Sandro Régis em entrevista a Zé Eduardo, da Metrópole || Reprodução
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Líder da bancada de oposição ao Governo Rui Costa na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Sandro Régis (União Brasil) disse, na Rádio Metrópole, que a definição de apoio a ACM Neto quanto à corrida presidencial “é o grande nó” de sua eleição ao governo da Bahia. A tendência é o candidato manter-se neutro, apesar do desgaste com a opção, definida pelos opositores como “tanto faz”.

“Realmente, esse é o grande nó da nossa eleição. Temos conversado muito internamento, conversado com pessoas próximas do partido, mas convicto [de que Neto ganha a eleição]. Dos estados do Nordeste, o único que foi para o segundo turno foi a Bahia”, afirmou Sandro Régis, equivocando-se ao esquecer de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Sergipe.

Repetindo o que falou o candidato ao governo pelo União Brasil após avaliar o resultado do 2 de outubro na Bahia, Sandro Régis vê o segundo turno como um “zero a zero”.

O parlamentar foi além e disse crer que Jair Bolsonaro será reeleito presidente da República. Ainda na entrevista a Zé Eduardo Bocão, no Jornal da Bahia no Ar, Sandro Régis afirmou não ver o ex-presidente Lula com a mesma força que o fez primeiro colocado, com mais de 48% dos votos válidos, agora no segundo turno. “Acredito piamente na eleição de Bolsonaro”, completou.

O líder das minorias na Alba, para reforçar o seu argumento, citou os apoios obtidos pelo presidente ainda ontem, com os governadores Rodrigo Garcia (São Paulo), Romeu Zema (Minas Gerais) e Cláudio Castro (Rio de Janeiro).

Prefeito de Serrinha, Adriano, de vermelho, apoiará Jerônimo no 2º turno || Foto Divulgação
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O prefeito de Serrinha, Adriano Lima (PP), decidiu apoiar o candidato do PT ao Governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues, neste segundo turno. Até o último domingo (2), Adriano apoiava a candidatura de João Roma (PL), que ficou em terceiro lugar na disputa estadual.

“A população de Serrinha vê o carinho e o afeto que o (governador) Rui Costa tem com a cidade e a grande capacidade de trabalho do time de Lula na Bahia”, afirma Adriano Lima. “Tenho um grande prazer de integrar esta equipe. Agora, vamos com Jerônimo rumo à vitória no segundo turno.”

Jerônimo agradeceu a chegada de Adriano Lima à sua base de apoio e à população de Serrinha pela confiança, demonstrada nos votos, dada ao time de Lula na Bahia, “Vamos continuar com a parceria que temos com Serrinha, para seguir levando melhorias à população, como as escolas, a policlínica, as redes de acesso à água, entre muitas outras, para que o prefeito possa continuar cuidando bem das pessoas”, garantiu o petista.

De acordo com a campanha de Jerônimo, a base de apoio já conta com pouco mais de 300 prefeitos. O candidato petista venceu o primeiro turno, com 49,45% dos votos, o que levou a definição do novo governador da Bahia para o segundo turno. O segundo colocado, ACM Neto (UB), obteve 40,8% dos votos. A vantagem do petista foi de mais de 700 mil votos.

Carlos Lupi: Ciro corrobora decisão do PDT
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A Executiva Nacional do PDT, reunida nesta terça-feira (4) em Brasília, decidiu apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial. Segundo Carlos Lupi, presidente da sigla, a decisão foi unânime.

“Tomamos uma decisão unânime, sem um voto contrário, e eu repeti isso três vezes porque se tivesse voto contrário poderia registrar em ata, está gravado, a decisão de apoiar o mais próximo da gente, que é a candidatura do Lula, que é a candidatura do 12 mais 1”, declarou Lupi ao comentar o posicionamento da Executiva.

Lupi explicou que a decisão do PDT se deu após o PT assumir o compromisso de incorporar três pautas da campanha do ex-candidato a presidente Ciro Gomes: a renda mínima universal, a renegociação das dívidas de pessoas físicas e de pequenas empresas e um programa de ensino integral. Os pedetistas também vão propor a revogação de mudanças legislativas que prejudicaram os trabalhadores.

Ciro Gomes participou da reunião de forma remota e, conforme Lupi, disse que endossa a decisão do partido. Confira as declarações do presidente do PDT.

 

Apoio de Kleber Rosa a Jerônimo deve ser anunciado logo mais
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O professor e policial civil Kleber Rosa (PSOL), que recebeu 48.239 votos (59%) na eleição para governador da Bahia, deve manifestar apoio ao candidato Jerônimo Rodrigues (PT) no segundo turno. O percentual da votação do socialista foi pouco maior do que o que faltou ao petista para vencer o pleito no domingo (2).

O anúncio é esperado para as 16h desta terça-feira (4), quando ambos concederão coletiva, juntos, em Salvador. O encontro com a imprensa será no mezanino do Wall Street Empresarial, na avenida Paralela, sentido aeroporto, próximo ao Atacadão Atakarejo.

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“É hora de seguir em frente na luta para manter a Bahia no rumo do desenvolvimento e para o Brasil ser feliz de novo”.

Rodrigo Cardoso

A eleição está duríssima, e o Brasil dividido. Lula venceu em todo o Nordeste com ampla maioria. Também levou os principais estados do Norte, Amazonas e Pará, além de Amapá e Tocantins. Ainda ganhou em Minas, estado tido como síntese do Brasil. Sul, Centro-Oeste, São Paulo, Rio e Espírito Santo deram a vitória a Bolsonaro.

O resultado geral é que vencemos com a maior votação que Lula já teve em primeiro turno. Bolsonaro também teve votação superior à de 2018, mas, ainda assim, ficou mais de 5 milhões de votos atrás. Portanto, é momento de comemorar a vitória parcial de Lula e nos preparar para o segundo turno.

Simone Tebet dá sinais de que pode apoiar Lula. Aguardamos o posicionamento de Ciro e do PDT.
Claro que o apoio da liderança não significa que os eleitores a seguirão. Porém, imagino que quem votou em Ciro por seu Programa Nacional de Desenvolvimento, e em Tebet, por sua ótima postura nos debates, defesa da democracia, das mulheres, do meio ambiente, dificilmente votará em Bolsonaro.

Nosso desafio é conversar com as pessoas, com os amigos e familiares, para virar esses votos, principalmente de quem escolheu esses dois candidatos ou se absteve no primeiro turno. Certamente, o bolsonarismo terá muito mais dificuldade para conseguir esse objetivo.

Na Bahia, mais uma vez, viramos na reta final, repetindo a história de 2006, com Wagner, e de 2014, com Rui. Faltou muito pouco para encerrar logo no primeiro turno. Bastariam os votos dados aos candidatos do PSOL, PSTU e PCB, pequeninos partidos de esquerda, para a vitória de Jerônimo já na primeira rodada.

ACM ficou numa sinuca. Precisará buscar os votos do bolsonarismo dados ao compadre Roma, mas, ao fazer isso, se afastará da parcela do eleitorado lulista que votou nele (teve até santinho ilegal juntando Lula e ACM).

Por outro lado, já se diz que vários prefeitos que abandonaram a base do governador Rui Costa para apoiar a oposição começam a fazer o caminho de volta.

Por último, o Congresso eleito é majoritariamente conservador e trará muitas dificuldades para um eventual governo de Lula. Contudo, tenho convicção de que, com toda sua experiência, ele terá condições de trabalhar muito pela retomada da credibilidade do Brasil e do desenvolvimento, com geração de emprego e renda, controlando a inflação e melhorando da vida do povo, mesmo nesse cenário adverso.

Portanto, é hora de seguir em frente na luta para manter a Bahia no rumo do desenvolvimento e para o Brasil ser feliz de novo. Agora é JeroLula!

Rodrigo Cardoso é presidente do Sindicato dos Bancários de Ilhéus e membro da direção estadual do PCdoB.

Agenor Gasparetto: falta de pesquisa de boca de urna expôs fragilidade das sondagens eleitorais || Foto Pimenta
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A menos de 24h do início da votação do primeiro turno, na tarde de sábado (1º), saiu a última pesquisa Datafolha/Metrópole sobre a eleição ao Governo da Bahia. O candidato do União Brasil, ACM Neto, apareceu com 51% das intenções de voto válido, e Jerônimo Rodrigues (PT), 38%. O resultado das urnas é conhecido: o petista obteve 49,45% dos votos válidos e o adversário, 40,80%.

Após a contagem dos votos, no final da noite de domingo (2), o governador Rui Costa (PT) disse que, na Bahia, os institutos de pesquisa eleitoral têm histórico de “erros graves”.

– Isso acaba, de alguma forma, tendo alguma influência na eleição, quando você anuncia na véspera, à noite, que o outro candidato é quem vai ganhar no primeiro turno e o outro candidato [ACM Neto] termina com 40% – declarou Rui.

Para lançar luz sobre as possíveis causas da diferença entre o cenário pesquisado e o resultado de uma eleição, o PIMENTA recorreu ao sociólogo Agenor Gasparetto, professor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e diretor da Sócio Estatística Pesquisa e Consultoria.

De saída, ele ressalvou que não dispõe de pesquisa estadual e que uma resposta satisfatória exigiria o estudo de cada situação. Também enviou ao site dois comentários que escreveu sobre as eleições deste ano. No mais recente, desta segunda-feira (3), constatou que a falta de pesquisa de boca de urna expôs a vulnerabilidade característica das pesquisas eleitorais.

Da mesma maneira que é um poderoso recurso de planejamento e execução de uma campanha, escreveu Gasparetto, a pesquisa capta intenções e não votos. “A realidade é dinâmica, continua para além da pesquisa, que vai tendo sua validade corroída com o passar dos dias e semanas”. Portanto, a validade de uma sondagem eleitoral é perecível.

Com a pesquisa de boca de urna, segundo o pesquisador, os levantamentos de véspera têm sua defasagem encoberta, pois as atenções se voltam para os números da sondagem quente, feita às portas dos locais de votação.

– O que tornou visível a defasagem entre as pesquisas e as urnas reside especificamente num fato: a falta da pesquisa de boca de urna nestas eleições. A falta dessa pesquisa tornou a fragilidade de sempre exposta com mais clareza – explicou.

Sem a pesquisa de boca de urna, o resultado da eleição é comparado com as pesquisas dos dias anteriores, que perderam a proteção conferida pelo levantamento do dia da votação. Citando o sociólogo Robert Merton, Gasparetto apontou que esse escudo protetor é a “função não manifesta” da pesquisa de boca de urna. “Sua ausência explicitou a vulnerabilidade”.

Apesar dessa fragilidade, os institutos e as pesquisas continuam válidos como ferramentas de planejamento de estratégia eleitoral, conforme Gasparetto. “Minha hipótese é que as pesquisas são frágeis ainda que um poderoso instrumento”, concluiu.

Josias ficou fora da Câmara dos Deputados por 17 votos
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A federação formada por PT, PCdoB e PV conquistou 10 das 39 cadeiras da Bahia na Câmara dos Deputados para a legislatura 2023-2026. Os petistas têm 7 vagas (Jorge Solla, Zé Neto, Afonso Florence, Waldenor Pereira, Ivoneide Caetano, Joseildo Ramos e Valmir Assunção), os comunistas 2 (Daniel Almeida e Alice Portugal) e o PV 1 (Bacelar).

Na disputa interna, o deputado federal Josias Gomes (PT) perdeu o último posto para Valmir, que recebeu 90.148 votos, 17 a mais do que o correligionário (90.131). Coube a Josias a primeira suplência da federação.

Nilo e Dayane deixarão Câmara dos Deputados ao final de 2022
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Os deputados federais Marcelo Nilo (REP) e Dayane Pimentel (UB) fracassaram na tentativa de reeleição e deixarão a Câmara dos Deputados ao final de 2022. Nilo obteve 65.363 votos e Dayane 29.979. Ambos ficaram na suplência.

Eleita com a imagem atrelada ao então candidato a presidente Jair Bolsonaro, em 2018, Dayane Pimentel rompeu com o bolsonarismo no ano seguinte e tornou-se entusiasta da candidatura do ex-ministro Sergio Moro à presidência da República. Nas eleições deste ano, manteve-se engajada no mote do combate à corrupção e em defesa da Operação Lava Jato.

Já Marcelo Nilo foi cotado para a vice da chapa liderada por ACM Neto (UB) ao Governo da Bahia, mas foi preterido. A escolhida foi a empresária Ana Coelho (REP). Aliado do PT por muitos anos, Nilo deixou o grupo governista atirando contra o governador Rui Costa.

Clique aqui para ver os 39 deputados federais eleitos pela Bahia.

Zé Alberto não foi eleito deputado estadual
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Ex-secretário municipal de Gestão e Inovação, Zé Alberto (PSB) recebeu 41.798 votos para deputado estadual, sendo 16.905 em Itabuna, mas não foi eleito. “Infelizmente, não alcançamos a nossa eleição, mas a minha missão na vida pública não se encerra agora!”, escreveu o advogado, nesta segunda-feira (3), numa rede social.

Ele agradeceu às pessoas que o ajudaram nesse percurso, citando o prefeito Augusto Castro (PSD) e a primeira-dama e secretária de Promoção Social e Combate à Pobreza de Itabuna, Andrea Castro. “Vocês são parte deste momento!”.

ACM Neto e Jerônimo Rodrigues revezam liderança nas maiores cidades sul-baianas
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Adversários no segundo turno da eleição ao Governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto (UB) se revezam na liderança da votação nas duas maiores cidades do sul da Bahia, Itabuna e Ilhéus.

O candidato do PT venceu o primeiro turno em Ilhéus com 39.706 votos (41,68%), pouco à frente do postulante do União Brasil, que recebeu 38.666 votos (40,59%). João Roma (PL), o terceiro colocado, obteve 16.072 votos (16,87%), seguido de longe por Kleber Rosa (PSOL), em quarto, com 687 votos (0,72%). Giovani Damico (PCB) foi o escolhido de 116 (0,12%) eleitores ilheenses e Marcelo Millet (PCO), de 19 (0,2%).

Na vizinha Itabuna, Neto virou o jogo e liderou o primeiro turno com 49.120 votos (44,91%), 9.350 a mais do que Jerônimo (39.770 votos – 36,36%). João Roma recebeu 19.701 votos (18,01%) grapiúnas; Kleber Rosa 647 (0,59%); Giovani Damico 130 (0,12%); e Marcelo Millet 16 (0,01%).

ACM Neto diz que segundo turno "vai ter que ser emoção" || Foto Divulgação
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ACM Neto (UB) quer fazer do segundo turno na Bahia “uma nova eleição”. Apesar de ter sofrido uma virada entre o que apontavam as pesquisas e o que foi extraído das urnas, de onde obteve pouco mais de 40% dos votos, o ex-prefeito de Salvador faz a leitura de que o povo baiano deseja mudança, pois o nome do governo, Jerônimo Rodrigues (PT), não conseguiu a eleição em primeiro turno, ficando com 49,45%.

Por isso, afirma, buscará o voto do eleitor que preferiu outros nomes da disputa – João Roma (PL), seu ex-aliado, e Kleber Rosa (PSOL), este mais à esquerda do espectro político e tendendo a Jerônimo Rodrigues.

– Se somar os votos de quem não deseja a manutenção desse grupo que está aí há 16 anos no poder e quer mudança, nós somos a maioria. Então, vamos buscar essa maioria no segundo turno. E é uma nova eleição. No primeiro turno, o candidato que representa o atual governo se escondeu. Inclusive, quando teve a oportunidade de debater comigo não o fez – afirmou ACM Neto, que, no primeiro turno, foi apenas ao debate da TV Bahia e cancelou participação nos demais.

ELEITOR CONFUSO NA HORA DO VOTO

Neto diz que o eleitor pode ter se atrapalhado ao ir às urnas votar nele, porque no primeiro turno eram cinco cargos em disputa (deputados estadual e federal, senador, governador e presidente). “Agora, [no segundo turno] não. Então estamos muito animados e, já a partir de amanhã, vamos começar a trabalhar com a convicção de que se trata de uma nova eleição e de que vamos construir essa vitória”, afirmou.

O candidato do União Brasil até lembrou ter ido para um segundo turno acirrado, em 2012, quando venceu a disputa pela Prefeitura de Salvador. “Tudo tem que ser com emoção. A gente estava lembrando aqui que há 10 anos eu venci aquela eleição passando para o segundo turno um pouquinho só à frente e construímos uma grande vitória. Agora, nós vamos construir essa mesma vitória”, ressaltou.

Otto Filho, Elmar Nascimento e Diego Coronel são os deputados federais mais votados da Bahia
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Com o quarto maior colégio eleitoral do país, formado por 10,1 milhões de eleitores, a Bahia tem direito a 39 das 513 cadeiras da Câmara dos Deputados.

Nas eleições deste ano, o deputado federal Otto Filho (PSD) liderou a votação para o cargo no estado e foi reeleito com mais de 200 mil votos. O segundo mais votado foi o também reeleito Elmar Nascimento (UB), com quase 175 mil votos. Eleito para o primeiro mandato na Câmara Federal, Diego Coronel (PSD) foi o terceiro mais votado, com 171 mil votos.

O PT tem a maior bancada federal do estado, com 7 eleitos. PSD e UB elegeram 6 deputados federais cada um, e o PP fez 4 representantes.

Confira, abaixo, todos os deputados federais eleitos pelo estado para a legislatura 2023-2026.

Otto Filho (PSD)
Elmar Nascimento (UB)
Diego Coronel (PSD)
Antonio Brito (PSD)
Neto Carletto (PP)
Roberta Roma (PL)
Claudio Cajado (PP)
Mário Negromonte Jr (PP)
Léo Prates (PDT)
Deputado Dal (UB)
Gabriel Nunes (PSD)
Paulo Azi (UB)
Ricardo Maia (MDB)
Jorge Solla (PT)
Zé Neto (PT)
Daniel Almeida (PCdoB)
Alice Portugal (PCdoB)
Adolfo Viana (PSDB)
Marcio Marinho (REP)
Afonso Florence (PT)
Sérgio Brito (PSD)
Waldenor Pereira (PT)
Lídice da Mata (PSB)
Bacelar (PV)
Paulo Magalhães (PSD)
Alex Santana (REP)
Ivoneide Caetano (PT)
Arthur Maia (UB)
Joseildo Ramos (PT)
João Leão (PP)
Capitão Alden (PL)
Valmir Assunção (PT)
João Carlos Bacelar (PL)
Rogeria Santos (REP)
Leur Lomanto Jr (UB)
José Rocha (UB)
Pastor Sargento Isidório (Avante)
Felix Mendonça (PDT)
Raimundo Costa (Podemos)

Atualizado às 1h02min.

Jerônimo terminou o primeiro turno à frente de ACM Neto || Arte CNN
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A Bahia terá eleição em dois turnos para definir quem será o substituto de Rui Costa (PT) no comando do governo estadual, algo que não acontecia de 1994. A disputa será entre Jerônimo Rodrigues (PT), que ficou a menos de 0,67 ponto percentual de ganhar no primeiro turno, e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (UB).

Com 99,14% das urnas apuradas, Jerônimo tem 3.977.074 votos (49,33% dos válidos) contra 3.296.288 votos de ACM Neto, que sempre liderou as pesquisas que aferiram intenções de voto sobre a disputa ao Governo da Bahia.

João Roma (PL) ficou com 9,11% dos votos válidos (734.361), seguido à distância por Kleber Rosa (PSOL), com 48.203 votos (0,6%). A disputa em primeiro turno teve ainda Giovani Damico (PCB), com 5.927 votos (0,07%) e Marcelo Millet (PCB), com 825 (0,01%).

DIA 30

O segundo turno das eleições majoritárias será em 30 de outubro, quando o baiano votará para escolher não apenas o futuro governador, mas também o presidente da República. A disputa ao Palácio do Planalto terá Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra Jair Bolsonaro (PL), que busca a reeleição.

A Bahia não tinha segundo turno para definir um novo governador desde 1994, quando Paulo Souto, no então PFL, enfrentou o ex-governador João Durval (PMN). Ambos foram ao turno decisivo da peleja depois de Souto obter 49,3% no primeiro turno e João Durval 25,29%. Jutahy Júnior (PSDB) ficou com 14,13%. Nilo Coelho (PMDB) obteve 8,27% e Álvaro Martins encerrou a disputa com 3%. Souto venceu o segundo turno. Atualizado às 23h58min.

Lula tem 55% dos votos válidos; Bolsonaro, 45%, segundo o Ipec
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Com 98,88% das urnas apuradas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu 56.358.493 votos (48,17%) no primeiro turno da eleição presidencial e disputará a segunda rodada contra o presidente Jair Bolsonaro (PL), que obteve 50.799.138 votos (43,42%) até o momento.

A senadora Simone Tebet (MDB) é a terceira colocada, com 4,18% dos votos, seguida pelo ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que recebeu 3,05% dos votos válidos. Nenhum dos demais candidatos a presidente da República recebeu 1% dos votos.

Neto e Jerônimo têm disputa voto a voto com pouco mais de 25% das urnas apuradas
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Com 28,94% das urnas apuradas, Jerônimo Rodrigues (PT) aparece na liderança da disputa ao governo da Bahia, com 46,57% dos votos válidos, seguido de perto por ACM Neto (UB), com 43,07%.

João Roma (PL) surge com 9,37% dos votos, enquanto Kleber Rosa tem 0,88%. Giovani Damico (PCB) tem 0,1% e Marcelo Millet 0,01%.