Tempo de leitura: < 1minutoGonçalo Pereira deixa a APC.
Discordâncias em relação ao comportamento da diretoria e uso da Associação dos Produtores de Cacau (APC) levaram o renomado cientista Gonçalo Pereira a deixar a entidade.
Numa estocada direta no presidente Henrique Oliveira, o criador da Lista do Cacau e pesquisador da Unicamp disse que a APC se tornou “uma agremiação em defesa dos interesses dos seus líderes” e na qual os dirigentes agem “como bem entendem”.
Gonçalo cita um episódio nebuloso da entidade, a criação-relâmpago de uma cooperativa, a fim de captar R$ 3,6 milhões do BNDES, a fundo perdido. A cooperativa foi criada na surdina e com apenas 28 membros, o que gerou diversos protestos contra o presidente da APC. Henrique rebateu á época afirmando que a agilidade foi para não perder os recursos.
Gonçalo Pereira sai da associação e antecipa que integrará o Grupo Pensar Cacau. “Aprendemos que não existe organização que subsista sem democracia e sem cobrança dos seus integrantes”, afirma.
E o pesquisador já sabe o que o Grupo Pensar Cacau precisa para não repetir o exemplo da APC:
– [É] fundamental corrigirmos erros e observarmos rigorosamente as regras – poucas e simples – que estabeleceremos para reger essa nova iniciativa.
Uma quadrilha especializada em roubos a caixas eletrônicos com a utilização de “chupa-cabras” voltou a atuar no sul da Bahia. Somente no último final de semana, a quadrilha furtou R$ 158 mil das agências do Banco do Brasil em Ubaitaba e Uruçuca. As duas cidades estão localizadas às margens da BR-101.
De forma silenciosa, e à noite, os bandidos conseguiram quebrar o visor dos terminais eletrônicos, conectar um computador “chupa-cabra”, que puxou as informações e permitiu aos bandidos esvaziar os caixas, sem invasão contas de clientes. Foram furtados R$ 58 mil em Uruçuca e R$ 100 mil em Ubaitaba. Suspeita-se que a quadrilha seja de fora da Bahia.
Às 13h55min – Há pouco, o blog conseguiu falar com o delegado de Uruçuca, Humberto Matos. Segundo ele, os roubos às duas agências ocorreram em um mesmo dia e foram praticados por um mesmo grupo.
O delegado foi designado para as investigações tanto em Uruçuca como em Ubaitaba. Segundo ele, várias pessoas já foram presas por assaltos a terminais utilizando chupa-cabra na Bahia. Ele não soube precisar se são as mesmas pessoas, mas confirmou as suspeitas de que se tratam de assaltantes de fora do estado.
A ação dos bandidos começa quando as agências estão próximas de fechar o atendimento em caixas. Eles colocam papéis ou objetos que impeçam o fechamento das agências e atacam na madrugada.
Os setores da indústria e do comércio foram os responsáveis pelo saldo positivo de empregos em Itabuna em janeiro. Os números foram divulgados nesta quinta (24) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
A cidade criou 70 novos empregos com carteira assinada. Ilhéus, também no sul da Bahia, gerou somente um emprego no mesmo período. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do MTE, indica que a indústria em Itabuna abriu 63 vagas e o comércio veio em seguida com 51.
Os números também apontam uma forte redução nas contratações no setor da construção civil no município, que neste mês cortou três vagas ao contratar 74 pessoas, mas demitir 77.
Em Ilhéus, ocorreu o inverso: comércio e indústria cortaram 90 vagas. Já a construção civil abriu 26 novos postos com carteira assinada e o setor de serviços, mais 59. Nos últimos 12 meses, a economia ilheense gerou 1.560 vagas formais ante 1.983 da itabunense.
BAHIA LIDERA EMPREGOS NO NE
A Bahia gerou 7. 438 empregos em janeiro, com destaque para os setores de serviços (2.852 novas vagas), agropecuária (1.801), da indústria (995) e construção civil (820). Ainda de acordo com o Ministério do Trabalho, o Brasil teve o segundo melhor janeiro na série histórica do Caged ao gerar 152.091 novos empregos com carteira assinada.
Na foto, um filhote de tamanduá-bandeira resgatado por policiais rodoviários federais no quilômetro 506 da BR-101, em Itabuna, sul da Bahia, hoje, às 9h30min. O animal atravessava a pista em busca de alimento. O bichinho foi levado para a sede regional da Ceplac, na Ilhéus-Itabuna.
– Quatro mulheres integram a quadrilha em Teixeira
– Ordens eram dadas de dentro do presídio no extremo-sul
Parte da quadrilha de Jeguinho é apresentada.
Uma quadrilha com 18 membros foi desarticulada nesta terça-feira (22) durante a Operação Birmânia, em Teixeira de Freitas, no extremo-sul da Bahia. O grupo criminoso era comandado pelo presidiário Reginaldo Conceição Nascimento, 35, o Jeguinha. A quadrilha lidera o tráfico em Teixeira e é acusada de ordenar assassinatos e planejar roubos no município de dentro do Conjunto Penal.
A operação deflagrada pelas polícias civil e militar mobilizou 12 delegados, 80 policiais civis e 33 militares. De acordo com a polícia, Reginaldo Jeguinha liderava a quadrilha que possui mais 11 detentos e sete pessoas responsáveis por executar as ordens fora do presídio, uma delas é menor e encontra-se à disposição do Ministério Público estadual.
– Eles tinham um grupo para fazer assaltos, outro para praticar homicídios, para distribuir drogas e até de gerenciamento das atividades da organização – conta o delegado Marcos Vinícios Costa, coordenador regional da Polícia Civil em Teixeira de Freitas.
Na operação, a polícia apreendeu uma metralhadora MAC 11, calibre 1380, cinco revólveres e uma escopeta calibre 12, e “farta munição de variados calibres”. Para se ter uma ideia do poder da quadrilha, o líder do bando, Jeguinho, estava com R$ 1.300,00 em mãos, apesar de preso.
A Polícia Civil, por meio da assessoria de comunicação, divulgou há pouco o nome de todos os presos ou apreendidos na operação. Reginaldo Jeguinha será transferido do Conjunto Penal de Teixeira de Freitas e foi incluído agora no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD).Confira a relação de presos e a atribuição de cada um. Clique no “leia mais”, abaixo.
Tempo de leitura: < 1minutoFlorence e Geraldo em audiência em Brasília.
A regularização fundiária na Bahia, principalmente na região sul, foi tema de audiência do ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, com o deputado federal Geraldo Simões (PT-BA). O parlamentar sul-baiano lembrou que o PAC do Cacau prevê a regularização de 100 mil hectares de terras no sul-baiano, mas o estado não dispõe de recursos para tocar o programa.
De acordo com Geraldo, a sugestão discutida com o ministro é que o governo federal repasse os recursos ao estado. O deputado diz que a regularização é imprescindível para que produtores tenham acesso a crédito e, no caso dos produtores, também possam se aposentar.
O ministro prometeu o início de estudos para que estes recursos sejam repassados ao estado e produtores baianos, principalmente da lavoura cacaueira, sejam beneficiados o mais rápido.
A audiência teve também a participação de Luís Anselmo Pereira, da Coordenação de Desenvolvimento Agrário na Bahia (CDA) e da Associação dos Órgãos Nacionais de Terra, e do deputado federal Josias Gomes.
Tempo de leitura: < 1minutoLeonardo Sá se entregou à polícia (Foto SulBA News).
Leonardo de Souza Sá, 24 anos, está preso no complexo policial de Teixeira de Freitas, no sul da Bahia. Filho do vereador Edval Sá, o Diva da Bateria, Leonardo estava foragido desde o final de janeiro.
No dia 28 do mês passado, Leonardo atropelou e matou os empresários Benjamim Pinheiro Leal e Maria de Lourdes Rivas, na avenida Getúlio Vargas. O juiz da Vara Crime da Comarca de Teixeira de Freitas, Argenildo Fernandes, havia decretado a prisão temporária do jovem.
Testemunhas do acidente afirmam que Leonardo estava bêbado e em alta velocidade quando ocorreu o acidente. Ele dirigia um VW Golf, prata, e é acusado de não prestar socorro às vítimas.
O casal partia em viagem a uma fazenda quando o pneu da picape Fiat Strada estourou. Benjamim e Maria de Lourdes desceram para a troca do pneu, quando foram colhidos pelo veículo de Leonardo. Suspeita-se que o atropelador estivesse participando de um “pega”.
Tempo de leitura: 2minutosDourado: mínimo de R$ 545,00 (Foto Marcos de Souza/Pimenta).
Defensor do novo mínimo de R$ 545,00, o presidente da Associação dos Municípios do Sul, Extremo-Sul e Sudoeste da Bahia (Amurc), Cláudio Dourado (PTB), disse ao PIMENTA que um reajuste acima desse valor teria forte impacto negativo sobre as finanças das prefeituras baianas.
Ele avaliou ainda o resultado da votação na Câmara dos Deputados e disse que o placar mostrou a força da presidenta Dilma Rousseff. “Ela saiu fortalecida”. Os deputados aprovaram a matéria por 376 votos a 106, tendo sete abstenções.
Um salário mínimo acima de R$ 545,00, afirma Dourado, traria transtornos à economia brasileira num momento em que os governos federal e baiano anunciam cortes bilionários no orçamento.
– As prefeituras iriam ser as maiores prejudicadas com um mínimo maior que R$ 545,00. Existe, na realidade, tendência de certa queda na receita das prefeituras e dos repasses constitucionais – diz o prefeito.
Cláudio Dourado faz as contas e lembra que um mínimo de R$ 560,00 ou R$ 600,00 em momento de ajustes na economia teria impacto sobre as folhas das prefituras. “Iríamos aumentar despesas (com funcionalismo) e diminuir receita. Fatalmente, teríamos problemas com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que nos impõe limite [de gastos com pessoal] em 54% das receitas”.
O mínimo em R$ 545,00 ainda será votado pelo Senado Federal. O presidente da Amurc toca em um ponto que, para ele, é lógico: se o governo federal anunciou corte de R$ 50 bilhões, os repasses constitucionais aos municípios serão afetados. “E são as pequenas prefeituras que mais dependem desses repasses”, acrescenta ele, que é prefeito da pequena Ibicuí, no centro-sul baiano.
Dourado está em Salvador para participar de audiência com o subchefe de Assuntos Federativos da Presidência da República, Olavo Noleto. A reunião é promovida pela União dos Municípios da Bahia (UPB).
A crise certamente trouxe lições. A região está hoje mais amadurecida, conhece a necessidade de diversificar sua base produtiva e de não se limitar ao setor primário.
Algo fantástico acontece quando se percebe que estamos vivendo um momento verdadeiramente histórico e importante. Para os brasileiros, a vitória de Lula, não somente eleitoral, mas como o maior presidente que o Brasil já teve, seguida da eleição da primeira mulher presidenta, significou uma ruptura com a velha ordem. Quem teve e tem a oportunidade de vivenciar toda a riqueza desse período pode se considerar um agraciado pela História, com “H” maiúsculo.
Tenho igual sentimento com a fase em que se encontra a rica e abençoada, embora sofrida, região cacaueira da Bahia. Após décadas de crise, a lavoura ressurge com toda força, embalada pelo PAC do Cacau, por um trabalho heroico e incansável da Ceplac e pela elevação do preço da commodity.
As fazendas vêm elevando sua produção e centenas de produtores tiveram a oportunidade de renegociar suas dívidas com os bancos oficiais. O clima é de um otimismo que há muito tempo não se via na região, o que traz enorme alegria a este deputado que teve a chance e a honra de participar da primeira Câmara Setorial do Cacau.
A crise certamente trouxe lições, pois esse é um dos atributos das dificuldades: o de ensinar a trilhar novos caminhos e refazer estratégias. A região está hoje mais amadurecida, conhece a necessidade de diversificar sua base produtiva e de não se limitar ao setor primário. Hoje se tem a noção exata da importância de não se limitar à produção do fruto para vendê-lo “ in natura”. A industrialização chega ao sul da Bahia, trazendo consigo a expectativa de um desenvolvimento sólido e perene.
Em paralelo, a região debate cheia de expectativas a questão do Porto Sul, um investimento bilionário que também representa um marco. Pela primeira vez em décadas, o interior do Estado recebe um empreendimento de tal porte, que inclui uma ferrovia com 1.100 quilômetros somente no território baiano (de Barreiras a Ilhéus), um aeroporto internacional e um porto para navios de grande calado. Essa infraestrutura permitirá o escoamento de produtos como grãos, fertilizantes e minérios, beneficiando o estado com o aumento da arrecadação e a geração de novos empregos.
O Porto Sul traduz a opção do Governo da Bahia, com o apoio do Governo Federal, de interiorizar o desenvolvimento baiano, há décadas concentrado em Salvador e Região Metropolitana. É uma opção corajosa e coerente, que demonstra visão estratégica e compromisso com o crescimento de nosso Estado.
Não deve passar despercebido o alerta do governador Jaques Wagner, que, na abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa, nesta terça-feira, 15 de fevereiro, chamou atenção para as movimentações de forças políticas de outros estados, interessadas em impedir que a Bahia dê esse salto para um novo ciclo de progresso.
O envolvimento das lideranças e a participação efetiva da sociedade baiana nesta questão é fundamental para que o Porto Sul não “morra na praia”. Viver esse momento histórico não é apenas um privilégio, pois implica em assumir desafios e não se deixar atropelar pelos fatos. Quem entende a demanda e assume essa postura tem uma oportunidade a mais: a de fazer história.
Outro ponto importante é que a defesa do Porto Sul não significa passar ao largo da questão ambiental e da responsabilidade com o desenvolvimento sustentável. O debate está aberto e deve ser travado de maneira democrática, com foco no interesse regional e buscando caminhos para que o impacto no meio ambiente seja o menor possível. Frisamos ainda que não se deve colocar os defensores do projeto em área oposta aos que lutam pela preservação da natureza, pois isso empobrece a discussão. Todos devemos nos posicionar em defesa do meio ambiente, mas há muito tempo isso deixou de ser obstáculo ao crescimento.
Josias Gomes é deputado federal e ex-presidente do PT da Bahia.
Cinco traficantes que participavam de orgia sexual em Canavieiras foram parar atrás das grades, nesta segunda-feira (14). A bacanal no bairro Tancredão foi interrompida quando investigadores adentraram a casa de Carolaine Rana Santana, 19. De acordo com o delegado Nilton Bastos de Almeida, Carolaine é a líder do bando.
A orgia era regada a crack e maconha, segundo os investigadores. Foram presos Josias Teixeira, Ana Paula da Silva, Carolaine e Nivalto Souza da Silva. Um menor de 16 anos e que participava da orgia foi encaminhado para o Ministério Público estadual.
Nivalto, o Tintinho estava com um revólver calibre 38. Todo o material apreendido passará por perícia. De acordo com a assessoria da Polícia Civil, os quatro adultos foram autuados em flagrante por porte ilegal de armas e tráfico de drogas.
Tempo de leitura: < 1minutoMonalisa: de "Rainha do Arrocha" a indiciada pela PF.
A Polícia Federal acaba de indiciar a ex-prefeita de Ibicaraí, Monalisa Tavares (PMDB), por desvio de dinheiro público das áreas de saúde e educação e licitações fraudulentas no período de 2005 a 2008. A prefeita era investigada desde dezembro de 2008, quando a PF deglagrou a Operação Vassoura-de-Bruxa.
O delegado Eduardo Assis, que preside o inquérito, disse ao PIMENTA que, além da ex-prefeita, também foram indiciadas outras 25 pessoas ligados à gestão da peemedebista. Ela comandou o município sul-baiano no período de 2005 a 2008 e ficou conhecida como a Rainha do Arrocha, por promover bandas do estilo nas micaretas locais.
Nesta semana, a polícia federal concluiu inquéritos relativos aos municípios de Ilhéus e Itabuna. O ex-prefeito Fernando Gomes (PMDB) foi indiciado por participação no esquema que desviou mais de R$ 50 milhões de aproximadamente 30 prefeituras do sul e sudoeste da Bahia. Em Ilhéus, o grupo de indiciados inclui o prefeito Newton Lima (PSB) e o ex-prefeito Valderico Reis (PMDB).
A disputa pela presidência da União dos Municípios Baianos (UPB) terá chapa de consenso. Após uma tentativa fracassada em 2009, Luiz Caetano será o próximo comandante da entidade.
Para garantir o voto dos colegas de todo o estado, o petista inicia uma maratona pelas várias regionais da Bahia. Caetano e o vice, Eduardo Vasconcelos (PSDB), têm encontro com prefeitos do sudoeste amanhã (21), em Vitória da Conquista. No sábado, a dupla se reúne com os colegas da região sul-baiana, às 19h, no Hotel Jardim Atlântico, em Ilhéus.
Caetano deve chegar preparado, pois não serão poucos os pedidos para que abra dois lugares na chapa em favor do também petista Adroaldo Almeida (prefeito de Itororó) e o pepista Moacyr Leite (prefeito de Uruçuca).
Homens da Força Nacional desobstruem estrada em Pau Brasil (Foto Luiz Fito/A Tarde)
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, assinou ontem uma portaria que prorroga por mais 60 dias a permanência da Força Nacional de Segurança Pública no sul da Bahia. A portaria número 5 foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta quinta-feira (20).
A Força Nacional está na região desde 30 de outubro, dias após uma onda de invasões e conflitos entre produtores rurais e indígenas (relembre aqui), quando 20 propriedades foram tomadas pelas duas etnias no espaço de menos de duas semanas. A decisão do ministro atende a um pedido da delegacia ilheense da Polícia Federal, feito no último dia 12.
A PF, que desenvolve a “Operação Pataxó” com a Força Nacional, ainda vê sérios riscos de conflitos entre produtores e índigenas tanto na área pataxó – municípios de Pau Brasil, Camacan e Itaju do Colônia – como no território atribuído pela Fundação Nacional do Índio (Funai) aos tupinambás, nos municípios de Ilhéus, Una, Buerarema e São José da Vitória.
O período de permanência poderá ser prorrogado, segundo o ministro José Eduardo Cardozo. A portaria assinada pela autoridade federal expressa que a permanência da Força Nacional de Segurança Pública na região tem o objetivo “de garantir a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”.
Tempo de leitura: < 1minutoAlex e Michele: audiência.
Alex Rocha e Michele colaboraram para que o Programa do Ratinho, no SBT, atingisse picos de audiência no retorno à faixa das 21h30min, ontem, ao vender a história de que não sabiam se eram ou não irmãos. O casal tem três filhos e saiu do sul da Bahia no final da década de 90 para morar na região do ABC Paulista.
A história foi vendida como se ambos não soubessem que eram filhos do radialista Nilson Rocha, falecido no início dos anos 80. O resultado foi anunciado ontem e deu… positivo. Alex morava em Itabuna e Michele nasceu em Barro Preto, também no sul do estado.
Amigos e familiares adiantavam na semana passada que este se tratava de um segredo de polichinelo (relembre aqui). Alex estava ainda saindo da prisão em Ilhéus, em meados dos anos 90, quando foi apresentado a Michele. “Os dois souberam ali que eram irmãos”, afirma um amigo. Pelo menos, a história serviu para levantar a audiência da atração sensacionalista.