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Greve geral em Ilhéus mobiliza cerca de 4,5 mil servidores.
Greve geral em Ilhéus mobiliza cerca de 4,5 mil servidores.

Após três dias de paralisações na semana passada, os servidores municipais de Ilhéus decidiram hoje (22), em assembleia, deflagrar greve geral. A assembleia foi realizada em frente ao Palácio Paranaguá, sede do governo. O funcionalismo cobra do prefeito Jabes Ribeiro a apresentação de proposta de reajuste salarial.

Com a deflagração da greve geral, serão mantidos apenas serviços essenciais e respeitado o limite mínimo de 30% do funcionalismo em serviço. O município conta com cerca de 4,5 mil servidores representados por cinco sindicatos – Sinsepi, Sindiguarda (vigilantes), Sindiacs (agentes comunitários de saúde), Sintran (trânsito) e APPI/APLB-Sindicato (professores).

De acordo com o comando da greve geral, o governo apresenta números irreais dos gastos com funcionalismo.

– A cada momento são divulgados índices diferentes e contraditórios confirmando os erros da equipe da Prefeitura, o que acabou levando com que os trabalhadores não mais acreditassem nas planilhas apresentadas pelo prefeito Jabes. Os números da folha de pagamento apresentados pelo governo municipal não são verdadeiros e não refletem a realidade financeira do – afirma em nota o comando da greve.

O prefeito Jabes Ribeiro recorre ao índice de gasto com pessoal, que estaria hoje acima de 70%, nas contas do governo, e abaixo de 55% nos cálculos feitos pelos sindicatos.

Em contato com o PIMENTA, a assessoria do prefeito cita uma determinação do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) para que considere, no item gasto com pessoal, também os terceirizados de setores como coleta de lixo e até prestadores de serviço na saúde.

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Servidores estendem paralisação em Ilhéus
Servidores estendem paralisação em Ilhéus

Os servidores públicos municipais de Ilhéus planejaram uma paralisação de advertência para ontem e hoje (dias 17 e 18), como forma de protesto contra a demora do prefeito Jabes Ribeiro (PP) para assinar o acordo referente à campanha salarial de 2013. Porém, o que era para ser uma suspensão dos serviços por tempo determinado acabou virando greve e os servidores seguem de braços cruzados até segunda ordem. O motivo do novo posicionamento, segundo os sindicatos que representam os trabalhadores, é a indisposição do governo para o diálogo.

Nesta sexta-feira, 19, haverá protesto com início programado para as 8 horas em frente ao Palácio Paranaguá, sede do governo ilheense. Na segunda, dia 22, também às 8 horas, os servidores farão assembleia para definir novas estratégias para sensibilizar o prefeito.

Está definido que, caso as negociações não avancem, o caminho será a greve geral.

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Trabalhadores da hotelaria estão mobilizados em Porto Seguro
Trabalhadores da hotelaria estão mobilizados em Porto Seguro

Em plena temporada de julho, os hotéis de Porto Seguro, segundo maior polo turístico da Bahia, correm o risco de parar. O motivo é um impasse entre os trabalhadores da hotelaria e os empresários do setor, em torno de questões salariais.

Os trabalhadores estão em campanha para aprovar o piso salarial e um reajuste de 14%, enquanto os empresários oferecem reposição de 4%.

“Os patrões não estão respeitando os trabalhadores”, avalia Reginaldo Menezes, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria, Bares e Similares do Extremo-Sul (Sinthotesb). A entidade convocou a categoria para uma assembleia nesta segunda-feira, 1º, às 19 horas, em sua sede, situada no bairro Cambolo.

Na reunião de hoje será discutido o indicativo de greve, caso não haja avanço nas negociações. “O último recurso que queremos utilizar é o da greve, mas infelizmente parece ser a única saída para que as negociações avancem”, afirma Menezes.

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Carminha diz que Vane tem sido intransigente (Foto Pimenta).
Carminha diz que Vane tem sido intransigente (Foto Pimenta).

Os mais de 1,4 mil professores da rede municipal de ensino em Itabuna vão continuar em greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia realizada nesta quarta (5), no auditório do Ciso, no Fátima. A paralisação completou 10 dias hoje, afetando 120 escolas e mais de 20 mil alunos.
A vice-presidente do Sindicato Municipal dos Professores Públicos de Itabuna (Simpi), Carminha Oliveira, acusou o prefeito Claudevane Leite (PRB) de intransigência e não ter reaberto canal de negociações. “Infelizmente, o prefeito tem dito inverdades à imprensa. Este é o reajuste mais baixo que nós estamos recebendo”.
A diretoria do Simpi pediu a suspensão do calendário escolar ao Conselho Municipal de Educação.

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Professores fazem manifestações no centro e bairros (Foto Jeremias Barreto).
Professores fazem manifestações no centro e bairros (Foto Jeremias Barreto).

Os professores da rede municipal em Itabuna completaram uma semana em greve. A paralisação por tempo indeterminado foi deflagrada na segunda, 27, após os educadores rejeitarem, em assembleia, a proposta de reajuste de 7,97% parcelado em duas vezes.
Os professores pedem 15% de aumento, parcelado em três vezes. Enquanto os dois lados não se entendem, os professores fazem manifestações na região central de Itabuna e nos bairros.
Segundo a presidente do Sindicato Municipal dos Professores Públicos de Itabuna (Simpi), Normagnolândia Guimarães, o objetivo é chamar a atenção para os motivos da greve. A dirigente do Simpi contabiliza adesão de 95% da categoria.

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Professores da Uesc e das demais universidades estaduais ensaiam greve.
Professores da Uesc e das demais estaduais podem entrar em greve.

Os professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) participam de assembleia na próxima sexta, 24, às 10h, para avaliar o andamento das negociações de reajuste salarial com o governo baiano. Por enquanto, dirigentes da Adusc, a associação de docentes da Uesc, avaliam que o comportamento do governo nas negociações está empurrando os professores par a greve.
O humor da categoria não é dos melhores depois que o governo voltou à estaca zero nas negociações, mesmo com os docentes das universidades estaduais reduzindo o percentual reivindicado – de 28% para 24% – e novo calendário de incorporação da CET (Certificação das Condições Especiais de Trabalho).
A assembleia será no auditório do pavilhão do curso de Direito.

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Audiência da última terça, quando prefeito fez proposta rejeitada hoje em assembleia (Foto Wilson Oliveira).
Audiência na qual Vane fez proposta rejeitada hoje em assembleia (Foto Wilson Oliveira).

Os professores da rede municipal de ensino em Itabuna rejeitaram proposta de reajuste salarial parcelado e, neste momento, fazem manifestação no centro da cidade. Na terça, 14, o prefeito Claudevane Leite propôs à categoria reajuste de 7,97% parcelado, sendo 5,57 retroativo a abril e 2,4% pago a partir de setembro (relembre aqui). O percentual valeria para todos os níveis. A categoria pede 15% de reajuste.
A decisão foi tomada pelos professores em assembleia realizada no saguão da Câmara de Vereadores de Itabuna, na Beira-Rio. Logo após, os educadores seguiram em passeata pelo centro. Ainda na assembleia, os profissionais decidiram votar indicativo de greve na próxima quarta, 22.
As negociações com o governo foram suspensas. Os educadores também optaram por acabar com a Operação Tartaruga. Pela decisão tomada em assembleia, não haverá aula nas escolas municipais nesta sexta-feira, 17. A presidente do Sindicato, Normagnolândia Guimarães, apontou a existência de verba complementar de R$ 1.453.065,77 para que o município pague o piso básico. Segundo ela, o valor era desconhecido pelos dirigentes municipais. A verba seria uma das razões para manutenção da greve.
O prefeito Claudevane Leite alegou dificuldades para pagar o percentual exigido pelos professores, de 15%, e apresentou contraproposta de reajustes sempre que houvesse aumento no valor repassado pelo Fundeb. A proposta não foi aceita pelos professores.

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Funcionários da Maternidade encerram greve iniciada na quinta.
Funcionários da Maternidade encerram greve iniciada na quinta.

Os funcionários da Maternidade Ester Gomes (Mãe Pobre) acabaram com a greve deflagrada na manhã da última quinta, 2. A paralisação foi encerrada após o pagamento do salário de fevereiro e a promessa de quitar o mês de março na próxima semana.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde em Itabuna e Região (Sintesi), Raimundo Santana, disse ao PIMENTA que a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) cumpriu a promessa feita na manhã de quinta. Agora, os trabalhadores aguardam o repasse relativo ao mês de março.
A maternidade tem cerca de 70 funcionários e realiza média de 480 partos por mês. Apenas casos de urgência estavam sendo atendidos desde o início da paralisação e 30% do quadro de trabalhadores estavam em serviço, respeitando o que determina a constituição. Os funcionários voltaram ao serviço logo após o encerramento da assembleia.

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greve1A Advocacia-Geral da União (AGU) confirmou a legalidade e a constitucionalidade do Decreto Presidencial nº 7.777/2012, que estabelece o direito à greve na administração pública federal. O decreto foi contestado pela Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco), após greve de auditores fiscais da Receita Federal, ocorrida em junho de 2012. Segundo a associação, as greves implicariam em “graves e irreparáveis” danos à Fazenda Nacional.
Os advogados da União responderam com o trecho do decreto que o órgão cujos servidores estão em greve deve “adotar, mediante ato próprio, procedimentos simplificados necessários à manutenção ou realização da atividade ou serviço”.
A Procuradoria-Regional da União da 3ª Região (PRU3), vinculada à AGU, participou do caso e ressaltou que a continuidade dos serviços públicos prevista no decreto advém do Princípio da Superioridade do Interesse Público, dessa forma, os serviços públicos não poderiam sofrer uma interrupção por completo, como a Unafisco justificou que ocorreria, uma vez que atendem a toda a sociedade.

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Quem precisou realizar algum saque nas agências bancárias de Itabuna neste fim de semana, ficou mesmo de bolsos vazios. Nos monitores dos caixas eletrônicos, a informação era de que os equipamentos se encontravam indisponíveis tanto para retiradas quanto para depósitos. O problema é consequência da greve dos vigilantes, deflagrada no dia 26.
A expectativa é de que a situação seja parcialmente normalizada nesta segunda-feira, já que na sexta, 1º, o Tribunal Regional do Trabalho determinou que pelo menos 50% dos vigilantes retomem o serviço, sob pena de multa diária de R$ 50 mil ao sindicato da categoria.
A greve dos vigilantes está relacionada à exigência de cumprimento da lei que determina pagamento de adicional de 30% referente à periculosidade.

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Vigilantes protestam e conseguem impedir que carro-forte abasteça agência do Bradesco (Foto Zeka)
Vigilantes conseguem impedir que carro-forte abasteça agência do Bradesco (Foto Zeka)

Os vigilantes entraram hoje no terceiro dia de greve na Bahia para cobrar das empresas de segurança o pagamento dos 30% de adicional de periculosidade. O adicional deveria ser pago a partir de dezembro do ano passado, após sanção presidencial, mas as empresas se negam a pagar o benefício.
A paralisação dos vigilantes afeta vários serviços, principalmente os bancários. Nesta quinta pela manhã, 28, vigilantes em greve conseguiram impedir que um carro-forte da Prosegur abastecesse a agência do Bradesco da Avenida do Cinquentenário, em Itabuna, aos gritos de “fura-pneu” e apitaço.

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Categoria exige pagamento de 30% pela insalubridade (foto Blog do Thame)
Categoria exige pagamento de 30% do adicional de periculosidade(foto Blog do Thame)

Do Blog do Thame
Cerca de 100 vigilantes das agências bancárias de Itabuna paralisaram as atividades na manhã desta terça-feira (26). A greve é um protesto contra a falta de pagamento do adicional de periculosidade de 30%, garantido por lei desde dezembro de 2012.
A greve atinge todas das agências bancárias. Na entrada da agência do Banco do Brasil, no centro de Itabuna, os vigilantes promoveram manifestação cobrando o pagamento do adicional.
A paralisação também atinge parcialmente escolas e órgãos públicos. O Sindicato dos Vigilantes de Itabuna alega que os bancos só aceitam pagar o adicional de insalubridade a partir de fevereiro de 2014, o que não foi aceito pela categoria.

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Um acordo assinado entre representantes da Prefeitura de Ilhéus e Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus (APPI/APLB-Sindicato) garantiu o início do  ano letivo. Pelo acordo, a prefeitura pagará salários atrasados e o 13º salário de 2012, integralmente, em abril.
As aulas começaram hoje na rede municipal ilheense, após realização de jornada pedagógica iniciada na última segunda, 18, e encerrada ontem, 20, e o acordo assinado entre APPI e município, celebrado ontem. Caso a prefeitura não cumpra a promessa em abril, a categoria promete retomar greve.

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No hospital, segundo vereador, médicos decidem quem vive e quem morre

Funcionários do Hospital de Base de Itabuna cruzaram os braços na manhã desta quarta-feira, 20. Os trabalhadores deflagraram greve por tempo indeterminado, em protesto contra a pendência relativa aos salários de dezembro. Apenas os atendimentos de emergência são realizados.
Segundo a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Itabuna (Sindserv), Karla Lúcia Oliveira, o governo municipal descumpriu acordo de regularizar a situação até o dia 10 de fevereiro, compromisso assumido pelo presidente da Fundação de Assistência à Saúde de Itabuna (Fase), o médico Paulo Bicalho, e pelo secretário da Saúde, Renan Gomes.
“Nós entendemos que o atual governo recebeu uma herança maldita, mas não podemos aceitar o atraso do salário, pois o funcionário não é de Vane nem de Azevedo, mas do município”, declarou a presidente do Sindicato. Segundo ela, os trabalhadores só retornarão ao serviço quando o pagamento estiver na conta.
O governo alega que o atraso se deve ao fato de ainda não ter sido creditado o repasse de recursos da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab). O motivo da demora seria uma mudança no sistema de informática da Secretaria.
 

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Sem salários, professores decidem não iniciar ano letivo em Ilhéus.
Sem salários, professores decidem não iniciar ano letivo em Ilhéus.

Os professores da rede municipal de ensino em Ilhéus decidiram não iniciar o ano letivo caso a prefeitura não apresente “proposta satisfatória” de pagamento do salário atrasado de dezembro de 2012. A assembleia da categoria foi realizada nesta quinta, 14, no auditório do IME-Centro.
A decisão é tomada quatro dias antes do iníco da jornada pedagógica da rede municipal, marcada para os dias 18 e 19. Além da quitação do salário de dezembro, os professores exigem o pagamento do 13º salário dos servidores contratados do município.
Dirigentes da Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus (APPI-APLB/Sindicato) vão tentar novo diálogo para que o município apresente proposta à categoria.
A presidente da APPI, Enilda Mendonça,  disse que o secretário da Administração de Ilhéus, Ricardo Machado, foi informado do indicativo de paralisação caso não houvesse contraproposta do município. Apesar do indicativo, a gestão não retormou as negociações, segundo a sindicalista.
No final de janeiro, o secretário Ricardo Machado havia prometido solução contábil para pagamento dos salários atrasados (relembre aqui). O pagamento não ocorreu e a categoria decidiu não iniciar o ano letivo.