitacionais do programa “Minha Casa, Minha Vida”. Segundo a Prefeitura, os desabrigados deverão morar futuramente em apartamentos que estão sendo construídos no bairro São Roque.
Os barracos desabaram neste fim de semana, enquanto a Emasa (Empresa Municipal de Água e Saneamento) fazia um reparo na rede de água. Uma adutora de 300 milímetros rompeu exatamente sob o aterro onde estava a favela. Apesar da instabilidade do terreno e da situação irregular das habitações, quatro famílias ainda insistem em permanecer na área.
As outras 12 famílias que aceitaram sair do local receberão R$ 200,00 de auxílio mensal, para cobrir despesas com água, luz e telefone. A remoção foi realizada com o apoio da Secretaria de Assistência Social.
Com o rompimento da adutora, a zona norte da cidade está sem abastecimento há cinco dias e a Emasa estima que serão necessários mais dois dias para terminar o conserto. A suspensão do fornecimento de água atinge os bairros São Lourenço, Pontalzinho, Novo Horizonte, setores dos bairros Santo Antônio, Castália e São Roque, além dos loteamentos Monte Líbano, Del Gally, Eugênio Brandão e São João.

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Pelo menos 12 barracos de madeira desabaram de ontem para hoje (dias 23 e 24), em uma invasão no bairro São Lourenço, periferia de Itabuna. O local é o mesmo em que equipes da Emasa (Empresa Municipal de Água e Saneamento) tentam há três dias consertar uma adutora que sofreu rompimento. Segundo a empresa, cerca de 100 pessoas viviam na invasão, construída sobre a rede de água.
O buraco aberto para o conserto da adutora foi exatamente o  que causou os desabamentos, mas os moradores foram antes orientados a deixar os barracos. Alguns resistiram, mas acabaram saindo do local, o que evitou vítimas no incidente.
Segundo o presidente da Emasa, Alfredo Melo, o dano na adutora se deve ao seu longo tempo de uso, cerca de 30 anos. Ele estima que ainda serão necessários pelo menos quatro dias para resolver o problema, que deixa sem abastecimento a área da cidade onde estão situados os bairros Santo Antônio, Pontalzinho, Castália e São Roque, entre outros.
A empresa recomenda que os moradores dessa área economizem água.

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O site Cia da Notícia revela que os funcionários da Emasa (Empresa Municipal de Água e Saneamento) estão intranquilos com a possibilidade de que o advogado e secretário da Fazenda de Itabuna, Carlos Burgos, venha de fato assumir a presidência da empresa. Esta possibilidade vem sendo cogitada desde que o prefeito José Nilton Azevedo começou a falar sobre uma iminente reforma administrativa (que deve finalmente sair logo após o segundo turno das eleições).
De acordo com o site, funcionários estariam dispostos a se mobilizar contra a nomeação de Burgos. Eles acreditam que o único objetivo do advogado seria preparar a Emasa para a privatização.
O grupo de servidores também acha que não há motivo para a deposição do atual presidente, Alfredo Melo, que estaria organizando a empresa e investindo na compra de equipamentos e ampliação do serviço de abastecimento.

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Depois de exatas 99 horas paralisada, a estação intermediária de Mutuns, que integra o sistema de abastecimento de água de Itabuna, voltou a operar. De acordo com o presidente da Emasa (Empresa Municipal de Água e Saneamento), Alfredo Melo, o problema foi causado por uma falha na rede elétrica, que danificou o transformador da estação.
“Um novo transformador foi instalado neste domingo e a captação voltou a funcionar”, informa o presidente. Ainda assim, segundo Melo, levará dez dias para que o abastecimento seja normalizado em toda a cidade.
A estação de Mutuns abastece o centro e alguns dos principais bairros de Itabuna.

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O sistema de abastecimento de água de Itabuna funcionará com metade de sua capacidade pelos próximos dez dias. De acordo com o presidente da Emasa (Empresa Municipal de Água e Saneamento), o engenheiro Alfredo Melo, a origem do problema foi pane em um transformador na estação intermediária de Mutuns, causada – segundo ele – por uma falha na rede elétrica.
Com o dano no transformador, a estação intermediária de Mutuns deixou de operar e a água que abastece todo o centro e bairros adjacentes passou a ser captada apenas na estação de Rio do Braço. Isso significa uma queda na vazão, de 600 para 300 litros por segundo.
De acordo com o presidente, um novo equipamento será instalado ainda neste fim de semana, mas a expectativa é de que o abastecimento somente se regularize em dez dias. Enquanto isso, a população terá que racionalizar ao máximo o consumo, para não sofrer ainda mais com a falta d’água.
Além do problema com a estação de Mutuns, Alfredo Melo relata outra complicação gerada pela Coelba. Ele afirma que, de terça-feira (dia 12) até este sábado (16), houve quatro interrupções no fornecimento de energia à estação de Nova Ferradas, o que prejudicou a população da zona oeste da cidade.

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Na sexta-feira, 8, um dia após a Coelba cortar o fornecimento de energia à sede da Emasa, o Conjunto Penal de Itabuna amanheceu sem água. Como o presídio – mantido pelo Estado – deve à Empresa Municipal de Água e Saneamento – a primeira conclusão foi a óbvia: é corte por falta de pagamento.
“Não foi”, jura o presidente Alfredo Melo. Segundo ele, houve interrupção momentânea do fornecimento de água, por conta dos trabalhos que estão sendo feitos para aumentar a captação de água no Rio Cachoeira, em Nova Ferradas.
Mas a coincidência foi grande. Até o valor da dívida da Emasa com a Coelba é igual à do Conjunto Penal com a Emasa: R$ 350 mil.

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O famoso G-20, grupo que funciona como poder paralelo dentro da Empresa Municipal de Itabuna (Emasa), sofreu um golpe na última sexta-feira, 8. Na verdade, segundo informa o site Cia da Notícia, o G-20 sofreu uma baixa (caiu um “soldado” de prenome André) e transformou-se em G-19.
A limpeza não para por aí. O Pimenta apurou que o presidente da Emasa, Alfredo Melo, pretende desmontar de uma vez o tal grupo que se notabilizou por sua ação predatória na empresa. Outras nove cabeças deverão rolar.