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Nesta quarta-feira (3), o Governo do Estado vai publicar editais de três dos quatro novos concursos públicos em curso na administração estadual no Diário Oficial. A oferta total é de 2.809 vagas para as secretarias do Meio Ambiente (Sema), do Planejamento (Seplan) e Segurança Pública (SSP).

Nestes três primeiros concursos, serão oferecidas 2.209 vagas. As oportunidades estão distribuídas em duas mil para soldado e bombeiro da Polícia Militar (PM), 179 vagas para os cargos de Especialista e Técnico em Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Sema e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e 30 para o cargo de Especialista em Produção de Informações Econômicas, Sociais e Geoambientais, da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), órgão vinculado à Seplan.

O edital para outras 600 vagas tem divulgação prevista até o final deste ano. As oportunidades serão para cargos da Polícia Civil, cujo concurso está em fase de contratação de empresa para sua execução. Do Ibahia.com.

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Após a paralisação da sexta, 28, os professores da rede estadual voltam a cruzar os braços na próxima quarta, 3. De acordo com o presidente da APLB-Sindicato, Rui Oliveira, o governo baiano não retomou as negociações. Ao Correio, Rui afirmou que enquanto as duas partes não se sentarem para negociar o que ficou acordado em julho, as paralisações programadas vão continuar.

Os professores fizeram em 2012 a mais longa greve do funcionalismo estadual baiano. Com 115 dias de greve, os educadores retornaram ao trabalho sob a promessa de reajustes que variam de 22% a 26%, mas parcelados. Além do reajuste de 6,5% de abril, a categoria terá aumentos em novembro e em abril do próximo ano.

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Ailton Silva | ailtonregiao@yahoo.com.br

Na verdade, a lei barrou apenas os políticos condenados por colegiados (formados por desembargadores e ministros) ou os que renunciaram ao mandato depois da representação ou pedido de abertura de processo.

Nos últimos dias acompanhamos as comemorações de partidários e simpatizantes porque os seus candidatos foram liberados pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).  Tenho certeza que muitas dessas pessoas ajudaram a criar a Lei Complementar 135/2010.

Para quem não se lembra, trata-se da lei aprovada em 2010, após mais de um milhão de brasileiros – inclusive eu – colocarem os seus nomes em um abaixo-assinado. Na época, cheguei a acreditar que todos os corruptos desse país seriam banidos da política. Depois percebi muita ingenuidade da minha parte. Eles são os mesmos que aprovam as leis.

Minha ilusão ou ignorância durou quase dois anos, quando começou o prazo para o envio dos pareceres dos Tribunais de Contas dos Municípios (TCMs) para os promotores públicos estaduais. Os juízes de primeira de instância começaram a faxina e imaginei: nestas eleições não vai sobrar um ladrão. Os de galinhas, certamente, não, porque para estes as leis não são favoráveis.

Para os ladrões de milhões da nossa saúde, educação, saneamento básico, não há punição tão fácil, pois logo aquele jurista descobre que os pareceres dos TCMs não têm nenhuma serventia. Não valem nada se as câmaras de vereadores não seguirem.

Nesse ponto, vejo que não sou o único ingênuo na história da lei da Ficha Limpa. As entidades que lutaram pela moralização na política e pelo bom uso do dinheiro público também foram enganadas. Nunca que um prefeito, com a maioria na Câmara de Vereadores, terá suas contas rejeitadas.

Se seguirem o parecer do TCM, os parlamentares aliados vão deixar brechas para que o prefeito possa recorrer e derrubar a decisão. Há quem diga que existem punições para os presidentes de Câmara de Vereadores. Não sei de nenhum caso em que essa figura tenha colocado as contas em votação dentro do prazo estabelecido.

Na verdade, a lei barrou apenas os políticos condenados por colegiados (formados por desembargadores e ministros) ou os que renunciaram ao mandato depois da representação ou pedido de abertura de processo.

Os demais, para alegria do eleitor apaixonado (diga-se de passagem, muita gente que prega a moralidade na administração pública), estão livres para concorrer como se nenhum centavo tivesse sido desviado. E pior: desdenha do povo quando afirma ser honesto em seu programa eleitoral.

Tenho certeza que muita gente viu-se nesta condição em diferentes municípios do Brasil. Teve até carnaval fora de época por causa da liberação de ficha suja pelos Tribunais Regionais Eleitorais. Cenas de circo com carreatas, passeatas, queima de fogos e, nos braços do povo, o ímprobo (isso mesmo, ímprobo é o cidadão que rouba o dinheiro público. Não podemos chamá-lo de ladrão).

Por causa desse tipo de coisa, às vezes, penso que não me fizeram bem, na faculdade, as aulas de Sociologia e Psicologia (poderia incluir ética, mas foi uma disciplina que aprendi antes, em casa, com meus pais e amigos). Pensando bem, é melhor não pensar sobre as contradições do homem.

Finalizo recorrendo ao espetacular e genial Ruy Barbosa, que afirmou, em 1914: “de tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto…”. Tenho certeza que pelo menos um leitor desse blog vai concordar com Ruy.

Ailton Silva é jornalista.

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Situação financeira complicada a de Ilhéus. O município pagou apenas parte do funcionalismo na semana passada e, literalmente, passa a sacolinha para tentar quitar o restante. Hoje, a Secretaria da Fazenda informou que a Divisão de Tributos funcionará normalmente, embora haja indicativo de greve dos servidores. O supervisor de Tributos, Adriano Sales, diz que ocupantes de cargos de confiança e fiscais de tributos concordaram em continuar trabalhando mesmo se ocorrer a paralisação de outros setores.

Segundo Sales, “a medida possibilitará que a arrecadação dos tributos municipais sejam transferido para a conta salários do município, com a finalidade de garantir o pagamento da folha salarial dos servidores, conforme decreto editado pelo prefeito Newton Lima”. A transferência visa fazer frente ao sequestro de verbas determinado pelo Tribunal de Justiça da Bahia e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT 5).

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Nove municípios baianos foram selecionados entre os 80 em todo o País no piloto do Programa Cidades Digitais. De acordo com o governo, o objetivo é “melhorar a gestão e os serviços dos municípios, além de oferecem, pelo menos, um ponto de acesso público à banda larga”.

Guanambi, Itaberaba, Itabuna, Juazeiro, Lauro de Freitas, Nilo Peçanha, Piraí do Norte, Uruçuca e Vitória da Conquista são os selecionados na Bahia. Por meio do programa, o Ministério das Comunicações quer facilitar práticas de transparência na gestão pública.

– Ao mesmo tempo, ajudará na prestação de serviços públicos como marcação de consultas nas unidades públicas de saúde, acompanhamento escolar das crianças que estudam nas escolas públicas e pagamento do IPTU [Imposto Predial e Territorial Urbanao] via internet – disse a secretária de Inclusão Digital do ministério, Lygia Pupatto, à Agência Brasil.

Para chegar às 80 cidades escolhidas, a partir de uma lista de 192 municípios, os critérios foram: municípios de até 50 mil habitantes, localizados preferencialmente nas regiões Norte e Nordeste e distantes até 50 quilômetros das redes centrais de internet (backbones), disposição das prefeituras em oferecer equipes para treinamento nas operações da rede, e cidades com menor índice de desenvolvimento.

“Esses critérios visam a diminuir as diferenças de inclusão digital no país”, disse a secretária. “Neste primeiro momento a cidade terá instalado um anel de fibra ótica ligando pelo menos quatro pontos destinados aos serviços públicos oferecidos pelo município e o ponto de acesso ao público”, acrescentou.

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Do Uol
Ano de eleição municipal e a situação se repete em várias cidades do Brasil: de olho nas urnas, políticos lançam ou apressam obras que, em muitos casos, estavam paradas ou cujos cronogramas previam outras datas de inauguração, para não mencionar a necessidade ou a prioridade de algumas dessas obras.
São ruas com trechos interdidados, praças fechadas, recapeamentos de vias, calçadas onde a passagem de pedestres se torna quase impossível e outras variedades. Alguns municípios viram verdadeiros “canteiros de obras” nesta época. Pela legislação eleitoral, candidatos à eleição só podem participar de inaugurações de obras até o dia 7 de julho.
A prática de concentrar inaugurações de obras em anos eleitorais é recorrente no país e ruim para a gestão pública, avalia o professor do Departamento de Gestão Pública da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Marco Antonio Teixeira.
“É muito comum os governantes do Brasil fazerem isso. Deixarem seu pacote de investimentos para o ano eleitoral, exatamente para aumentar a sua popularidade para ter condições de se reeleger ou de fazer o seu próprio sucessor”, diz.
Pesquisa do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada), com base em dados de 1995 a 2011, revela que o investimento público de prefeituras, governos estaduais e federal, sempre aumenta em ano de eleição. Em contrapartida, quando não há disputa por cargos, há contenção de despesas.

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Os estagiários da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) estão tiriricas da vida com o magnífico reitor Joaquim Bastos. Até o momento, eles não receberam o auxílio mensal relativo a janeiro. E, quando procuram informação e justificativas para o porquê do atraso, simplesmente ouvem que não “há previsão” de pagamento do salário.

Dureza.

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O governador Jaques Wagner entrou na segunda semana de 2011 e ainda prepara o time para mais um “campeonato”. E crescem as preocupações de setores da máquina estadual com o que pode ficar na promessa. Wagner disse ao final de 2010 que o seu segundo mandato priorizaria a gestão.

A julgar por alguns nomes cotados para o “segundo tempo”, o petista sacrificará a promessa em nome do jogo político sucessório de 2012. Ou seja, perderá quase um ano e meio de mandato para fortalecer alguns nomes do próprio partido ou de legendas aliadas se assim proceder. E a gestão, ó!

Certo é que, se priorizar o político em detrimento do administrativo, Wagner pagará caro e correrá o risco de repetir 2008, quando vitaminou o PMDB e não perdeu o trono porque foi ajudado pela conjuntura política nacional, acertos da própria gestão e a insegurança transmitida pelos adversários.

Mas este “segundo tempo” é diferente, pois Wagner sai da disputa e terá de fazer o seu sucessor. Talvez não tenha daqui a quatro anos a conjuntura de 2010. Nem o apoio de Lula. No máximo, Dilma Rousseff. Será pura aposta, mesmo. Outro componente é a disputa dentro do próprio governo para ver quem se viabiliza eleitoralmente para 2014. Desgaste à vista, pois!

Depois de reeleito no primeiro turno com quase dois terços dos votos, o petista que quebrou 16 anos ininterruptos de carlismo e tornou-se o primeiro petista governador da Bahia tem força política para imprimir uma gestão moderna, profissional e importar mecanismos da administração privada para assegurar agilidade ao seu governo.

Ao mandatário baiano, bastará lembrar que as necessidades e urgências baianas são outras e diferentes daquelas do primeiro mandato em muitas áreas, embora Saúde, Educação, Segurança Pública e Infraestrutura ainda continuem sendo os grandes “calos” da gestão – e aqui não deixemos de levar em conta os avanços de cada setor. E que não percamos de vista que o Estado vem perdendo competitividade em alguns setores, perseguido que é por Pernambuco.

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Gil Gomes

Chova ou faça sol o dinheiro é depositado na conta do Legislativo. E ai do prefeito que caia na besteira de não mandar o dinheiro dos vereadores. É impeachment na certa.

Nos últimos tempos somos constantemente informados sobre os desmandos praticados na administração pública como um todo, em particular, nas câmaras de vereadores. Isso tem acontecido com frequência em todo o Brasil, inclusive perto de nós, em cidades como Ilhéus e Itabuna.
Essas duas cidades, as maiores e mais desenvolvidas da região, deveriam aparecer na mídia como exemplos a serem seguidos pelas demais. Não por ostentarem a condição de grandes cidades, mas pelo poder de contratar os melhores técnicos em administração e assessoria parlamentar, além de investirem na capacitação desses profissionais em cursos e estágios nos melhores institutos.
Apesar desses pesados investimentos, essas duas câmaras, definitivamente, não podem ser consideradas paradigmas, um espelho cristalino para as cidades de porte mais modestos. Nem sempre quem tem as melhores condições sabe fazer bem-feito como deveria. É aquela história de que quem tem mais dinheiro não sabe gastar adquirindo as boas coisas da vida. Tudo vira futilidade.
Administrar uma câmara é como administrar uma coisa, guardadas as devidas proporções. E olha que um pai de família tem mais dificuldades para isso, por não saber, com antecedência, das mazelas que poderão acontecer durante todo o mês. Às vezes, quando recebe o minguado salário, é uma tristeza. Vai ter que administrar, o termo é esse mesmo, as finanças, ou diz o dito popular, o prejuízo.
Tem a conta da farmácia, por conta de um resfriado do filho, o remédio da mãe ou pai, ambos idosos, que não chegou ao posto de saúde. A geladeira que pifou. Tudo isso estava fora do orçamento doméstico, mas tem de ser pago, sob o risco do corte da água ou da energia por falta de pagamento, e ainda por cima ter seu nome negativado no Serviço de Proteção ao Crédito, o conhecido SPC, ou no Serasa, sem direito a choro nem vela.
Nas câmaras não acontece isso, pois chova ou faça sol o dinheiro é depositado na conta do Legislativo. E ai do prefeito que caia na besteira de não mandar o dinheiro dos vereadores. É impeachment na certa. E olha que nós já vimos esse filme e não queremos assistir de novo.
Desde o ano passado que as câmaras desse Brasil inteiro vêm brigando, até na Justiça, para que não fosse aprovada a Emenda Constitucional no 58, que, por um lado aumentará o número de vereadores, e por outro limitou o repasse para as câmaras.
Aqui mesmo em Ilhéus, era repassado mensalmente sete por cento do orçamento do município, agora esse valor caiu apenas um por cento. Mesmo assim a Câmara de Ilhéus recebe seis por cento de tudo que a Prefeitura tem no orçamento. Arrecade ou não.
Pois é, apesar dessa pequena queda, anunciada com bastante antecedência, a câmara não se preparou, meteu as mãos pelas costas, como se diz, e deve hoje uma soma considerável de dinheiro a fornecedores. Segundo informação da própria administração, a dívida da Câmara chega hoje a mais de R$ 200 mil. Isso mesmo.
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O prefeito Capitão Azevedo participou de um programa de rádio, o Bom dia, Bahia (Nacional), e disse que seria suspeito atribuir nota ao seu governo. Deixou a tarefa aos eleitores, cidadãos itabunenses.

O Pimenta abre espaço, então, para que os nobres itabunenses deem nota à gestão democrata em Tabocas.

Nossa enquete está disponível no lado direito da home. Pense bem na nota e dê um clique na enquete.

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A Controladoria-Geral da União (CGU) já detectou que, em muitos casos, os desvios identificados nas administrações municipais não têm a ver com má-fé, mas simplesmente com o despreparo. Por conta disso, além de fiscalizar os malfeitos com dinheiro público, o órgão federal também tem investido na capacitação de servidores das Prefeituras.  Equipes de 618 municípios, num total de 6.835 servidores, já participaram desses treinamentos dede 2006.

Nesta segunda-feira (10), a CGU irá sortear 60 municípios que passarão por fiscalização e outros 13 que receberão treinamento do Programa de Fortalecimento da Gestão Pública. Este último sorteio será feito entre 1.095 prefeituras que se inscreveram voluntariamente para receber os técnicos da Controladoria.

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Azevedo, à esquerda, observa ex-prefeito Fernando Gomes.

“A gente conhece gestores que nunca tiveram nada na vida e hoje estão milionários”.

Capitão Azevedo, nesta sexta-feira, 12, em entrevista ao programa Bom Dia, Bahia, apresentado pelo repórter Fábio Roberto na Rádio Nacional. Ele prometeu que não vai meter a mão no seu, no nosso dinheiro…

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O Brasil caminha para ter lei mais severa contra a corrupção nas relações entre agentes públicos e iniciativa privada. Um projeto de lei, que está sendo finalizado pela Controladoria-Geral da União (CGU) e Ministério da Justiça, prevê punição a empresas que subornam estes inocentes senhores, donos do alheio e ocupantes de cargos públicos.

A proposta é que estas empresas sejam responsabilizadas civil e administrativamente, além de pagar multas pesadíssimas, quando flagradas em situações como esta.

De acordo com a assessoria da CGU, o projeto será detalhado pelo ministro Jorge Hagge, em palestra que será proferida amanhã, às 16h30min, no Bahia Othon Palace Hotel, no V Congresso Brasileiro de Licitações, Contratos e Compras Governamentais.