Tempo de leitura: < 1 minuto

Após uma série de negociações, a Coelba decidiu acionar o alicate contra a Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa).
A companhia de eletricidade cortou o fornecimento de energia elétrica do prédio onde funcionam o setor administrativo e a presidência da Emasa.
A empresa de saneamento é responsável pelo abastecimento de água de Itabuna, no sul da Bahia. O seu diretor administrativo-financeiro, Octaviano Burgos, disse que a Coelba tentava pressionar a Emasa a pagar dívidas.
Já o presidente da empresa, Alfredo Melo, foi mais incisivo:
– Nós já vínhamos conversando. Mas [a Coelba] meteu o corte. E aí, se f…., porque a dureza minha vai ser grande.
A energia na sede administrativa da Emasa foi restabelecida na parte da tarde de hoje por força de uma liminar.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O prefeito Capitão Azevedo (DEM) cedeu a mais um capricho do secretário da Fazenda, Carlos Burgos. Dará mais um brinquedinho (público) à família do secretário: a presidência da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa).
Octaviano Burgos assume o comando da empresa a partir de outubro – segundo fontes da própria Emasa – ejetando o presidente Alfredo Melo.
A “Burguesia” passa ao controle com a tarefa de acelerar o processo de privatização da Emasa.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Nem bem completados um mês das obras da avenida do Cinquentenário e a Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) é chamada a “brocar” a pista por conta do estouro da rede de abastecimento de água. Que revisão, hein?
Bem em frente à agência do Bradesco na avenida, há mais de uma semana água jorrava, fazendo ceder a pavimentação e afetando parte da calçada. A obra foi inaugurada no aniversário da cidade.

Nem bem a obra foi concluída, rede estourou.
Tempo de leitura: < 1 minuto

O Ministério Público Estadual oficiou a Justiça de Itabuna para saber se há alguma cobrança da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) contra o advogado Carlos Burgos, secretário da Fazenda do Município.
Segundo reportagem de capa do jornal A Região, Burgos não paga suas contas de água desde 2002 e já acumula um débito de R$ 114.887,34.
A situação de inadimplência não fez com que a empresa municipal interrompesse o fornecimento de água ao advogado, que é considerado o homem mais poderoso do governo itabunense.
Leia mais na versão online de A Região.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Caminhão transporta uma das cinco bombas adquiridas pela Emasa

O presidente da Emasa, Alfredo Melo, estava exultante nesta quinta-feira. É que chegaram a Itabuna as cinco bombas recém-adquiridas pela Empresa Municipal de Água e Saneamento, com recursos de R$ 1.100.000,00 provenientes do PAC.
As bombas – três de 175 cavalos e duas de 300 cavalos – serão instaladas no Rio Cachoeira, na região de Nova Ferradas. Segundo Melo, elas terão capacidade para aumentar em 50% a oferta de água tratada para a população, passando de 600 para 900 litros por segundo. “Isso garante a autonomia do serviço de abastecimento nos próximos quatro anos”, afirma.
Segundo o presidente da Emasa, a água retirada do Rio Cachoeira será misturada à que a empresa bombeia do Rio Almada, numa proporção, respectivamente, de um terço e dois terços. As bombas passarão por uma fase de testes, que deve durar até o final de novembro, portanto a expectativa é de que já estejam operando no verão.
A promessa de Alfredo Melo é de que Itabuna irá atravessar a estação quente sem a ameaça de racionamento de água.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Moradoras abastecem os "reservatórios".

O leitor itabunense talvez lembre de célebre frase do ex-presidente da Emasa, Isaias Mendes, recomendando o consumidor a gastar, no máximo, um litro de garrafa PET de água a cada banho. Era 2008, período de racionamento como nunca se viu por aqui.
Pois em 2010 quem vive essa situação são os moradores do Pontalzinho. Há mais de oito meses que os residentes das partes mais altas (ou até próximos da praça principal) não sabem o que é água no tanque. Ela chega fraquinha e o que se consegue é acondicionado em garrafas.
O drama é relatado por uma vítima:
– Toda semana é a mesma coisa. Quem quiser roupa lavada tem que ir para casa de parentes em outros bairros; água normalmente nós e outros vizinhos estamos pegando também em outros bairros. Escovar os dentes por aqui tem sido quase impossível, lavar a louça tem sido outro sacrifício.

Tempo de leitura: 2 minutos

Buraqueira nas Nações Unidas é desafio para motoristas (Foto Pimenta).

Uma cratera aberta pela Emasa para manutenção nas redes de água e esgoto está tirando o sono de quem reside no trecho final da rua Nações Unidas ou motoristas que por ali trafegam. Como a empresa não aplicou camada asfáltica, o buraco cede cada vez mais e danifica suspensão de carros e gera uma névoa de poeira em dias de sol ou lama quando chove. A área é formada por empresas de vários segmento, dentre eles restaurantes.
Segundo Derval Rocha, gerente da MZ Máquinas, o trabalho para limpar as máquinas de costura tem sido constante devido à poeira provocada pelo buraco. Depois do trabalho mal feito pela Emasa, o gerente disse que está limpando a loja seis vezes ao dia.

Emasa "rasgou" parte da rua, mas asfaltar que é bom…

O gerente da Astral Saúde Ambiental, Robson Goés, diz que a sujeira começa na frente da loja, invade as salas, sujando todos os ambientes, e danifica os computadores. Robson reclama que o cenário tem levado à perda de clientes, incomodados com a sujeira gerada pelo buraco.
Quem trafega pela rua reclama do buraco. “Passe aqui à noite e verá motoristas surpreendidos com esse buraco enorme, tendo que desviar dele, até correndo risco de acidentes graves, pois a via é bem movimentada”, alerta o motorista Matheus Ribeiro, ele mesmo uma das vítimas.

Motoristas fazem zigue-zague para desviar de buraqueira (Foto Pimenta).
Tempo de leitura: < 1 minuto

De acordo com o blog do radialista Reginaldo Silva, assessores da Prefeitura de Itabuna, acompanhados de vereadores governistas, alegam que a possibilidade de venda da Emasa (Empresa Municipal de Água e Saneamento) foi “criada” pela Câmara de Vereadores.
Os apoiadores do prefeito Azevedo sustentam que não existe mais aquela velha intenção oficial de torrar a Emasa no cobre e acusam vereadores oposicionistas de utilizar o suposto factoide para desviar as atenções da crise de imagem enfrentada pela própria Câmara.
Vale registrar que há algumas semanas, em conversa com o Pimenta, o presidente da Emasa, Alfredo Melo, não refutou a história da venda da empresa, salientando inclusive que esta é uma ideia latente para determinado grupo de empresários (confira a entrevista).
Por isso, há quem acredite mais na versão de que o objetivo de vender a empresa é real, mas voltou a ficar “latente” após a história vir à tona.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Caixas de hidrômetro foram danificadas pelos vândalos

A poucas horas da inauguração das obras de reurbanização da Avenida Pedro Jorge, que liga o bairro São Judas ao São Caetano, a Prefeitura de Itabuna deparou com uma cena lamentável. Vândalos, não se sabe se por iniciativa própria ou a mando de alguém, passaram pelo local e destruíram as caixas de hidrômetro instaladas pela Emasa.
Segundo o presidente da empresa municipal, Alfredo Melo, não houve furto de material, apenas um ato de puro vandalismo. “Chutaram tampas, quebraram os equipamentos, apenas isso”, lamentava.
A inauguração da avenida está programada para as 15 horas desta quarta-feira, dia 28. Melo diz ter mobilizado três equipes para consertar os equipamentos a tempo. O prejuízo estimado é de R$ 10 mil.
Além de quebrar os hidrômetros, os vândalos também rasgaram sacos de lixo e emporcalharam a avenida.

Tempo de leitura: 2 minutos

O Pimenta entrou em contato com o presidente da Emasa, Alfredo Melo, e o questionou sobre os rumores de nova investida do capital privado sobre a empresa. Melo reconheceu que existe o interesse e disse que a Emasa é hoje a “menina dos olhos” de grandes grupos empresariais.
“A esquerda quer o controle nas mãos da Embasa e a direita quer transferir para o capital privado”, diz Melo, acrescentando que a tentativa de venda é uma ideia latente. “O empresário não se dá por vencido”, comenta.
Ao contrário da privatização, Melo afirma defender o fortalecimento da Emasa e sua transformação em empresa metropolitana. “Por que não podemos disputar concessões em outros municípios da região?”, indaga. Segundo ele, a empresa hoje não é deficitária, mas também não gera lucro. “Estamos empatando”, resume.
O presidente acredita que o interesse do capital privado pela empresa tenha a ver com a previsão de recursos públicos, a fundo perdido, para investir em saneamento. Melo diz que a Emasa tem condições de captar tais recursos, provenientes do Orçamento Geral da União e do PAC, mas diz preferir que a empresa continue sendo uma sociedade de economia mista cujo controle majoritário é do município de Itabuna.
“Tanto a Embasa quanto os empresários privados estão de olho nos recursos a fundo perdido para o saneamento e na tarifa do serviço”, observa. Sobre a briga com a  Embasa, que exige retomar o controle do abastecimento em Itabuna após o fim do contrato de comodato firmado com a Emasa, Melo desconversa. “Essa é uma discussão que ainda vai durar 50 anos”, projeta o presidente.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O ex-vereador pelo PCdoB de Itabuna, Luís Sena, foi um dos principais combatentes contra outras tentativas de venda da Emasa. Quando o assunto volta à tona, sempre com o ex-prefeito Fernando Gomes envolvido como um dos principais interessados, Sena prega a reação da sociedade.
“Os sindicatos e entidades que sempre se posicionaram contra essa manobra entreguista devem ficar atentos e vigilantes”, defende o ex-vereador . Em nota postada ontem à noite, 20, o Pimenta observou que o governo Azevedo, disposto a embarcar na projeto, contaria com a aquiescência da Câmara de Vereadores.
Hoje à tarde, o blog ouviu pelo menos um vereador dos que têm bom relacionamento com a gestão municipal. Foi o ex-oposicionista Ricardo Bacelar, do PSB. Ele disse que não há chance de votar favoravelmente em uma eventual proposta de venda da Emasa. “Isso está fora de cogitação”, diz Ricardo.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O governo trabalha nos bastidores para passar à iniciativa privada o controle da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa). O tema privatização ou concessão do serviço de abastecimento estava adormecido em Itabuna, mas um consórcio nacional e estrangeiro despertou o interesse dos governistas.
O Pimenta apurou que, por trás da ideia, encontra-se o ex-prefeito Fernando Gomes. Para levar o projeto adiante, Azevedo conta com a ampla maioria na Câmara de Vereadores, onde, pelo menos, 10 dos 13 vereadores lhe dão sustentação. Fernando Gomes tentou vender a Emasa por quatro vezes nos dois últimos períodos em que governou a cidade.
Segundo uma fonte do Pimenta, o governo tem pressa e quer concluir o processo ainda neste ano, pois teme um cenário político diferente em 2011 – em outubro o eleitor vai às urnas para escolher governador, senadores, deputados federal e estadual, além do novo presidente da República.