Tempo de leitura: < 1 minuto

A Empresa Municipal de Água e Saneamento anuncia uma suspensão do fornecimento de água na próxima quinta-feira (18), para reparos em suas estações do São Lourenço e em Mutuns.

Segundo a empresa, o corte no fornecimento ocorrerá entre as 7  e as 17 horas. A Emasa justifica a ação como necessária para a manutenção e reparos dos equipamentos nas duas estações.

Antes, a empresa havia anunciado que suspenderia os serviços hoje. Ontem, resolveu mudar a data para a próxima semana. Prato cheio para o radialista Val Cabral descascar no presidente, Alfredo Melo: “nem para cortar o abastecimento ele consegue cumprir o prometido”, diria o principal desafeto do dirigente.

Atualizdo às 7h29min

Tempo de leitura: < 1 minuto
Florence: projeto de barragem pronto em março.

O secretário estadual de Desenvolvimento Urbano, Afonso Florence, afirmou ao Pimenta que o projeto de construção da barragem no rio Colônia, fundamental para resolver a falta d´água em Itabuna, estará pronto até o final de março (“pode ser até antes”).

De acordo com Florence, o projeto está sendo tocado por engenheiros especialistas da própria Sedur. Após a sua conclusão, o governo estadual abre concorrência para a escolha da empresa que construirá a barragem.

A obra está orçada em R$ 70 milhões, parte do dinheiro assegurado pelo estado e a outra pelo governo federal, e foi prometida pelo governador Jaques Wagner em sua última visita a Itabuna, em dezembro.

Florence esteve nesta quarta-feira, 10, em Canavieiras, para entrega de unidades habitacionais do programa Casa da Gente. O secretário concedeu entrevista ao blog e fala sobre ações do governo no sul da Bahia e a possibilidade do estado assumir o abastecimento de água em Itabuna, via Embasa, empresa de saneamento da qual é presidente do Conselho de Administração.

A entrevista você confere ainda hoje.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Boa prosa, o vereador Wenceslau Júnior (PCdoB) conseguiu uma proeza na Feijoada do Tarik, no sábado: deixou Val Cabral por um bom tempo de boca fechada.

O radialista caminhava para sentar-se à mesa e degustar um fornido prato de feijoada (“mais parecia uma serra”) quando foi interrompido pelo vereador:

– Ô, Val, esse prato é pra Alfredo Melo, é?

Antes não tivesse feito a brincadeira. Val quase teve uma indigestão ao ouvir o nome do presidente da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), seu algoz na gestão de Azevedo e no PV.

– Pela primeira vez, vi o hômi ficar sem resposta. Engasgou – ri o comunista.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Até hoje o radialista Val Cabral comemora a agressão de uma funcionária da Emasa, que atirou tinta a óleo no grupo que protestava contra aumentos abusivos na conta de água (reveja aqui). “O evento foi um fiasco total, não deu 30 pessoas. Era vergonhoso para nós”, comenta o radialista.

Ele agora se diz animado a voltar com os “protestos”. “Ela nos colocou em uma situação muito boa. O evento repercutiu como não aconteceria de forma alguma, se tudo fosse dentro da normalidade. Vamos continuar. Ela nos deu força, nos levantou”.

Relembre o vídeo ou clique no play.

Tempo de leitura: < 1 minuto

A Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) parece ter mudado o foco de sua atuação. Só isso pode explicar o acontecido lá pelas bandas do bairro Lomanto Júnior: o cidadão, indignado com o esgoto correndo “a céu aberto” na rua que leva o nome do escritor Ciro de Matos (o endereço foi grafado assim…), acionou a empresa.

Foi ao escritório central, montou acampamento e avisou que de lá sairia quando uma equipe fosse designada para reparar a indecência que era o esgoto correndo por toda a rua – e com aquele odor insuportável que espanta cliente da Itadil e fiel de uma igreja.

A equipe deu uma passadinha por lá, mas aí veio a surpresa: os operários disseram que a Emasa lida apenas com água. E orientaram a vítima do infortúnio a bater em outra porta.

E o pobre do cidadão pensava que o S de Emasa tinha algo a ver com… saneamento. Talvez seja S de Sadia – só pra sacanear…

Tempo de leitura: < 1 minuto

Pena que Itabuna não participe dessa mamata. Seria, quem sabe, a chance do Grapiúna Tênis Clube manter seus atuais dirigentes, que estão fugindo de um débito monstro com a Emasa. Se a dívida fosse com a estatal baiana  da água, a Embasa, a conversa seria outra.

É que a empresa estadual está dando a chance de parcelamento de dívidas em até 120 meses (10 anos) sem juros nem nada. Nem no parcelamento. E a religação é imediata.

O GTC, como se sabe, está até trocando prematuramente a direção por causa de uma dívida superior a R$ 80 mil com Emasa, entre outros ‘probleminhas’  (leia aqui).

Tempo de leitura: < 1 minuto

Do Política Etc

A disposição da Emasa de cobrar um débito superior a R$ 80 mil do Grapiúna Tênis Clube foi literalmente a “gota d’água” para a atual diretoria. A dívida não é nova, refere-se a muitas contas atrasadas por diversas gestões, e a atual condição do clube que já foi frequentado pela elite local não permite sequer uma repactuação.

Em suma, o  velho GTC está falido e o presidente Ico Oliveira resolveu largar a alça de caixão. Mas parece haver quem esteja disposto a conduzir o féretro.

Na próxima sexta-feira, dia 6, o Conselho Deliberativo do Grapiúna se reúne para discutir a transição. O clima, naturalmente, é de velório.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Agulhão F. acha que setores da população têm sido impiedosos com o prefeito de Itabuna. Ele considera que não ter larvicida pra matar mosquito e faltar água em vários bairros não é motivo para tanto grito (veja aqui e aqui). “São ossos do ofício de governar”, diz o trovador e invoca o que supõe ser a abalizada opinião do presidente da Câmara de Vereadores:

Faltar água na torneira
e na dengue larvicida
é uma coisa rotineira,
já muito velha e sabida…
.
Na câmara, onde não tem “cloro”,
bem diria o presidente:
Lamento, sinto, deploro
que o povo fique doente
ou viva nesse suplício,
mas também não ignoro
que são “ossos do orifício”…
Tempo de leitura: < 1 minuto

O abastecimento de água em Itabuna será interrompido por 12 horas nesta quinta-feira, 29, para que a Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) faça reparos na estação de captação em Rio do Braço, em Ilhéus. Além da queda, coice: a oferta de água no município cairá pela metade por um período de 25 dias.

A empresa, no entanto, diz que tudo vai ficar uma belezura após os reparos. Quem sofre com o abastecimento precário de água (e não são poucos!) que segure as torneiras.

Tempo de leitura: < 1 minuto
.

Não logrou êxito a tentativa da vereadora Rose Castro, de reverter as demissões de funcionários da prefeitura indicados por ela (veja em nota postada abaixo).

O prefeito Capitão Azevedo se manteve firme em sua decisão e, como argumento para a insensatez ao choro de Rose, afirmou que “o que ela fez, não se faz”.

Azevedo se disse ainda muito decepcionado com a atitude da vereadora, e chegou a lembrar que essa não era a primeira vez que ela traía o governo.

Na quarta-feira (21), Rose Castro, que era da base governista, votou com a oposição para derrubar o aumento de 14,92% na tarifa de água em Itabuna. Como retaliação, cargos ligados a ela no município foram exonerados pelo prefeito Capitão Azevdo.

Há, porém, um toque de algum gênio da estratégia nessa atitude de Azevedo, de demitir os nove cargos de Rose. Como foi anunciado, José Silva, um dos dirigentes da Emasa, remanescente do governo de Fernando Gomes, estaria sendo exonerado por consequência desse quiprocó, o que não é totalmente verdade.

Zé Silva vinha sendo fritado na Emasa há algum tempo, inclusive por gente muito ligada ao prefeito Azevedo na empresa. Sim, ele tem, lá também, seus gilsons e maurícios.

Tempo de leitura: < 1 minuto
g

A presidência da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) e a direção do Grapiúna Tênis Clube travam uma queda-de-braço. Os dirigentes do velho GTC cansado de guerra sustentam que a água que abastece a sede do clube, na avenida Juca Leão, é retirada de um poço artesiano.

A Emasa desconfia. E a desconfiança aumentou após testes de qualidade da água, quando se detectou a presença de cloro e flúor em níveis semelhantes aos da água fornecida pela empresa municipal.

A direção do Grapiúna bateu pé. Na quinta-feira da semana passada, a Emasa desistiu de questionar, e desligou o ramal que abastecia o clube. Mas a dúvida – por parte da direção da Emasa – continua. Se rolar uma ‘secura’, então…

Tempo de leitura: 2 minutos

A Câmara de Vereadores acaba de anular o aumento de 14,92% na conta de água em Itabuna. O reajuste foi determinado em 5 de junho pelo prefeito Capitão Azevedo (DEM) e vigorou ilegalmente já no dia 1º de julho.

Por lei, o aviso do reajuste teria de ser veiculado com trinta dias de antecedência no Diário do Município e em veículos de comunicação, o que não ocorreu. Por isso, os vereadores aprovaram decreto legislativo que anula o reajuste determinado pelo prefeito Azevedo, em segunda e decisiva votação.

O reajuste escalonado de 14,92% começou a valer em julho. A Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) terá de ressarcir todos os seus consumidores pela cobrança do reajuste ilegal. A votação foi encerrada há pouco.

Apenas dez vereadores estavam na sessão, mas Solon Pinheiro, Milton Cerqueira e Didi do INSS se ausentaram do plenário para não votar o decreto legislativo.

Dos que não fugiram da raia, Raimundo Pólvora e Clóvis Loiola, ambos do PPS, seguiram recomendação do governo e, diante de ameaça de perda de cargos na prefeitura, votaram pela manutenção do aumento nas contas de água.

Os vereadores  Vane do Renascer (PT), Wenceslau Júnior (PCdoB), Roberto de Souza (PR), Rose Castro (PR) e Ricardo Bacelar (PSB) votaram a favor do decreto 40/2009, que acabou aprovado por 5 a 2, e anula o reajuste ilegal.

RESSARCIMENTO JÁ NA CONTA DE NOVEMBRO

O consumidor pode exigir diretamente da Emasa o ressarcimento pelo que foi cobrado ilegalmente ou, se houver resistência, recorrer à Justiça. Pelo menos, é o que entende o primeiro-secretário da Câmara, Roberto de Souza, ouvido há pouco pelo Pimenta.

Da base do governo, Rose Castro (PR) votou pela derrubada do aumento ilegal da Emasa. E justificou: “não posso aceitar isso. Devo meu feijão e minha farinha ao povo”, disse.

A polêmica do reajuste ilegal da Emasa perdura desde o início de agosto, quando a Câmara foi acionada por eleitores e decidiu por votar o decreto legislativo para cancelar o aumento autorizado por Azevedo.

Tempo de leitura: < 1 minuto

A anunciada demissão de contratados e comissionados na prefeitura de Itabuna traz preocupação a dirigentes da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa).

E aí vem a explicação. A Emasa tem sido utilizada como válvula de escape nestes momentos de ‘eject’. Numa manobra que até duplicou a folha de pagamento da empresa, quem sai da prefeitura – e tem lá seus defensores – é encaixado na viuvinha responsável pelo abastecimento de água.

Não se sabe até que ponto Alfredo Melo, presidente da Emasa, vai resistir à estratégia traçada nos gabinetes da prefeitura. O certo é que a estratégia já sufoca, financeiramente, a empresa.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Hoje seria realizada a segunda votação do decreto legislativo que obriga o governo a fazer o ressarcimento integral (25 dias, no mês de julho) do contestado aumento  na tarifa de água.

A primeira votação foi na semana passada, quando o governo levou a melhor, em uma sessão em que estiveram ausentes os vereadores Ricardo Bacelar (PSB), Gerson Nascimento (PV), Milton Cerqueira (DEM) e Ruy Machado (PRP).

E foi justamente por causa da ausência do vereador Roberto de Souza que o decreto não pôde ser votado pela segunda vez, hoje. Pelo regimento da Câmara, a ausência do proponente impede a realização da votação da matéria. Mas o governo, que tinha a vitória como certa, se vingou.

Quer pegar o parlamentar pelo bolso. O líder do governista na Casa, Milton Gramacho (PRTB), cobrou do presidente da Mesa Diretora, Clóvis Loyola, o corte no ponto do vereador faltoso. O presidente prometeu “cumprir a lei”, o que significaria uma mordida de 25% nos vencimentos de Souza.

Resta saber como ficarão os salários dos que faltaram na primeira votação – fala-se, aqui, dos que não deram justificativa. O imbróglio está longe do fim. Para entender o ‘processo’, clique aqui e aqui.