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O bate-boca na sala das comissões técnicas da Câmara de Vereadores, do vereador Solon Pinheiro (PSDB) e o comandante do 15º Batalhão da Polícia Militar, Jorge Ubirajara Pedreira, gerou um grande mal-estar entre a polícia e o legislativo, hoje à tarde. O encontro seria para debater a segurança pública. Foram tiros para todos os lados. Abaixo, trecho dos mais densos da discussão de ambos:

Comandante – O senhor conhece a Lei Orgânica do munícipio?

Vereador – Tenho procurado conhecer (Solon pede ajuda à secretaria parlamentar).

Comandante – O senhor cumpre com as suas obrigações como cidadão e como edil?

Vereador – Sim.

Comandante – O senhor é candidato a deputado estadual?

Vereador – Isso não vem ao caso. Só a partir de 3 julho e é uma coisa que vai se definir com o partido. O senhor está me desrespeitando. Isso eu não aceito. Eu tenho legitimidade. Fui eleito pelo povo. Respeite esta Casa Legislativa. Estou preocupado com a violência em minha cidade, que estampa, diariamente, os jornais. O senhor foi convidado para debater segurança pública e não para fazer indagações à minha pessoa.

Comandante – O senhor conhece o decreto lei 667?

Vereador – Não.

Comandante – Que formação o senhor tem sobre segurança pública?

Vereador – Nenhuma.

Comandante – Quantas autoridades o senhor convidou para esta sessão?

Vereador – Todas ligadas a àrea de segurança pública.

Comandante – Qual a competência legal que a Câmara tem para debater segurança pública?

Vereador – Fui eleito pelo povo e tenho legitimidade para debater.

Comandante – Não, mas eu quero que o senhor responda.

Vereador – A Câmara está à disposição para ajudar na segurança pública.

Comandante – Agora eu me coloco à disposição para você me fazer a pergunta que quiser.

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Àquela altura, a audiência pública já perdia a sua razão de ser. Solon passa a palavra ao defensor público estadual Walter Fonseca Júnior. Este se levanta e diz que não havia condições para discutir sobre segurança pública “naquele clima”. Pediu licença e saiu. O juiz Waldir Viana, da 4ª Vara Cível, também se levantou e bateu em retirada. E, de fato, não houve audiência.

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Na saída, o ainda comandante do 15º BPM disse que não aceitava que a segurança pública servisse de “palanque eleitoral”. Era uma referência ao fato de Solon ser pré-candidato a deputado estadual. “Repudio a atitude dele e de qualquer um que queira fazer o que não é de sua alçada”, disse Jorge Ubirajara. Mais que isso: “Ele é um descontrolado. Não sabe o que diz”.

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Solon Pinheiro rebateu o comandante. Ao repórter Fábio Roberto, da rádio Nacional, disse que não tirava o chapéu para o algoz. “Não tiro e não me arrependo. Ele já vai tarde [comandar a PM em Vitória da Conquista]“.

Todos que estavam na “quase” audiência deixaram a sala. Mas o tenente-coronel permaneceu no local, de lá saindo apenas quando abordado para uma entrevista ao repórter Fábio Roberto e ao jornalista Domingos Matos, do blog O Trombone.

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Daniel Thame | www.danielthame.blogspot.com

Algumas mães, de tão devotadas, costumam dar a vida pelos filhos.

O instinto maternal se manifesta de forma tão intensa que eles não hesitam em submeter-se ao sacrifício para preservar aqueles a quem, numa das mais sublimes manifestações da natureza, deram a vida.

Mães, invariavelmente, sonham que seus filhos e filhas se tornarão homens e mulheres respeitáveis e levarão uma vida digna.

Mães, se pudessem, teriam seus filhos e filhas junto delas, como se fossem eternamente crianças necessitando de afeto e proteção, como se o ciclo da vida ficasse paralisado, quando na verdade segue seu curso natural.

É de se imaginar, portanto, a dor de uma mãe quando um filho se desvia do caminho que ela idealizou.

Mais do que isso, quando o filho se transforma em ameaça.

Foi isso que o aconteceu num episódio ocorrido em Itabuna, exemplar pela desagregação que a droga, especialmente o crack, vem provocando como fator de desestrutura familiar.

Primeiro, a mãe percebeu que o filho, até então um dedicado estudante de uma das mais rigorosas escolas públicas de Itabuna, estava mudando de comportamento.

O menino carinhoso se tornara ausente e até agressivo com ela.

Abandonou a escola e passou a andar naquilo que mães zelosas costumam definir vagamente como “más companhias”.

Não demorou muito para ela descobrir que o filho, de 17 anos, estava viciado em crack e, pior, acumulando dívidas com traficantes, que têm o hábito nada ortodoxo de quitar esse tipo de débito com a execução do devedor. Por “execução”, entenda-se assassinato.

A mãe fez um imenso sacrifício e pagou um débito de R$ 800,00 que o filho tinha com o tráfico, mas novas dívidas foram contraídas.

Quando os apelos para que largasse o vício se tornaram inúteis, a mãe, num gesto de desespero, avisou que iria procurar a polícia.

“Se você fizer isso, eu te dou um tiro na cara”, foi a resposta do filho.

O rapaz não estava blefando.

Ao encontrar um revólver no quarto do filho, ela constatou que ele havia subido mais um perigoso degrau na escala natural do vício: ele provavelmente estava cometendo assaltos para conseguir dinheiro ou qualquer objeto (relógios, celulares, tênis, etc.) para trocar pelas pedras de crack.

Deve ter percebido também que a expressão “eu te dou um tiro na cara” não era apenas um desabafo de quem já perdeu qualquer respeito pele mãe.

Era uma ameaça real.

Tão real que, ao dar pela falta do revólver, que a mãe havia escondido, o rapaz passou a quebrar objetos da casa e a agredi-la fisicamente.

Solução: a mãe chamou a polícia e entregou o próprio filho. Como é menor e não pode ficar preso, ela pediu que ele seja internado num centro de reabilitação, instituição de efeito duvidoso, mas que se apresenta como única alternativa.

“É melhor ver meu filho preso do que ver ele morto”, desabafou a mãe, incapaz de admitir (de novo pelo instinto maternal) de que nessa história havia grandes chances de que poderia morrer pelas mãos do filho a quem deu a vida.

Essa história da vida real, que se repete à exaustão, só terá fim quando as autoridades (in)competentes e a sociedade (des)organizada se derem conta de que o crack é um caso de calamidade pública.

Uma imensa, ameaçadora, e devastadora calamidade.

Daniel Thame é jornalista, blogueiro e autor de “Vassoura”, que será lançado em breve.

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Um ano depois da morte do aposentado Zenildo Lacerda, 62, a polícia de Itabuna ainda não conseguiu prender os autores do crime. Uma missa na Igreja Nossa Senhora da Conceição, em Itabuna, lembrará os 12 meses sem Zenildo. Familiares e amigos participam do ato religioso, às 9h.

O assassinato ocorreu na noite do dia 25 de abril do ano passado. Zenildo estava com a esposa no bar Amarelinho, na rua Almirante Barroso, centro da cidade. Um homem desceu de uma moto e atirou três vezes no aposentado, que teve morte instantânea.

Dos disparos, dois atingiram Zenildo. Ele estava de costas para a rua, sentado na calçada e foi surpreendido. O atirador abandonou a moto e fugiu em um Fiat Uno. Dois homens davam cobertura ao assassino.

Zenildo Lacerda era uma morte anunciada desde que começou a investigar a execução do filho, Neto Lacerda, morto na praça do Trabalho, no Pontalzinho, em março de 2006. O aposentado denunciou os nomes dos envolvidos no crime.

Quando a polícia chegou a um dos denunciados, este encontrava-se com um salvo-conduto expedido por um juiz itabunense. Zenildo Lacerda descobriu os nomes dos supostos criminosos após rastrear a movimentação de cheques que estavam em mãos do filho, assinado em 2006.

Por conta da impunidade no caso, apesar das provas contra os autores dos dois crimes, a família teme se pronunciar publicamente sobre as investigações.

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O prefeito de Barro Preto, Adriano Clementino (PMDB), culpou o comando do 15º Batalhão da Polícia Militar pela violência que imperou na festa de aniversário da cidade, no último sábado (17). Duas pessoas foram mortas nos festejos (confira aqui).

O prefeito esclareceu que enviou ao comando, “a tempo e hora”, ofício comunicando a realização da festa e, também, a necessidade de policiamento. O ofício foi recebido pela PM às 13h35min do dia 14, conforme fac-símile.

Os crimes ocorridos no final de semana, afirma Clementino, colocaram em risco também a sua integridade física e a da sua família, pois a população, comovida, teria atribuído ao prefeito a responsabilidade pelas mortes de Ricardo Souza Santos e uma outra pessoa de prenome Pedro.

Adriano Clementino lamenta os crimes e observa que o seu governo colabora sempre com a polícia, oferecendo combustível para viatura e casa de apoio e alimentação para policiais militares.

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O casal de apresentadores Kelly Dourado e Frankvaldo Lima foi à Usemi, no São Caetano, para receber homenagem pela cobertura da Copa Verão de Futebol. Ao sair da festa, nesta noite, Kelly e Frankvaldo encontraram o carro arrombado. Os donos do alheio levaram CD player e máquina fotográfica.

Ladrões levam CD player e máquina (Foto Fábio Roberto).
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Uma criança que estava na porta de casa acabou atingida por uma bala perdida nesta noite de terça-feira, 13, no bairro Nova Ferradas, em Itabuna. Lucas Dias, de 7 anos, foi levado para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).

Ele estava próximo de Wallace Xavier, “Pity”, que acabou morto com oito tiros disparados por dois homens. Pity era velho conhecido da polícia e acusado de homicídio.

A informação de vizinhos é de que os dois bandidos atiravam em Pity e este ainda tentava correr da dupla. Lucas brincava na rua no momento do crime. As informações são do repórter Fábio Roberto.

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Nesta madrugada, seis presos fugiram da cadeia pública de Barro Preto, no sul da Bahia. Cinco são envolvidos com o tráfico de drogas e um é acusado de homicídio. De acordo com moradores, a cadeia não tem carcereiro nem policiais civis para fazer a custódia dos presos.

Nesta madrugada, parte dos presos se sentiu à vontade para tomar o caminho da rua. Seis preferiram ficar. De acordo com o repórter João Ailton, os fugitivos são Adenildo Vargem Barbosa, Lenomar Bernardes Oliveira, Carleandro Silva, Cléber Dias Cerqueira, Fábio Silva e Gildeon de Jesus.

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Confusão daquelas no Conjunto Penal de Itabuna. Um interno aproveitou-se do número exíguo de agentes penitenciários e se apresentou em lugar de outro companheiro de cela para ganhar o indulto da páscoa, fornecendo o nome do coligado e a sua filiação. Tudo “ok”, ganhou a liberdade.

A lambança só foi descoberta quando quem realmente tinha direito ao indulto se apresentou aos agentes. Foi um corre, corre, mas de nada adiantou.

De acordo com agentes ouvidos pelo Pimenta, a empresa responsável pela administração do Conjunto Penal de Itabuna, ex-Yumatã, está sem pagar salários há três meses. No dia da liberação dos internos com direito a indulto, somente três dos 10 agentes se apresentaram ao trabalho. Falta salário, vale-transporte… dignidade.

É a segurança pública… baiana!

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O Diário Oficial do Estado publicou edital que abre 120 vagas para o curso de formação de oficiais da Polícia Militar, sendo 12 delas reservadas às mulheres. As inscrições começam no próximo dia 6 e vão até 26 de abril, pela internet. A taxa é de R$ 85,00.

As provas estão programandas para o dia 6 de junho, conforme o edital. Informações sobre o curso de formação podem ser obtidas nos sites www.vestibular.uneb.br e www.consultec.com.br, que também são os indicados para o candidato fazer a sua inscrição.

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O final de semana sangrento teve sequência nesta noite de segunda-feira, em Itabuna. Gilvan Rodrigues dos Santos, 30, foi assassinado com cinco tiros de pistola calibre 380 nos fundos do antigo Fórum da Justiça Trabalhista, rua Barão do Rio Branco, na margem esquerda do rio Cachoeira. É o sétimo homicídio desde o feriadão de São José.

Gilvan foi preso ontem à noite e ganhou a liberdade nesta segunda. Segundo o site Radar Notícias, a vítima era conhecida como um dos principais arrombadores de Itabuna e participava do serviço de proteção a testemunhas, por ter denunciado o tráfico de drogas na cadeia de Porto Seguro, também no sul da Bahia.

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Não há dúvida de que a segurança pública é o “calo” do governo Jaques Wagner. A escalada do crime na Bahia faz a “alegria” dos opositores. Sinalizando que tem ciência do problemão (eleitoral), o petista tratou de exibir números a tentar desmistificar que o seu governo está parado quando o quesito avaliado é a política de segurança.

Segundo a assessoria do governador, a segurança pública recebeu investimento de quase 20% nos últimos três anos. Nesta segunda, 307 novas viaturas foram entregues para as polícias civil e militar e a política técnica. A polícia militar recebeu 3,2 mil novos policiais e outros 3,2 mil estão em treinamento. Desde 2007, 1.688 viaturas foram adquiridas.

Números são números. Se são bons ou ruins, depende do ponto de vista de quem os analisa. Se o analista for a oposição… E também sabendo disso, Wagner usa o discurso de que uma sociedade diferente da que temos (menos violenta?) depende também de valores familiares.

A campanha ainda nem começou…

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Jaques Wagner sinaliza em seu discurso na Assembleia Legislativa qual será a linha de defesa às críticas contundentes da oposição na área de segurança pública. Há pouco, após falar dos números do emprego na Bahia em janeiro, Wagner abordou o tema mais espinhoso para o governo e observou que se não houver o fortalecimento dos valores da família, “não haverá polícia que dê jeito” na criminalidade.

Repetindo suas pregações feitas no interior do estado, o governador pontuou que “quem tira o menino da droga é o puxão de orelha, o ombro amigo da família”, ressalvando que “a responsabilidade maior é do governo e, ao fim e ao cabo, do governador”. E completou: “a segurança pública é um dos maiores desafios que estamos enfrentando”.

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No intervalo de uma hora, a polícia militar atendeu a duas ocorrências na rua de Mutuns, no bairro Santa Inês, na  noite de ontem. A primeira, às 20h10min, dizia respeito a uma agressão a mulher, cometida por Gilvan Nascimento Fernandes, que foi levado preso, contra sua companheira Valdeci Pereira Cavalcante.

Já por volta das 21h30min, populares voltaram a ligar para a PM, dessa vez informando sobre um tiroteio na mesma rua. Um homem estava ferido, atingido por dois disparos de arma de fogo.

Ele informou aos policiais que alguns indivíduos encapuzados, que estariam em frente a sua residência, foram os autores da tentativa de homicídio.

Os policiais foram informados que a vítima se tratava de um elemento identificado como “Rafa”, e que pertenceria à gangue de “Dedei da Califórnia”.

Para aumentar o mistério, no Hospital de Base, onde foi atendido, ele próprio se identificou como Igor J. Viana Santos, e seria irmão do tal Rafa – e não o próprio, como havia sido informado.

HOMICÍDIO

Já no bairro Jardim Grapiúna, próximo ao centro comercial, a polícia foi chamada porque havia um corpo estendido no chão. Ao chegar ao local, os policiais encontraram morto Josenildo Jesus das Virgens, 21 anos, residente no local (antiga Favela do Bode), atingido no pescoço.

O serviço de comunicação social da PM ainda informa outras três ocorrências de agressão física e lesões comprorais em diversos pontos da cidade. É a bandidagem e a violência doméstica mostrando suas caras nesses dias de marasmo na cidade.

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Empresário: tensão e medo em Camacan.

O empresário Sidnei Pacheco dos Santos, “Sarampo”, 47, foi vítima de sequestro relâmpago, por volta das 21h da terça (2), quando saía da sua loja em Camacan, sul da Bahia. Sarampo foi abordado por dois homens armados de revólveres e anunciaram o assalto.

Os seqüestradores tomaram a direção do veículo e obrigaram o empresário a deitar no assoalho do automóvel. Logo em seguida, fugiram em direção a Itabuna, pela BR-101.

De acordo com o empresário, os dois homens falavam a todo instante com outra pessoa, pelo celular, e combinavam a entrega do carro. A polícia suspeita que os dois tenham ligação com quadrilha de receptação de veículos.

O empresário foi abandonado nas imediações da Fazenda Pedra Branca, às margens da 101. Sarampo disse ao repórter Agnaldo Santos que tinha muito medo de perder a vida.

Os dois bandidos abandonaram o veículo próximo ao motel Carinhoso, em Itabuna, ao perceber o cerco policial, segundo informou o comandante da PM em Camacan, José Silvério.

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Um assaltante, apenas identificado por “Churrasco”, está promovendo um festival de assaltos a transeuntes em bairros como o Santa Inês, Antique, Monte Cristo, Fátima e Califórnia. Vítimas relatam que os momentos que passam sob a mira de seu revólver são os mais aterrorizantes possíveis.

Pelo modus operandi, há quem veja semelhança entre os assaltos aos moradores desses bairros e os cometidos contra alguns estabelecimentos comerciais, a exemplo do Posto Universal, vítima do último sábado.

“Ele faz uma pressão psicológica muito grande, nos agride, xinga, ameaça de morte. Na verdade, só de saber que um assaltante está armado, a gente tende a não reagir. Não precisa fazer tudo isso”, apela uma das vítimas.

Outra diz esperar que a polícia consiga prender o bandido o mais rápido possível. “Já não tenho coragem de chegar em casa sozinha, vindo do trabalho. Isso às 19 horas”. O complicado é que isso ocorre há algum tempo, e Churrasco parece ser invisível às autoridades.