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O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou pedido de liminar feito pelo PSDB para permitir manifestações ideológicas de torcedores dentro dos estádios que abrigam partidas da Copa do Mundo.
Por 8 votos a 2, os ministros decidiram manter a validade do Artigo 28 da Lei Geral da Copa (Lei 12.663/2012), que proíbe a entrada de cartazes, bandeiras e símbolos com mensagens ofensivas. O partido alegou no STF que a regra impede a liberdade de pensamento, direito garantido pela Constituição Federal.
A maioria dos ministros seguiu voto do relator da medida cautelar, ministro Gilmar Mendes, que rejeitou o pedido por entender que a lei não limita a liberdade de expressão e foi elaborada para prevenir confrontos dentro do estádio. O voto do relator foi seguido pelos ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavacki, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski.
O presidente da Corte, Joaquim Barbosa, e o ministro Marco Aurélio votaram a favor dos argumentos apresentados pelo PSDB. Para Barbosa, a manifestação ideológica dos torcedores não pode ser impedida. “Não há razão para restringir a expressão do público nos jogos da Copa ao que a organização e o governo entendem como adequado”, disse o ministro. Informações da Agência Brasil.

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Joaquim Barbosa defende presidente da República.
Joaquim Barbosa defende presidente da República.

Do UOL
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Joaquim Barbosa, classificou nesta segunda-feira (16) de “baixaria” os xingamentos recebidos pela presidente Dilma Rousseff no jogo de abertura da Copa do Mundo, na semana passada.
“Baixaria. Foi um horror”, disse ao chegar para a última sessão do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), o qual também preside. Barbosa anunciou recentemente que irá se aposentar até o final deste mês.
Durante o jogo de estreia entre Brasil e Croácia, em São Paulo, na quinta passada (12), torcedores entoaram xingamentos à Dilma em quatro momentos. Em um deles, podia se ouvir: “Ei, Dilma, vai tomar no c…”.
No dia seguinte ao episódio, a presidente rebateu as vaias e disse que não iria se abater com “agressões verbais”. Barbosa foi ao jogo a convite da presidente Dilma.

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Ministro Joaquim Barbosa anunciou aposentadoria (Foto Fellipe Sampaio).
Ministro Joaquim Barbosa anunciou aposentadoria (Foto Fellipe Sampaio).

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, disse hoje (29) que vai deixar o cargo no próximo mês. A decisão foi anunciada aos presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, em uma visita rápida ao Congresso.
Segundo Renan Calheiros, o ministro não explicou os motivos de sua decisão, apenas informou que irá se aposentar. “Foi surpreendente e triste. O ministro veio se despedir”, disse Renan ao atribuir a Barbosa a marca de uma das melhores referências do Brasil. “Sempre tivemos relacionamento muito bom e sempre o tivemos como uma das melhores referências”, completou.
A conversa entre os representantes dos dois Poderes durou menos de 30 minutos e Barbosa seguiu para a Câmara dos Deputados sem falar com a imprensa. À pergunta sobre a data da aposentadoria, Barbosa limitou-se a sorrir e afirmou: “Aguardem, aguardem”. Informações da Agência Brasil.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu adiar o julgamento das ações sobre perdas de rendimento de cadernetas de poupança, por causa de planos econômicos das décadas de 1980 e 1990. Os ministros Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Dias Toffoli, relatores das ações que tratam do assunto, atenderam a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A data da retomada não foi definida.
Ontem (27) o procurador pediu que o julgamento fosse adiado para proferir novo parecer sobre os impactos econômicos causados pela decisão da Corte. Após o pedido, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), entidade que representa os poupadores, recorreu para que o julgamento fosse mantido. Segundo o Idec, o adiamento é “protelatório”.
O julgamento foi iniciado em dezembro do ano passado com as sustentações orais do Banco Central e dos advogados dos poupadores. No entanto, os ministros decidiram adiar a conclusão, para que o assunto seja definido de uma só vez. Há 390 mil processos parados em várias instâncias do Judiciário aguardando a decisão do Supremo.
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A Polícia Federal investiga, a pedido do Supremo Tribunal Federal (STF), ameaças de morte ao presidente da Corte, Joaquim Barbosa, em perfis de redes sociais na internet.
Em um dos dois inquéritos de investigação, a PF descobriu que um dos que ameaçaram o ministro foi Sérvolo de Oliveira e Silva, secretário de organização do diretório do PT em Natal e membro da Comissão de Ética do partido no Rio Grande do Norte.
“Contra Joaquim Barbosa toda violência é permitida, porque não se trata de um ser humano, mas de um monstro e de uma aberração moral das mais pavorosas”, postou o petista no perfil do Facebook com o nome de Sérvolo Aimoré-Botocudo de Oliveira. Do Portal R7.

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Lei que beneficia a Fifa gerou protestos no país.
Lei que beneficia a Fifa gerou protestos no país.

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para a próxima quarta-feira (7) o julgamento da ação direita de inconstitucionalidade (Adin) contra a Lei Geral da Copa (Lei 12.663/2012). A ação foi protocolada no Supremo pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O relator é o ministro Ricardo Lewandowski.
O principal questionamento da PGR é a responsabilização civil da União, perante a Fifa, pelos danos decorrentes de acidentes de segurança relacionados ao evento. Conforme a norma, o governo só não será responsável se a Fifa tiver motivado os danos. A PGR também questiona o pagamento, desde abril de 2013, de prêmio e auxílio mensal aos ex-jogadores que participaram de copas nas quais o Brasil saiu vencedor, em 1958, 1962 e 1970.
Na defesa apresentada no processo, a Advocacia-Geral da União (AGU) defende a manutenção da lei e afirma que não há inconstitucionalidade no texto da norma. De acordo com a AGU, a interpretação da PGR é equivocada, pois o texto vincula a responsabilização civil da União às regras contidas na Constituição Federal. O órgão alega, ainda, que a União somente assumirá esse ônus caso seja responsabilizada pelos fatos.
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Policiais exibem painel com pedido de liberdade (Foto Ed Santos/Acorda Cidade).
Policiais exibem painel com pedido de liberdade (Foto Ed Santos/Acorda Cidade).

Policiais militares ligados à Associação dos Policiais Militares e Bombeiros e Seus Familiares (Aspra) realizaram manifestação na Micareta de Feira de Santana, ontem à noite, em apoio a Vereador Prisco (PSDB), líder das greves da PM em 2001, 2012 e neste ano. Com faixas e distribuindo flores aos foliões, os policiais pediram a liberdade do tucano. “Prisco pede paz. Por que a prisão?” questionavam os manifestantes em um painel.
O ex-soldado está preso desde o dia 18, quando foi detido por policiais federais em um resort na Costa do Sauípe, no litoral norte baiano. No mesmo dia, acabou transferido para Brasília, onde está preso no Complexo da Papuda. Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do vereador.  Com informações do Acorda Cidade.

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Decisão do STF mantém Prisco no Complexo da Papuda (Reprodução Globo).
Decisão do STF mantém Prisco no Complexo da Papuda (Reprodução Globo).

O Supremo Tribunal Federal (STF) indeferiu pedido de liberdade ao líder da greve da Polícia Militar, Marco Prisco. A decisão liminar é do ministro Ricardo Lewandowski. Prisco está preso desde a última sexta (18), no Complexo da Papuda, em Brasília, e responde a ações na Justiça Comum e na Justiça Federal.
A defesa havia impetrado habeas corpus no STF no último sábado (19). Alegou que a prisão do vereador gerou revolta e havia possibilidade de “consequências nefastas para a sociedade”. Também observou que a greve foi “absolutamente pacífica, sem qualquer ato que pudesse, ao menos em tese, configurar qualquer ilícito, sem ocupação de prédios públicos ou uso de armas ou máscaras”.
Ao indeferir a liminar, o ministro Lewandowski assinalou que a medida, em habeas corpus, se dá de forma excepcional, quando ficar demonstrado, de forma inequívoca, a presença dos requisitos autorizadores, que considerou ausentes. “A prisão foi decretada para a garantia da ordem pública, uma vez que o paciente, líder do movimento paredista em 2012, articulava mais uma vez a deflagração de outra greve, o que poderia ocasionar graves transtornos à população”, observou.
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Joaquim Barbosa estará em Salvador na sexta (11).
Joaquim Barbosa estará em Salvador na sexta (11).

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, estará em Salvador na próxima sexta (11). Ao lado do governador Jaques Wagner e do ministro corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Francisco Falcão, Barbosa inaugurará a 13ª Vara da Fazenda Pública de Salvador, além de participar da implantação do sistema de processo judicial eletrônico. Será no Fórum Ruy Barbosa, em Nazaré, às  11h30min.

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Joaquim Barbosa decidiu favorável aos tupinambás.
Joaquim Barbosa decidiu favorável aos tupinambás.

Os produtores rurais da região do conflito com autodeclarados tupinambás sofreram derrota judicial. Em decisão monocrática, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, suspendeu as liminares de reintegração de posse em Ilhéus, Una e Buerarema.
A decisão pegou de surpresa produtores. Um dos poucos parlamentares a se posicionar, o deputado federal Geraldo Simões usou o plenário da Câmara para lamentar a decisão do ministro Joaquim Barbosa. Para Geraldo, a suspensão estimulará, ainda mais, os autodeclarados tupinambás a invadir novas fazendas.
O presidente do STF acatou argumento do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para quem as reintegrações enquanto o processo de demarcação não é concluído pode acirrar o conflito no sul da Bahia.
Joaquim Barbosa ainda relatou, em sua decisão, que decisões tomadas pela Justiça Federal em primeira instância teriam a finalidade de disciplinar os supostos indígenas, que não estariam respeitando as ordens judiciais. O argumento reforçou a sua ideia de que as reintegrações deveriam ser suspensas.

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noblat 2
Trecho em que Noblat rebatiza Luiz Fux para Luís Fucks

O experiente colunista político Ricardo Noblat cometeu uma derrapagem em sua coluna publicada nesta segunda-feira (24) no jornal O Globo, com reprodução no soteropolitano A Tarde. Ao mencionar o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, Noblat o chamou de “Luís Fucks“.

No caso, o sobrenome acabou virando a conjugação de indecoroso verbo na terceira pessoa do singular, em inglês of course. Só não se sabe se o deslize foi um ato falho, tendo em vista a atuação do ministro na Ação Penal 470, popularmente conhecida como Ação do Mensalão.
Em certo sentido, o verbo demonstraria o que Fux fez com os réus.

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ricardo artigosRicardo Ribeiro | ricardorib.adv@gmail.com

 

Com certeza, uma sociedade mais informada e atenta é que de fato se torna decisiva para inibir os desvios na política e na administração pública.

 

O que almeja a empresa que financia uma campanha política? Naturalmente, o lucro, pois buscá-lo é o seu foco. Foi com essa justificativa que o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), fundamentou seu voto contrário a doações de empresas a candidatos. Ele questiona: o que uma empresa que possua acionistas informará a estes para respaldar tais “favores”, a menos que os inclua na cota de investimento?

A votação segue no STF, já com quatro votos contrários às doações de pessoas jurídicas. Apesar das previsíveis reclamações do Congresso, alegando invasão de suas prerrogativas, a tendência é de que a vedação seja estabelecida. Será, com toda certeza, uma medida positiva.

E por que o Congresso não tomou a iniciativa? A resposta é óbvia: não há o menor interesse em eliminar o esquema por parte de quem dele se alimenta.

Outro argumento levantado no Supremo é o de que as PJs não exercem cidadania – não votam nem são votadas. Portanto, não possuem legitimidade para participar do processo eleitoral. É provável que encontrem outras formas de fazê-lo a partir da proibição imposta pelo STF, mas está claro que se busca caminhar no sentido da depuração do sistema.

Não há dúvida de que é necessário corrigir um modelo viciado, que se apoia na troca de favores e se consolida com o tráfico de influência e corrupções de toda ordem. Empresas elegem políticos com o único fim de obter vantagens, quase sempre o favorecimento em licitações. Quantas destas são realizadas apenas para cumprir tabela, com os contratos previamente definidos, a distância do interesse público?

A reação mira um sistema comprometido com a sociedade, menos permeável a traquinagens e “malfeitos”. Claro que, sozinha, a proibição de doações das PJs a candidatos pode resolver pouca coisa, já que manobras contábeis tendem a ser usadas para viabilizar o financiamento das campanhas. Mas as instituições – como o Ministério Público e a Polícia Federal – estão mais preparadas para investigar as condutas indevidas e há outros instrumentos que vão gradativamente reduzindo o espaço para a rapinagem, a exemplo da Lei de Acesso à Informação.

Com certeza, uma sociedade mais informada e atenta é que de fato se torna decisiva para inibir os desvios na política e na administração pública.

Ricardo Ribeiro é advogado.

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Do Estadão

A primeira ação judicial que trata dos fatos relacionados ao mensalão mineiro completou neste domingo, 01, dez anos de tramitação no Supremo Tribunal Federal. Distribuída para o então relator, ministro Carlos Ayres Britto, no dia 1º de dezembro de 2003, a ação civil pública por atos de improbidade administrativa está praticamente parada na Corte neste período de uma década.

Segundo denúncia da Procuradoria-Geral da República, o mensalão mineiro foi um esquema de arrecadação ilegal de recursos para a campanha à reeleição do então governador de Minas, Eduardo Azeredo (PSDB), em 1998. A ação por improbidade foi ajuizada quatro anos antes da denúncia criminal e é o primeiro processo envolvendo a campanha tucana daquele ano.

A ação pede a indisponibilidade ou bloqueio cautelar de bens até o limite de R$ 12 milhões do ex-governador mineiro e atual deputado e outros dez requeridos – entre eles Marcos Valério Fernandes de Souza, seus sócios na SMPB, já condenado no mensalão federal, e o atual senador Clésio Andrade (PMDB-MG).

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josé dirceuDa Agência Brasil

A defesa do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para que ele possa trabalhar no Hotel Saint Peter, em Brasília. Dirceu foi condenado a sete anos e 11 meses de prisão em regime semiaberto na Ação Penal 470, o processo do mensalão. Ele está preso na Penitenciária da Papuda, na capital federal.

De acordo com a Lei de Execução Penal, os condenados em regime semiaberto podem trabalhar dentro do presídio, em oficinas de marcenaria e serigrafia, por exemplo, ou externamente, em uma empresa que contrate detentos. A análise do pedido será feita pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa, como relator da Ação Penal 470.

Outros condenados no processo também já pediram ao STF autorização para trabalhar. O ex-deputado federal Romeu Queiroz, condenado a seis anos e seis meses de prisão, pediu transferência para Belo Horizonte para trabalhar em sua empresa. Jacinto Lamas, condenado a cinco anos de prisão por lavagem de dinheiro, também pediu autorização para trabalhar fora do presídio, além de estudar fisioterapia.

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Da Agência Brasil

Genoino passa mal e é transferido para unidade hospitalar em Brasília.
Genoino passa mal e é transferido para unidade hospitalar em Brasília.

O ex-presidente do PT e deputado federal Jose Genoino (SP) passou mal hoje (21) na Penitenciária da Papuda, em Brasília, e foi transferido para o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (IC-DF), no Hospital das Forças Armadas (HFA). Genoino está entre os 11 condenados no processo do mensalão, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), presos na Papuda.

De acordo com o advogado de Genoino, Luiz Fernando Pacheco, a suspeita é que o parlamentar tenha sofrido um enfarto. O IC-DF confirmou que o deputado foi internado no início da tarde, mas não há previsão de boletim médico.

Segundo a defesa de Genoino, desde que ele foi transferido para Brasília, no sábado (16), o parlamentar tem passado mal. Segundo Pacheco, o estado de saúde do parlamentar “é bastante delicado e inspira cuidados”. Para ele, a conclusão consta do laudo médico liberado ontem (20), pelo Instituto Médico-Legal (IML), da Polícia Civil do Distrito Federal.