Mariene de Castro desabafa sobre falta de convite para o Carnaval de Salvador || Foto Kaya Verruno
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A cantora Mariene de Castro questionou as razões de sua ausência no Carnaval de Salvador, sua terra Natal. “Muita gente me perguntando por que estou fora do Carnaval de Salvador. Não vejo novidade alguma nisso. Não me lembro a última vez que fui convidada para cantar no Carnaval de minha cidade pelos órgãos responsáveis pela maior festa do planeta”, escreveu a artista, nesta terça-feira (14), em uma rede social.

Ela acrescentou que, ao refletir sobre o assunto, chegou a imaginar que havia algum problema em seu trabalho. “Até achei que fosse algo da minha competência. Já cheguei a achar que o problema estava comigo, mas não tá não”.

Expoente do samba de roda, manifestação tradicional da cultura baiana, Mariene perguntou, de forma retórica, se pertence ao mundo do samba. “[Sou] do Samba da Bahia, né?. Ah, tá! O samba da Bahia faz parte do Carnaval de Salvador? Faz? Ah, que bom! Eu nasci e me criei nessa cidade, que nunca deu espaço de dignidade à música que eu faço. Por quê? Não sei. Aliás! Deve ser porque canto macumba. Já me disseram para parar de cantar essas coisas, que é coisa do diabo”, emendou.

Ela também comentou o uso do prato-e-faca, instrumento característico do samba na Bahia, ao criticar a diferença dos cachês pagos aos artistas contratados para tocar no Carnaval de Salvador. “Deve ser que uma cantora que canta com um prato na mão deve tá pedindo esmola, né? Será que é por isso que os cachês que são oferecidos não condizem com as fortunas pagas aos artistas que não cantam com um prato na mão?”, ironizou. “Tem gente que come ouro e gente que cata lixo pra comer”, acrescentou, mais adiante.

A artista comparou o tratamento que diz receber na Bahia com a recepção que teve ao se apresentar na capital de Pernambuco. “Me lembro que, em 2019, fui cantar em Recife, no maior Carnaval da Cidade. Fui tratada como rainha. Santo de casa não faz milagre.

Mariene de Castro termina o texto afirmando que está bem e que se manifestou para esclarecer aos fãs que, realmente, não se apresentará na festa momesca. Confira, abaixo, a publicação completa.

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Personagem melhor não representaria Arembepe, tanto assim que se tornou, via eleição direta, honestíssima, Rainha da Rua da Flores, empunhando o cetro real por três carnavais consecutivos. Estava no tempo e local certos.

 

Walmir Rosário 

Há cerca de um mês (não me lembro bem) me encontrava em casa astuciando uma forma de reunir os velhinhos da Confraria d’O Berimbau e do Clube dos Rolas Cansadas para um vesperal no bar e restaurante Mac Vita, em Canavieiras, quando recebo uma mensagem de Trajano Filho, pelo WhatsApp: “Se preparem, neste sábado, Nélson Barbosa faz questão de comemorar seus 76 anos com uma deliciosa rabada, no Mac Vita”.

De imediato, pensei: Todos os meus problemas acabaram. Mas foi aí que minha cabeça rodou e pensamentos dos mais diversos atordoaram minha mente. Pelos meus cálculos, já participei de pelo menos umas quatro comemorações dos 76 anos de Nélson, ou estaria enganado? Pelo sim, pelo não, achei uma questão irrelevante, por terem as festas dignas do aniversariante, mesmo que repetidas.

Para quem não sabe, o conhecido e nomeado Almirante Nélson, pessoa pacata que voltou a Canavieiras para gozar da sua merecida aposentadoria no Derba, não tem ideia das artes e manhas deste sossegado senhor. Basta uma volta ao tempo, e na história de Arembepe, para conhecermos do que é capaz nosso ínclito personagem. No final da década de 1960 e início dos anos 1970, Nélson Barbosa, ou Nélson Amarelão, como era conhecido, ouviu falar do “paraíso dos hippies” e resolveu mudar-se de mala e cuia para o pedaço, mesmo sem ter qualquer ligação com a dita filosofia.

Pra início de conversa, comprou um terreno em Arembepe, sem se preocupar com a localização, descoberta feita cerca de um mês depois, quando resolveu levar a esposa e as duas filhas para a exploração do local. Com a ajuda de alguns moradores, descobriu a pretensa área e empreitou a construção da casa. O resto era bem mais simples, como descobrir a “passarela do álcool”, ou melhor a Rua da Flores.

Por ali Nélson sentou praça, conheceu os hippies da aldeia, os malucos locais e de Salvador que se homiziavam nos fins de semana ou férias. Foi um casamento perfeito e ele se tornou um deles, ou o deles. Personagem melhor não representaria Arembepe, tanto assim que se tornou, via eleição direta, honestíssima, Rainha da Rua da Flores, empunhando o cetro real por três carnavais consecutivos. Estava no tempo e local certos.

A década de 1960 foi marcada por uma série de tentativas de mudança no mundo, e de lá pra cá nunca mais foi o mesmo. E a vontade de mudar o mundo aconteceu na política, economia, na música e na cultura. A chamada contracultura foi a que chamou mais a atenção pela pregação do slogan paz e amor. A guerra dos Estados Unidos contra o Vietnã sofreu os maiores protestos, com músicas e passeatas pelos próprios norte-americanos.

Em 1969 foi realizado numa fazenda de pecuária no estado de Nova York o Woodstock Music & Art Fair, festival que bombou com a presença de mais 400 mil participantes e o que tinha de mais marcante no rock’n’roll pesado, mais ligado ao movimento hippie. O evento que foi criado por alguns jovens para ganhar um bom dinheiro ultrapassou todos os limites comerciais e de comportamento.

De lá pra cá, o mundo já não era mais o mesmo. Os adeptos da contracultura deixaram Woodstock e se espalharam por todos os recantos do planeta terra. As estradas ganharam hordas de mochileiros em busca do sonho de paz e amor. Cabelos e barbas grandes, roupas coloridas, instrumentos musicais e muita disposição para andar. A pé, de carona, dormindo ao relento, corriam estradas pregando a paz e o amor, a liberdade.

Algumas cidades brasileiras foram eleitas como a “Meca” do movimento hippie. Salvador, na Bahia e Paraty, no estado do Rio de Janeiro foram duas delas e que vivi de perto nessa ocasião. A maioria proveniente das cidades de São Paulo e Guanabara (com o grande Rio de Janeiro). Muitos deles, pessoas de origem abastada que resolveram mudar o mundo, inconformadas com qualquer questão, inclusive a família que continuava a mantê-los.

A aprazível e bucólica Arembepe abrigou os hippies por anos afio. Com o passar dos anos, muitos deles resolveram mudar de filosofia e de vida, trocando as vastas barbas e cabeleiras pelos melhores barbeiros, as multicoloridas roupas por ternos bem cortados, os simplórios chinelos por sapatos sociais lustrosos. Agora ocupavam cargos executivos em empresas multinacionais, preferencialmente ligadas ao polo petroquímico de Camaçari.

Uma mudança e tanto que deu certo. O jornalismo, a publicidade e o mercado baiano ganharam sangue novo e, por consequência, o Brasil e o mundo. Embora alguns ainda teimassem em persistir ouvindo Janis Joplin, Jimi Hendirx, outros passaram a seguir Raul Seixas e outros mais comportados. Já o Nélson Barbosa, ou Amarelão, continuou sua vida sonhando com sua aposentadoria e o retorno à querida Canavieiras.

Volta e meia encontramos um verdadeiro hippie por aí, professando sua filosofia. E não poderia deixar de finalizar com uma cena presenciada pelo saudoso jornalista Marcos Correia. Enquanto aguardava, pacientemente no ponto de ônibus da avenida Proclamação, no Savoia, em Ilhéus, o transporte para ir ao trabalho, foi testemunha ocular da autoanálise de um dos muitos malucos belezas que habitam este planeta.

Andando de um lado pro outro do passeio, nosso estranho personagem filosofava:

– Tem gente que acha que é fácil ser maluco! Tá pensando o quê? Venha ser pra ver? – filosofava para o deleite de passantes e outros observadores.

Realmente, essa é uma cena rara de se presenciar nos dias de hoje, o que demonstra que cada um escolhe o caminho a seguir.

Já o almirante Nélson, do seu ponto de vista filosófico, resolveu preservar sua jovialidade.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

Há 90 vagas para o campus de Porto Seguro
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O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) ofertará 1.555 vagas via Sistema de Seleção Unificada (Sisu) no primeiro semestre de 2023. Serão 694 vagas para ampla concorrência, 778 vagas para Cotas e 83 para ações afirmativas próprias da instituição (voltadas para as comunidades quilombolas).

Os cursos estão distribuídos em 16 campi de Barreiras, Brumado, Eunápolis, Feira de Santana, Irecê, Jacobina, Jequié, Lauro de Freitas, Paulo Afonso, Porto Seguro, Salvador, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, Simões Filho, Valença e Vitória da Conquista.

Para participar, o estudante precisa feito prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2022. A seleção é feita por meio da nota obtida pelo candidato em quatro áreas de conhecimento: Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias, e também na Redação.

Os candidatos podem se inscrever a partir do próximo dia 16. Será possível fazer a inscrição até o dia 24 de fevereiro de 2023. O resultado da chamada regular acontecerá quatro dias depois, em 28 deste mês, já a manifestação de interesse em participar da lista de espera pode ser feita de 28 de fevereiro a 8 de março.

Homem registra momento da colisão entre embarcações
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Dois ferries boats se chocaram na Baía de Todos os Santos, na manhã desta segunda-feira (6). O incidente foi filmado por um cinegrafista amador.

O vídeo mostra o momento em que uma das balsas se aproxima da parte dianteira da outra, que está parada no Terminal de Bom Despacho. “Essa porra vai bater, viu, véi? Oxe, que porra é essa?”, questiona o autor das imagens, pouco antes do contato entre as duas embarcações. O impacto da batida derrubou motocicletas que estavam na balsa atingida. O incidente assustou passageiros das duas balsas. Na gravação, é possível ouvir gritos logo após a batida.

Responsável pela operação dos ferries, a Internacional Travessias alegou que acidente foi provocado por um erro na condução da balsa que se aproximava do terminal marítimo. Segundo a empresa, ninguém se feriu. Confira o vídeo.

Mega-Sena sorteia R$ 33 milhões na sexta-feira
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Há vários concursos acumulados, a Mega-Sena sorteará R$ 115 milhões na quarta-feira (1º).  No sorteio da noite de sábado (28), 163 apostas acertaram cinco das seis dezenas, sendo nove delas feitas em Brumado, Candeias,  Itaberaba, Jaguaquara,  Porto Seguro, Salvador, Serrinha e Vitória da Conquista.

Entre os acertadores na quina da Mega-Sena estão dois bolões, um feito na cidade de Candeias, com 30 participantes que pagaram R$ 4.158,00 pela marcação de 12 números no volante. Eles dividirão R$ 283.535,10. O outro foi feito em Serrinha, com 63 participantes que pagaram R$ 31,50 pela marcação de sete dezenas. Neste caso, os apostadores embolsarão R$ 81.009,81.

Os demais acertadores das cinco dezenas receberão R$ 40.505,04 na Bahia.  As dezenas sorteadas na noite de sábado foram: 09, 12, 20, 30, 32 e 35. Houve 10.641 apostas ganhadoras na quadra e cada uma receberá R$ 886,37. A aposta simples da Mega-Sena custa R$ 4,50 e pode ser feita até as 19 h do dia do sorteio.

Tyrone Perrucho em foto que sugeria ter atravessado o caudaloso rio em Canes
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Como se diz na política, ele não preparou em tempo um substituto à altura para agregar os seus amigos, que hoje vivem desgarrados, errantes de bar em bar.

 

Walmir Rosário

Na tarde de ontem (quarta-feira, 11 de janeiro), pasmem os senhores e senhoras, eu me encontrava no bar Mac Vita, como um simples expectador, assistindo a meus amigos Batista e Walter Júnior beberem um litrão de Coca Cola. Confesso que me sentia incomodado, haja vista considerar uma profanação de um dos botecos de memoráveis histórias festivas de Canavieiras, sede ocasional da Confraria d’O Berimbau e da Clube dos Rolas Cansadas.

Eis que de repente um carro dá uma parada e ouço algumas perguntas: Quem foi o melhor ponta-esquerda de Itabuna? E o melhor zagueiro? Respondo que Fernando Riela e Ronaldo Dantas, Piaba, dentre outros. E aí reconheço o autor das perguntas, o engenheiro agrônomo e advogado João Geraldo, que faz nova pergunta: “E quem mais desfrutou das noites e madrugadas de Canavieiras?”. E ele mesmo responde: “Tyrone Perrucho”.

João Geraldo segue caminho e nós continuamos nossa amena conversa tendo como testemunha um litrão de Coca Cola, embora, de antemão, confesso que não bebi. Na manhã desta quinta-feira recebo, via whatsapp, uma foto de Tyrone Perrucho, enviada por Alberto Fiscal. Já Raimundo Ribeiro, direto do Belém do Pará, responde presente na chamada. Foi aí que caiu a ficha: hoje é o segundo aniversário sem Tyrone Perrucho.

Tyrone era uma pessoa que se destacava por suas diferenças. Na foto acima, aparece ele como se estivesse saindo de uma epopeia de natação, após atravessar um braço de mar, cruzar de uma margem a outra de um rio. Que nada, era simplesmente uma foto para a sua gloriosa coleção. O dito cujo sequer sabia nadar; até que tentou, mas o professor gentilmente solicitou que ele buscasse algo mais parecido com suas habilidades.

Na realidade, o nosso ausente personagem gostava mesmo era de se dedicar à redação e edição do seu jornal, o Tabu, morto de morte matada assim que completou 50 anos. Foi um chega pra lá que deixou os leitores de boca aberta. Fora disso, nada mais lhe aprazia do que jogar conversa fora, de preferência num dos botequins em que “sentava praça” com frequente habitualidade, com a presença de amigos tantos.

Era pau pra toda a obra. Comemorava de tudo, datas festivas, aniversários, casamentos, batizados. Quando não os tinha, inventava, astuciava. Há décadas passadas escandalizou a sociedade canavieirense e o judiciário ao marcar seu casamento civil à beira da praia, ele, a coligada e convidados vestidos rigorosamente em trajes de banho. As autoridades forenses não permitiram e a praia da Costa continuou, apenas, como sítio de comemorações.

Ao planejar sua sonhada aposentadoria na Ceplac – após 30 longos anos de bons serviços prestados –, jurou que todos os dias beberia duas cervejas para abrir o apetite. Passou a comer pela manhã, ao meio-dia e à noite. Na ilha da Atalaia, onde se refugiou, mantinha contato com os amigos, via telefone, e-mail ou whatsapp, geralmente avisando o boteco que nos receberia, fazendo questão de informar que se tratava apenas um aviso e não convite.

Certa feita, comprou um carro novo em Salvador, apenas e tão somente para aproveitar a viagem de forma etílica e ainda convida o amigo da vida inteira, Antônio Tolentino (Tolé) para irem juntos. Tolé avisou que iria a Itabuna no domingo para assistir a um jogo do Itabuna, pois ainda não conhecia o novo (à época) Estádio Luiz Viana Filho. Tyrone diz que também gostaria de estar presente, mesmo sem gostar de futebol.

Chegaram em Salvador, pegaram o carro e viajaram com destino a Itabuna e Canavieiras, viagem que demorou quase uma semana. Conforme o garantido, chegaram a tempo de assistir à partida futebolística, mas caminhos diversos o tiraram do estádio, para a tristeza de Tolé, que somente foi conhecer o Itabunão um ano e meio depois, numa viagem feita em sigilo absoluto, para evitar a presença e interferência do amigo Tyrone.

Ao ler a crônica sobre a recuperação do famoso jipinho Gurgel, um dos mais antigos colegas da velha Divisão de Comunicação (Dicom) da Ceplac, Raimundo Nogueira, retrucou: “Não sei o porquê dessa implicância do amigo Perrucho com os carros. Também não sei o motivo que alguns colegas passaram a rejeitar as caronas por ele oferecidas, rumo quase sempre a uma boa farra…”.

E continuou. E por falar nessa matéria e o proverbial descaso de Tyrone Perrucho em cuidados com seus carros, certa feita aconteceram dois casos típicos. Primeiro, roubaram a antena da sua Brasília e ele, prontamente, colocou um fio de arame farpado no lugar, e como funcionou nunca mais tirou. Segundo, certa feita, alguém no banco traseiro deixou cair uma caixa de ovos caipira que se espatifou. Os ovos ali quebrados e mau cheiro correlato permaneceram no carro, intocados, por mais de dois meses. Sobrou mau cheiro e faltaram caronas.

Pois é! Dois anos sem o amigo e promoteur Tyrone Perrucho e a alegria que nos contagiava, por certo diminuiu bastante. Como se diz na política, ele não preparou em tempo um substituto à altura para agregar os seus amigos, que hoje vivem desgarrados, errantes de bar em bar. Também nem deu tempo, a tal da Covid-19 lhe pegou de jeito, levando para o outro mundo, se é que existe.

Até que ensaiaram uma campanha do tipo “Volte Tyrone Perrucho”, mas não funcionou. Fica apenas a eterna lembrança.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

Provas do concurso da PM serão aplicadas no domingo (22) Foto Joa-Souza_GOVBA
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Milhares de candidatos farão, no domingo (22), provas objetivas e discursivas do concurso da Polícia Militar da Bahia e Corpo de Bombeiros. Eles estarão concorrendo a 2,5 mil vagas em batalhões de diferentes regiões no estado. As provas serão aplicadas em Itabuna, Ilhéus, Salvador, Alagoinhas, Barreiras, Feira de Santana, Irecê, Itaberaba, Juazeiro, Santo Antônio de Jesus, Serrinha e Vitória da Conquista.

O Governo do Estado informou que 93,6 mil candidatos receberam um cartão informativo, no e-mail cadastrado no ato de sua inscrição, contendo a data, horário e local onde farão as provas. Os portões serão abertos às 8 e fechados uma hora depois. O candidato precisa comparecer ao local de prova com caneta transparente, com tinta preta ou azul, além de documento de identidade original, Carteira Nacional de Habilitação ou Carteira de Trabalho.

O concurso disponibiliza vagas para soldado da PM em Salvador, Região Metropolitana (RMS), além Itabuna, Ilhéus, Feira de Santana, Alagoinhas, Itaberaba, Ilhéus, Juazeiro, Vitória da Conquista, Teixeira de Freitas e Barreiras). As vagas para o Corpo de Bombeiros estão disponíveis na capital, RMS e em Itabuna, Porto Seguro, Itaberaba, Paulo Afonso, Santo Antônio de Jesus, Barreiras, Teixeira de Freitas, Alagoinhas e Bom Jesus da Lapa.

As inscrições podem ser feitas até o dia 24 deste mês || Foto Ailton Sena
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A Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE-BA) está com inscrições abertas para o processo seletivo que visa a contratação de servidor temporário. São ofertadas 115 vagas em Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) para nível superior, mais cadastro de reserva. O salário é de R$ 3.068,25, mais auxílio alimentação de R$1.500 e auxílio transporte

As vagas são para o cargo de analista técnico para áreas do Direito, Administração, Ciências contábeis, Secretariado Executivo, Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Tecnologia em Redes de Computadores, Jornalismo, Design, Produção Audiovisual, Arquitetura, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Pedagogia e Comunicação Social.

Os interessados podem se inscrever até o dia 24 de janeiro. A taxa de inscrição é de R$ 85, e deve ser paga por meio de boleto bancário até o dia 25 de janeiro. Os selecionados atuarão nas unidades da Defensoria lotadas em 22 dos 27 territórios de identidade da Bahia.  A remuneração oferecida é de R$ 3.068,25 + auxílio alimentação de R$ 1.500 + transporte + plano de saúde.

COTAS

O processo seletivo simplificado será composto por provas objetivas e redação, previstas para o dia 5 de fevereiro de 2023, pela manhã. A banca executora do certame é a Fundação Cefet Bahia. O processo mais uma vez adere à política de cotas raciais e reserva 30% das vagas para população negra, 2% para população indígena e 5% para pessoas com deficiência. Acesse aqui a página do processo seletivo.

As provas serão aplicadas nos municípios de Salvador, Alagoinhas, Barreiras, Feira de Santana, Camaçari, Ilhéus Guanambi, Irecê, Itaberaba, Itabuna, Jacobina, Jequié, Juazeiro, Paulo Afonso, Porto Seguro, Santo Antônio de Jesus, Teixeira de Freitas e Vitória da Conquista.  O processo seletivo terá validade de três, podendo ser renovado uma única vez por igual período.

PROVA

O Processo Seletivo Simplificado será realizado em uma única etapa, composta de uma prova escrita, de caráter eliminatório e classificatório, composta por duas partes, sendo a primeira a prova objetiva, composta por 40 questões de múltipla escolha: 10 de Língua Portuguesa; 10 de Matemática/Raciocínio Lógico; 10 de Legislação específica da DPE e 10 de Conhecimentos específicos; cada matéria com o peso de 20 pontos, totalizando 80.

A segunda parte será de prova discursiva, composta por 01 questão de redação, com peso de 20 pontos. A prova terá duração de três horas, com horário previsto de início às 8h da manhã. Os horários previstos para abertura e fechamento dos portões serão, respectivamente, às 7h20min e às 7h50min. Acesse aqui o edital do processo seletivo.

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Mais de 100 apostas feitas na Bahia acertaram cinco das seis dezenas na Mega-Sena. Entre os que cravaram cinco números no sorteio realizado no sábado (31) estão os participantes de quatro bolões em Feira de Santana, e cada um deles faturou R$ 454.387,75. Cada bolão tem 60 participantes. O outro bolão, no valor de 454.387,75, saiu para 25 cotas de Salvador.

Os participantes desses bolões investiram pesado na sorte. Eles escolheres 15 das 20 dezenas e pagaram R$ 22.522,50. Salvador teve ainda outros três bolões contemplados com valores menores, sendo dois de R$ 136.316,30, e um terceiro R$ 181.755,00.

Os demais bolões com acerto nas cinco dezenas foram feitos em Barreiras (R$ 90.877,56), Brotas de Macaúbas (R$ 318.071,04), Ibicuí (R$ 136.316,00), Itanagra (R$ 181.755,05) Laje (R$ 181.754,97), Ituberá (R$ 227.193,64), Vitória da Conquista (R$ 181.755,00), Santo Estevão (R$ 90.877,56).

Os bolões com prêmio de R$ 45.438,75 saíram para apostas feitas nas cidades Camaçari, Feira de Santana, Itabuna, Salvador, e Vitória da Conquista. O bolão premiado em Itabuna tem oito participantes. Em todo o país, houve 2.485 apostas com acerto na quina.

O prêmio principal (seis dezenas) foi conquistado por cinco apostas feitas na cidade mineira de Florestal (aposta simples), Natal, no Rio Grande do Norte (aposta simples pela internet); Arroio do Sal, no Rio Grande do Sul (bolão com 45 participantes); Santos, em São Paulo (34 participantes); e São José da Bela Vista (bolão com 9 cotas), também em São Paulo. Será pago R$ 108.393.993,26 para cada bolão. Esse mesmo valor para as apostas simples.

Kleber Rosa: "Justiça por Marcelo Daniel" || Foto A Tarde
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O ex-candidato a governador da Bahia pelo PSOL, Kleber Rosa, lamentou a morte de Marcelo Daniel, baleado durante operação da Polícia Militar na véspera do Natal (24), no Nordeste de Amaralina, em Salvador. O jovem de 19 anos faleceu quarta-feira (28), no Hospital Geral do Estado (HGE). Ao comentar o caso, Kleber cobrou posicionamento do governador diplomado Jerônimo Rodrigues (PT).

Sociólogo, professor e policial civil, Kleber é estudioso de políticas de segurança pública e, assim como outros pesquisadores da área, defende a tese de que a população negra do Brasil é alvo de genocídio.

“Nem sempre consigo me pronunciar a respeito das situações de violência que se abatem sobre nosso povo preto. Para mim, é algo extremamente doloroso, por ser parte indissociável da minha vida e da minha condição de homem preto que conta os cadáveres de jovens moleques que partilharam a infância comigo. Mas, agora é hora de ‘engolir o choro’ e pedir JUSTIÇA POR MARCELO DANIEL”, escreveu o pesquisador em publicação numa rede social, nesta quinta-feira (29).

Marcelo Daniel sonhava ser jogador de futebol || Foto Arquivo Pessoal

Na sequência, dirigiu-se a Jerônimo Rodrigues, primeiro indígena eleito governador da Bahia. “Até aqui, a política de segurança pública adotada pelo governo estadual refletiu a lógica genocida e precisamos ter respostas do novo governador @jeronimorodriguesba para nosso clamor por mudanças”. Até o momento, o governador Rui Costa (PT) e Jerônimo Rodrigues não se manifestaram sobre o caso.

Além de Marcelo, um homem de 34 anos, identificado como Adeilton, também foi baleado durante a operação policial no Nordeste de Amaralina. Ele passou por cirurgia no HGE, onde continua internado.

A Polícia Militar informou, em nota, que equipes da Companhia Independente de Policiamento Tático (CIPT)/Rondesp Atlântico localizaram homens armados que, ao avistarem as equipes, teriam atirado contra os policiais. Conforme informações da unidade, houve revide, mas os suspeitos fugiram.

Na mesma nota, a corporação afirmou que, em outra localidade, conhecida por Alto do Capim, moradores informaram que havia um homem baleado, sem indicação de autoria ou circunstância. Os militares prestaram socorro e encaminharam o ferido para o HGE.

Familiares de Marcelo e Adeilton contestam as informações da Polícia Militar e afirmam que os policiais já chegaram na comunidade atirando. Segundo a família, Marcelo não tinha envolvimento com crimes e sonhava ser jogador de futebol.

Mulher foi liberada após pagamento de fiança || Foto Cremeb
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A Polícia Civil prendeu uma mulher acusada de falsidade ideológica e exercício ilegal da Medicina, nesta segunda-feira (19), em Salvador. Ela foi autuada após fiscalização do Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb). De acordo com a entidade de classe, a mulher se apresentou como profissional responsável pelo transporte de uma paciente do município de Santo Antônio de Jesus para Salvador.

Ainda segundo o Conselho, além de estar exercendo a Medicina ilegalmente, ela carimbou e assinou relatório que atestava ter acompanhado a transferência de uma paciente em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), utilizando nome e CRM de uma médica devidamente inscrita no Conselho.

“Graças à celeridade que conseguimos emplacar diante da denúncia, colaboramos com a Polícia e com a sociedade em impedir que uma falsa médica pudesse pôr em risco toda a população, além de difamar o exercício da Medicina ao realizar, irresponsável e criminosamente, o transporte de uma paciente sem ter registro e habilitação de médica”, explica o presidente do Cremeb, Otávio Marambaia.

A suspeita do crime teve início ainda em Santo Antônio de Jesus, quando médicos da unidade de saúde onde a paciente se encontrava internada notaram incoerências na conduta da suposta colega e acionaram o Cremeb. Informada sobre o hospital de destino da ambulância, equipe de fiscalização do Conselho solicitou a identificação profissional da investigada, que informou não possuir o documento.

Após flagrar o exercício ilegal da profissão, a autarquia acionou equipe da Polícia Militar, que conduziu a suspeita para a delegacia do bairro de Cajazeiras. Ela foi ouvida e liberada após pagamento de fiança.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Roberto Dias, a investigada informou ter cursado Medicina na Bolívia, mas não apresentou diploma nem documentos que comprovassem que ela buscou o Revalida para regularizar a possibilidade de registro em algum conselho regional de Medicina no Brasil.

A empresa responsável pela contratação da mulher buscou o Cremeb, informando ter sido surpreendida com a notícia e que não tinha ciência de uma profissional sem habilitação no seu quadro de funcionários. O caso seguirá para a Corregedoria do Conselho.

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Não foi desta vez que o prêmio milionário da Mega-Sena saiu para Itabuna. Mas existe um morador ou moradora na cidade do sul da Bahia que passará o final de ano com uma grana extra na conta. Uma aposta simples feita em Itabuna “bateu na trave” no sorteio realizado na noite desta quarta-feira (14), no espaço de loterias da Caixa, em São Paulo, e faturou R$ 36.544,82.

Acumulado há vários sorteios, o prêmio principal saiu para um sortudo ou sortuda de Belo Horizonte (MG), que embolsará R$ 134.811.174,29. De acordo com a Caixa, esse montante pode render R$ 828,7 mil na poupança no primeiro mês de investimento.

Na Bahia, além de Itabuna, houve acertadores na quina nos municípios de Bom Jesus da Lapa, Feira de Santana, Luís Eduardo Magalhães, Porto Seguro, Salvador e Vitória da Conquista. Cada apostador faturou R$ 36.544,82. Em todo país, 186 apostas acertaram a quina. As dezenas sorteadas nesta quarta-feira foram: 09, 15, 23, 25, 29 e 30.

Na quadra, houve 12.011 ganhadores, entre os quais dois de Camacan, dois de Canavieiras, dois de Gandu, dois de Ibicaraí, três de Ibirataia, quatro de Ipiaú e seis de Itabuna. Outros municípios com ganhadores na quadra são Ilhéus, Itacaré e Ubaitaba. Cada apostador receberá R$ 808,46. A exceção foi um bolão de Canavieiras, com 25 participantes, que faturou R$ 2.425,25.

Cerveja artesanal de mel de cacau é das novidades da Feira da Agricultura Familiar
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Quem for à 13ª Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária, em Salvador, poderá experimentar cerveja artesanal que remete ao melhor da cultura cacaueira sul-baiana. Durante o evento na capital baiana, o público vai conhecer a Cabruca Mel de Cacau, lançada pela Cooperativa de Serviços Sustentáveis (Coopessba), de Ilhéus.

Segundo Carine Assunção, da Copessba, a cerveja é leve e saborizada com o néctar – mel – que escorre do cacau após a quebra. A cerveja é uma Catharina Sour, primeiro estilo brasileiro de cerveja a ser reconhecido pelo BJCP (Beer Judge Certification Program), uma organização dos Estados Unidos que atua como um programa de certificações e guia de estilos de cervejas.

Para a dirigente, a Cabruca de Mel de Cacau é o equilíbrio entre mata atlântica e praia. “Uma cerveja super refrescante que tem tudo a ver com nosso verão, com nosso calor. É cítrica e tem uma personalidade forte que dialoga com nossos produtos, que remete ao cacau do sul da Bahia. Ao abrir a lata, você sente o aroma do mel do cacau”.

SABOR E DIVERSIDADE 

Para Carine, a expectativa é de fazer bonito na 13ª Feira Baiana da Agricultura Familiar. “A Feira da Agricultura Familiar é uma feira que traz muitas expectativas entre nós produtores, pois é específica pra gente, que levamos toda a diversidade para a capital ver o que a Bahia produz com qualidade”.

A Feira vai até dia 18, no Parque Costa Azul, na capital baiana. Por lá, o público poderá conferir o melhor da agricultura familiar do maior estado do Nordeste. A Copessba leva, além da cerveja, produtos derivados do cacau, a exemplo de chocolate com 50% a 80% de cacau.

Stefani: "sofri ataque gratuito, brutal e cruel" || Reprodução/Instagram
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A itabunense Stefani Firmo, que teve o rosto cortado durante viagem de Recife a Salvador, obteve da empresa de transporte vídeo do momento em que foi atingida, na madrugada do último dia 29. Segundo a vítima, a autora da agressão teria sido a passageira que viajava na poltrona atrás da sua.

– Nas imagens da câmera do veículo, é possível perceber que a mulher que estava atrás de mim se levanta e, rapidamente, desfere um golpe no meu rosto – escreveu Stefani, nesta segunda-feira (5), ao publicar o vídeo em uma rede social.

A jovem reafirmou que não teve desentendimento com a suspeita. “A gravação não deixa dúvidas de que não houve qualquer discussão ou transtorno entre eu e ela. Pelo contrário, ela simplesmente se levantou e utilizou a faca que carregava para me cortar enquanto eu dormia. O ataque foi gratuito, brutal e cruel”, denunciou.

Stefani Firmo agradeceu a mobilização das pessoas que acompanharam o caso. Segundo ela, foi a repercussão do caso nas redes sociais que levou a empresa Guanabara a entregar a gravação da câmera de segurança do ônibus. “Ainda estou muito assustada com tudo e tentando absorver o que ocorreu. Agora, estamos aguardando o encerramento das investigações para que a justiça seja feita, e essa criminosa seja punida”, concluiu.

Estudante de Enfermagem, Stefani recebeu os primeiros socorros da amiga com quem viajava. O caso foi registrado pela Polícia Civil de Conde, município ao norte de Salvador. A vítima lamentou que a suspeita, com quem os policiais encontraram uma faca, tenha sido liberada após ser ouvida. “Segundo a Polícia, não havia elementos suficientes para decretar a prisão preventiva”. Confira o vídeo.

Lacen identifica variante de Omicron na Bahia || Foto Divulgação
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O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) detectou a linhagem BQ.1 da variante Ômicron em amostras de Sars-CoV-2 (vírus causador da Covid-19) de moradores da Bahia, em nova rodada de sequenciamento genético. Foram sequenciadas ao todo 128 amostras coletadas em outubro e novembro e a BQ.1 representa 32% deste total.

As identificações da linhagem BQ.1 foram em materiais provenientes dos municípios de Salvador, Candeias, Conceição do Coité, Dias D’Ávila, Euclides da Cunha, Ilhéus, Lauro de Freitas, Mairi, Porto Seguro, Ruy Barbosa, São Sebastião do Passé e Simões Filho. Segundo a Secretaria de Saúde da Bahia, houve aumento no número de casos de Covid-19 nesses municípios.

Os genomas sequenciados correspondem em 100% a variante Ômicron, sendo 3,2% (4/128) da linhagem BA.1; 1,6% (2/128) da linhagem BA.2; 18,0% (23/128) da linhagem BA.4; 42,1% (54/128) da linhagem BA.5; 32,0 % (41/128) da linhagem BQ.1 e 0,8% (01/128) para cada uma das linhagens BE.1, BE.9, BF.33 e XBB.2. Além do sequenciamento feito pelo Lacen-BA, a Fiocruz/BA detectou mais três amostras com a BQ.1.