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Professor Aldineto MirandaAldineto Miranda | erosaldi@hotmail.com

Vigiem senhores e senhoras! Vigiem seus pensamentos, palavras e ações, pois podem se tornar cruéis atitudes ou posturas belíssimas. A decisão é sempre nossa.

“A religião é o ópio do povo”. Com essa frase Karl Marx, pensador alemão, define com maestria uma das facetas que a religião pode adquirir. Certamente, estamos vivenciando uma epocalidade de crise: meio ambiente clamando por cuidados, relativização de valores, desenvolvimento tecnológico convivendo com a miséria e sofrimento de muitos seres humanos, adultos infantilizados, crianças e adolescentes tragados pelo tráfico, ou dependentes de drogas; alienados, depressivos, oprimidos.

Em meio a toda essa crise social, vemos o proliferar de igrejas – das mais variadas denominações – prometendo as benesses de um céu perfeito, e, para isso, fomentam o fanatismo e incitam o ódio contra qualquer outro tipo de postura diferenciada, fazendo com que muitos jovens e adultos utilizem uma forma de alienação que não é química (das drogas ilícitas), porém é uma forma de alienação ideológica ocasionada pelo entorpecimento das consciências. Ambas possuem o mesmo efeito: destróem o cérebro, a capacidade de escolha,  deixando as pessoas, que escolhem fazer uso delas, sem poderem mais escolher, abrem mão de ser indivíduos e se tornam fantoches.

O desespero é o terreno fértil para o fanatismo e a intolerância, e o discurso religioso que exclui, marginaliza, seleciona, é cruel, ainda que se realize em nome de Deus – na verdade, ser realizado em nome de um ser superior é o que o torna ainda mais nefasto.

Quem diz que A ou B vai está condenado à perdição eterna, inferno, ou algo parecido,  porque tem outro pensamento religioso, uma orientação sexual  diferente, uma opção de vida incomum, assume uma postura intolerante e intransigente, e se identifica com tudo que é mais diabólico. Lembrem que a palavra diabo, etimologicamente, provém do grego diabolo e significa separação, divisão. Ou seja, tudo o que exclui, separa, é diabólico. O contrário dessa categoria é o símbolo, tudo o que une, acrescenta, mistura, é simbólico. O sincretismo é simbólico, o amor provoca sinergia, por isso é um sentimento lindo que cria beleza, prazer e vida!  Cristo sabia disso, por isso ressaltou o amor como principal mandamento.

Dentre as religiões, ressalto a beleza da mística do candomblé, que resistiu ao racismo eurocêntrico sincretizando-se com o catolicismo e outras manifestações religiosas. Por ser uma religião que agrega, nele não há espaço para o diabo, pois não existe o diabólico. Tudo é simbólico!

Ouso não concordar totalmente com  o Marx. Eu não diria que a religião é o ópio, mas diria que algumas posturas, pseudo religiosas, são uma praga para o desenvolvimento da humanidade, tão grave quanto o crack. A religião é uma faca de dois gumes bem afiados,  podendo libertar ou aprisionar o indivíduo.

O problema não é a religião em si. Gandhi, líder religioso indiano, representativo de uma postura  respeitosa e amorosa, já afirmava que um homem sem religião é como um barco sem direção. O que critico, indignadamente, são as denominações religiosas e pessoas recheadas de intolerância e fanatismo, pois disto tenho medo, tenho muito medo! Medo que mais uma vez o horror de uma espécie de inquisição contemporânea volte a acontecer.

Ao mesmo tempo sinto um fio de esperança ao ver um líder religioso, como o papa Francisco, ao ser perguntado sobre a postura homossexual, responder: “Quem sou eu para julgar?”, afirmando posteriormente que não se deve marginalizar as pessoas. Postura humilde, de um líder carismático e sensato.

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O PIMENTA é um blog que não se posiciona, a priori, de um determinado lado no espectro político ou ideológico, embora muitos o vejam como um veículo de esquerda e existam também aqueles que o enxergam como instrumento da direita. Tudo sempre depende do lado em que se encontra quem recebe a crítica.

No artigo postado logo abaixo, o assessor de comunicação do Sindicato dos Comerciários de Itabuna, Luiz Carlos Jr., queixa-se não do blog, mas de seus leitores/comentaristas, vistos pelo autor como gente de direita. Uma generalização pouco precisa, motivada pelas críticas de leitores ao sindicato, no episódio que envolveu a abertura de uma loja de brinquedos no feriado do Dia das Crianças.

O blog ouviu os dois lados e a maioria dos leitores que comentaram o episódio condenou a postura de dirigentes do sindicato. Não se sabe se isso se deve ao fato de serem de direita, ou pelo de não aceitarem a agressão a uma mulher, acusação não contestada pelo sindicato.

É justo ressaltar que o PIMENTA tem milhares de leitores e não parece correto enquadrá-los todos à direita. Quem sabe, a distribuição seja equivalente à identificada em pesquisa feita na semana passada pelo Datafolha, segundo a qual 49% dos eleitores brasileiros têm mais afinidade com valores direitistas, enquanto 30% se associam a postulados da esquerda. Não obstante o país seja governado… pela esquerda?

Há muita confusão ideológica no front e talvez nosso espaço de comentários reflita tudo isso. Aliás, pegando carona na metáfora do articulista, aqui não importa o lado em que o sujeito sambe. O que nos compete é franquear a todos, inclusive àqueles de cuja opinião discordamos, o sagrado direito de “sambar”.

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luizLuiz Carlos Junior | lcjr65@gmail.com

 

Apesar de muita gente propalar o fim da luta de classes, ela continua existindo e continuará a existir enquanto existir o sistema capitalista.

 

Sempre lamento os comentários postados no Pimenta. Há sempre o predomínio de um pensamento retrógrado, conservador. Sempre há um ataque vigoroso às camadas mais marginalizadas e exploradas. Trabalhadores, mulheres, negros, homossexuais são os alvos principais.

Questionam o papel dos sindicatos. Quem não é dono de sauna (vive do suor alheio) sabe bem qual a importância do sindicato. Quem é assalariado sabe quem garante o reajuste, o ganho real, o vale-transporte, as folgas. Porque qualquer trabalhador que abra a boca pra reclamar de qualquer injustiça com o patrão será sumariamente demitido – “tem um exército de excluídos doidos pra ocupar o seu lugar” – dirá o patronato. O projeto de lei 4330, que pretende regulamentar a terceirização sem limites, está prestes a ser engavetado graças à pressão das centrais sindicais, mas a mídia não dá a menor pelota pra isso.

Quando as centrais realizaram manifestação contra o PL 4330, as tevês só cobriram porque as rodovias foram interditadas. Quando os operários e operárias da Trifil largaram a produção e saíram em cortejo do bairro Nova Itabuna até o cemitério, rumo ao enterro do operário sugado por uma centrifuga na Trifil, uma emissora local afirmou que “não tinha equipe para cobrir o acontecimento”. E eu também quero saber: por que as câmeras de segurança não mostram quando o sindicalista foi ameaçado de morte? Televisão é simulacro!

Quem gera emprego acumula capital às custas da exploração dos trabalhadores (e não estou falando de mais valia). Gerar emprego não dá direto a humilhar, explorar, obrigar seus funcionários a fazer horas extras e muitas vezes não pagar pelas horas trabalhadas, pois esta é a prática recorrente no comércio de Itabuna. Se perguntarem para os comerciários se eles preferem fazer hora extra ou folgar, a resposta é imediata: folga, porque não há garantia nenhuma de que vão receber pela hora extra trabalhada. Não por acaso, o não pagamento de horas extras é o campeão entre as denúncias que chegam ao sindicato.

Apesar de muita gente propalar o fim da luta de classes, ela continua existindo e continuará a existir enquanto existir o sistema capitalista, isto é inquestionável. Resta saber de que lado você samba. Os leitores do Pimenta sempre sambam do lado dos patrões, dos homofóbicos, dos machistas e reacionários em geral. #fato.

Ps: O feriado do Dia do Comerciário (30/10) é municipal e sua antecipação interessa ao segmento patronal. #ficadica.

Luiz Carlos Jr. é assessor do Sindicato dos Comerciários.

 

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A comunicóloga Mariela Rios viveu uma experiência delicada há quatro anos, quando deu à luz Beatriz. Como nasceu “antes da hora”, Bia precisou ficar na UTI neonatal do Hospital Manoel Novaes e demorou algumas semanas até poder ir para casa. Mariela conseguiu transformar a angústia desse momento em algo positivo e criou recentemente o projeto “Pequenos Guerreiros”, que visa prestar algum auxílio às crianças prematuras e suas famílias.

Leia abaixo o emocionante artigo publicado pela comunicóloga em seu blog sobre o nascimento de Bia e os dias vividos na UTI, à espera da sonhada alta. É uma bela história, de final feliz.

“Beatriz nasceu numa tarde de agosto, mais precisamente na tarde de cinco de agosto de 2009, no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna-BA, pelas mãos da doutora “anjo” Renata Albano. Neste ponto já preciso abrir um parênteses para dizer que Deus foi maravilhoso, perfeito, indiscutível ao colocar esse ser humano para trazer a esse mundo a minha grande felicidade.

Pois bem. Não senti a anestesia,nem o corte, nem quando retiraram Beatriz. Vi tudo muito quieto naquela sala de cirurgia, e então perguntei: “Ela já nasceu, doutora?”. A resposta foi: “Sim. Ela foi ali e já volta.” Algumas horas depois soube que aquele “foi ali e já volta” significou dizer que Beatriz precisou ser reanimada, por isso não ouvi o tão esperado chorinho no nascimento.

Trouxeram minha pequena já numa incubadora. A vi de longe. Nenhum toque, nenhum afago, nenhum beijo. E seguiram com ela para a UTI Neonatal, onde passaria mais inacabáveis 21 dias. Era uma quarta-feira. Me levaram para o quarto para descansar e me recuperar da cirurgia. Até então não sabia que ela ficaria tantos dias longe de mim. Não pude vê-la na quinta-feira. Somente na sexta-feira, recebi a noticia de que poderia visita-la na UTI.

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marco wense1Marco Wense

Tudo aquilo que a Marina não é mais, diria o jornalista Marcelo Coelho, agora não tão sobressaltado e atônito como antes, já que naquele tempo ainda se acreditava em “papai Noel”.

O jornalista Marcelo Coelho, em artigo na Folha de São Paulo, fevereiro de 2002, com o título “Tudo aquilo que o PT não é mais”, analisou o começo da derrocada ideológica do Partido dos Trabalhadores.

Na época, o PT flertava com o PL em troca de alguns minutos no horário eleitoral. O colunista dizia que “as negociações com os liberais são um caso de senilidade”. E, perplexo, perguntava: “Será que os petistas ficaram gagás?

Finaliza dizendo que “o PT buscava ser diferente, ser uma “novidade” na política brasileira: tratava-se de um partido com programa definido, com instâncias democráticas de decisão, com vocação de massas e níveis de moralidade acima da média. Podia-se concordar ou não com o PT, mas essas qualidades eram reconhecidas por todos.”

Marina, de olho no Palácio do Planalto, em uma decisão imperial, tomada em menos de 24 horas, se filia ao PSB. O PSB não é o PL, mas a condução do processo político continua o mesmo, na base do toma-lá-dá-cá sem nenhum tipo de constrangimento.

Aliados históricos estão deixando Marina e o projeto de criação da Rede Sustentabilidade, entre eles o ex-deputado federal Luciano Zica, um dos coordenadores da campanha presidencial da ambientalista em 2010.

Zica, como é mais conhecido, decepcionado, nitidamente irritado, em tom de desabafo, bracejando, disse: “Fiz papel de bobo tentando convencer possíveis aliados sobre a nova política. O PSB não tem métodos menos velhos que os outros.”

Em um eventual segundo turno, o DEM e o PSDB apoiariam Eduardo Campos contra Dilma Rousseff. No mesmo palanque, lado a lado, Marina, democratas, tucanos, toda bancada ruralista e o fundador do antigo PFL, o senhor Jorge Bornhaunsen, hoje eduardista de carteirinha.

Tudo aquilo que a Marina não é mais, diria o jornalista Marcelo Coelho, agora não tão sobressaltado e atônito como antes, já que naquele tempo ainda se acreditava em “papai Noel”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

 

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sócrates santanaSócrates Santana | soulsocrates@gmail.com

No vácuo das manifestações de junho e, principalmente, das reivindicações de mais instrumentos de participação popular, os 97 mil filiados do PT baiano podem e devem escolher entre Rui Costa, Walter Pinheiro, José Sérgio Gabrielli e Luiz Caetano.

Um rolo compressor – desgovernado – bagunçou o jogo sucessório na Bahia. De uma hora para outra, dois parlamentares petistas resolveram – arbitrariamente – ajoelhar publicamente três pré-candidatos do partido a uma taciturna preferência do governador por um nome, nada mais que um nome. Um deles, por sinal, declarou que o secretário da Casa Civil já alcançou a preferência da maioria dos petistas no estado. Trata-se do deputado federal Walmir Assunção. Um simulacro fora do lugar, sem sentido e totalmente descolado das nuances do PT.

Qualquer observador minimamente envolvido com a vida do partido percebe a diferença entre as declarações do deputado petista e a realidade. Hoje, o PT possui 10 deputados federais e 13 deputados estaduais. Na Câmara Federal, além de Walmir, apenas Josias Gomes e Waldenor Pereira estão publicamente com Rui Costa, enquanto o senador Walter Pinheiro detém o apoio dos deputados Amauri Teixeira e Afonso Florence e o secretário de Planejamento, José Sérgio Gabrielli conta com o empenho de Zezéu Ribeiro, Luiz Alberto e Emiliano José. De fora desta conta, ainda restam Geraldo Simões e Nelson Pelegrino.

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marco wense1Marco Wense

A tarefa mais espinhosa seria a de convencer o ex-governador Paulo Souto, do Partido Democratas (DEM), a disputar o Senado, deixando Geddel como candidato único da oposição ao PT e ao governo Wagner.

O ex-ministro Geddel, pré-candidato ao Palácio de Ondina pelo PMDB de Michel Temer, vice-presidente da República, não tem outro caminho que não seja o de oposição ao governo Dilma Rousseff.

A surpreendente filiação de Marina Silva no PSB, que tem o governador Eduardo Campos como presidenciável, leva Geddel a uma nova reflexão sobre o processo sucessório de 2014.

Antes de Marina virar outra Marina, se igualando a todos no modo de fazer política, Geddel estava disposto a apoiar o tucano Aécio Neves, obviamente do PSDB.

Em troca, como contrapartida, o PSDB, hoje sob o comando do deputado federal Juthay Magalhães Júnior, indicaria o candidato a vice na chapa do PMDB.

A tarefa mais espinhosa seria a de convencer o ex-governador Paulo Souto, do Partido Democratas (DEM), a disputar o Senado, deixando Geddel como candidato único da oposição ao PT e ao governo Wagner.

A candidatura de Campos, que agora precisa de um palanque na Bahia, assim como em outros Estados, obriga a senadora Lídice da Mata a disputar a sucessão estadual.

Lídice ainda não tomou nenhuma posição em relação ao seu futuro político. A possibilidade de sair candidata com o apoio do governador Jaques Wagner é nula. O sonho virou pesadelo.

Se Lídice não for candidata, e o DEM lançar Paulo Souto, o palanque de Geddel Vieira Lima pode alojar Eduardo Campos, Marina Silva, socialistas e marineiros.

Geddel aguarda os fatos e suas consequências com cautela. Não vai tomar nenhuma decisão atabalhoada. Uma coisa é certa: o obstinado Geddel Vieira Lima é candidatíssimo, independente de DEM, PSDB e PSB.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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paixaobarbosaPaixão Barbosa

Detentora de uma significativa marca – mais de 20 milhões de votos nas eleições presidenciais de 2010 – e ostentando índices também significativos nas últimas pesquisas de opinião na corrida para 2014, a ex-senadora Marina Silva surpreendeu a quase todo o mundo político ao optar pelo ingresso no PSB, depois de ver naufragar nos meandros legais do TSE a sua Rede Sustentabilidade, que ainda pretende ser um partido político sem os desgastes e as marcas negativas que as legendas atuais carregam consigo. A surpresa, contudo, foi mais pela opção de entrar num partido que já tem um pré-candidato definido, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do que pelo fato de não aceitar os conselhos recebidos de se manter à margem da disputa de 2014, preservando, assim, a imagem de pureza com que ela fez questão de dourar a ideia da sua Rede.

Afinal, por maior que seja o desejo de apresentar-se para a disputa com uma proposta de partido bastante diferenciada dos demais, não seria possível imaginar que Marina Silva atendesse à banda dos seus seguidores que preferiam vê-la fora da campanha a decidir reingressar no sistema eleitoral num partido tradicional e, portanto, capaz de carregar no seu DNA as mazelas que tanto têm desgastado as legendas tradicionais. Até porque Marina, embora faça questão de manter um discurso diferenciado, lembrando sempre que sua luta não tem os mesmos estímulos dos políticos considerados tradicionais e sim são gerados pela vontade de transformar profundamente as bases sociais do Brasil, correria um risco muito grande de perder visibilidade ao ficar sem palanque por mais quatro anos, especialmente num País no qual os eleitores têm memória de peixe, ou seja, quase nenhuma.

Assim, para analistas políticas e também para as chamadas “cobras criadas” da cena política nacional, a ex-senadora seria obrigada a participar, de algum modo, das eleições do próximo ano e, com a frustração provocada pela decisão do TSE, o único caminho seria mesmo ingressar numa legenda já formada. Tanto que foram várias as legendas que se ofereceram para abrigá-la e aos “marineiros”, como são chamados seus seguidos mais fiéis. Todas de olho no patrimônio eleitoral que Marina conquistou em 2010 e que as pesquisas de opinião recentes revelam que ela está mantendo.

Inesperada mesmo foi a decisão de ingresso no PSB. Nem tanto pela imagem da sigla, uma vez que a legenda socialista tem sido vista no Brasil como uma espécie de segundo time de muita gente, ou seja, mesmo os que não votam em seus candidatos manifestam simpatia pelo partido criado em 1947 e que teve no baiano João Mangabeira um dos seus fundadores e principais ideólogos. Extinto em 27 de outubro de 1965, pelo Ato Institucional nº 2, promulgado pelo governo ditatorial, o partido foi recriado oficialmente em 1988, mas nunca ocupou um espaço tão significativo na cena política nacional que lhe pudesse atrair desafetos. O que, ao lado de não ter tido nenhum figurão dos seus quadros envolvidos nos recentes escândalos de corrupção, contribuiu para ter a imagem simpática já citada.

Ao entrar no PSB, Marina aumentou as preocupações do PT e de Dilma Rousseff, além de deixar Aécio Neves e o seu PSDB também de cenho franzido, como sempre acontece quando um fato novo acontece no cenário político e, além de se constituir uma surpresa, carrega potencial de provocar alterações num quadro até então estável e no qual vinham se baseando as análises para 2014. Mas, além da surpresa e do incômodo gerados, o gesto da ex-senadora deixou no ar uma grande interrogação a respeito do que realmente Marina deseja para seu futuro imediato, ou seja, em relação às eleições de 2014.

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jsoledadeJuliana Soledade | jsoledade@uol.com.br

O governo não pode e não deve manter-se com a venda nos olhos. É necessário reacender a bandeira da esperança, para nós, itabunenses desacreditados com tantos desmandos.

Inúmeras irregularidades cercam o comércio informal, desde a utilização imprópria do espaço público, passando pela falta de procedência de diversos tipos de mercadorias, até as condições precárias de trabalho.

É comum perceber, por exemplo, a Avenida do Cinquentenário e suas transversais atravancadas, bem como as calçadas e vagas de carros ocupadas com o famoso ‘camelô’, sem limite de área. A propósito, a ocupação irregular é um transtorno que prejudica o pedestre, que por vezes precisa trafegar pelas vias, expondo-se ao risco de atropelamento; ou ainda, o acúmulo de pessoas, favorecendo a ação de marginais em furtos ou assaltos.

Não fossem suficientes os entraves, há que se perceber que os ambulantes formam uma barreira visual para as lojas instaladas ao longo do comércio, inibindo a visualização das vitrines e aniquilando a sedução do consumidor, gerando insatisfações no faturamento mensal.

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marco-lessa-festival-do-chocolateMarco Lessa

Quem diria…de cenário de romances como Gabriela, Cravo e Canela a um tenebroso cenário de filme de terror.

Desde que o gênero terror surgiu no cinema, existem zumbis, mortos-vivos, múmias e outras assombrações de mentirinha.
Como em muitos casos a vida imita a arte, estamos vivendo em Ilhéus, como noutras cidades brasileiras, iguais aos moradores de zumbilândia, ou melhor, zumbilhéus.

A concentração de jovens usuários de crack, maltrapilhos, imundos, mal cheirosos, violentos, bêbados, descontrolados, inconvenientes, lamentavelmente esquecidos pela sociedade, deve ser a maior do sul da Bahia.

Dormem pelas ruas, em portas de lojas, calçadas, roubam, furtam, assaltam a mão armada com facas e objetos cortantes, amedrontam e ameaçam moradores e turistas, afugentam clientes dos estabelecimentos.

Os nossos zumbis não morreram e ressuscitaram meia-boca.

São vítimas de um sistema também zumbi, que finge estar vivo, mas não ampara os que realmente precisam.

Há não muito tempo um dos zumbis, dos mais perigosos, apareceu morto. De vez, morto.

Provavelmente outros terão o mesmo destino, ou por conflitos entre eles na briga por espaço para ‘guardarem vagas e carros’, ou pela própria droga.

Ou de alguma outra forma impensável, mas não impossível.

zumbis articleAntes de sermos uma cidade turística, somos uma cidade de cidadãos e cidadãs trabalhadores e de bem.

Não é justo nos sujeitarmos e submetermos a ameaças desses pobres coitados, que apesar de pobres, coitados e doentes, não têm tal direito.

Chegou a hora do governo municipal tomar uma providência e construir programas para acabar com a zumbilândia de Ilhéus. E não apenas para o verão.

Os problemas herdados e causados já são muitos, mas não podemos ficar de braços cruzados.

Senão, aos poucos, estaremos num cenário de filme de terror: escuridão, lixo, buracos e medo de sair às ruas por conta dos marginais tradicionais e dos zumbis do crack.

Quem diria…de cenário de romances como Gabriela, Cravo e Canela a um tenebroso cenário de filme de terror.

Se não mudarmos logo esse enredo, reescrevermos essa história, não chegaremos a um final tão feliz.

E aê…tem uma moedinha aí, seo nacib?

Marco Lessa é publicitário, empresário e presidente da Associação de Turismo de Ilhéus (Atil). Artigo postado originalmente no Facebook.

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sócratesSócrates Santana | soulsocrates@gmail.com

Enfrentar nomes improváveis como os prefeitos de Salvador ou de Feira de Santana, respectivamente, ACM Neto ou José Ronaldo, mais calejados como o ex-governador Paulo Souto ou até mesmo o ex-ministro Geddel Vieira Lima, não é uma tarefa qualquer.

Nesta manhã nublada de quarta-feira (2), acompanhei a entrevista do secretário da Casa Civil da Bahia Rui Costa na Rádio Tudo FM, que perdeu muito com a saída do jornalista Evilásio Jr (registre-se). Após discorrer de maneira bastante segura sobre uma série de intervenções de infraestrutura do governador Jaques Wagner no estado, o preferido do Palácio de Ondina teceu comentários sobre a sucessão estadual de 2014.

Sendo um dos quatro pré-candidatos do PT, Rui Costa usou de analogias futebolísticas para rechaçar as críticas internas e externas ao seu nome. Primeiro, rechaçou quem usa da comum prática de publicar notas via imprensa de maneira anônima para emitir uma opinião. Depois, avaliou como natural quem prefere este ou aquele candidato. Comparou, porém, a opção pessoal de cada um ao clássico BAVI. Mas, a escolha deste ou daquele candidato não é uma questão de torcida. Se fosse assim, Flamengo e Corinthians venceriam todos os campeonatos nacionais. Mas não ganham.

A questão é quem está pronto para encabeçar uma disputa majoritária. Não é, simplesmente, quem possui mais densidade eleitoral, a exemplo dos torcedores da candidatura do senador Walter Pinheiro. Nem tão pouco, quem prefere um nome mais habituado às querelas municipais, a exemplo dos torcedores do ex-prefeito Luiz Caetano. Também não é uma questão de quem tem mais visibilidade nacional, como o ex-presidente da Petrobrás, José Sergio Gabrielli de Azevedo, menos ainda uma questão tão pessoal como o chamego do governador pelo secretário da Casa Civil.

Numa disputa majoritária, todos sabem disso, o candidato é o principal comandante contra as nuvens movediças do ex-governador mineiro, Magalhães Pinto: “Política é como nuvem, muda de forma toda hora”. É quem vai enfrentar notícias – plantadas ou não – sobre o envolvimento de petistas ou aliados em episódios polêmicos, a exemplo de operações da Polícia Federal, contas rejeitas pelos tribunais de contas, envolvimento em grandes transações, a exemplo de Pasadena, greves, atraso de fornecedores e dos servidores, além de golpes baixos sobre a vida pessoal de cada um.

A superação de cada um desses embates também não é resolvida simplesmente com a disposição de cada um para enfrentar esses dilemas. Não basta ser convincente, como dizem os publicitários, é preciso parecer convincente. Enfrentar nomes improváveis como os prefeitos de Salvador ou de Feira de Santana, respectivamente, ACM Neto ou José Ronaldo, mais calejados como o ex-governador Paulo Souto ou até mesmo o ex-ministro Geddel Vieira Lima, não é uma tarefa qualquer. Não basta decorar as principais realizações do governo, nem possuir o principal cabo eleitoral do país ou do estado ao lado.

Apesar de compreensível, a postura do secretário da Casa Civil de entregar nas mãos do governador a tarefa de articular a viabilidade de sua candidatura junto ao PT e aos demais membros da base aliada, tira dele o papel de protagonista de uma eleição suspensa pela fúria das manifestações de junho ainda em curso no país. Afinal de contas, o discurso da continuidade soa extremamente vago quando as pessoas querem tudo, menos o que está aí. E, quem fingir ou enterrar a cabeça debaixo da terra, pode assistir atônito a banda passar cantando sobre como as coisas da política não são resolvidas apenas com partidos e obras.

Sócrates Santana é jornalista e filiado ao Partido dos Trabalhadores.

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marco wense1Marco Wense

Faz-se necessária uma ação urgente, de uma urgência inadiável, em relação à criação de novas siglas partidárias com o nítido propósito da malandragem.

Pluralismo político, que é um princípio fundamental da República do Brasil, é diferente de pluralidade partidária, mesmo que um seja consequência do outro.

Poderia muito bem, sem nenhum desrespeito a Carta Magna, no tocante principalmente ao pluripartidarismo, criar regras mais rígidas para o surgimento de novas legendas.

Esse leilão de políticos é vergonhoso. Esse troca-troca de partidos é de uma promiscuidade inominável. O toma-lá-dá-cá é escancarado.

A própria legislação eleitoral incentiva a prostituição quando permite a filiação ao partido recém-criado sem perda de mandato. O instituto da fidelidade partidária é jogado na lata do lixo.

Com o ar da graça do Pros (Partido Republicano da Ordem Social) e do Solidariedade, do sindicalista Paulinho da Força Sindical, agora ex-PDT, são 32 siglas partidárias.

O Pros e o Solidariedade vão receber R$ 600 mil do fundo partidário, o mesmo valor repassado ao Partido da Causa Operária (PCO) em 2012.

Dos abarrotados cofres públicos, onde tem dinheiro meu, seu e de todos os brasileiros, já saíram para as legendas, via fundo partidário, R$ 2,36 bilhões.

O comandante do Pros é o desconhecido Eurípedes Júnior, ex-vereador de Planaltina de Goiás. Foi eleito pelo PSL, mudou para o PRP e terminou no PRTB.

A fila das siglas que coletam assinaturas para registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é enorme, assustadora e, em alguns casos, até hilariante. Segue relação abaixo.

O PLB (Partido Liberal Brasileiro), POP (Partido Ordem e Progresso), PRVP (Partido de Representação da Vontade Popular), PRD (Partido da Real Democracia), PCI (Partido da Construção Imperial), Novo (Partido Novo), Piratas (Partido Pirata do Brasil), o Liber (Libertários), PF (Partido Federalista) e o PSPB (Partido dos Servidores Públicos e dos Trabalhadores da Iniciativa Privada).

Ainda temos o Rede Sustentabilidade de Marina Silva e o Arena (Aliança Renovadora Nacional). Sem falar na briga pela sigla PMB, que pode ser Partido da Mulher Brasileira ou Partido do Militar Brasileiro.

Urgentíssimas providências devem ser tomadas para evitar a criação de partidos escancaradamente de aluguel, sob pena de uma bagunça generalizada e incontrolável.

Democracia sem disciplina, sem regras claras e punitivas, não é democracia. É simulacro.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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campus jorge amado ufesbaEditorial do Jornal Agora

O prefeito de Itabuna, Vane do Renascer, não é dado às sentenças morais, ficando distante, em tempo e intenções, do Marquês de Maricá. Adiante-se, com desculpas a quem já o sabe, tratar-se de Mariano José Pereira da Fonseca (1773-1848), político e escritor da fase imperial do Brasil. Mesmo assim, o dirigente itabunense saiu-se bem ao apontar, no ritual de criação da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), a sexta-feira (20) como “data histórica”. A UFSB, disse o prefeito, é “uma das mais importantes conquistas de Itabuna e região”. É bom saber que ele conhece a exata dimensão desse projeto.

Observando-se o comportamento da chamada sociedade organizada, atinge-se o sentimento de que,até agora, certos setores, sempre atentos na pregação contra o governo federal,não se aperceberam do significado da nova academia. Nem se considere exagero admitir(isto é visível nas diversas mídias regionais) a existência de grande torcida contra o projeto. A não concretização da UFSB seria, nesta perspectiva negativa, motivo para festejo de mais um fracasso da atual administração, mais uma promessa não cumprida etc. E como 2014 é ano de eleição, a palavra de ordem do momento é “quanto pior, melhor”.

Na semana passada, uma equipe de educadores, liderada pelo reitor Naomar de Almeida Filho, esteve entre nós, durante três dias, para estabelecer planejamento de trabalho e, prioritariamente, redigir a Carta de Fundação da nova Escola. Tal grupo de mestres e doutores, em outro local e circunstâncias, seria recebido com tapete vermelho. Para tanto, precisaríamos entender que esses “desbravadores”,portadores de nova proposta de política educacional, estão para nós como o iluminismo esteve para as trevas do século XVIII. São agentes da mudança, semeadores de ideias, arautos da esperança dos jovens.

Ao reconhecer na instalação da Universidade uma marcante “data histórica”, o prefeito Vane do Renascer externou, consciente ou inconscientemente, o que vai no imaginário daqueles que colocam o desenvolvimento regional acima das questiúnculas ideológicas. A UFSB é o farol no fim do túnel.

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Professora Maria EfigêniaMaria Efigênia Oliveira | ambiente_educar@hotmail.com

Estas confusões estão atrapalhando o processo ensino/aprendizagem e a aquisição da verdadeira autonomia do indivíduo que, por sua vez, confunde Independência e liberdade com licenciosidade, o que é muito perigoso.

Quem assina contra o projeto do deputado Bacelar (veja aqui), passa distante de imaginar o que é uma sala de aula. A situação é, no mínimo, surreal. De tal forma que quando nos ausentamos do ambiente, esquecemos o constrangimento pelo qual passa o docente interditado de exercer seu trabalho pelos constantes ruídos praticados pelos próprios destinatários.

A meninada hoje em dia, a maioria, tem experiências de adultos sem estar psicologicamente preparada para tal. Pelo celular recebem mensagens totalmente adversas ao que se passa no ambiente reservado ao desenvolvimento de atividades cognitivas. Essas experiências também conferem ao educando a falsa ideia de poder desautorizar o trabalho do professor, que para ele em nada contribui para suas preferências.

O celular será muito útil ao trabalho pedagógico quando todos possuírem maturidade e aparelhos com dispositivos adequados para o compartilhamento de atividades que o professor recomendar, de forma que todos interajam com objetivo comum.

Muita gente que recomenda o uso do celular livremente em sala de aula confunde habilidade da meninada em utilizá-lo para ouvir ruídos sonoros, passar e receber mensagens, fotografar e jogar na rede, inclusive sem a mínima responsabilidade com o conteúdo, tampouco respeito pelos colegas e professores.

Já virou moda alunos utilizarem fotos nas redes sociais para a prática do bullying com a intenção de denegrir e depreciar alguém que imaginam estar no caminho deles – inclusive professores que pedem licença para passar a aula com bom aproveitamento.

Isso demonstra a falta de competência para fazer uso das TIs (Tecnologias de Informação), uma vez que o ambiente escolar é destinado para vivenciar saberes que não se vivenciam em casa, pois professor (a) não dá aula de Português, Matemática ou outras disciplinas nas reuniões de família, portanto, o tempo que se passa na escola tem que ser bem utilizado.

O grande público precisa aderir urgentemente aos ideais de formação de nossos jovens, pois sem isso estamos formando gerações sem limites em casa e na escola, porque na rua e nas “tribos” ninguém suporta a arrogância e a ditadura que praticam na escola, pessoas que julgam a vida pelos próprios critérios, haja vista a insuportabilidade que provoca a matança dos jovens por eles próprios.

É interessante compreender o que significa habilidade e o que significa competência. A primeira pode ser a prática sem o devido critério e está relacionada à informação pura e simples; a segunda está relacionada ao fazer criterioso, tem a ver com conhecimento, o que, aliás, a maioria confunde e descarta, apenas por achar que já sabe o que viu aleatoriamente.

Estas confusões estão atrapalhando o processo ensino/aprendizagem e a aquisição da verdadeira autonomia do indivíduo que, por sua vez, confunde Independência e liberdade com licenciosidade, o que é muito perigoso.

Este é um dos fatores que dão origem à violência escolar, motivo pelo qual, o pelo vereador Júnior Brandão reservou a próxima terça-feira, 17/09, às 19 horas, para tratar do problema e encontrar soluções junto aos pais, professores e autoridades competentes que já foram devidamente convidadas para o evento na Câmara Municipal de Itabuna.

Vale lembrar que o momento não é para tratar de abusos da escola, mas para cuidar das feridas de nossa sociedade, para cuidar da autonomia de nossa numerosa prole atingida pelo que se supõe progresso. Se não apelarmos para nossa responsabilidade de “educar a criança, estaremos punindo o homem”, que é nada menos que uma enorme exclusão e injustiça social.

Maria Efigênia Oliveira é educadora.

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walmirWalmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

Nem passava pela cabeça deles perder tudo o que fizeram ao longo dos anos para bandidos travestidos de índios, com o beneplácito governamental. Mas é a vida!

A guerra civil está perto de nós que nem notamos. Ou fazemos questão de não notar. O sentimento de sofrimento e a apreensão por que passa a população dos municípios de Ilhéus, Una e Buerarema não tem chegado aos conterrâneos vizinhos, que assistem, de camarote, a maior ação de banditismo já praticada no Sul da Bahia. Essas invasões e agressões praticadas por pseudos índios aos produtores rurais fariam corar os coronéis do cacau e seus jagunços, transformando-os em anjos de candura e bondade.

A crescente desmoralização do Estado nos traz a necessidade iminente de uma reflexão sobre tão importante tema na vida da sociedade moderna. Gerido por pessoas, o Estado, como uma instituição, deve estar acima do interesse de grupos ou partidos políticos, sob pena de ingressamos no poço sem fundo da anarquia. Mas, infelizmente, esse cuidado não tem sido objeto de preocupação do governo atual, ao contrário, é instado a servir como ferramenta para a consecução dos seus interesses.

Por uma questão de economicidade e de “não chover no molhado”, como diz o ditado popular, não entraremos no mérito de questões várias da apropriação de valores e materiais do patrimônio do Estado, como sobejamente vêm sendo divulgado na mídia. Isto porque já se encontram sob a tutela policial (investigação), Ministério Público (denúncia) e do judiciário (julgamento), como é o caso do Mensalão e de outros casos.

Aqui trataremos, apenas da atrocidade que vem sendo cometida pelos que estão à frente das instituições basilares responsáveis pela sustentação de qualquer país democrático: Executivo, Legislativo e Judiciário. No caso em questão, os agentes do Executivo cometem erros históricos, mascarando situações, elaboram relatórios mentirosos, transformando regiões produtivas em reservas indígenas, para quem não possui referência Tupinambá. Um simples exame de DNA comprovaria. E o Legislativo não está nem aí, sob os olhares complacentes do Judiciário. Uma farsa!

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