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O volume de serviços no país teve alta de 1,1% em julho deste ano, na comparação com o mês anterior. Essa foi a quarta taxa de crescimento consecutiva do indicador, que acumula ganhos de 5,8% nos últimos quatro meses. Com o resultado, o setor atingiu o maior patamar desde março de 2016. O dado, da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), foi divulgado hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os serviços também tiveram altas de 17,8% na comparação com julho do ano passado, de 10,7% no acumulado do ano e de 2,9% no acumulado de 12 meses.

ATIVIDADES

Na passagem de junho para julho deste ano, duas das cinco atividades pesquisadas pelo IBGE tiveram alta: serviços prestados às famílias (3,8%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (0,6%).

“Essas duas atividades são justamente aquelas que mais perderam nos meses mais agudos da pandemia. São as atividades com serviços de caráter presencial que vêm, paulatinamente, com a flexibilização e o avanço da vacinação, tentando recuperar a perda ocasionada entre março e maio do ano passado”, disse o pesquisador do IBGE Rodrigo Lobo.

Nos serviços prestados às famílias, o avanço foi puxado pelo desempenho dos segmentos de hotéis, restaurantes, serviços de buffet e parques temáticos, que costumam crescer em julho devido às férias escolares.

Três atividades tiveram queda em seu volume: serviços de informação e comunicação (-0,4%), transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,2%) e os outros serviços (-0,5%).

Sede do Banco Central do Brasil || Foto Marcello Casall Jr/Agência Brasil
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A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu, novamente, de 7,58% para 8%, neste ano. É a 23ª elevação consecutiva na projeção. A estimativa está no boletim Focus de hoje (13), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2022, a estimativa de inflação é de 4,03%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3,03%, respectivamente.

A projeção para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Em agosto, puxada pelos combustíveis, a inflação subiu 0,87%, a maior inflação para o mês desde o ano 2000, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o indicador acumula altas de 5,67% no ano e de 9,68% nos últimos 12 meses, o maior acumulado desde fevereiro de 2016, quando o índice alcançou 10,36%.

TAXA DE JUROS

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 5,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 8% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica fique nesse mesmo patamar. Tanto para 2023 como para 2024, a previsão é 6,5% ao ano.Leia Mais

Retomada da Rota do Cacau e Chocolate foi anunciada em reunião em Itabuna || Foto Viviane Cabral/Amurc
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A produção de cacau e de chocolate no sul da Bahia ganha mais um incentivo anunciado pelo assessor do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Aldo Dantas, em Itabuna, a retomada da Rota do Cacau e Chocolate. O assunto foi amplamente debatido no Encontro Rotas do Desenvolvimento, na última sexta-feira (3), promovido pela Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste Baiano (Amurc), pelos Consórcios Litoral Sul e da Mata Atlântica e Sebrae, que ganhou repercussão entre os prefeitos, secretários de agricultura, empresários, produtores e acadêmicos.

A Rota do Cacau é uma das 10 que integram o programa do Governo Federal como um sistema produtivo e inovador, associada a cadeias produtivas estratégicas para a inclusão produtiva e o desenvolvimento sustentável das regiões brasileiras. A ideia é que o MDR, junto aos órgãos de apoio, faça o processo de indução do desenvolvimento, potencializando negócios, o conhecimento da região nos nível nacional e internacional e fomentando o desenvolvimento territorial.

Durante o encontro, Aldo Dantas ouviu demandas dos setores representativos, reafirmou o apoio ao atendimento e sugeriu que a coordenação dos trabalhos para a retomada da Rota do Cacau seja feita com a participação do Sebrae e demais instituições regionais. Ele ainda elegeu representantes das entidades para fazer parte de um grupo, que ficará responsável por elaborar um documento oficial de retomada da Rota do Cacau.

CAPACITAÇÃO

De acordo com a gerente regional do Sebrae, Claudiana Figueiredo, a entidade aplicará a expertise de capacitar os atores e os empresários que estarão envolvido no processo. “Estaremos juntos com outros atores, ter uma atuação complementar, que é a de fazer a parte de qualificação e de articulação entre os atores para a formação dessa governança, que vai tocar o projeto e vai fazer investimentos, cada um dentro da sua expertise no projeto como um todo”, declarou.

Outras atividades econômicas, a exemplo da fruticultura, do mel e do setor têxtil, foram abordadas como segmentos que poderão ser explorados na região. O secretário de Desenvolvimento Econômico de Uruçuca, Águido Muniz, destacou que o município possui potencial para trabalhar a rota do cacau e do chocolate, “mas tem como trabalharmos na Rota do Palmito, de Pupunha, do cajá, do Mel, da Abelha Uruçu. Enfim, é um pontapé inicial para que a gente tenha o desdobramento para novas reuniões e encaminharmos essas iniciativas de rota para a economia local”.

Projeção aponta salário mínimo a R$ 1.169,00 em 2022
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A alta da inflação nos últimos meses fez o governo elevar a previsão para o salário mínimo no próximo ano. O projeto da lei orçamentária de 2022, enviado hoje (31) ao Congresso Nacional, prevê salário mínimo de R$ 1.169,00, R$ 22,00 mais alto que o valor de R$ 1.147,00 aprovado na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) .

A Constituição determina a manutenção do poder de compra do salário mínimo. Tradicionalmente, a equipe econômica usa o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano corrente para corrigir o salário mínimo do Orçamento seguinte.

Com a alta de itens básicos, como alimentos, combustíveis e energia, a previsão para o INPC em 2021 saltou de 4,3% para 6,2%. O valor do salário mínimo pode ficar ainda maior, caso a inflação supere a previsão até o fim do ano.

PROJEÇÃO DO PIB

O projeto do Orçamento teve poucas alterações em relação às estimativas de crescimento econômico para o próximo ano na comparação com os parâmetros da LDO. A projeção de crescimento do PIB passou de 2,5% para 2,51% em 2022. Já a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado como índice oficial de inflação, foi mantida em 3,5% para o próximo ano.

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,66% em agosto deste ano, taxa inferior ao 0,78% de julho deste ano e ao 2,74% de agosto de 2020. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador acumula taxas de inflação de 16,75% no ano e de 31,12% em 12 meses.

A queda da taxa de julho para agosto foi puxada pelos três subíndices que compõem o IGP-M. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, teve variação de 0,66% em agosto, ante 0,71% em julho.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, teve inflação de 0,75% em agosto, abaixo do 0,83% em julho. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou taxa de 0,56% em agosto, ante 1,24% no mês anterior.

“Se não fosse a crise hídrica, o IGP-M apresentaria desaceleração mais forte. No IPA, culturas afetadas pela estiagem, como milho (-4,58% para 10,97%) e café (0,04% para 20,98%) registraram forte avanço em seus preços. No âmbito do consumidor, o preço da energia, para a qual é esperado novo reajuste em setembro, registrou alta de 3,26%, sendo a principal influência para a inflação ao consumidor”, disse o pesquisador da FGV André Braz.

Shopping itabunense apresenta crescimento de mais de 55% na comparação com início da pandemia e fechamento do comércio
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Neto diz que cenário é otimista para segundo semestre deste ano

As vendas do Shopping Jequitibá, em Itabuna, cresceram 55,3% no acumulado de janeiro a julho de 2021 no comparativo com igual período de 2020, afirma o diretor Manoel Chaves Neto. Os dados de 2020 foram fortemente impactados pela pandemia da covid-19.

Na avaliação do diretor do centro de compras, os números obtidos nos sete primeiros meses deste ano apontam para crescimento do potencial de compras da população sul-baiana e eleva otimismo quanto ao resultado do segundo semestre, principalmente com as datas como Dia das Crianças, Black Friday e Natal.

Na campanha da Semana do Brasil, que começa no próximo dia 2 e vai até 12 de setembro em todo o país, a expectativa é de manutenção do consumo. A campanha é uma iniciativa do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo e lojistas de diferentes setores em todo o país.

O diretor do Jequitibá, Manoel Chaves Neto, afirma que a confiança dos lojistas na retomada da economia é muito grande e aponta que novas lojas estão sendo implantadas. “Acreditamos que, com a Semana do Brasil e em seguida as datas comemorativas do terceiro e quarto trimestre 2021, vamos atrair muito mais clientes e consequentemente mais vendas”, destaca

O shopping está com 99,7% da área bruta locável ocupada, com várias lojas sendo reformadas e novas lojas com previsão de inauguração prevista para este segundo semestre de 2021. O mais novo empreendimento confirmado é a loja da Track & Field, que oferece artigos esportivos, lifestyle, moda praia, calçados e acessórios. A empresa possui mais de 233 lojas, entre lojas próprias e franquias, espalhadas por 24 estados.

CENÁRIO NO PAÍS

A Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) prevê que as vendas do setor totalizarão R$ 204 bilhões em 2021. Se confirmada a projeção, representará um crescimento de 58,3% em relação a 2020. A comparação com 2019 é a mais indicada, pois se trata do último ano antes da chegada da pandemia. Já em 2020 a maioria dos estabelecimentos estavam fechados ou com capacidade de funcionamento muito reduzida.

“Nós percebemos que está melhorando o ambiente. Diminuíram os solavancos, há mais estabilidade. Isso ajuda as vendas do varejo como um todo”, disse o presidente da Abrasce, Glauco Humai. “O cenário ainda é volátil devido ao fantasma da pandemia, mas confiamos no avanço da vacinação”, afirma.”

Taxa básica de juros sobe mais uma vez e ultrapassa dois dígitos desde 2017
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A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) deste ano subiu de 7,05% para 7,11%. É a vigésima elevação consecutiva na projeção. A estimativa está no boletim Focus de hoje (23), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,93%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3%, respectivamente.

A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Em julho, a inflação subiu 0,96%, o maior resultado para o mês desde 2002, quando a alta foi de 1,19%. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 4,76%, no ano, e 8,99%, nos últimos 12 meses.

TAXA DE JUROS

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 5,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 7,5% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica mantenha esse mesmo patamar. E tanto para 2023 como para 2024, a previsão é 6,5% ao ano.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.Leia Mais

Conselho aprovou a distribuição de R$ 8,12 bilhões de lucros do FGTS || Foto A Gazeta
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O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta terça-feira (17) o repasse de R$ 8,12 bilhões do lucro de rendimento do fundo no ano passado para os trabalhadores. O dinheiro não vai diretamente para o bolso, mas sim para a conta do beneficiado.

“A distribuição de resultados alcançará cerca de 191,2 milhões de contas vinculadas, que acumulavam saldo de R$ 436,2 bilhões ao final de 2020”, diz o Ministério da Economia. O valor equivale a 96% do resultado positivo de 2020.

A Caixa informou que a distribuição será feita através de crédito nas contas vinculadas de titularidade dos trabalhadores até 31 de agosto deste ano. O dinheiro é distribuído de forma proporcional ao saldo das contas – quem tem mais saldo, terá mais lucro.

Terá direito a receber quem tinha saldo positivo na conta do FGTS até 31 de dezembro de 2020. O Tesouro Nacional estima 191 milhões de contas beneficiadas. Contas ativas e inativas podem ter o bônus acrescentado, desde que estejam positivas.

Os valores são calculados sobre o saldo da conta na último dia do ano passado. Quem tinha saldo de R$ 1 mil vai receber cerca de R$ 19, por exemplo.

Quem quiser saber como anda seu saldo no FGTS pode pode fazer a consulta pelo site da Caixa, pelo aplicativo FGTS e pessoalmente, no balcão de atendimento de agências da Caixa.

Há formas também de ser informado sobre os depósitos feitos pelo empregador. Uma delas é pelo SMS (clique aqui).

Fazendas de cacau do sul da Bahia conseguem seguro do Inmet
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O Instituto Nacional de Meteorologia firmou a primeira apólice do Seguro de Índice Paramétrico SIM Inmet para os produtores de cacau do sul da Bahia. A ação tem como objetivo reduzir os impactos das alterações do clima na produção.

A primeira apólice do seguro paramétrico SIM Inmet vai cobrir a produção de cacau em três fazendas de Ilhéus, com 140 hectares, contra o excesso ou falta de chuvas entre 1º de agosto e 30 de setembro. O objetivo é evitar impactos como os ocorridos na região da costa do cacau entre 2014 e 2016, quando houve uma seca que acabou com cerca de 50 mil hectares produtivos.

O seguro paramétrico, é um seguro de índice, para a ocorrência de eventos naturais. É diferente do convencional, por não ser necessário haver um dano físico na propriedade rural, causado por um evento climático, para que o segurado tenha direito ao pagamento. Os nomes das fazendas não foram divulgados.

O segurado poderá ser ressarcido caso não tenha sido alcançado índices meteorológicos estabelecidos no contrato, como quantidade de chuva, velocidade e intensidade do vento, temperatura, número de dias de sol, ocorrência de geada, granizo, inundação e outros dados específicos para a região produtora.

A apólice conta com indicadores de sustentabilidade para financiar o pagamento do prêmio do seguro com crédito de carbono – uma espécie de respaldo que o seguro dá para que os cacauicultores permaneçam na atividade e a floresta não seja desmatada para outros usos. A estrutura dos seguros também contou com uma parcela do benefício proveniente do Programa de Subvenção Rural – PSR.

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Os fãs do café vão ter uma surpresa desagradável a partir de setembro. Quem não consegue ficar longe da bebida vai precisar desembolsar até 40% a mais no mês que vem. De acordo com o diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Celírio Inácio, será o maior aumento registrado há, pelo menos, 25 anos, no preço do café para o consumidor final.

A alta, segundo a Abic, é provocada pela quebra na safra do grão. Em 2020, houve uma boa colheita. Já a safra deste ano, foi comprometida logo no primeiro trimestre deste ano, consequência da seca prolongada no parque cafeeiro e de um ano de baixa na bienalidade do café, que, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), está estimada em 49 milhões de sacas.

Além disso, para piorar a situação, há 27 anos o Brasil não registrava uma geada tão intensa no parque cafeeiro, o que neste momento gera muita incerteza em relação ao tamanho da safra. Essa situação afeta a oferta do grão no mercado, fazendo com que os preços se movimentem, informa o Canal Rural.

De acordo com a Abic, os preços da matéria-prima, calculados em reais, “estão subindo como nunca antes testemunhado”. A pandemia, o câmbio e o aumento nos custos dos insumos são outros fatores negativos para o setor.

“A safra de 2022 ainda depende da chuva na hora da florada das plantas, que deve ocorrer daqui a dois meses. Se houver a florada no café, o mercado tende a acalmar um pouco. Mas isso depende de chuva, e estamos em um período de seca”, diz Inácio.

Indústria baiana apresenta crescimento em junho na comparação com maio
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A produção industrial – de transformação e extrativa mineral – da Bahia, ajustada sazonalmente, avançou 10,5% em junho frente a maio, porém, na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou queda de 7,9%.

No primeiro semestre do ano, a indústria registrou retração de 15,0%, em relação ao mesmo período anterior. O indicador, no acumulado dos últimos 12 meses, apresentou declínio de 8,7% frente ao mesmo período anterior. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No confronto de junho de 2021 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou queda de 7,9%, com seis das 12 atividades pesquisadas assinalando queda da produção. O setor de Celulose, papel e produtos de papel (-52,5%) apresentou a principal contribuição negativa no período, explicada, especialmente, pela menor fabricação de pastas químicas de madeira.

Outros resultados negativos no indicador foram observados nos segmentos de Derivados de petróleo (-13,1%), Veículos (-77,9%), Metalurgia (-18,2%), Minerais não metálicos (-11,0%) e Bebidas (-7,7%). A principal contribuição positiva foi em Produtos químicos (12,6%), influenciada, principalmente, pela maior fabricação de acrilonitrila, etileno não saturado e policloreto de vinila (PVC). Outros setores que apresentaram resultados positivos foram: Couro, artigos para viagem e calçados (78,7%), Produtos alimentícios (9,3%), Borracha e material plástico (7,4%), Extrativa mineral (2,9%) e Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (92,8%).

No acumulado do período de janeiro a junho de 2021, em comparação com o mesmo período do ano anterior, a produção industrial baiana registrou queda de 15,0%. Quatro dos 12 segmentos da Indústria geral influenciaram o resultado, com destaque para Derivados de petróleo, que registrou queda de 37,4%, impulsionado, em grande parte, pelo menor refino de óleos combustíveis, óleo diesel e naftas para petroquímica. Importante ressaltar, também, os resultados negativos assinalados por Veículos (-93,3%), Metalurgia (-11,9%) e Celulose, papel e produtos de papel (-6,2%).

Positivamente, destacou-se o segmento Produtos químicos (20,0%), impulsionado, em grande parte, pela maior fabricação de princípios ativos para herbicidas, acrilonitrila e etileno não saturado. Houve ainda o crescimento em Couro, artigos para viagem e calçados (46,8%), Borracha e material plástico (27,3%), Extrativa mineral (11,2%), Produtos de minerais não metálicos (8,3%), Bebidas (7,5%), Alimentos (0,6%) e Equipamentos de informática e produtos eletrônicos (11,5%).

Marcone Amaral preside reunião para fortalecer bacia leiteira do sul da Bahia || Foto Divulgação
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O presidente da Amurc, Marcone Amaral, debateu com secretários municipais, nesta terça-feira (10), com o prefeito de Barro Preto, Juraci da Saúde, e secretários de Agricultura de Barro Preto, Itajuípe, Coaraci, Almadina e Itapitanga o desenvolvimento econômico regional. O encontro dá prosseguimento a reunião da semana passada, em Coaraci, que discutiu fortalecer a cadeia produtiva da bacia leiteira dos municípios. Uma das estratégias é a reestruturação do laticínio Almada, localizado no município de Coaraci.

O Programa de Aquisição do Leite na Bahia destinou R$ 1,5 milhões para compra do leite a partir do laticínio. Os prefeitos e secretários criaram o Conselho Gestor Deliberativo e Consultivo, composto por representantes das secretarias de Agricultura e Meio Ambiente dos municípios, representantes do setor produtivo, da Bahiater e Adab, no sentido de planejar a sustentabilidade econômica do equipamento.

“O importante é desenvolver um diagnóstico ampliado das necessidades do equipamento melhor otimizado, com o envolvimento dos municípios juntamente com os produtores. Desenvolver um plano de trabalho que tenha uma participação efetiva do Governo do Estado, objetivando investimentos estruturantes para que desenvolva uma política de bacia leiteira com a otimização do equipamento já existente”, disse Marcone Amaral.

Ainda segundo o presidente, o “encontro foi uma oportunidade ímpar”, pois trata o desenvolvimento econômico de um setor muito importante da economia, provocando uma diversificação na produção do setor agropecuário, com o crescimento substanciado da bacia leiteira da região. A iniciativa cria também uma oportunidade de envolvimento dos pequenos produtores, via programas específicos do Governo Federal, visando melhor atendimento a esse segmento.

CDS-LS

O Consórcio de Desenvolvimento Sustentável – Litoral Sul (CDS-LS) foi provocado a apoiar com suas políticas estruturantes através do programa Mais Ater, do Governo do Estado, que visa assistir melhor a secretaria de agricultura, dando apoio do ponto de vista logístico e de capacitação dos seus técnicos, possibilitando assim o melhor atendimento a área produtiva do setor.

Foi também discutida a possibilidade de desenvolver um plano de trabalho que permita trabalhar com os pequenos produtores, dando assistência técnica e o envolvimento de outras instituições, a exemplo do Sebrae. Foram abordadas melhorias de estradas vicinais através da parceria do Consórcio, juntamente com os municípios, bem como também oferta de equipamentos estruturantes como trator, arado, roçadeira e grade, que permitirá um melhor desenvolvimento das propriedades rurais.

Shopping sintetiza dinamização da economia regional, movimento puxado pelos segmentos comerciais e de serviços
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No ano 2000, Itabuna e o sul da Bahia ainda sofriam os impactos socioeconômicos da vassoura-de-bruxa, praga que dizimou parte da lavoura de cacau na região. Foi nessa maré de incertezas sobre o futuro da região que o empresário Helenilson Chaves decidiu navegar contra a corrente.

A decisão era fruto do espírito empreendedor herdado do pai, Manoel Chaves, que, a partir de um pequeno negócio em Ipiaú, consolidou em Itabuna um grande conglomerado empresarial. “Precisamos levantar a autoestima da região, acreditar no potencial e na capacidade dos grapiúnas de se reinventarem e superar crises”, disse Helenilson à época.

Naquele distante ano 2000 nascia o Shopping Jequitibá, aposta aparentemente impossível de Helenilson, que, 21 anos depois, reafirma-se cada vez mais certeira. Nesse período, o Jequitibá passou por três obras de ampliação e uma pequena alteração no nome, sem perder a essência. e se consolidou como o maior centro de comércio, serviços e lazer do sul da Bahia.

Foi justamente o setor terciário, sobretudo os segmentos de serviço e comércio, que dinamizou a recuperação econômica da região cacaueira. Com o nome da árvore gigante da Mata Atlântica, o Jequitibá é o empreendimento que melhor sintetiza esse processo de retomada e fortalecimento da economia Itabunense.

NOVOS DESAFIOS

Neto: Compromisso com desenvolvimento de Itabuna está no DNA do Jequitibá

A semente plantada e cultivada por Helenilson Chaves passou aos cuidados de um dos seus filhos, Manoel Chaves Neto. Com o apoio dos irmãos Leo e Alexandra Chaves, Neto investe na modernização contínua do shopping, que hoje abriga lojas-âncoras de grandes empresas, a exemplo da Le Biscuit, Riachuelo, Casas Bahia, Marisa, Kalunga e Big Bompreço.

A crise global causada pelo novo coronavírus desafiou o shopping a acelerar o crescimento da sua presença comercial na internet, por meio do site oficial, onde os internautas se conectam a lojas parceiras do Jequitibá e, observa o empresário, acessam ofertas feitas especialmente para os consumidores de Itabuna e região.

O vírus também impôs mudanças significativas para o atendimento do público com segurança, o que exigiu investimentos na readequação dos espaços do shopping e seus equipamentos.

Para Manoel Chaves Neto, o espírito empreendedor e o compromisso em contribuir com o desenvolvimento de Itabuna estão no DNA do Jequitibá. “Nossos parceiros e colaboradores estão sempre motivados para oferecer aos clientes um shopping completo, com um mix de lojas, produtos e serviços de excelência”, assegura o empresário. “O aniversário de Itabuna é um momento para agradecer e reverenciar essa cidade que tão bem acolhe e oferece oportunidades”.

Pague Menos conta com mais de 1,1 mil unidades em todo o país
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A rede de farmácias Pague Menos inaugurou a 116ª unidade na Bahia com a filial aberta no centro de Gandu, no baixo-sul do estado, nesta quarta-feira (7). José Rafael Vasquez, vice-presidente de Operações, Digital e Real Estate da rede, diz que a nova unidade fortalece, ainda mais, a presença da marca na Bahia.

A Pague Menos está entre as maiores redes de drogarias do país. Presente em 26 estados, a rede teve um tímido volume de abertura de novas unidades no país neste ano, com apenas 10, embora tenha anunciado a aquisição da ExtraFarma, que possui cerca de 400 drogarias.

Das 10 unidades abertas com a marca Pague Menos, nove foram no Nordeste, superando a total de 1.100 drogarias da marca em todo o país, sem contar as 400 adquiridas em maio. “Já temos mais inaugurações planejadas para os próximos meses. Seguimos, assim, em direção à expansão e consolidação cada vez maior da companhia”, afirma Vasquez.

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As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) elevaram novamente a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 5,05% para 5,18%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2,10%, percentual ligeiramente menor do que o projetado na semana passada (2,11%).

O mercado financeiro manteve a projeção de expansão do PIB para 2023 e 2024, em 2,5%. As estimativas estão no boletim Focus de hoje (5), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo BC, com a projeção para os principais indicadores econômicos.

INFLAÇÃO E TAXA DE JUROS

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 5,97% para 6,7%. O IPCA é a inflação oficial do país. A estimativa supera o limite superior da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.

O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%. Para 2022, a estimativa de inflação permanece em 3,77%. Já a projeção do índice relativo a 2023 e 2024 é de 3,25%.Leia Mais