Prefeitos do sul da Bahia se reúnem amanhã, 18, às 9h, no plenário da Câmara de Vereadores de Itabuna, para discutir o processo de implantação da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsba) e definir localização dos Colégios Universitários (CUs). No total, serão trinta colégios espalhados em municípios nas áreas de abrangência da Ufsba.
A reitora Dora Leal, da Universidade Federal da Bahia (Ufba), também participará da reunião. O prefeito de Ibicaraí, Lenildo Santana, presidente da Associação dos Municípios do Sul, Extremo-Sul e Sudoeste Baiano (Amurc), diz que o encontro marca o envolvimento dos municípios na construção do projeto transformar para a educação regional.
A ideia é acelerar o processo de instalação da Ufsba para que as aulas comecem em 2014. O processo mais adiantado dos três campi da universidade é o de Teixeira de Freitas. Itabuna ainda “patina” neste item. A comissão municipal criada pelo prefeito Claudevane Leite para cuidar do assunto levou propostas de áreas para instalar o campus, porém sem precisar tamanho de área, por exemplo. O andamento do processo aponta para reitoria em Itabuna e campus da Ufsba na área da Ceplac.
Do Correio
Na última vez que o bloco Gula desfilou no Carnaval de Salvador com seu nome, em 2007, a banda Terra Samba, que estava no auge do sucesso, foi a atração principal. De lá pra cá, especialistas em Carnaval afirmam que o bloco só aluga vagas para artistas que querem desfilar no seu horário, um dos primeiros do Circuito Dodô (Barra-Ondina).
Virou um bloco de aluguel – como pelo menos outros cinco que deveriam desfilar no circuito, mas apenas negociam sua vaga na fila com grande nomes do Carnaval baiano.
Esse comércio de vagas, distribuídas oficialmente por critério de antiguidade, está na mira da prefeitura de Salvador e do Ministério Público. É um negócio cada vez mais lucrativo.
O bloco Camaleão, da banda Chiclete com Banana, por exemplo, desfila no horário do Gula na Barra desde 2008 pagando a cifra de R$ 500 mil por dia, segundo fonte ligada ao próprio bloco.
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A ASSOCIAÇÃO BAHIANA DE IMPRENSA-Seccional Sul, ainda consternada com o falecimento do seu associado e primeiro presidente da entidade, o jornalista EDUARDO SILVA ANUNCIAÇÃO, ocorrido neste dia 15 de fevereiro, em Ilhéus, vem se associar ao sentimento de perda de toda a classe de comunicadores do sul da Bahia e se solidariza com a dor da esposa Selma e da filha Eduarda, manifestando à família enlutada os mais profundos pêsames pelo infausto acontecimento.
Como jornalista dos mais destacados, lidos e respeitados do sul da Bahia, nos últimos anos escrevendo diariamente a coluna Política, Gente, Poder, no Diário Bahia, EDUARDO ANUNCIAÇÃO teve ainda destacada atuação na vida estudantil, política, artística cultural e social, correspondendo integralmente ao que dele se esperava como profissional da comunicação, que com a sua perda deixa uma lacuna sentida e irreparável.
Itabuna, 15 de fevereiro de 2013
A Diretoria
Restaurado em 2011, o painel do artista plástico Genaro de Carvalho, que retrata a saga da civilização cacaueira, não só permanece solenemente ignorado por grande parte da população, como também desrespeitado pelo poder público.
A obra de arte, situada em uma esquina da Avenida do Cinquentenário com a Praça Adami, vem sendo frequentemente coberta por faixas com divulgações diversas, o que deveria ser coibido exatamente por quem incide na prática.
O registro é do fotógrafo Jorge Bittencourt.
Em sua mensagem na abertura dos trabalhos da Câmara de Itabuna, nesta sexta-feira, 15, o prefeito Vane do Renascer (PRB) afastou-se algumas vezes do texto e falou de improviso. Num desses momentos, ele disse que faria mudanças no primeiro escalão de seu governo, o que deixou muita gente surpresa no plenário.
Após a sessão, o repórter Fábio Luciano, da Rádio Jornal AM, pediu que Vane confirmasse a “bomba”, mas ele se esquivou. O prefeito declarou, mais ameno, que os secretários estão colaborando, mas avaliações seriam feitas no futuro para identificar a necessidade de troca de peças…
Quem observa o gestor no dia a dia, acredita que ele está ansioso para fazer as substituições, mas os tais compromissos político-partidários o impedem de ser mais célere. Infelizmente!
A “BARRIGADA” É O TERROR DAS REDAÇÕES
Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br________________
Jornalistas devem “parecer” isentos
Neste começo de ano, barrigadas monumentais, em dois veículos famosos do Brasil e da Espanha. El País divulgou, com o destaque “merecido” também na edição online, como sendo do presidente Hugo Chávez a foto de um sujeito entubado, agonizante, se não morto; O Estadão deu em primeira página que o ex-presidente Lula seria investigado pelo Ministério Público Federal (MPF). No primeiro caso, o jornal logo admitiu o erro e recolheu a edição; no caso brasileiro, foi o MPF que desmentiu o boato.Como ambas são noticias políticas, é de se especular se outros fatores, além dos que citamos, não contribuíram, lá e cá, para o “mico”. Jornais e jornalistas não são isentos, mas devem se esforçar para conter seus interesses pessoais.
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(ENTRE PARÊNTESES)
Leio coisas como “o comunista Fulano”, o “socialista Sicrano” – em referência a pessoas que militam em certos partidos, e me sinto incomodado. Tais grêmios não têm uma gota de ideologia, um cêntimo de marxismo, uma pitada de teoria política, um grama, sequer, de solidariedade humana. Seus membros, festejados na mídia, nada fazem ou dizem que denunciem já terem lido, pelo menos, as orelhas de Marx, Engels, Rosa Luxemburgo ou Gramsci. Penso até que estes autores, indignados, se sacodiriam em suas tumbas, se acaso pudessem perceber o comportamento dos “camaradas” de nossos dias. Indago, à Machado de Assis: mudariam os comunistas ou mudei eu?JOÃO SALDANHA, O BOTAFOGO E O CHOPE
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UM POUCO LEMBRADO SAXOFONE “DA PESADA”
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(O.C.)

A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva lançou hoje (ontem, 16) o embrião de um novo partido voltado para a sustentabilidade total. Com o slogan Rede Pró-Partido, Marina acredita que, em três meses, será possível coletar as 500 mil assinaturas necessárias para dar entrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o pedido de registro definitivo da nova sigla, cujo nome deverá ser Rede Sustentabilidade.
“Somos uma rede, estamos fazendo esforço para a criação de um novo partido político. Nós somos uma comunidade de pensamento. Estamos no esforço de que isso se viabilize. Depois é que vem o processo de registro”, disse Marina Silva. “Estamos aqui construindo essa possibilidade. A rede já mostrou seu esforço, reunindo aqui mais de mil pessoas”, acrescentou a ex-senadora, terceira colocada na última eleição para a Presidência da República, em 2010.
De acordo com Marina, a base do programa do futuro partido será a sustentabilidade em todas as áreas: ambiental, política, econômica etc. Ela disse que, para fazer parte da nova agremiação, as pessoas podem ter posições diferentes em alguns temas, mas devem estar conectadas na rede voltada para a sustentabilidade.
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Do Política Livre
O governador Jaques Wagner nomeou na última quinta-feira, passado o Carnaval, Camila Vasquez Gomes Negromonte para o cargo de Procuradora-Geral do Ministério Público Especial de Contas junto ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Seu nome foi escolhido pelo governador a partir de uma lista tríplice.
A nomeação saiu menos de um mês depois que a advogada, formada pela UFBA, casou-se com o deputado estadual Mário Negromonte Jr. (PP), informação que o site do Tribunal de Contas dos Municípios omite, curiosamente, grafando seu nome de duas formas, como solteira e casada.
A nomeação reforça especulações de que o deputado federal Mário Negromonte (PP), sogro da procuradora, deve ser indicado por Wagner para uma vaga no Tribunal.

Observador, escritor, se tivesse vivido no Rio de Janeiro na época da Bossa Nova, teria sido amigo de Tom e de Vinícius. Teria cantado todas as mulheres famosas, tomado inúmeras cervejas nos calçadões da Cidade Maravilhosa e deixado seu nome na história nacional.
Eduardo Anunciação, soldado raso do jornalismo, mestre das artes da política regional, respeitado nesta cidade-cacau, era minha primeira leitura do dia, com muito respeito e admiração. Nos próximos parágrafos, com binóculos, sem binóculos, com óculos, sem óculos, com o coração apertado, o meu adeus.
Eduardo Anunciação foi, com toda a certeza, a coluna diária mais lida do sul da Bahia, representante inigualável da real figura do profissional de jornalismo do seu tempo e dos meus sonhos. Deixou um legado de uma rotina de estudos invejada, biblioteca invejável, diários interessantíssimos, livros, revistas e periódicos de todos os tempos, relíquias. Amigo, amável, pai dedicado, apaixonado. O meu primeiro ídolo e a minha primeira decepção na área. A saber.
Eduardo Anunciação traçava no Jornal Diário Bahia, diariamente, o perfil pessoal e profissional de personalidades regionais, políticos, poderosos. Escreveu a biografia de gente que faz a história daqui, opinou com certezas e achismos, relatou fatos, citou meu nome e estampou minha foto num jornal pela primeira vez. Acompanhava e colecionava suas anunciações, mas não concordava sempre. Ele sabia disso.
Eduardo Anunciação, em julho de 2009, escreveu que Nero foi um jovem imperador que tocou fogo em Roma, que Fernando Collor de Mello, Fernando José (Salvador), Celso Pita (São Paulo) e Valderico Reis (Ilhéus) haviam se elegido com o discurso da renovação e se transformado, em pouco tempo, em arrependimento da população. Desfez do jovem, esquecendo que na década de 60 havia sido o vereador mais novo da história do Brasil. Questionei e ele me ligou: “Escreva sua opinião mesmo, tio! A maioria não tem essa coragem!”
Eduardo Anunciação, pai da minha amiga Eduarda, apaixonado por Tia Selma e encantado por fêmeas, sabia escrever com maestria, citar com conhecimento, impressionar com as palavras. Observador, escritor, se tivesse vivido no Rio de Janeiro na época da Bossa Nova, teria sido amigo de Tom e de Vinícius. Teria cantado todas as mulheres famosas, tomado inúmeras cervejas nos calçadões da Cidade Maravilhosa e deixado seu nome na história nacional. Embora fosse apaixonado por política, repetia uma das frases mais verdadeiras e poéticas que já escutei, mas que não tenho certeza se era de sua autoria: “um homem apaixonado é um homem doente!”.
Eduardo Anunciação, estudioso, habitué de máquinas Olivetti, lembrai-vos. Quando o tambor do Bloco Casados I…Responsáveis ecoou o último adeus no Cemitério Campo Santo, abafou a poesia, articulação e escrita de um jornalista que deixa uma lacuna irreparável e insubstituível para todos nós. Porque é final de semana, classificado por ele como dias de cervejinha gelada, amor e saudades.
Manuela Berbert é jornalista e colunista do Diário Bahia.

Quem mais ajudou Aldenes Meira na eleição para a presidência da Câmara de Vereadores de Itabuna foi o próprio Aldenes Meira.
O candidato do vice-prefeito Wenceslau Júnior era Jairo Araújo, do Sindicato dos Comerciários. Vale a lembrança que Jairo teve mais votos do que Meira.
Aldenes tem pretensões políticas. Sonha alto. Quer ser deputado estadual, federal e, quem sabe, prefeito de Itabuna. A vontade política de Aldenes preocupa Wenceslau e Davidson Magalhães.
A eleição para o Parlamento estadual fica na dependência de um bom trabalho no Legislativo municipal. Do contrário, nem a reeleição.
BARÃO DE ITARARÉ
Nome de batismo: Fernando Apparício Torelly. Pseudônimo: Barão de Itararé. Criticava os políticos, na época do Estado Novo, com um gênio cômico sem comparação.
Segue algumas tiradas do Barão de Itararé: 1) “O voto é rigorosamente secreto. Só assim o eleitor não terá vergonha de votar no seu candidato”. 2) “Os vivos são cada vez mais governados pelos mais vivos”. 3) “O político brasileiro é um sujeito que vive às claras, aproveitando as gemas e sem desprezar as cascas”. 4) “O homem que se vende sempre recebe mais do que vale”.
Itabuna não tem um Barão de Itararé. Se tivesse, faria o maior sucesso. O saudoso Hélio Pitanga seria um autêntico Barão de Itararé.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

A empresa de telefonia Oi terá que pagar uma multa de R$ 34,2 milhões por descumprimento de metas de qualidade impostas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) às operadoras de telefonia móvel. A pena foi publicada hoje (15) no Diário Oficial da União, e a empresa não tem mais como recorrer da decisão dentro da Anatel, mas pode buscar a Justiça.
O superintendente de Serviços Privados da agência, Bruno Ramos, explicou à Agência Brasil que a multa é referente ao descumprimento de todos os 12 indicadores de qualidade previstos no antigo Plano Geral de Metas de Qualidade. Entre os itens estão taxas de reclamação, chamadas completadas, queda de ligação, pedidos de informação, atendimento ao usuário e de recuperação de falhas. Também foi descumprido o índice que trata da taxa de reclamação de cobertura e de congestionamento de canal de voz.
Segundo Ramos, a Anatel verificou o descumprimento dos indicadores durante todo o ano de 2009, e a multa foi aplicada em 2010. A Oi recorreu em 2011, mas o Conselho Diretor da agência negou o recurso, e a empresa entrou com pedido de reconsideração, que já foi julgado pela agência. “Essa multa já é transitada em todas as áreas administrativas, e não tem mais revisão na Anatel, por isso foi publicada hoje”, disse o superintendente.
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Quem caminha pela Avenida do Cinquentenário, a principal de Itabuna, tem dificuldade para encontrar recipientes onde se possa jogar um papel de bala. Por outro lado, o que não falta é distribuição de panfletos de todo tipo, desde propaganda de instituições financeiras com suas ofertas de empréstimo em condições “imperdíveis” até serviço odontológico e místicos “tabajara”, que prometem curar impotência sexual, resolver problemas amorosos, alcoolismo e fazer o suplicante prosperar nos negócios.
A imagem mostra um panfleto que era distribuído esta semana na avenida. Muitos que o recebiam jogavam logo em seguida na via pública, uma tremenda falta de educação e demonstração de desprezo à cidade.
O PIMENTA resolveu postá-lo aqui, para mostrar o tipo de lixo que contribui para deixar Itabuna ainda mais suja.
De um leitor anônimo, em comentário à nota UM JEITO ÚNICO DE ESCREVER
Desde o ano passado a nossa cidade e região têm perdido grandes personalidades, o que torna nossa terra um pouco mais carente. Diria até um pouco mais burra! Eduardo deixará saudades… Enfim, morrer é a fatalidade de se viver!
























