O prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, está há 34 dias sem pisar os pés na sede do governo municipal, o Palácio Paranaguá. Afirma que se sente constrangido em ir ao Palácio tendo à frente do prédio histórico um acampamento de membros do Reúne Ilhéus. Numa entrevista ao PIMENTA, o prefeito revelou o temor de, assim como o ex-governador Mário Covas, ser agredido fisicamente.
Ontem, o Reúne Ilhéus espalhou nas redes sociais esta montagem que já conta com mais de 500 compartilhamentos. A maioria cobra o “reaparecimento” do prefeito, outros lembram que o chefe do Executivo reside em Salvador.
Manifestantes ligados ao movimento Reúne Ilhéus afirmaram que a prefeitura de Ilhéus, em conluio com as empresas de ônibus, arquitetaram uma estratégia para desgastar a imagem do grupo e prejudicar a população da cidade.
Eles relatam que a mobilização da manhã de hoje fechou apenas a porta da empresa Viametro, só que a outra empresa, a São Miguel, teria, segundo os manifestantes, recebido ordens da prefeitura para que não colocasse os seus ônibus nas ruas.
Segundo os manifestantes, tratou-se de uma manobra para desgastar o movimento, tentando jogar a população contra o Reúne Ilhéus.
Tempo de leitura: 2minutosReunião lotou plenário da Câmara de Vereadores hoje.Gustavo Kruschewsky diz que lei obriga Jabes a fazer reposição salarial.
A reunião dos servidores municipais de Ilhéus com representantes de entidades também serviu para esclarecer um ponto polêmico nas discussões do prefeito Jabes Ribeiro com o funcionalismo. Jabes sempre alega que estaria, legalmente, impedido de conceder reajuste devido ao limite de gastos com pessoal estar na faixa dos 68%.
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) já havia se posicionado em questão semelhante, em Una, e respondeu que, mesmo nessas situações, a gestão pode repor as perdas com base nos índices da inflação. Os servidores estão na quarta semana de greve e cobram reposição de 5,84%.
Gustavo Kruschewsky, representante da OAB-Ilhéus na reunião, disse que a reposição é legal e o prefeito comete improbidade administrativa quando nega o reajuste.
– Não adianta o prefeito alegar que não vai dar a reposição. Ele tem a obrigação constitucional. E não adianta pedir parecer do Tribunal de Contas dos Municípios, que o parecer é esse aí que já foi dado colocando que a reposição é legal e obrigatória.
À posição da subseção da OAB, Rodrigo Cardoso, presidente do Sindicato dos Bancários de Ilhéus, disse não ter dúvidas a respeito da legislação que obriga o gestor a conceder a reposição. “É um direito que está muito claro na lei e deve ser respeitado”, disse o líder sindical. A reunião contou com representantes do Sindicacau, Instituto Nossa Ilhéus e associações de moradores.
Há quase 30 dias sem comparecer ao Palácio Paranaguá, onde, neste mesmo período, acontece um protesto de estudantes e a greve dos servidores públicos, o prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, ganhou agora pela manhã, uma “folha de ponto” na entrada principal da sdede do governo.
Os manifestantes protestam contra a ausência do prefeito que, segundo eles, em nenhum momento está impedido de ir trabalhar. Jabes, entretanto, já falou que se sente incomodado com a presença dos manifestantes e só pretende voltar a despachar em seu gabinete, com a saída dos integrantes do Movimento Reúne Ilhéus e o fim da greve.
Os estudantes ironizam em mais este manifesto: “daqui a pouco não poderemos mais cobrar fora Jabes. Mas, sim, Jabes demitido”, afirmam. O prefeito de Ilhéus tem feito um “exercício de guerra” para reunir sua equipe de trabalho. Depois de manifestações ocorridas em “gabinetes alternativos”, a equipe só divulga locais e horários de reuniões minutos antes de elas começarem.
Tempo de leitura: < 1minutoCampeão de votos, Magal deixa Jabes.
O inferno astral enfrentado pelo prefeito Jabes Ribeiro ganhou novos contornos, hoje, na reabertura dos trabalhos na Câmara de Vereadores. Campeão de votos em 2012, o vereador Fábio Magal (PSC) colocou à disposição os cinco cargos indicados por ele no governo.
Magal também disse que apoiava os servidores municipais e o movimento Reúne Ilhéus, que cobra a redução da tarifa do transporte público no município, hoje em R$ 2,40, e lamentou a intransigência do prefeito.
Segundo o Blog do Gusmão, os cargos ocupados por apoiadores do vereador são os de administrador do Hernani Sá, da Vila Juerana e da Santa Maria e dois postos nos programas sociais Projovem e Peti.
O prefeito enfrenta greve de servidores há três semanas. O funcionalismo cobra reajuste salarial. Jabes, numa entrevista ao PIMENTA, disse que a chance de reajuste é “zero” (relembre aqui).
Jabes ainda enfrenta o movimento de estudantes que estão há 23 dias em frente ao Palácio Paranaguá e cobra redução da tarifa de ônibus. Magal também apoiou o Reúne Ilhéus, lembrando que, em Feira de Santana, a tarifa caiu de R$ 2,50 para R$ 2,35. O vereador também fez severas críticas à área da saúde.
Tempo de leitura: 2minutosSindicalistas em café da manhã com parte dos integrantes do Reúne Ilhéus.
Cerca de 30 integrantes do Movimento Reúne Ilhéus tomaram café da manhã com sindicalistas ligados a partidos da base aliada do Governo Jabes Ribeiro neste domingo (4). Os jovens estão acampados há 20 dias em frente ao Palácio Paranaguá – desocupado no dia 17 de julho por ordem judicial – e cobram do prefeito a redução da tarifa de ônibus e a apresentação das planilhas das empresas de ônibus relativas a 2012.
O governo já entregou a planilha referente a 2013. O movimento encontrou inconsistências nos documentos de 2013. As empresas alegam que a gratuidade causa uma “perda” R$ 700 mil, mas a planilha apresenta outro número: R$ 264,4 mil, segundo informou o movimento ao Bahia Online.
O café da manhã de hoje teve frutas, pães e sucos doados por comerciantes e solidários ao movimento que cobra transparência na gestão pública e melhorias no transporte coletivo. Sindicalistas afirmam estarem impressionados com a solidariedade do ilheense ao movimento dos estudantes. Ao meio-dia de hoje, várias categorias profissionais se juntam ao movimento para prestar homenagem ao sindicalista Wagner Bastos, morto neste ano. A homenagem será em frente ao palácio, quando será oferecida uma feijoada.
“A TURMA ESTÁ FIRME”
“A turma está firme”, disse ao PIMENTA o presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Moageiras de Cacau (Sindicacau), Luiz Fernandes Ferreira, que esteve nesta manhã com os integrantes do movimento. “No dia 6 [terça-feira], vamos parar Ilhéus”, disse ele. É o dia para o qual as centrais sindicais CTB, CUT e Força programaram novos protestos no município.
O sindicato comandado por Fernandes apoia, além do Reúne Ilhéus, a greve geral do funcionalismo ilheense. Os servidores da prefeitura local entram na terceira semana de paralisações. Eles cobram do prefeito Jabes Ribeiro reajuste salarial.
O gestor afirma que a folha hoje representa mais de 68% da receita municipal e, por isso, não poderia conceder reajuste. “A chance é zero”, disse Jabes numa entrevista ao PIMENTA.
O comando da greve geral afirma que o percentual é bem menor, situando-se na faixa dos 55%. Além disso, aponta aumento de gastos e de contratações de cargos de confiança (cargos comissionados).
A entrevista concedida pelo prefeito Jabes Ribeiro ao PIMENTA para tratar da crise instalada entre governo, servidores e Reúne Ilhéus desnudou um mandatário sem propostas novas para o município sul-baiano (reveja aqui). Mais que isso, um gestor que recorre às palavras diálogo e transparência apenas como retórica, tentativa de convencimento.
Jabes não convence nem mais eleitores que foram às urnas e lhe deram voto. A rejeição ao seu governo, cravada em 82%, é prova disso. Se lembrarmos que ele foi eleito com pouco mais de 44% dos votos válidos, podemos deduzir que metade dos que foram à urna e elegeram o pepista está decepcionada.
Os gestos, as práticas revelam um Jabes cansado. E, aos poucos, o ilheense vai descobrindo um governo sem inovação, sem criatividade. Fala em diálogo, mas esquece de que ele deve ser construído e não imposto. Se é imposição, não é diálogo. Fala em pacto, porém não consegue deixar claro se este pacto é por Ilhéus ou boia de salvação para o governo – e não para o município. A falta do mínimo de propostas decentes evidencia mais um desejo de transferência de ônus. Até mesmo os nomes para os seus programas evidenciam um mofo: “Fórum Compromisso com Ilhéus”.
Os tempos são outros, mas o governo ainda está lá, na década de 90, quando a gestão conseguia calar, iludir a muitos com as táticas conhecidas. Não inovou, não modernizou. Esquece que já em 2004 essas práticas impuseram derrota fragorosa ao governo ao rejeitar um nome (sim, um bom nome) apresentado por ele, o professor Soane Nazaré. Era rejeição não ao professor universitário, mas a Jabes. Na sequência, Valderico Reis e Newton Lima só aprofundaram o que já era visível ao fim da gestão Jabes em 2004.
E foi justamente o caos aprofundado nos últimos oito anos que “resgatou” Jabes. O caos e a falta de nomes novos e sem carimbos. Sim, porque o que poderia ser o novo resolveu misturar-se ao consórcio que “administrava” o Paranaguá até dias atrás.
O prefeito revela-se um gestor incapaz de mea culpa. A culpa, essa malvada, é sempre dos outros. Jabes parece viver em outro mundo. E nega até detalhes tão pequenos – como o fato de residir em Salvador. Esse morar fora poderia até passar despercebido se o (seu) governo mostrasse trabalho.
O prefeito não pode negar que, ao candidatar-se, conhecia a realidade de Ilhéus. A bomba começou a ser ativada há tempos. E ele sabe quando. Mais que isso, dos abacaxis mais recentes ele possuía informações privilegiadas por meio de fontes que hoje ocupam o primeiro escalão do atual governo. Ao final de sete meses de governo, Jabes conseguiu apenas aumentar a sua rejeição e o salário dos comissionados.
(Enquanto isso, servidores estão na segunda semana de greve geral e o Reúne Ilhéus completa 18 dias acampado em frente ao Palácio Paranaguá…)
O prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, disse que não vai conceder reajuste salarial aos servidores e repetiu que o percentual de gasto com funcionalismo aproxima-se de 70%. Ao PIMENTA, o prefeito disse não aceitar as tentativas de intimidação.
Ele explicou que não tem ido trabalhar no Palácio Paranaguá por temer agressões por parte de integrantes do Reúne Ilhéus. “Você lembra o que ocorreu com Mário Covas?”, diz em referência à agressão sofrida pelo então governador de São Paulo, em 2000, durante greve dos professores paulistas.
Hoje, o prefeito e secretários foram vaiados enquanto subiam a ladeira da Vitória, acesso ao Hospital São José. Ele disse ao blog que veículos foram atacados por manifestantes, sendo um dos alvos o carro do secretário de Desenvolvimento Urbano, Isaac Albagli.
A íntegra da entrevista ao PIMENTA você confere neste final de semana. O prefeito fala, dentre outros assuntos, de greve do funcionalismo, ficha-suja, residência em Salvador e Reúne Ilhéus. Abaixo, confira vídeo do GM Notícias no qual Jabes é vaiado na ladeira da Vitória.
Tempo de leitura: < 1minutoEstudantes cercam entrada da emissora de rádio (Foto Edmil Notícias)Estudantes cercam entrada da emissora e Jabes conversa com escolta da PM (Foto Movimento).
Cerca de 200 estudantes protestaram contra o prefeito Jabes Ribeiro, há pouco, na sede da FM Conquista, em Ilhéus. Os manifestantes são ligados ao Reúne Ilhéus, movimento que tinha entrevista marcada para esta manhã na emissora, mas acabou adiada para amanhã (26).
Revoltados com a falta de diálogo do prefeito, os estudantes cercaram a entrada da emissora à espera de Jabes. Após longa espera, o prefeito desceu e conversou rapidamente com os estudantes, sob escolta da polícia militar, segundo manifestantes.
Na entrada da rádio, os estudantes entoavam palavras de ordem direcionadas ao prefeito: “quem não pode com formiga, não assanha formigueiro”.
O prefeito Jabes Ribeiro (PP) tenta usar das armas que pode para calar os servidores municipais. Ontem, o próprio superintendente de trânsito, o militar Capitão Eliezer, tratou de apreender o minitrio utilizado nas manifestações do funcionalismo, alegando documentação irregular. A apreensão ocorreu no momento em que o veículo era abastecido.
O movimento sindical acusa o governo de ter trabalhado para não liberar o alvará do minitrio e condena os métodos (“ultrapassados”) de Jabes Ribeiro. Veículo apreendido, os servidores recorreram ao carro de som do Sindicacau para soltar a voz contra o prefeito, neste momento, em frente ao Palácio Paranaguá.
O prefeito Jabes Ribeiro disse, ontem (22), que se sente constrangido em ir ao Palácio Paranaguá com os integrantes do Movimento “Reúne Ilhéus” acampados em frente à sede do governo. A ausência constante do gestor levou um cidadão a questioná-lo por meio de cartaz feito em papelão. A foto é de Luiz Fernandes Ferreira.
Tempo de leitura: 2minutosGreve geral em Ilhéus mobiliza cerca de 4,5 mil servidores.
Após três dias de paralisações na semana passada, os servidores municipais de Ilhéus decidiram hoje (22), em assembleia, deflagrar greve geral. A assembleia foi realizada em frente ao Palácio Paranaguá, sede do governo. O funcionalismo cobra do prefeito Jabes Ribeiro a apresentação de proposta de reajuste salarial.
Com a deflagração da greve geral, serão mantidos apenas serviços essenciais e respeitado o limite mínimo de 30% do funcionalismo em serviço. O município conta com cerca de 4,5 mil servidores representados por cinco sindicatos – Sinsepi, Sindiguarda (vigilantes), Sindiacs (agentes comunitários de saúde), Sintran (trânsito) e APPI/APLB-Sindicato (professores).
De acordo com o comando da greve geral, o governo apresenta números irreais dos gastos com funcionalismo.
– A cada momento são divulgados índices diferentes e contraditórios confirmando os erros da equipe da Prefeitura, o que acabou levando com que os trabalhadores não mais acreditassem nas planilhas apresentadas pelo prefeito Jabes. Os números da folha de pagamento apresentados pelo governo municipal não são verdadeiros e não refletem a realidade financeira do – afirma em nota o comando da greve.
O prefeito Jabes Ribeiro recorre ao índice de gasto com pessoal, que estaria hoje acima de 70%, nas contas do governo, e abaixo de 55% nos cálculos feitos pelos sindicatos.
Em contato com o PIMENTA, a assessoria do prefeito cita uma determinação do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) para que considere, no item gasto com pessoal, também os terceirizados de setores como coleta de lixo e até prestadores de serviço na saúde.
A Secretaria de Comunicação de Ilhéus nega que o prefeito Jabes Ribeiro tenha se sentido “acuado” com a presença de líderes do Movimento Reúne Ilhéus, ontem (20), em frente ao Ilhéus Praia Hotel. O prefeito reuniu-se com secretariado para tratar da crise. “Quando a reunião foi encerrada, já não havia nenhum manifestante presente”.
A nota ainda questiona os vereadores Lukas Paiva e Alisson Mendonça. “Quanto às dúvidas que alguns oposicionistas levantaram em relação aos dados e números que vêm sendo apresentados pela Prefeitura nos encontros com vereadores, sindicalistas e a sociedade organizada, o prefeito Jabes Ribeiro tem sido muito enfático ao dizer que tais dados e números podem ser auditados abertamente por qualquer instituto ou técnicos, sérios e qualificados, apontados pela oposição ou sindicalistas”.
O texto também fala de compromisso do governo “com a total transparência de suas ações, até por ser esta a premissa básica do Pacto Por Ilhéus, cujo objetivo é conseguir o apoio de toda a sociedade para o grande esforço conjunto que a gravidade do quadro do município está exigindo”.
A chuva dispersou o grupo que acuava o prefeito Jabes Ribeiro no Ilhéus Praia Hotel, na manhã deste sábado (20). JR estava sumido desde que o Palácio Paranaguá foi ocupado por jovens.
Com a saída dos manifestantes, o prefeito deixou o hotel acompanhado por secretários e assessores.
Para garantir a segurança de Jabes, escalaram o secretário de Turismo e lutador nas horas vagas, Alcides Kruschewsky. Há três semanas, “Pai Cidão” desceu a ripa num ex-funcionário da Câmara, em frente à prefeitura (relembre aqui).
Tempo de leitura: 2minutosAgentes vão para a rua protestar contra “intransigência” do prefeito (Foto Divulgação).
A greve geral do funcionalismo municipal de Ilhéus recebeu a adesão dos agentes de combate à dengue. A paralisação vai até amanhã (18). Numa nota, o sindicato da categoria explica que a paralisação se deve à “intransigência da gestão Jabes Ribeiro em conceder reajuste digno à categoria, que se encontra em campanha salarial”.
Os agentes recebem salário de R$ 690,00 e reivindicam salário de R$ 1.356,00, “valor já praticado em outras cidades”. Como parte da paralisação geral, os agentes fazem caminhada pelo centro da cidade e farão ato em frente ao Palácio Paranaguá, que está ocupado desde ontem (16) por cerca de 60 membros do Reúne Ilhéus, que cobram os balancetes das empresas de ônibus e a redução da tarifa de R$ 2,40.
PREFEITO RESIDE EM SALVADOR
O prefeito Jabes Ribeiro diz que houve queda muito grande das receitas do município. “Ilhéus era o terceiro maior ICMS da Bahia. Hoje é o 16º. A gente tem arrecadação de R$ 19 milhões por mês, mas quando paga salário, INSS não sobra nada”, disse em entrevista à Rádio Metrópole. A íntegra está no Blog Agravo.
O prefeito reside em Salvador. Os manifestantes reclamam e cobram a presença dele para negociar salários, mas o diálogo, quando ocorre tem sido apenas com secretários, na maioria das vezes.
Na entrevista, o prefeito falou que precisaria, hoje, demitir 700 servidores para atender a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), mas demissão, disse, não está nos planos dele. Mas, em Ilhéus, Jabes planeja 400 demissões e contou com a oposição até de vereadores da própria bancada, como o vereador Fábio Magal (PSC). Outro que se posicionou contra foi Lukas Paiva.