A valorização do Itapedro e das demais ações que estamos presenciando requer do poder público ainda mais esforços para alterar o ambiente de negócios.
Rosivaldo Pinheiro
A cidade de Itabuna é conhecida e reconhecida como a cidade do comércio e do serviço. Aqui também nós temos um polo de educação e de saúde e precisamos avançar na missão de deslanchar o turismo no município. Além de negócios, temos vários elementos históricos, culturais e naturais que podemos trabalhar de forma integrada para que possamos gerar uma cidade de novas possibilidades.
Tivemos agora o Itapedro, um evento que significa estabelecer para a cidade uma marca reconhecida e um produto forte no calendário nacional. Alguns, que ainda não têm compreensão plena dessa conquista, questionam, mas já podemos comemorar os resultados desta edição do Itapedro, que não só movimenta a cadeia do Turismo, mas também é uma festa inclusiva, que atinge uma série de outros segmentos que se integram e impactam nos mais variados setores econômicos. Por exemplo, por trás de um show existe uma vasta contribuição de profissionais, que vão desde a montagem das estruturas e sonorização a recursos pirotécnicos para que possam dar brilho aos dançarinos e ao artista principal.
É preciso que tenhamos uma maior compreensão do significado do Itapedro para Itabuna. É claro que temos que ampliar as discussões e melhorá-lo cada dia mais. Para isso, é preciso um olhar integrado, envolvendo poder público, sociedade civil e setor privado. Nosso evento já nos permite, na sua segunda edição, vislumbrar fazer parte do calendário nacional, porque esse ano, no calendário do Nordeste, ele já entrou.
Não à toa, a Rede Bahia, afiliada da Rede Globo de Televisão, transmitiu nossa festa ao vivo, bem como diversos outros veículos da Bahia e do Brasil fizeram uma megacobertura, destacando a importância do evento. O fato é que o Itapedro já é um caso de sucesso. Por tudo isso, é importante fazer esse destaque porque quase sempre elogiamos eventos de outros municípios, bem como há sempre quem diminua nossa importância, atribuindo a outras cidades e regiões melhor qualidade em tudo.
Precisamos nos apropriar desses momentos e feitos, perceber as nossas mudanças e elevar os nossos olhares e a autoestima. Se a cidade hoje contabiliza uma redução populacional – o que não deve ser na plenitude do censo realizado pelo IBGE, pois ainda falta o instituto entregar para nós as informações estratificadas dos números levantados, para, então, o município poder fazer as devidas apurações -, a valorização do Itapedro e das demais ações que estamos presenciando requer do poder público ainda mais esforços para alterar o ambiente de negócios. E o setor privado, apropriando-se dessa mudança, cumprir o seu papel na ampliação dos seus investimentos. Essa engenharia permitirá com que a cidade atraia novas oportunidades para a ampliação do seu PIB, gerando crescimento com desenvolvimento.
Rosivaldo Pinheiro é economista, comunicador, especialista em Planejamento de Cidades e secretário de Governo de Itabuna.
O setor cervejeiro no Brasil cresceu quase 12% no ano passado. Em todo o país, já são mais de 1.700 estabelecimentos. As informações fazem parte do anuário da cerveja, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.
O estado de São Paulo tem o maior número de cervejarias registradas (387), seguido pelo Rio Grande do Sul (310) e Minas Gerais (222). Atualmente, o Brasil é o terceiro maior produtor de cerveja do mundo, atrás apenas da China e Estados Unidos.
Neste ano, o volume de vendas no território nacional deve chegar a 16 bilhões de litros, 4,5% a mais em relação a 2022, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja. Segundo o presidente da entidade, a padronização de regras do setor contribuiu para esses resultados.
EMPREGOS
Esse mercado cada vez mais profissionalizado não é a única vantagem da expansão do setor no Brasil. É que a cerveja gera emprego e renda na localidade em que é feita. Em todo o país, essa cadeia produtiva é responsável por dois milhões de vagas diretas e indiretas.
Sem falar que, quanto menos a bebida viaja da fábrica ao consumidor, melhor a qualidade do produto. É o que explica Pedro Capozzi. A empresa dele produz, no Distrito Federal, 260 mil litros de cervejas artesanais por ano.
Além da qualidade, as cervejas brasileiras são inovadoras nos sabores e podem levar frutas vermelhas, castanha de baru, alecrim, tomate e até limão e cúrcuma, trazendo cada vez mais o estilo brasileiro para cerveja – uma bebida milenar.
A última rodada da Série B do Campeonato Baiano foi marcada por fortes emoções e uma goleada inédita. O Unib aplicou 9 a 0 no lanterna Lêonico, que terminou a competição sem vencer uma única partida. Foram exatamente nove derrotas. A goleado do Unib não garantiu vaga ao time, que chegou aos 16 pontos, um a menos que os quatro primeiros colocados.
Os classificados para a semifinal da Série B do Campeonato Baiano terminaram a primeira fase com praticamente o mesmo desempenho. Jacobina, Jequié, Grapiúna e Vitória da Conquista têm aproveitamento de 62,92% e 17 pontos. O Grapiúna garantiu vaga ao vencer o Juazeiro, fora de casa, de virada, por 2 a 1, na tarde deste domingo (9).
O Vitória da Conquista ficou com a vaga porque derrotou o Jequié, por 3 a 2, no Estádio Lomanto Júnior. A equipe de Jequié já entrou em campo classificada para semifinal. No confronto direto pela quarta vaga, o Jacobina, atuando com apoio da torcida, bateu o Fluminense de Feira por 1 a 0, e também chegou aos 17 pontos.
COLO COLO DECEPCIONANTE
A última rodada teve ainda o Colo Colo perdendo de 2 a 1 para o Galícia. Os dois times não tinham mais chance de classificação. A equipe de Ilhéus fez uma campanha vergonhosa, com apenas quatro pontos, na penúltima colocação, à frente somente do Lêonico, que perdeu todos os jogos.
Os quatros classificados para a próxima fase voltam a campo no próximo domingo (16). O Grapiúna enfrentará o Jequié em dois jogos. O horário da primeira partida será divulgado no decorrer da semana pela Federação Bahiana de Futebol (FBF). O time de Itabuna fará o jogo de ida no Estádio Antônio Elias Ribeiro, em Camacan.
O outro confronto será entre Jacobina e Vitória da Conquista. A equipe de Jacobina terminou em primeiro lugar porque tem maior número de vitória que o adversário. Com melhores campanhas, Jacobina e Jequié farão os jogos de volta nos seus mandos de campo no dia 23 deste mês.
A Secretaria de Saúde de Feira de Santana confirmou mais uma morte causada por dengue hemorrágica no município. A vítima desta vez é um adolescente de 13 anos, que teve o caso confirmado após a análise das amostras que a Vigilância Epidemiológica encaminhou ao Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen).
Com isso, subiu para quatro o número de mortes causadas por dengue hemorrágica este ano em Feira. A Vigilância Epidemiológica do Município confirmou 734 casos de dengue. Do total, 8 foram classificados como grave e 111 com sinais de alarme.
Em casos graves, o paciente deve procurar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou as policlínicas municipais. Deve-se ficar atento para o quadro em que a pessoa tem vômitos persistentes, queda de pressão, sensação de desmaio, aumento do fígado e sangramento das mucosas como boca, olhos e partes íntimas.
O concurso 2609 da Mega-Sena teve seis apostas da Bahia contempladas com a quina. São três jogos feitos em loterias de Salvador e outros três nos municípios de Barreiras, Entre Rios e Camaçari. Os sortudos baianos no sorteio, realizado na noite de sábado (8), no Espaço de Loterias, em São Paulo, vão receber R$ 61.254,12 cada.
Em todo o país, um total de 50 apostadores “bateram na trave” para o prêmio principal, acertando cinco das seis dezenas. Cada um embolsará R$ 61.254,12. A quadra saiu para 4.420 pessoas. Cada um receberá R$ 989,88. Na Bahia, entre os contemplados com esse valor estão moradores de Gandu,Ilhéus, Itabuna, Itacaré, Itapé, Itapitanga, Santa Luzia e Ubatã.
As dezenas sorteadas no sábado foram: 03, 21, 27, 32, 35 e 60. Como não houve acertador no prêmio principal, na quarta-feira (12), serão sorteados R$ 35 milhões. A aposta simples custa R$ 5,00 e pode ser feita em qualquer lotérica do país.
O pai da cigana Hyara Flor Santos Alves, de 14 anos, está oferecendo R$ 300 mil por informações sobre o paradeiro do suspeito de assassinar a jovem, na quinta-feira (6). O criminoso atirou no queixo da adolescente. O acusado do crime é ex-marido da vítima e também tem 14 anos. Após o crime, que aconteceu em Guaratinga, no extremo-sul da Bahia, o garoto fugiu.
A jovem chegou a ser socorrida para o Hospital Maternidade Joana Moura, mas não resistiu e morreu na unidade. A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio. O suspeito teria fugido do local do crime junto com o pai e mais um cigano.
De acordo com a Polícia Civil, uma pistola calibre .380, com dois carregadores e munições foram apreendidos no local e encaminhados à perícia. Disse ainda que diligências e oitivas serão realizadas para esclarecer a motivação do crime, que já tem indícios de autoria.
A Polícia Militar reforçou o policiamento nos locais onde há comunidades ciganas para tentar evitar retaliações entre as famílias dos envolvidos. As informações são d´A Tarde.
O Bahia segue sem conseguir apresentar um bom futebol e com dificuldade de obter resultados positivos no Campeonato Brasileiro. Jogando na Arena Pantanal neste sábado (8), o Tricolor de Aço ficou no empate de 1 a 1 com o Cuiabá. O time da casa saiu na frente, com o centroavante Deyverson, marcando de pênalti,aos 17 minutos do primeiro tempo.
O Bahia foi completamente dominado no primeiro tempo. Conseguiu melhorar na segunda etapa, quando chegou ao empate. O jogador Ryan cruzou a bola na área e, sem querer, o defensor Empereur, do Cuiabá, cabeceou contra o gol de Walter. O goleiro nada pôde fazer.
Com o empate, o Bahia chegou aos 13 pontos e corre risco de entrar na zona de rebaixamento neste domingo (8). O Goiás tem 12 pontos e, caso vença o Santos, na Vila Belmiro, assumirá a vaga do Tricolor. A partida em Santos será às 11 da manhã.
O Bahia volta agora as atenções para a partida contra o Grêmio pelas quartas de final da Copa do Brasil, na quarta-feira (12), em Porto Alegre. O jogo de ida, na Arena Fonte Nova, em Salvador, terminou em 1 a 1. Por isso, quem vencer ficará com a vaga. Em caso de novo empate, a vaga será decidida nas penalidades. A partida está marcada começar às 19h, na Arena do Grêmio.
No final de 2021, o Governo da Bahia inaugurou o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, na área do antigo Hospital Geral Luiz Viana Filho, na Conquista, em Ilhéus. Segundo o plano original, caberia à Prefeitura de Ilhéus administrar o novo equipamento, mas a ideia não foi à frente.
Desde sua abertura, a unidade é administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (Fesf-SUS). Nos dezoito meses em atividade, foram mais de 4.800 partos, 6.487 internações (sendo 353 de recém-nascidos que precisaram da UTI), 160 mil atendimentos e 204 visitas guiadas, segundo balanço da assessoria da instituição.
Nesta entrevista ao PIMENTA, a enfermeira Domilene Borges, que assumiu a direção-geral do Materno-Infantil em dezembro de 2022, fala sobre o desempenho do Hospital nos serviços prestados desde a inauguração; comenta iniciativas adotadas após a abertura da unidade; aborda desafios da gestão; e antecipa projetos que serão implementados nos próximos meses, com direito à ampliação do rol de cirurgias. Leia.
PIMENTA – O Hospital Materno-Infantil acaba de completar um ano e meio. Qual avaliação a senhora faz do trabalho desenvolvido até aqui?
DOMILENE BORGES – O Hospital nasceu para atender vinte municípios, oito da microrregião de saúde de Ilhéus e doze de Valença. Seguimos numa crescente de atendimentos e de demandas. Hoje, o Materno já é referência para toda a macrorregião sul da Bahia, englobando as regiões de Itabuna e Jequié, além de extremo-sul e sudoeste.
Se a gente pudesse dar nota objetiva ao desempenho da unidade, de zero a dez, qual seria?
A gente não pode falar nota dez, porque sempre existe alguma pendência. Somos uma unidade de média e alta complexidade, mas, para alguns serviços, ainda precisamos de referência em Salvador. Às vezes, acionamos a regulação para transferir a criança. Por isso, não falo que o Materno merece nota dez. Mas, dentro do que o Hospital pode ofertar e pela forma da assistência prestada aqui, eu dou dez, tranquilamente.
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Estamos adequando a unidade para acolher os povos originários.
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Quais serviços o Hospital oferece desde a abertura e quais foram implementados depois?
Desde a abertura, a obstetrícia e a pediatria de média e alta complexidade, com a UTI Neonatal e a UTI Pediátrica. Atendemos do nascimento aos 15 anos. Temos propostas perto da concretização, como a ortopedia pediátrica; o tratamento da fenda palatina, que é o lábio leporino; e a parte de cirurgia pediátrica, demanda enorme da região. Buscamos credenciamento da Sesab para as ligaduras eletivas. O Hospital já faz laqueadura, mas só quando o procedimento é associado à cesariana e a gestante manifesta interesse. Com a mudança da legislação, a gente passou a ter mulheres procurando a unidade em busca desse serviço. Também estamos adequando a unidade para acolher os povos originários.
Como vai funcionar o projeto das doulas comunitárias?
A doula é uma figura muito forte para as mulheres na gestação e no parto. A ideia é ofertar esse serviço para todas as mulheres. O que a gente tem hoje? Há mulheres que podem pagar às doulas e são acompanhadas. A gente propõe que elas trabalhem voluntariamente no Hospital e possam dar atenção a todas as mulheres que venham parir aqui no Materno.
Hospitais públicos costumam ser sobrecarregados por demandas que deveriam ser atendidas nos postos de saúde ou em unidade de pronto-atendimento. Como a direção do Materno-Infantil lida com essa realidade?
Quando a criança chega na unidade, é acolhida e passa por uma triagem, que determina o grau de risco. Crianças com o perfil verde ou azul [de risco], que deveriam ser atendidas em unidades básicas de saúde ou de pronto-atendimento, são avaliadas duas vezes. Confirmado o perfil verde ou azul, encaminhamos à UPA, porta de entrada do município. Se não for [caso para unidade básica], a criança é atendida aqui. Tivemos reunião com o município e formatamos um fluxo para que essas pessoas não fiquem soltas na rede nem sem atendimento. Hoje, temos um ambiente mais tranquilo na entrada do Hospital.
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Ser mulher conta bastante, por conhecer os pontos mais sensíveis, as necessidades que as mulheres têm na gravidez e no parto.
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O que significa ser mulher no comando de uma instituição que se relaciona de modo específico com as mulheres e num momento da vida em que costumam estar mais sensíveis e, às vezes, vulneráveis?
Ser mulher conta bastante, por conhecer os pontos mais sensíveis, as necessidades que as mulheres têm na gravidez e no parto. Não que um homem não possa assumir uma unidade materno-infantil, claro que pode, mas a mulher vai ter esse olhar mais sensível e direcionado às necessidades do público feminino. A gente consegue pegar detalhes – coisas pequenas, mas necessárias para a mulher nesse momento – e trazer resposta em forma de serviço.
Como é a relação do Hospital com a comunidade?
Não consigo visualizar o Hospital só dentro do Hospital. A gente precisa do trabalho extramuro, estar presente na comunidade e mostrar o que oferecemos à população. Muitas pessoas não sabem o que o Materno-Infantil oferece. Trabalhamos com o Ministério Público, Defensoria Pública, Câmara de Vereadores. Recebemos secretários municipais da região para que eles conheçam o equipamento para o qual encaminham seus pacientes e como eles devem fazer isso. Trabalhamos com associações de moradores para irmos aos bairros. Ouvindo a população, obtemos retorno da qualidade do atendimento, sabemos quais são as demandas e vemos em que o Materno pode ajudar. Começamos a fazer essa escuta em Ilhéus. A intenção é levar aos vinte municípios da área de referência.
Quais são as demandas mais recorrentes que o Hospital ainda não atende?
Cirurgias pediátricas, de fimose e de hérnia e a parte de ortopedia pediátrica, uma fragilidade do SUS em Ilhéus. Escutamos isso em todos os lugares. Acredito que, dentro de 30 a 60 dias, a gente já comece a ofertar alguns desses serviços.
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Aparecerão novas demandas, mas a gente precisará avaliar. Não adianta ampliar muito e não ter como acolher a população.
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O que a gestão do Hospital tem como objetivo para o próximo ano?
A gente espera que o serviço de ortopedia e as cirurgias já estejam disponíveis para toda a região. Queremos implantar as cirurgias na parte de otorrino e a parte de laqueadura. São projetos que a gente quer implantar ainda neste ano, mas que, a partir do próximo ano, estarão rodando melhor. Aparecerão novas demandas, mas a gente precisará avaliar. Não adianta ampliar muito e não ter como acolher a população. A gente precisa continuar ofertando nosso serviço com a qualidade de hoje. Não quero macas nos corredores e crianças do lado de fora esperando atendimento. Temos o cuidado de planejar a ampliação do serviço dentro da capacidade de oferta.
Como vai o diálogo da instituição com a comunidade LGBTIAPN+?
A gente está começando a conversar para ver como o Hospital pode se inserir nesse universo e ajudar nas demandas por saúde, principalmente da população trans. Realizamos um seminário para nossos trabalhadores, para que eles consigam entender a necessidade de estarmos preparados para acolher esse público.
O time de base do Itabuna é o único representante do sul da Bahia nas oitavas de final da Copa 2 de Julho de Futebol Sub-15. A equipe terá um adversário muito difícil na disputa de mata-mata, neste sábado (8). O Azulino enfrentará a Seleção Brasileira a partir das 10h30min, no Estádio de Pituaçu, em Salvador.
A equipe Sub-15 do Itabuna se classificou para as oitavas de final da Copa 2 de Julho com a segunda melhor campanha na fase de Grupos, iniciada no Dia da Independência da Bahia, no domingo passado. O time do sul da Bahia conseguiu sete pontos no Grupo B. O Flamengo (RJ) foi o primeiro colocado, com 12 pontos e 100% de aproveitamento.
Com uma das principais divisões de base do país, o Rubro-Negro carioca aplicou a maior goleada da competição, ao derrotar, por 13 a 0 a Seleção de Mata de São João, que terminou na última posição.
Representando o estado, além do Itabuna, estão as seleções de Cachoeira, Xique-Xique,Lauro de Freitas; Camaçariense, Astro, Bahia, Vitória e Jacuipense.As outras equipes que seguem na disputa pelo título são Atlético (MG), Botafogo, Flamengo, Fortaleza, Palmeiras, ABC e Seleção Brasileira.
Com partidas no Estádio de Pituaçu, em Salvador; CT Cidade Tricolor, em Dias D’Ávila, CT Praia do Forte, em Mata de São João, e no Estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana, as equipes brigam pelas oito vagas para as quartas, que acontecem no domingo (9).
Com a entrada franca em todos os jogos da Copa 2 de Julho, as semifinais acontecem na terça-feira (11) e a grande final será no dia 13 de julho no Estádio de Pituaçu, em Salvador. A competição é organizada pela Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb). Veja como serão os confrontos:
9h Botafogo-RJ x Astro – Estádio de Pituaçu
9h ABC-RN x Bahia – CT Cidade Tricolor
10h Seleção de Xique-Xique x Vitória – Estádio Joia da Princesa
10h30min Seleção Brasileira x Itabuna – Estádio de Pituaçu
10h30min Atlético-MG x Seleção de Cachoeira – CT Cidade Tricolor
10h30min Flamengo-RJ x Fortaleza-CE – CT Praia do Forte
14h Camaçariense x Seleção de Lauro de Freitas – Estádio de Pituaçu
15h30min Palmeiras-SP x Jacuipense – Estádio de Pituaçu
A Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb) está com inscrições abertas para o Programa de Pós-Graduação em Saúde, Ambiente e Biodiversidade (PPGSAB) – Mestrado Acadêmico. São ofertadas 20 vagas e as inscrições estão sendo realizadas até o dia 6 de agosto.
De acordo com a Ufsb, a seleção do mestrado constará de três etapas: exame de suficiência em língua inglesa (classificatória), Análise do pré-projeto de pesquisa aderente às áreas do PPGSAB e arguição do candidato (classificatória) e Análise de Currículo Lattes (classificatória).
As aulas serão ministradas no campus Paulo Freire, em Teixeira de Freitas, no extremo-sul da Bahia. As dúvidas podem ser sanadas por meio do e-mail selecao.ppgsab@ufsb.edu.br. Acesse aqui para a inscrição.
A presidente da ONG Bicharada, Marcela Andrade, explicou ao PIMENTA a situação do pit bull Lion, que atacou uma cadelinha na Avenida Beira-Rio, em Itabuna, e acabou espancado por transeuntes. A intervenção salvou a cadelinha, mas causou ferimentos graves em Lion, que foi recolhido pela ONG. “No desespero, as pessoas bateram muito nele, que está com dor no ouvido e a cabeça inchada”, conta a voluntária.
O animal foi levado a uma clínica veterinária, por iniciativa da Bicharada, disse Marcela. A informação contraria nota divulgada pela Diretoria de Controle de Zoonoses. O órgão, que é vinculado à Diretoria de Vigilância Sanitária de Itabuna, comunicou à imprensa que foi responsável por recolher o pit bull e levá-lo a um canil. “Eles não foram resgatar nem acolheram o animal. Ele está sob os nossos cuidados, não tem nada a ver com o Zoonoses”, reiterou a voluntária do movimento de proteção animal.
Marcela Andrade afirma que, ontem (6), não conseguiu contatar a direção da Vigilância Sanitária. Também pediu ajuda ao Grupamento Ostensivo de Proteção Ambiental da Guarda Civil, mas, segundo ela, a resposta da unidade especializada foi negativa. “Disseram que não iriam recolher, porque o Zoonose não podia receber”.
A presidente da ONG acrescenta que, hoje (7), quando manteve contato com a Vigilância, ouviu que o serviço de Controle de Zoonoses até poderia recolher e abrigar o cachorro, desde que a própria Marcela, que não tem vínculo com a administração municipal, assumisse a responsabilidade sobre o que viesse a acontecer com o animal. “Não tem cabimento. A Prefeitura acolher e eu assumir a responsabilidade de um animal que não estaria sob meus cuidados”, conclui.
A voluntária lamentou que o Centro de Controle de Zoonoses esteja fechado desde o ano passado, devido às más condições de sua sede. A paralisação total do serviço, segundo ela, não tem precedente em Itabuna. O espaço está aberto, caso a Diretoria de Vigilância Sanitária queira se manifestar.
ABANDONO E ACOLHIMENTO
Marcela Andrade conhece uma versão sobre o abandono de Lion. Ela soube que o animal era bem cuidado e vivia sob a guarda de uma moradora da Beira-Rio, centro de Itabuna. No entanto, a tutora, uma idosa, foi acometida por doença degenerativa, deixou a casa onde morava e, hoje, vive num abrigo. O cachorro ficou para trás.
Pelo porte, na avaliação da voluntária, Lion deveria pesar de 35 a 40 quilos, mas está com apenas 20 quilos. Ele passou por exames e continua internado em uma clínica veterinária. Nesse momento, o abrigo da ONG Bicharada está superlotado. “Tem animal no banheiro”, relata Marcela. Para abrir uma vaga e abrigar o cão quando ele deixar a clínica, outra voluntária da ONG vai receber em sua casa uma cadelinha recém-parida.
Confira, abaixo, imagens de Lion na Pet Clínica.
Durou um mês a passagem do vereador Alzimário Belmonte, Professor Gurita, pela Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer de Ilhéus. Ele assumiu a Pasta no final de maio e saiu no dia 30 de junho. Ao PIMENTA, o parlamentar explicou que a possibilidade de ficar pouco tempo no cargo foi antecipada ao prefeito Mário Alexandre, Marão, de quem é correligionário no PSD.
– Quando o prefeito me convidou a assumir a Pasta, conversei com ele que faria uma experiência de trinta dias. Se, nesses 30 dias, eu percebesse que daria para fazer o que já fiz no passado pelo esporte, para poder colocar o esporte de Ilhéus em destaque na Bahia, eu ficaria e fui [para a Secretaria] – disse o vereador por telefone.
Gurita conta que, na rotina do Governo, percebeu que não seria possível se desconectar totalmente das demandas ao vereador, mesmo licenciado. “Acabei ficando dividido entre o esporte e a minha agenda da Câmara”. Segundo ele, essa divisão o incomodou, pois identificou que a Secretaria precisa de alguém capaz de se dedicar exclusivamente ao cargo. “Conversei com o prefeito e pedi exoneração, dizendo que preferia retornar à Câmara, porque minha pauta lá é muito ampla e forte”.
Então, o motivo da saída não foi nenhum problema com as condições de trabalho na Secretaria? “Não, zero. Para ser sincero, recebi condições importantes para trabalhar. Fizemos a etapa do Circuito Baiano de Judô, com a Federação Baiana de Judô; e o Festival Ilhéus, 50 anos de Surf, com a Associação Ilheense de Surf. Em trinta dias, consegui fazer essas duas grandes atividades. Então, foram me dadas as condições. Sair foi opção minha, porque estava dividido entre a agenda da Câmara, mesmo licenciado, e o esporte, sem dedicação exclusiva. Foi apenas isso”, reafirmou Gurita.
Com a volta do titular ao cargo, Luiz Carlos Escuta deixa a Câmara e retorna à primeira suplência do PSD.
Uma adolescente de 14 anos foi morta a tiros em Guaratinga, no extremo-sul da Bahia, na noite desta quinta-feira (6). Ela foi identificada como Hyara Flor Santos Alves.
De acordo com a Polícia Civil, uma pistola calibre 380, dois carregadores e munições foram apreendidos no local do crime e encaminhados à perícia. O caso é investigado como feminicídio pela Delegacia de Guaratinga.
Ainda conforme a Polícia, diligências e oitivas serão feitas para esclarecer a motivação do crime, que já tem indícios de autoria. O nome do suspeito não foi divulgado. Informações do G1.
O corpo de Leandro Evangelista de Freitas está sendo velado na Funerária SAF Itabuna e será sepultado no Cemitério Campo Santo, nesta sexta-feira (7), às 15h30min. O empresário de 31 anos foi vítima de uma endocardite bacteriana (infecção no coração) e faleceu ontem (6), em um hospital de Salvador.
O corretor de imóveis Nilton Borges disse ao PIMENTA que a morte de Leandro, que era diretor-executivo da SS Freitas Construtora, além de um drama para a família, deixa uma lacuna na construção civil do sul da Bahia. “Era um empresário dedicado, esforçado, que vai fazer muita falta, sua partida foi muito precoce”.
Ele recorda que, em outubro de 2018, quando era delegado do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, entregou a carteira de corretor a Leandro, que se habilitou para reforçar a equipe de vendas da SS Freitas. “Ele já era o braço direito da empresa”.
Segundo Nilton, que esteve no velório do jovem empresário, o clima era de profunda consternação. “A dor de um pai e uma mãe enterrando um filho não é fácil , vai durar muito tempo ainda”.
O mau uso da rede de esgotamento sanitário tem sido uma dor de cabeça ainda maior, nos últimos tempos, para a área técnica da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa). Segundo o gerente de Saneamento da Empresa, Tauan Sampaio, o mau uso da rede causa constantes obstruções de tubulação e extravasamento de dejetos, tornando o ambiente insalubre.
De acordo com o responsável pela área de esgoto da Emasa, existem casos recorrentes de obstrução pela falta de conscientização de parte dos moradores da cidade. “É preciso que as pessoas se conscientizem sobre o correto uso das redes coletoras de esgoto”, afirmou.
“É muito comum a causa de o entupimento da rede ser provocada por material indevido lançado na tubulação do esgoto, a exemplo de buchas e pano de prato, fraldas, absolventes e até restos de material de construção”, revela Tauan Sampaio.
Ainda segundo Sampaio, nos condomínios residenciais do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) existe outro agravante: construções irregulares. “Nos [conjuntos] habitacionais do programa federal existem moradores que constróem puxadinhos em cima das caixas de passagem dos prédios. Isto termina por dificultar trabalhos preventivos e de reparação da rede de esgoto”, adverte.



























