Partidos que não conseguiram atingir cláusula de barreiras ficarão sem dinheiro público|| Foto Jefferson Rudy/Agência Senado
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Somente 12 dos 28 partidos e federações que disputaram as eleições deste ano conseguiram alcançar a cláusula de desempenho fixada pela Emenda Constitucional 97, de 2017. Durante os próximos quatro anos, somente essas 12 legendas poderão receber dinheiro do Fundo Partidário e usar o tempo de propaganda gratuita de rádio e televisão. O balanço foi divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Atingiram a cláusula de barreira as federações PT/PCdoB/PV, PSDB/Cidadania e Psol/Rede, além dos partidos MDB, PDT, PL, Podemos, PP, PSB, PSD, Republicanos e União. Dos 16 partidos que não alcançaram a meta, sete até conseguiram eleger deputados federais. Mas o número não foi suficiente para alcançar o critério de desempenho fixado pela legislação. São eles: Avante, PSC, Solidariedade, Patriota, PTB, Novo e Pros. Os demais — Agir, DC, PCB, PCO, PMB, PMN, PRTB, PSTU e UP — sequer tiveram parlamentares eleitos.

Os 16 partidos que não atingiram a cláusula de barreira continuam a existir, embora não recebam mais suporte financeiro de origem pública a partir de fevereiro de 2023. Para evitar essa restrição, eles têm algumas alternativas: podem recorrer a fusão, incorporação ou federação com legendas que obtiveram melhor desempenho nas urnas.

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Carlos Lupi: Ciro corrobora decisão do PDT
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A Executiva Nacional do PDT, reunida nesta terça-feira (4) em Brasília, decidiu apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial. Segundo Carlos Lupi, presidente da sigla, a decisão foi unânime.

“Tomamos uma decisão unânime, sem um voto contrário, e eu repeti isso três vezes porque se tivesse voto contrário poderia registrar em ata, está gravado, a decisão de apoiar o mais próximo da gente, que é a candidatura do Lula, que é a candidatura do 12 mais 1”, declarou Lupi ao comentar o posicionamento da Executiva.

Lupi explicou que a decisão do PDT se deu após o PT assumir o compromisso de incorporar três pautas da campanha do ex-candidato a presidente Ciro Gomes: a renda mínima universal, a renegociação das dívidas de pessoas físicas e de pequenas empresas e um programa de ensino integral. Os pedetistas também vão propor a revogação de mudanças legislativas que prejudicaram os trabalhadores.

Ciro Gomes participou da reunião de forma remota e, conforme Lupi, disse que endossa a decisão do partido. Confira as declarações do presidente do PDT.

 

Ciro e Félix vão inaugurar comitê de campanha em Irecê, interior da Bahia
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O presidenciável Ciro Gomes (PDT) vai inaugurar comitê de campanha em Irecê, na próxima terça-feira (13), segundo anúncio do deputado Félix Mendonça Júnior, presidente da legenda na Bahia. O comitê funcionará na Rua Aurélio José Marques, no centro da cidade.

“A região de Irecê é fundamental para o desenvolvimento da Bahia e do Brasil. Por isso, precisa ser vista com prioridade tanto em nível estadual quanto federal”, disse o deputado ao explicar a preferência por Irecê para instalação de comitê da campanha presidencial.

O local do comitê foi definido na semana passada, após uma visita de Félix à região, ao lado do vereador pedetista Emerson Penalva, candidato a deputado estadual, do presidente municipal do PDT, Mauro Barreto, e do empresário Ângelo Dourado, que chegou a ser cotado para a vice de ACM Neto, postulante do União Brasil ao governo da Bahia.

Ciro já conta com um comitê em Salvador, instalado no Rio Vermelho. Vale frisar que a vice do candidato à Presidência é a vice-prefeita da capital baiana, Ana Paula Matos, que também estará em Irecê na próxima terça. “Ciro vai crescer muito na Bahia nesta eleição, não temos dúvida. Ainda mais ao lado de Ana Paula, que é uma liderança forte do PDT estadual. Faremos uma bonita festa em Irecê”, ressaltou Félix.

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O PDT lançou, nesta quarta-feira (20), a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, em convenção realizada na sede nacional do partido em Brasília. Durante o evento, Carlos Lupi, presidente da sigla, apresentou os pré-candidatos aos governos estaduais.

De acordo com o PDT, Ciro Gomes é o único candidato que propõe combater as injustiças do sistema financeiro e fiscal brasileiros, equalizando as obrigações às capacidades do povo. Para isso, o PDT apresenta o Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND) com indicação de desafios e soluções para todas as áreas do Estado.

“Com o PND será bem diferente. O Estado voltará a ter estratégias de desenvolvimento e irá conduzi-las através de maciços investimentos em infraestrutura e em áreas sociais, livrando-se da ilusão de que nosso crescimento virá somente de investimentos privados ou estrangeiros, mito que nos condenou ao fracasso, especialmente nos últimos onze anos. Esse novo modelo será baseado não mais no favorecimento dos mais ricos e nem em conchavos e esquemas de corrupção, mas sim na ampla mobilização popular e no diálogo transparente e honesto com todas as forças produtivas e políticas empenhadas em mudar o Brasil de verdade”, afirmou o candidato pedetista.

REFORMULAÇÃO NA POLÍTICA

Ciro Gomes falou sobre a necessária reformulação na política nacional para que os governantes atuem, de fato, em favor do povo. “Não acreditem que os políticos possam, individualmente, resolver todos seus problemas. Não existem salvadores da pátria! O importante, então, não é só mudar os políticos. É, sim, mudar a política. É eleger políticos que queiram mudar a política! Que queiram mudar a economia. Que queiram acabar com o jeito corrupto de governar”.

O político afirmou que o sistema político e econômico no Brasil foi criado para explorar e enganar os mais pobres. “Isso foi assim desde o início e se aprimorou muito mais nos últimos anos. Nos últimos tempos, a bandidagem e a maldade se sofisticaram. Os hipócritas, de direita e de esquerda, aprenderam novas formas de enganar o povo. Isso tem levado o Brasil para trás. A cada ano, o Brasil perde de goleada para si mesmo. Está na hora de invertermos este jogo. Conclamo todos os brasileiros, de todos os quadrantes, a nos unirmos nesta luta”.

O evento contou ainda com a participação dos pré-candidatos aos governos estaduais: Roberto Cláudio (CE), Leila Barros (DF), Carol Braz (AM), Rodrigo Neves (RJ), Elvis Cezar (SP), Ricardo Gomyde e Viera da Cunha (RS). O próximo passo do PDT para as eleições de 2022 é a realização das Convenções estaduais que devem acontecer ainda esse mês.

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Mantido o cenário das pesquisas até aqui, o ex-presidente Lula se avizinha daquela já esperada volta triunfal, interrompida em 2018, quebrando, inclusive, o paradigma de uma vitória no primeiro turno.

 

Rosivaldo Pinheiro

O mundo vive um momento de tensão e, diante dele, as democracias vêm sendo testadas. Aqui no Brasil, também estamos vivenciando este momento da história da humanidade. O nosso ambiente político está bastante conturbado e seu estopim começou a ser visto a partir da votação de Aécio Neves para presidente da República, em 2014, quando disputou com Dilma Rousseff, que acabou reeleita, mas, diante das circunstâncias, não conseguiu estabelecer a governança no seu segundo mandato. Os fatos deste período são de amplo conhecimento de todos nós e o fechamento desse ciclo aconteceu com o impeachment da ex-presidente, assumindo o seu lugar o vice, Michel Temer.

Olhando com uma lupa mais atenta, perceberemos que os fios desse novelo começaram a ser enrolados desde o primeiro mandato do ex-presidente Lula, quando, no primeiro ciclo de gestão, foi acusado de firmar acordos para manter o poder político com o Congresso, no chamado Mensalão, e, posteriormente, Petrolão. Esses movimentos, no entanto, não se materializaram. E, assim, através do seu grande poder de diálogo, Lula estabeleceu a sua liderança e superou aquelas dificuldades, sendo reeleito e concluiu o segundo ciclo de governo com uma aprovação recorde – 96%, entre ótimo, bom e regular; apenas 4% o reprovaram. Isso naturalmente o colocava no tabuleiro da disputa em 2018, quando a Operação Lava Jato, já com quatro anos de funcionamento, mirava toda a sua artilharia contra o ex-presidente.

A Operação Lava Jato, aliás, comandada pelo ex-juiz Sérgio Moro e tendo como célula de acusação o Ministério Público Federal (MPF) e principal articulador Deltan Dalagnol, foi apoiada por tentáculos globais, tendo os ianques como mola mestra, e contando com setores da política e da economia como braços internos para dar sustentação para evitar a volta triunfal de Lula. Através desta mega articulação, o ex-presidente foi condenado e preso quando liderava as pesquisas de intenção de voto na corrida presidencial daquele ano.

Neste cenário, operado por influentes instrumentos, tendo na mídia uma poderosa aliada, a orquestrada Lava Jato formou a opinião do grande público e acabou emancipando para o centro do debate um pré-candidato franco-atirador, que bem se aproveitou do momento para pregar sua teoria que contrariava todas as bandeiras sociais defendidas pela Constituição de 1988, que, aliás, fazem parte do modelo de gestão praticado por Lula e Dilma. Com todo este enredo, Bolsonaro sagrou-se eleito em 2018. Esse ambiente de polarização acabou se arrastando e essas eleições de 2022 são uma espécie de tira-teima, de confronto direto entre os dois campos: Lula x Bolsonaro.

Essa polarização tornou-se tão forte que não foi possível, até aqui – e dificilmente será, o surgimento de um outro nome capaz de disputar a presidência da República. O pré-candidato Ciro Gomes (PDT) até tentou e insiste em se estabelecer no tabuleiro, mas seu êxito tem como limitante a forma raivosa com que ele tem se dirigido a Lula, por esse posto já ser assumido por Bolsonaro, e quando ataca Bolsonaro, por não ter a materialidade histórica que Lula já possui. Acabou isolado, e não consegue estabelecer um centro tático que o possibilite avançar.

Mantido o cenário das pesquisas até aqui, o ex-presidente Lula se avizinha daquela já esperada volta triunfal, interrompida em 2018, quebrando, inclusive, o paradigma de uma vitória no primeiro turno. Esse fato tem como razão de ser o fracasso do governo Bolsonaro, que muito prometeu aos que com ele se identificam e pouco entregou, tendo como únicos beneficiados os mais ricos ancorados pelo sistema financeiro e o agronegócio. Essa resposta quem vai dar é quem atualmente enfrenta as consequências de um governo que atropela os mais vulneráveis e que não leva em consideração as políticas públicas que outrora garantiam um ambiente mais digno para a população em geral.

Rosivaldo Pinheiro é economista, especialista em Planejamento de Cidades (Uesc) e comunicador.

Félix Júnior propõe que eleitor só vá à urna se estiver vacinado || Foto Divulgação
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu pela anulação de todos os votos obtidos pelos candidatos do PDT na eleição municipal em Uauá, em 2020. O Tribunal acolheu denúncia de coligação adversária, que apontou fraude à cota de gênero. O TSE decidiu, ainda, pela perda de mandato dos quatro vereadores eleitos pelo PDT – Mário Oliveira, Bruno Lima, Rodrigo de Zé Mário e Leila de Jorge Lobo. Já o diretório baiano do partido, decidiu pela intervenção no diretório.

– Nós damos total independência aos diretórios municipais para que eles atuem nas eleições. Mas não podemos compactuar com fraudes. Por isso, já estamos fazendo a intervenção no partido em Uauá e vamos trabalhar para isso não se repetir. O PDT preza pelo respeito às candidaturas femininas e à legislação eleitoral. Apoiamos a decisão do TSE – disse o presidente do partido na Bahia, deputado federal Félix Mendonça Júnior.

De acordo com nota do TSE, houve fraude à cota de gênero no registro da candidatura de Carla Daiane da Silva Capistrano, caracterizado pela inexpressiva votação, ausência de movimentação financeira e a quase inexistente campanha eleitoral própria, uma vez que a candidata fez campanha explícita para outro candidato.

INCENTIVO

Félix ressaltou que o PDT é um dos partidos que mais incentiva as candidaturas femininas. “Defendemos a ampliação do espaço das mulheres nas políticas não só no discurso, mas na prática também. Em 2020, por exemplo, indicamos o nome de Ana Paula Matos para vice-prefeita de Salvador, ela que é pedetista. Nas eleições deste ano, temos candidatas fortes que irão competir. De modo que não aceitamos o que aconteceu em Uauá”.

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Tido como um “às” nas negociações políticas e eleitorais,  o senador Jaques Wagner revelou que atuará nas campanhas de Jerônimo Rodrigues (governo da Bahia) e Lula (presidência da República). No sábado (4), Wagner esteve em Itabuna para participar de atividade da pré-campanha de Jerônimo, reunindo dezenas de lideranças políticas e cerca de 8 mil pessoas, na Avenida Princesa Isabel, no São Caetano.

O senador vê, neste ano, um cenário muito parecido com as eleições de 2006 e de 2014, quando os nomes petistas – ele e Rui, respectivamente – começaram atrás na disputa, viraram e acabaram eleitos no primeiro turno.

– Agora, tem que ter humildade, paciência, trabalhar. Não pode ter ansiedade. Jerônimo ainda não é conhecido, tá crescendo em conhecimento. Eu vejo a repetição do filme [do que ocorreu] comigo e com Rui [Costa].

Também disse que o voto útil de eleitores de Ciro Gomes (PDT) poderá definir a disputa nacional em 2 de outubro, a favor de Lula. “Quando ele [o eleitorl] ver que Ciro não disputa, que pode ajudar o outro lado a ir pro segundo turno, na minha opinião, acho que vai ter voto útil”. Confira os principais trechos da rápida conversa com o PIMENTA.

PIMENTA – O senhor vai para a coordenação da campanha de Lula?
Jaques Wagner –
Não. Eu vou ficar lá e cá. Não tem um coordenador. Eu ajudo em todos os lugares, mas não tem um coordenador.

Como o sr. avalia a pré-campanha de Jerônimo? Há espaço para o que ocorreu nas eleições de 2006 e 2014?

Eu acho que está muito bem. Igualzinho ao que sempre foi. Na minha opinião, não há dúvida [da vitória]. Agora, tem que ter humildade, paciência, trabalhar. Não pode ter ansiedade. Jerônimo ainda não é conhecido, tá crescendo em conhecimento. Na minha opinião, eu vejo a repetição do filme [do que ocorreu] comigo e com Rui [Costa].

No cenário nacional, a eleição caminha para terminar em primeiro turno?

Na minha opinião, vai chegar no dia 2 de outubro com esse quadro, com o presidente Lula e o atual presidente, e há uma chance muito forte de Lula ganhar a eleição.

Com o voto útil definindo o pleito?

É muito possível que haja. O voto de Ciro é, fundamentalmente, de quem quer derrotar Bolsonaro. [O eleitor] Vai acompanhar Ciro por lealdade. [Mas] Quando ele ver que Ciro não disputa, que pode ajudar o outro lado a ir pro segundo turno, na minha opinião, acho que vai ter voto útil.

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Durante encontro no escritório político de ACM Neto em Salvador, nesta terça-feira (24), o PDT baiano sugeriu o nome do empresário Ângelo Dourado para compor como vice a chapa majoritária do pré-candidato a governador do União Brasil. O ato reuniu prefeitos da região de Irecê, onde reside o empresário, e do deputado Luciano Simões (UB), que também apoia o nome de Dourado.

O presidente estadual do PDT, deputado federal Félix Mendonça Júnior, que agendou a reunião entre Neto e Dourado, não pôde comparecer devido a compromissos do mandato em Brasília. O parlamentar lançou o nome do empresário durante visita a Irecê em 14 de maio. O PDT também já sugeriu para a vice do ex-prefeito da capital a vereadora de Lauro de Freitas Debora Régis, filiada à sigla.

– Acolhemos a sugestão do PDT. Hoje temos um bom problema, pois temos bons nomes, opções colocadas pelos partidos, para a composição da chapa. Ao longo dos próximos dias e até o prazo das convenções vamos analisar bem e escolher um nome (para a vice) que possa representar toda a Bahia. E é óbvio que a região de Irecê tem toda legitimidade para colocar um filho seu, no caso Ângelo, que é um jovem com potencial, um empresário e comunicador de sucesso – afirmou ACM Neto.

O ex-prefeito de Salvador disse ainda que o nome de Ângelo Dourado será “considerado com todo respeito e carinho” nas avaliações que serão feitas para a definição do vice. “O importante é que todos nós estejamos unidos pensando no futuro da Bahia. E meu respeito ao PDT”, frisou.

DESAFIO

De família tradicional da política de Irecê, Ângelo agradeceu a confiança de Félix Mendonça Júnior e se colocou à disposição do PDT e de ACM Neto. “Acredito que o projeto de Neto é o melhor para a Bahia e Irecê estará bem representada nesse futuro governo, independentemente dessa definição da vice. Mas aceito essa indicação e estou pronto para assumir esse desafio”, declarou o empresário.

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Pouco menos de 20 dias após entregar a presidência do PL baiano e deixou o partido, o ex-deputado federal José Carlos Araújo filiou-se, nesta sexta-feira (1º), ao PDT, junto com a vereadora Débora Regis, Debinha. Os dois devem concorrer à Câmara Federal no pleito de outubro.

As filiações foram articuladas pelo presidente estadual do PDT, deputado federal Félix Mendonça Júnior, e pelo pré-candidato do União Brasil ao governo da Bahia, ACM Neto.

“Já vínhamos conversando tanto com Zé Carlos quanto com a vereadora Débora sobre o ingresso no PDT, que foi oficializado com o apoio do ex-prefeito ACM Neto, com quem estamos dialogando sobre as eleições. Os dois novos pedetistas chegam para somar nesse processo de renovação e fortalecimento do nosso partido”, disse Félix.

O deputado afirmou ainda que até o final do prazo para filiações outras novidades serão anunciadas. “Estamos construindo uma nominata forte e devemos eleger, pelo menos, três deputados federais e três estaduais”.

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Baixa no PDT baiano. O deputado federal Alex Santana (foto) deixará a legenda para se filiar ao Republicanos, às 18h de hoje (23), em Brasília. O parlamentar disse ter recebido – e aceito – o convite do presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira.

Segundo Alex Santana, a decisão de se filiar ao Republicano se deu por “uma questão de identidade e alinhamento de ideais do partido junto ao governo federal”.

O Republicanos deverá marchar, no plano estadual, com o pré-candidato ao governo baiano pelo União Brasil, ACM Neto. O PDT ainda não decidiu com qual candidato ao Palácio de Ondina vai às urnas na Bahia.

Alex Santana é pastor ligado à Igreja Assembleia de Deus da Bahia e recebeu 62 mil votos na eleição para deputado federal.

Prates defende nome de Félix Júnior para compor chapa de Neto || Foto CMS/Arquivo
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O deputado estadual licenciado e secretário municipal de Saúde de Salvador, Leo Prates, defendeu o nome de Félix Júnior para compor a chapa do pré-candidato a governador da Bahia pelo União Brasil, ACM Neto. Leo e Félix são do PDT, partido que já fechou questão em torno do nome de Neto para o Palácio de Ondina.

“O PDT é o partido da educação, e acredito ser o mais qualificado para o debate sobre o setor, e a sua situação, na Bahia! Defendo que o PDT apoie ACM Neto, e defendo o deputado Félix Mendonça Júnior, nome que melhor nos representa, para a composição na chapa”, escreveu Prates no Twitter no último final de semana.

VICE-GOVERNADOR

Questionada, a assessoria de Félix informou que as conversas com ACM Neto continuam. Ele disse que, se for convidado para integrar a chapa oposicionista, “vai aceitar o desafio”. O convite, caso ocorra, será para a posição de vice-governador. Isso, porque a de senador está praticamente garantida ao hoje vice-governador João Leão (PP), que deve oficializar até a próxima sexta-feira (18) o rompimento com Rui Costa e o PT.

Presidente do PDT, Félix Júnior fez críticas ao PT em comerciais na televisão
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Representantes do PDT da Bahia participam, desde ontem (1º), das inserções partidárias da sigla nas emissoras de televisão. O presidente da legenda na Bahia, deputado federal Félix Mendonça Júnior, a vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos, o secretário de Saúde da capital, Leo Prates, o ex-prefeito de Araci, Silva Neto, e a pré-candidata a deputada federal Nay Grilo estreiam os comerciais, que seguem em exibição.

Em sua fala, Félix criticou o desempenho do ensino público na Bahia, tema que é uma das bandeiras históricas do partido. “O PDT não pode aceitar que a Bahia esteja na situação atual de educação, ocupando os últimos lugares. Nós temos que ter a melhor educação do Brasil e é possível, recursos existem, tecnologias existem”, disse o deputado.

Ana Paula Matos, que começa a aparecer hoje (2) nos programas, destacou o crescimento do PDT na Bahia e a participação do partido na defesa dos interesses de Salvador. Leo Prates, por sua vez, focou a participação abordando o protagonismo que a legenda teve no enfrentamento à pandemia na capital.

Silva Neto ressaltou a força do PDT no interior e como o partido transformou a realidade de Araci, enquanto Nay Grilo falou sobre a presença da mulher na política.

 

Félix Júnior, ao centro, reuniu lideranças evento no sul da Bahia || Foto Divulgação
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O PDT iniciou por Itacaré, no último sábado (12), uma série de encontros municipais para traçar estratégias visando as eleições de 2022, discutir a construção de um projeto de desenvolvimento para a Bahia e formar novas lideranças locais. O evento, realizado no Centro Cultural do histórico bairro do Porto de Trás, contou com a presença do presidente estadual do PDT, Félix Mendonça Júnior, e do deputado estadual Alan Sanches, que é do União Brasil.

Também estiveram presentes os presidentes municipais do PDT, Ramon Setúbal, do União Brasil, Luiz Quadros, e do MDB, Vladimir Reis, além do presidente da Limpurb de Salvador, Omar Gordilho, que é da Executiva pedetista no estado. “Todos aqueles que não estão satisfeitos com os indicadores da Bahia na segurança, na educação, na geração de emprego e renda, no turismo e em outros setores devem se unir para construir um projeto de transformação em nosso estado. Precisamos de mudança”, discursou Félix.

Durante o evento, lideranças locais e populares cobraram, por exemplo, a complementação asfáltica da BA-654, que liga o distrito de Taboquinhas, em Itacaré, à BR-101. Além disso, a comunidade pediu mais investimentos no turismo e o perdão das dívidas dos pequenos e médios cacauicultores atingidos pelas chuvas.

“Já fizemos uma solicitação ao governo federal sobre o perdão das dívidas dos produtores de cacau. A situação da lavoura já era delicada, e as chuvas só fizeram piorar este quadro. Estamos unindo forças suprapartidárias para aumentar a pressão, inclusive com o apoio dos prefeitos”, salientou Félix, que participa na sexta-feira (18) de uma audiência pública, em Itabuna, para debater esta questão, organizada com o apoio da Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia (Amurc).

CENTRO CULTURAL

Félix assumiu, no encontro, o compromisso de destinar emenda parlamentar para a obra de requalificação do Centro Cultural do Porto de Trás, que desenvolve uma série de atividades para o público jovem, a exemplo de aulas de capoeira e dança. O compromisso de ser parceiro da entidade também foi feito pelo deputado Alan Sanches.

“Vocês ganharam dois amigos hoje aqui. Seremos parceiros do Centro Cultural e da comunidade. Vamos trabalhar para trazer benefícios para Itacaré. As lideranças que estão aqui hoje têm esse objetivo em comum. Juntos, somos mais fortes e faremos política de uma forma que resulte em melhorias na qualidade de vida desse bairro e de todo o município”, afirmou o parlamentar do União Brasil.

Turismo baiano registra crescimento de mais de 47% em 2021 || Foto Divulgação
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PDT e União Brasil, partido resultado da fusão do DEM com o PSL, promovem neste sábado (12) um encontro político em Itacaré, no sul da Bahia. O evento começa às 10h, no Centro Cultural do Porto de Trás, bairro que tem 284 anos e surgiu a partir de uma comunidade quilombola.

O encontro em Itacaré, que faz parte do calendário de reuniões que a Executiva estadual pedetista fará até junho visando discutir a criação de um projeto regional de desenvolvimento para a Bahia, é organizado pelos presidentes municipais do PDT, Ramon Setúbal, e do DEM, Luiz Quadros, mais conhecido como Luizão. Os dois integram o movimento político Itacaré é Você.

Também estão confirmadas as presenças do presidente do PDT na Bahia, deputado federal Félix Mendonça Júnior, e do deputado estadual Alan Sanches (União Brasil). Os dois devem fazer uma dobradinha eleitoral em Itacaré no pleito de outubro. O encontro terá ainda a participação de lideranças municipais dos dois partidos.

“Vamos começar pelo sul da Bahia uma série de encontros para discutir o futuro da Bahia e dos municípios, além de formar novas lideranças. Esses eventos serão organizados pelos diretórios municipais, com a presença também de partidos com os quais estamos dialogando visando construir uma nova perspectiva de futuro para o estado”, afirmou Félix Mendonça Júnior.

Apoio a Wagner (à esquerda) é possibilidade remota, segundo Félix Júnior
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O deputado federal Félix Mendonça Júnior considera remota a possibilidade do PDT apoiar o senador Jaques Wagner (PT) na sucessão estadual de 2022. Ao PIMENTA, o parlamentar e presidente estadual do PDT diz que não foi procurado pelo PT para conversar desde que o governador Rui Costa decidiu, “de forma unilateral”, romper com a legenda, no ano passado.

Segundo Félix, a tendência é o PDT apoiar o ex-prefeito de Salvador e dirigente do DEM/União Brasil, ACM Neto. As conversas entre PDT e Neto, disse ele, começaram em Brasília e prosseguem, em nível estadual, com ele.

Jaques Wagner diz que vai procurar a legenda brizolista. Terá que, primeiro, aparar arestas e um coração magoado pela “desfeita” de 2021. Na eleição de 2018, o PDT baiano apoiou Rui Costa, apesar da candidatura presidencial de Ciro Gomes. Wagner partirá para a investida, ciente de que Neto não dará palanque para Ciro na Bahia.

Veja o que nos disse Félix Júnior:

PIMENTA – Qual a possibilidade do PDT apoiar Wagner?

Félix Mendonça – O PDT apoiou, em 2020, a candidatura vitoriosa de Bruno Reis, do DEM, à prefeitura de Salvador. Indicamos, na época, a atual vice-prefeita da capital, Ana Paula Matos. Por conta disso, ano passado o PT decidiu de forma unilateral e por ciúmes romper com o PDT. Sequer fomos comunicados antes dessa decisão. De lá para cá, não fomos chamados para nenhuma conversa com o grupo do governador ou com o senador Wagner. Eu digo que, por conta desse histórico, essa possibilidade é remota. Além disso, temos que ter um palanque para Ciro Gomes na Bahia.

Com quem o partido fecha para 2022 na sucessão estadual?

Não podemos dizer ainda que esteja fechado, pois as conversas continuam, mas a tendência é estarmos com ACM Neto, inclusive participando da chapa majoritária. Essas conversas foram iniciadas entre Neto e o diretório nacional do partido, por meio do presidente Carlos Lupi, e prosseguem conosco, da estadual.