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Filho: metralhadora (Foto Roberto Santos).

O ex-prefeito de Buerarema, Orlando Filho (PSDB), partiu para o ataque logo após depor na Polícia Federal hoje pela manhã. Acusado de participar de um esquema de compra de votos que teria beneficiado as candidaturas de Jutahy Jr. (PSDB) e Cláudia Oliveira (PTdoB), Orlando treinou a mira e descarregou toda a munição no juiz eleitoral local, Antônio Hygino, ao falar ao PIMENTA.
Hygino decretou os mandados de busca e apreensão e de condução coercitiva, cumpridos na madrugada de hoje pela PF durante a Operação Paga:
– A questão toda é que Hygino resolveu me trucidar. No dia da eleição, colocaram a Polícia Federal em cima de mim e não acharam nada. Trata-se de uma perseguição inaceitável, absurda. Ele solta os bandidos da cidade e resolve prender pessoas de bem – disse, bastante irritado, numa referência à soltura de 19 detentos da cadeia pública local.
Orlando diz acreditar numa orquestração contra ele e acusa o magistrado de nutrir “raiva, rancor, ódio”. “Quem entende um pouco de direito, sabe que bastaria uma intimação para depor. Mas não foi isso o que ocorreu. Ele quer me fazer passar por constrangimento, quer me desmoralizar”.
O ex-prefeito observa que é servidor público federal, tem advogado e residência fixa. “Não devo nada e essa situação é inaceitável. Bastava me intimar e eu iria à polícia depor”.
Orlando relaciona os atos do juiz ao clima de disputa eleitoral eterna no município, após o pleito de 2008. O ex-prefeito arguiu suspeição do juiz em um processo eleitor que ainda pode tirar o atual gestor, Mardes Monteiro (PT), do comando do município.
O processo de suspeição não chegou a ir à frente pois, segundo argumentação do relator Eserval Rocha, foi apresentado fora de tempo. Hygino acabou “absolvido”.
Apesar disso, Orlando Filho disse que sempre tratou o magistrado respeitosamente. “Não concordo com a postura da Justiça. Ele tem um lado. Então, tem que matar o outro?”, questiona.
Filho disse que foi acordado por volta das cinco e meia da manhã e, ao ir depor, já via gente na rua “soltando fogos”. Para ele, a situação deixava claro que a notícia das “conduções coercitivas” de hoje teriam sido vazadas, propositadamente, pelo Judiciário, a fim de constrangê-lo. “Parecia que eu estava sendo preso. Não é verdade. Fui prestar depoimento na polícia”, assinala. O blog não conseguiu falar com o magistrado. Continuaremos tentando.

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Do Bahia Notícias
A delegacia da Polícia Federal em Ilhéus, no sul do estado, deflagrou na manhã desta quinta-feira (9) a Operação Paga, que desvendou um esquema de compra de votos em favor do deputado federal eleito Jutahy Magalhães (PSDB) e da deputada estadual eleita Claudia Oliveira (PTdoB).
O esquema, segundo informa a PF em nota, seria comandado pelo ex-prefeito de Buerarema, Orlando Filho. No dia do primeiro turno das eleições, foram realizadas buscas na residência do ex-prefeito da cidade e mais em dois locais, onde foram encontrados envelopes contendo cadastramento de eleitores e quase quarenta mil reais para pagamento pelos votos.
Os candidatos beneficiados no esquema de compra de votos foram eleitos com quase a mesma quantidade de votos no município de Buerarema, em número que muito se aproxima aos eleitores cadastrados nas listas apreendidas.
Leia mais: BENITO GAMA E HERALDO ROCHA TAMBÉM TERIAM SIDO FAVORECIDOS PELO ESQUEMA

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O ex-prefeito de Floresta Azul, Carlos Hamilton Santos, cumpre rotina de explicações à Polícia Federal e à Justiça sobre a pilha de irregularidades encontradas na sua gestão (2005-2008). Nesta semana, o ex-prefeito foi ouvido pela Polícia Federal, em Ibicaraí, no inquérito que investiga a sua participação em desvios de verbas federais descobertos pela PF na Operação Vassoura-de-Bruxa. Garrafão, como também é conhecido o político, foi um dos prefeitos indiciados pela PF em dezembro de 2008.
Agora, teve bens bloqueados por irregularidades numa licitação de R$ 608.400,00 para o transporte escolar do município. A promotoria pública acionou o prefeito por improbidade administrativa. O Ministério Público estadual (MP) apurou fraude no processo licitatório. Tudo foi direcionado para a empresa Aguiar Transportadora Ltda ganhar a licitação, segundo o MP.
A Justiça acatou a denúncia do MP e agora decretou o bloqueio dos bens do ex-prefeito Garrafão, além da ex-secretária Diana Oliveira Santos (Administração) e de Oscar de Carvalho (presidente da Comissão de Licitação). A empresa pertencia a parentes de Garrafão.

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Três pessoas foram presas em uma operação da Polícia Federal de combate à exploração de caça-níqueis, chamada de “Reset”, na manhã desta quarta-feira, 1º, em Salvador. Os policiais detiveram os homens identificados por Simões, Requião e Leonardo, que são apontados como empresários do ramo de jogos de azar, em edifícios de luxo na Graça, Vitória e Alphaville I.
Os agentes também fazem buscas em depósitos de máquinas caça-níqueis. De acordo com as primeiras informações, são cumpridos 18 mandados de prisão e 34 de busca e apreensão em Salvador e na Ilha de Itaparica, mas este dado ainda não está confirmado. Informações d´A Tarde.

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Dilma, Sara e Vilma: acusação de tráfico internacional de mulheres (Fotomontagem Pimenta).

Lailim Gomes dos Santos, uma das dezenas de vítimas do tráfico internacional de mulheres em Buerarema, disse temer pela vida da sua família. Ontem, Lailim concedeu entrevista ao repórter Roger Sarmento, da TV Santa Cruz, e afirmou que o convite para trabalhar como doméstica na Espanha partiu da escrivã da Vara Cível em Buerarema, Dilma Rodrigues Pinheiro.

Seriam três meses ajudando a filha de Dilma, Sara Pinheiro, que trabalharia em Reus como telefonista. A verdade só foi descoberta quando a jovem de 25 anos chegou à cidade espanhola. Ao tentar se negar a fazer o primeiro programa, Lailim teria sido advertida com a lembrança de uma dívida de 6 mil euros (13,7 mil reais) pelos “custos” da viagem e estada na Europa.

DEPORTADA

A primeira viagem frustrada de Lailim ocorreu em 26 de abril do ano passado, quando a imigração a deportou por dispor de pouco dinheiro para subsistência de três meses na Espanha. No dia 18 de maio de 2009, ela finalmente conseguiu entrar no País. Ela foi obrigada a se prostituir, além de ser mantida em cárcere privado.

Tanto Sara e Dilma Pinheiro como Vilma Pinto e Jocelma Bacelar Cardoso, apontadas por Lailim de liderarem o tráfico no sul da Bahia, estão presas no Conjunto Penal de Itabuna. Lailim diz que conseguiu fugir da Espanha por contar com a ajuda de um cliente.

INVESTIGAÇÃO NO FÓRUM

Ela denunciou todo o esquema à Polícia Federal, que iniciou as investigações e monitorou todos os passos de Dilma, Vilma e Sara e também chegou a Jocelma Cardoso. A delegada que preside o inquérito, Denise Dias, afirmou que as investigações foram feitas a partir do fórum da Comarca de Buerarema.

Conforme apurou o PIMENTA, desde ontem casas de familiares de Lailim foram desocupadas. Também foi apurado que Vilma Pinto, irmã de Dilma, poderá assumir a “culpa” pelo tráfico internacional de mulheres.

A estratégia, no entanto, pode se revelar furada, já que a Polícia Federal baseou seu pedido de prisão preventiva em investigações que contaram com o auxílio de interceptações telefônicas autorizadas judicialmente. A preventiva foi decretada pela Justiça Federal em Itabuna.

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A investigação aberta pela Polícia Federal e que desarticulou uma quadrilha de tráfico de mulheres em Buerarema tem a participação de quatro mulheres e um homem. Três delas moram no município e uma quarta reside na Espanha, onde recepcionava mulheres adolescentes e adultas oriundas de Buerarema.
A brasileira que reside na Espanha e recepcionava as aliciadas pelo tráfico é filha da escrivã Dilma Rodrigues Pinheiro. Sara Pinheiro foi presa em Salvador, quando retornava ao Brasil. Ela seria responsável pela “exportação” das vítimas. O esposo de Dilma, Alan Mendes, também foi detido para averiguações, mas foi liberado ainda em Buerarema.
Vilma Ferreira Pinto, irmã da escrivã do fórum local, também foi presa por ter participação no tráfico de mulheres. A quarta mulher é Jocelma Cardoso, conhecida no município como “Selma da Sucata”. A operação foi deflagrada na manhã desta quarta-feira em Buerarema.
Os detalhes da Operação Nêmesis serão conhecidos ainda nesta manhã. As prisões foram comandadas pela delegada Denise Dias. Quem reside no município diz que é grande o número de mulheres bueraremenses que foram aliciadas pela “rede” e hoje estão na Europa. Uma empregada doméstica aliciada pela quadrilha foi quem denunciou todo o esquema.
Atualizado às 11h24min

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A Polícia Federal realiza uma operação contra o tráfico de drogas e crimes afins na manhã desta segunda-feira nos municípios de Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Belmonte e Itapebi, todos no extremo sul do estado.
Com o apoio da CAEMA e 8º Batalhão da Polícia Militar de Porto Seguro/BA, a “Operação Campo Minado” cumpre 10 (dez) Mandados de Busca e Apreensão, 14 (catorze) Mandados de Prisão Preventiva e 04 (quatro) Mandados de Prisão Temporária. No decorrer do dia, a polícia realizará entrevista coletiva acerca do resultado final da operação. Informações do Correio.

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Os jornais Folha e Estadão publicaram matéria nesta quarta-feira, 20, afirmando que a Polícia Federal (PF) havia concluído pela ligação da pré-campanha da presidenciável Dilma Rousseff (PT) com as quebras de sigilos do Imposto de Renda de tucanos parentes de José Serra. A PF, entretanto, afirma que a investigação nada encontrou neste sentido (“não foi comprovada sua utilização em campanha política”).
Nesta tarde, o jornalista que pediu as quebras de sigilo, Amaury Ribeiro Jr, repetiu versão de que as quebras de sigilo foram pedidas para reportagem no jornal Estado de Minas. O objetivo era defender o então governador de Minas, Aécio Neves (PSDB) contra a turma do também tucano José Serra.
O caso, observa-se, seria mais uma briga interna do PSDB. À época das quebras de sigilo, setembro e outubro de 2009, o PSDB enfrentava uma guerra para decidir quem seria o candidato a presidente da República, se Aécio Neves ou José Serra. Na versão que seria a do repórter, o tucanato decidiu-se por Serra e, ai, a reportagem para defender Aécio não faria mais sentido. Abaixo, a íntegra da nota:
NOTA À IMPRENSA
Brasília/DF – Sobre as investigações para apurar suposta quebra de sigilo de dados da Receita Federal, a Polícia Federal esclarece que:
1- O fato motivador da instauração de inquérito nesta instituição, quebra de sigilo fiscal, já está esclarecido e os responsáveis identificados. O inquérito policial encontra-se em sua fase final e, depois de concluídas as diligências, será encaminhado à 12ª Vara Federal do Distrito Federal;
2- Em 120 dias de investigação, foram realizadas diversas diligências e ouvidas 37 pessoas em mais de 50 depoimentos, que resultaram, até o momento, em 7 indiciamentos;
3- A investigação identificou que a quebra de sigilo ocorreu entre setembro e outubro de 2009 e envolveu servidores da Receita Federal, despachantes e clientes que encomendavam os dados, entre eles um jornalista;
4- As provas colhidas apontam que o jornalista utilizou os serviços de levantamento de informações de empresas e pessoas físicas desde o final de 2008 no interesse de investigações próprias;
5- Os dados violados foram utilizados para a confecção de relatórios, mas não foi comprovada sua utilização em campanha política;
6- A Polícia Federal refuta qualquer tentativa de utilização de seu trabalho para fins eleitoreiros com distorção de fatos ou atribuindo a esta instituição conclusões que não correspondam aos dados da investigação”.

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Marco Wense

Como andam as intenções de voto, aqui no sul da Bahia, principalmente nas cidades de Itabuna e Ilhéus, nos candidatos Jaques Wagner (PT), Paulo Souto (DEM) e Geddel (PMDB)?
Como não tem uma pesquisa registrada e publicada na imprensa, a confusão é geral, com cada partido dizendo que seu candidato está bem na frente do outro.
Uma coisa é certa: a vinda do presidente Lula para lançar a pedra fundamental da ferrovia Oeste-Leste e a autorização do serviço de duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna vai acrescentar uns pontinhos na cada vez mais provável reeleição de Wagner no primeiro turno.
MUTIRÃO
A justiça eleitoral, através da sua instância maior (TSE), em parceria com outros tribunais, tem que julgar todas as pendências que se encontram “sub judice”. É bom lembrar que daqui a dois anos teremos a sucessão municipal.
Do contrário, o lenga-lenga vai continuar: Fulano pode ser candidato hoje, amanhã não pode mais. Cicrano é ficha suja hoje, amanhã é ficha limpa. O pobre do eleitor, coitado, fica como cego em tiroteio.
O cidadão-eleitor-contribuinte, como diria o irreverente jornalista Eduardo Anunciação, ainda corre o risco de votar em um candidato que pode ter seu diploma cassado. Essa instabilidade prejudica o Estado democrático de Direito.
NA VITRINE

O ex-ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, adora aparecer no noticiário político com declarações polêmicas. Essa doentia obsessão termina criando problemas para a campanha da candidata Dilma Rousseff.
Dirceu anda dizendo, só para citar um exemplo mais recente, que o PT vai ficar duas vezes mais forte com a eleição de Dilma. Insinua, nas entrelinhas, que o PMDB não terá os mesmos espaços que tem no governo Lula.
Agindo assim, em plena efervescência eleitoral, Dirceu cria uma perspectiva de que o relacionamento de Dilma com o pragmático PMDB será o pior possível. Suas intempestivas previsões só fazem alimentar o discurso da oposição de que Dilma terá dificuldades no trato com os partidos aliados e, principalmente, com o peemedebismo.
Além do PSDB, do DEM e das denúncias que pipocam por todos os lados, a campanha de Dilma tem o José Dirceu. O Zé inconsequente. O Zé incendiário.
PT versus PSDB
A coordenação política da campanha de Dilma Rousseff já decidiu que não vai entrar no jogo do PSDB de nivelar o processo eleitoral por baixo.
Algumas lideranças petistas, no entanto, contrariando a decisão já tomada, começam a defender o uso da reportagem da revista Carta Capital no horário eleitoral da televisão e do rádio.
A reportagem diz que a empresa Decidir.com, que tem como sócias Verônica Serra, filha do presidenciável José Serra, e Verônica Dantas, irmã do banqueiro Daniel Dantas, alvo de investigação pela Polícia Federal, suspeito de cometer vários crimes contra a economia, conseguiu ter acesso aos sigilos bancários de 60 milhões de brasileiros.
Sobre o assunto em tela, a inquestionável sabedoria popular costuma dizer duas coisas: 1) quem tem telhado de vidro não joga pedra no telhado do vizinho. 2) macaco não olha para o próprio rabo.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Uma das consequências do aquecimento do setor da construção civil em Ilhéus e Itabuna foi o grande aumento de uma atividade altamente danosa ao meio ambiente: a dos areeiros. Mas todos os que ficam situados em Ilhéus acabam de ser fechados, graças a uma ação conjunta do Ibama, Ministério Público Federal, Polícia Federal e Polícia Ambiental.

Segundo estes órgãos, a exploração dos areiais só persista graças à concessão de liminares judiciais, mas estas foram derrubadas. A reabertura dependerá agora do cumprimento de todas as exigências da legislação ambiental, mas boa parte das pessoas que vivem dessa atividade continua a exercê-la clandestinamente, beneficiando-se do pequeno efetivo que é mobilizado na fiscalização.

De qualquer forma, já existe o temor de que o aperto provoque escassez de areia para as muitas obras em execução no sul da Bahia.

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Operação da PF prendeu 7 pessoas no sul da BA

Uma operação da Polícia Federal prendeu, pelo menos, sete pessoas ligadas ao tráfico de drogas no sul da Bahia, dentre elas um taxista de Itabuna. A ação começou por volta das 3h desta quarta-feira e mobilizou também o efetivo do 15º Batalhão da Polícia Militar, TOR e a Cipe Cacaueira. O taxista preso atua na praça do Santo Antônio e chama-se Cláudio Nambu.

Também foram presos Valter Clérisson Santos Silva, vulgo Kel, Antônio Régis de Oliveira, o Binho, Alex Nogueira dos Santos, Marcos Aurélio Freire Alves e Marcos Aurélio Lopes de Souza. Um administrador da fazenda Oriente, de prenome Erivelton, foi detido para averiguações. Os suspeitos de ligação com o tráfico foram encaminhados para a delegacia da Polícia Federal em Ilhéus.

A operação Monte Belo cumpriu durante a madrugada e manhã desta quarta 37 mandados de prisão e outros 30 de busca e apreensão em municípios como Ipiaú, Itabuna, Ilhéus, Jequié, Ubatã, Itajuípe e Coaraci. As sete prisões informadas acima ocorreram em Itabuna, Ilhéus, Coaraci e Ipiaú, informa o repórter Costa Filho.

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A Polícia Federal prendeu na tarde desta quinta-feira, 3, no Aeroporto de Ilhéus, a irmã de Rosivaldo Ferreira da Silva, o “Cacique Babau”. De acordo com o Xilindró Web, Glicéria Barbosa da Silva foi detida assim que desembarcou no local. Segundo a polícia, ela é acusada de ter participado, juntamente com o irmão, de invasões de propriedades e tentativas de homicídio na zona rural de Buerarema.

Babau foi preso no dia 10 de março e ficou alguns dias na carceragem da Delegacia da Polícia Federal em Ilhéus. Em seguida, foi transferido para a Superintendência da PF em Salvador e se encontra desde o dia 16 de abril na penitenciária federal de Mossoró-RN.

Outro irmão do cacique, conhecido como “Gil”, também está preso.

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A Polícia Federal em Ilhéus conseguiu desarticular uma quadrilha que planejava sequestrar o gerente do Banco do Brasil em Camamu, no sul da Bahia, e assaltar a agência. Três dos integrantes do grupo foram presos após tentar roubar um veículo, na madrugada de segunda-feira, 3. Um deles é de Ipiaú (G.F.S., 31) e os outros dois, de São Paulo (D.V.A., 23, e R.P.M., 20).

Os bandidos foram interceptados na rodovia Ilhéus-Uruçuca (BA-262), segundo a PF. A ação contou com o auxílio da Companhia Especial da PM (Cipe). Os outros dois integrantes da quadrilha foram presos pelos federais em Vitória da Conqusita.

Na operação, foram apreendidos cartuchos de munição, quatro pistolas calibre 380, capuzes e perucas. A quadrilha, hospedada num hotel de Ilhéus, já vinha sendo investigada. Ao serem presos, os integrantes confessaram o plano.

Uma arma de uso restrito das Forças Armadas também foi encontrada no quarto do hotel onde assaltantes estavam hospedados. Os integrantes da quadrilha em Vitória da Conquista foram presos nesta terça, 4. Em toda a operação, a polícia não disparou um tiro sequer. Com informações da assessoria da PF.

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Operação contra o tráfico acionou PF e PM e atraiu curiosos (Foto Fábio Roberto).

Um casal de traficantes foi preso na operação que a Polícia Federal deflagrou no início da manhã desta quinta-feira, 1º de abril, na Mangabinha, em Itabuna. Os nomes não foram divulgados pela polícia. A operação Corpus Christi é comandada pela delegada federal Lenise Cavalcanti.

O traficante e a namorada foram surpreendidos pelos policiais na residência, localizada na Travessa do Socorro, 147. Com o casal, a polícia encontrou 460 gramas de pasta base para cocaína, 150 pedras de crack, uma balança de precisão, um carro Ford Fiesta e uma moto, além de apreender R$ 3.395,00 em notas de dois, cinco, dez e um real.

As moedas de baixo valor, para a PF, caracterizaram a origem como sendo do tráfico de drogas. Neste momento, agentes da PF estão ‘visitando’ outras casas vizinhas à dos traficantes e aguardam mandado judicial para continuar a operação, que conta com o auxílio da Polícia Militar. Os mandados de busca e apreensão foram expedidos pelo juiz substituto da 1ª Vara Crime da Comarca de Itabuna, Valdir Viana.

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A Polícia Federal prendeu neste sábado (20), em Buerarema, um homem identificado como “Gil”, que é irmão de Rosivaldo Ferreira da Silva, o Cacique Babau.

Gil teria participado, juntamente com o irmão, de invasões de terras e descumprimento de mandados de reintegração de posse. Babau está preso desde o dia 10 de março.

Gil, o irmão do cacique, foi levado para a carceragem da PF em Illhéus.